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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Redes Wi-fi no Aeroporto de Guarulhos são vulneráveis, revela AirTight Networks

Empresa de soluções de segurança para redes móveis realizou varredura no ambiente virtual da unidade e em uma hora identificou a existência de 110 access points, todos eles com baixo nível de proteção contra intrusos

A fabricante de soluções de segurança para redes móveis AirTight Networks realizou recentemente uma varredura de redes no ambiente do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP ). Com o uso de um equipamento chamado WIPS (Wireless Intrusion Prevention System), em uma hora, os técnicos da empresa identificaram a existência no ambiente de 110 access points, todos eles com baixo nível de proteção contra intrusos. A constatação evidencia que o ambiente virtual da unidade aeroportuária é altamente vulnerável para quem procura se conectar em algumas dessas redes.
“Mesmo sem empregar nenhum tipo de ferramenta sofisticada de varredura, nosso pessoal localizou nada menos que três access points móveis realizando operações impróprias, com a falsificação de identidades de usuários de rede móvel (SSIDs) para invadir os dispositivos dos usuários”, afirma Fernando Neves, presidente da AirTight Brasil.
No momento do teste, havia no aeroporto pelo menos oito usuários com seus equipamentos totalmente abertos, somente dois estavam protegidos apenas por senha WPA e um outro com senha WEP, ambas consideradas fracas. Também foi verificada a existência de 304 clientes conectados às redes moveis no período. Desse total, 17 eram clientes das redes da Infraero e da SITA (empresa responsável pelo trafego de dados dos aeroportos).
“Ambientes com múltiplas redes WiFi e com este nível de vulnerabilidade colocam em risco a privacidade dos dados do usuário local, diretamente conectados a essas redes. Além disso, estas conexões inseguras funcionam como enormes portas de entrada para que os criminosos alcancem as redes empresariais que são acessadas pelos notebooks, tablets e smartphones do usuário”, ressalta Neves.
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ESTAGIÁRIO DA AEB VENCE CONCURSO MUNDIAL E IRÁ AO ESPAÇO


O estagiário da Agência Espacial Brasileira (AEB), Pedro Henrique Dória Nehme, 21 anos, será o segundo brasileiro a ir ao espaço. O futuro turista espacial venceu a promoção mundial Space Flight, realizada pela empresa área holandesa KLM, que premiou o vencedor com uma vaga na nave Lynch, da empresa Space Expedition Corporation (SXC). Depois do militar Marcos Pontes, ele será o segundo brasileiro e o primeiro civil a sentir de perto a gravidade zero. O voo deverá ser realizado no início do próximo ano.
O desafio consistia em adivinhar em que ponto iria parar um balão de alta altitude monitorado por câmeras e GPS. As coordenadas que mais se aproximassem da realidade seriam as vencedoras. Entre os mais de 129 mil participantes do mundo inteiro, Pedro foi quem mais se aproximou do resultado oficial.
A viagem espacial terá início em Curaçao, no Caribe. O voo será suborbital (não entra em órbita da Terra) e atingirá uma altura aproximada de 100 quilômetros, cruzando a chamada linha de Kármán. A viagem terá uma hora de duração – da decolagem à aterrisagem.   Pedro ficará aproximadamente cinco minutos no espaço. Segundo o site da Space Expedition Corporation, apenas 500 pessoas no mundo viram a Terra como o vencedor a verá.
Pedro – Estudante de Engenharia Elétrica na Universidade de Brasília (UnB) e aficionado pelo espaço, foi apelidado como astronauta pelos amigos.  Pedro possui experiência na área aeroespacial. Em 2012, estudou na Catholic University of America em Washington D.C, nos Estados Unidos, e trabalhou no Goddard Space Flight Center, programa da Agência Espacial Americana (NASA, sigla em inglês). Além do estágio na AEB, Pedro participa de um projeto da UnB que simula uma missão espacial e vai lançar um minissatélite para o espaço em um balão no segundo semestre.
AEB..SNB

Pela primeira vez, Equador lança ao espaço satélite não tripulado


 O hino do Equador será a primeira transmissão feita pelo primeiro satélite nacional colocado em órbita, na noite dessa quinta-feira, graças aos esforços conjuntos da Agência Espacial Civil Equatoriana e do governo.
O cosmonauta e diretor da Agência EXA, Ronni Náder, afirmou que hoje é um dia histórico, porque o Equador passará a fazer parte da Space Faring Nations (Lista das Nações Espaciais) da Organização das Nações Unidas (ONU).
O evento, de fundamental importância para o Equador, será transmitido a partir das 22:30 dessa quinta-feira em cadeia nacional de rádio e televisão e por internet, na páginainformou a EXA. Durante a transmissão, será possível observar a decolagem do foguete chinês LM2D (portador do satélite) e imediatamente, através de simulações e dados técnicos, se poderá ver como o satélite é colocado em órbita, explicou Náder.
O cosmonauta, natural de Guayaquil, comandará as operações de voo do satélite desde o Centro Integrado de Segurança ECU-911, em Samborondón, onde está prevista uma visita do presidente da República, Rafael Correa, além da visita de outras autoridades do governo que participarão desse ato histórico.
O ministro Coordenador da Segurança, Homero Arellano, convidou todos os cidadãos a visitarem os ECU-911 de Samborondón, Quito, Machala, Cuenca e Ambato para participarem desse marco na história equatoriana.

Programa de lançamento

De acordo com o programa de lançamento, será feita uma contagem regressiva dos últimos dez segundos antes da decolagem do foguete do cosmódromo de Jiuquan, na China, previsto para as 23:13 do Equador (04:13 da sexta-feira, Hora de Greenwich); às 23:15 ocorre a separação da primeira parte do foguete, e o Centro de Controle da EXA corrige cálculos de trajetória.
Entre 23:16 e 23:18, ocorre a separação da capota e o foguete se apaga. Às 23:26, ocorre a separação do satélite principal e o satélite Pegaso, momento preciso no qual o Centro de Controle corrige os cálculos de inserção no espaço.
A transmissão por cadeia nacional termina quando o diretor do cosmódromo de Jiuquan anuncie o lançamento exitoso e o Equador o confirme, o que deve ocorrer às 23:30. Em seguida, serão entrevistados os representantes equatorianos que estão na China e às 23:50 terminará a transmissão por parte o país asiático.
Náder calcula que as primeiras imagens chegarão num período de 12 a 48 horas, tempo para que seja realizado o correto posicionamento do satélite em órbita, o que implica estabilização geomagnética, implantação de antenas, entre outros aspectos técnicos.
A construção da peça e da armação do nano-satélite – assim chamado por sua aparência de cubo, de 10 por 10 centímetros, com painéis de 75 centímetros e um peso aproximado de 1,2 quilogramas – custou à agência EXA um total de 80 mil dólares, além dos 700 mil dólares investidos pelo Estado para o seguro do equipamento, assim como para o processo de certificação espacial, pago pelo envio do satélite através da nave chinesa, entre outros gastos.

La información y el contenido multimedia, publicados por la Agencia de Noticias Andes, son de carácter público, libre y gratuito. Pueden ser reproducidos con la obligatoriedad de citar la fuente.http://www.andes.info.ec/es/node/16102


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Os custos também incluem a construção de outro satélite, chamado Krysoar, gêmeo do Pegaso, que será colocado em órbita em agosto deste ano.
Náder destacou que o Equador está passando por momentos históricos, já que além de colocar em órbita seu primeiro satélite, agora há empresas internacionais interessadas em fabricar peças para satélites no país. “Esse é o resultado, quando se vê de fora que no Equador se une o talento civil ao apoio do governo”, afirmou o cosmonauta de Guayaquil.
O ministro Arellano garantiu que o governo continuará apoiando o programa espacial EXA, para o qual será destinada uma área especial na Cidade do Conhecimento Yachay

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Proteste avalia dez pacotes de antivírus pagos disponíveis no mercado



Em março, a internet completou 24 anos. Esta "jovem" revolucionou a vida de todos, facilitando a troca de informações em tempo real. Mas, apesar de todo o avanço, há ameaças na rede que ainda não conseguimos impedir sem a proteção de programas especiais de segurança. Para evitar que você seja lesado por um crime virtual, a Proteste (associação brasileira de defesa do consumidor) levou ao laboratório os dez principais pacotes de Internet Security (chamados popularmente de programas pagos de antivírus) disponíveis no mercado.
De acordo com o levantamento, as diferenças entre os softwares pagos e os gratuitos vão além do pagamento ou não pelo serviço. Embora não sejam infalíveis, em geral, eles foram mais eficientes na prevenção de ameaças e na remoção de arquivos infectados neste teste --  não é qualquer programa pago, no entanto, que vale a pena contratar.
O pacote que se saiu melhor nos testes foi o GData Internet Security 2013, o único que teve avaliação muito boa na detecção de malwares (programas maliciosos). O resultado completo você confere na tabela abaixo

  • Proteste
AVG, Avira e Norton deixam rastros
Instalar, desinstalar e atualizar o antivírus deve ser fácil e bem intuitivo. A atualização é o mais importante, porque vai manter o seu computador sempre livre de novas pragas e ameaças. O problema é que todos os programas deixam "lixo" no computador quando desinstalados, por isso foram melhor avaliados aqueles que menos "sujeira" liberaram na máquina, como Kaspersky e Panda.
Mas Panda e Norton não religam o Windows Defender (antivírus do Windows) e o firewall automaticamente após a desinstalação do programa. Isso é perigoso, pois o computador fica desprotegido.O Panda também não possui informação no painel central em relação ao seu status da proteção. Kaspersky, Avira e McAfee são os que mostram essas informações da maneira mais eficiente.
Em todos os produtos, é fácil reverter um arquivo previamente colocado em quarentena, exceto no Bitdefender, Panda e Norton. Por outro lado, não é fácil configurar as opções de bloqueio de tráfego de dados que saem do computador nos firewalls do Avast, Bitdefender, GData e Trend Micro.
Ameaças
Mais importante do que retirar as ameaças do computador é prevenir que arquivos maliciosos entrem na máquina – e isso quem faz é o antivírus. Sendo assim, instalamos 12.964 códigos maliciosos e verificamos quantas ameaças foram identificadas e eliminadas. O GData eliminou mais de 97% das ameaças, enquanto Panda e Norton não eliminaram nem 75%.
A capacidade de prevenção dos programas em tempo real quando os usuários baixam arquivos infectados foi boa. O mesmo não pode ser dito quando um pendrive infectado é usado. Apenas o GData foi bom ao proteger o computador dessa "infecção". O Norton foi o pior, achando apenas três dos 50 códigos maliciosos do dispositivo.
Contra phishing, ou roubo de senhas, o mais eficaz é o Bitdefender, com 82%, contra somente 4% do AVG. Já os mais lentos em detectar e remover arquivos maliciosos foram Norton, Panda e Trend Micro.
A análise do firewall avaliou a proteção contra a entrada e a saída de dados do computador. O segundo caso é mais perigoso, pois indica roubo de informações. Os firewalls de Norton e McAfee foram os piores do teste, pois permitiram a saída de dados e, por isso, não são indicados para compra. Mas vale ressaltar que os sites usados nas análises não traziam proteção extra, ao contrário do que geralmente acontece naqueles que envolvem transações comerciais.
  • Proteste
Opções grátis
Há diferenças significativas entre os antivírus gratuitos e os pacotes de Internet Security. Para simplificar o entendimento, as versões gratuitas têm apenas o antivírus, enquanto os pagos são pacotes que trazem, por exemplo, firewall e outras proteções como antispam, parental control (controle dos pais) e antiphishing.
Nas versões gratuitas, Avira e Avast! tiveram pontuação de 63 pontos,  em uma escala de 100, enquanto o AVG fez apenas 55 pontos.
Enquanto o Avira é mais fácil de usar e utiliza menos espaço do computador, o Avast! é mais eficiente na hora de prevenir e remover ameaças. Se você tiver de optar por um antivírus grátis, fique com o Avast!. Ele é um pouco complicado de usar, porém é mais eficaz que os demais.
Testes
Para realizar os testes, a Proteste levou ao laboratório dez pacotes de Internet Security pagos e três antivírus gratuitos. Todos foram instalados e avaliados em computadores iguais e com as mesmas configurações.
A associação simulou ataques de arquivos maliciosos (trojans, rootkits, worms, macrovírus, vírus em arquivos, bootvírus e spywares), introduzindo-os no HD e baixando-os da internet para avaliar a eficiência dos programas na remoção e no isolamento desses arquivos, assim como a capacidade  de prevenção contra novas ameaças.
UOL.COM.BR..SNB

Exército de Israel diz ter abatido avião não tripulado vindo do Líbano


O Estado de S. Paulo
(Atualizada às 15h) JERUSALÉM - Um caça israelense abateu nesta quinta-feira, 25, um avião não tripulado que teria partido do Líbano e se encontrava na costa noroeste de Israel, na altura da cidade de Haifa, informou o Exército do país. O grupo xiita libanês Hezbollah negou que tenha enviado algum drone para o território de Israel.O abate do drone ocorreu uma hora depois de a aeronave ter sido identificada "se movimentando do norte ao sul pela costa libanesa". Após a identificação, a Força Aérea israelense enviou helicópteros e aviões de combate à região, sendo que um deles, um caça F-16, lançou um míssil contra o drone no momento em que o mesmo entrava no espaço aéreo israelense, segundo o porta-voz Peter Lerner.
O drone foi derrubado a cerca de 6 mil pés de altura (mais de 1,5 mil metros) e a umas cinco milhas náuticas do litoral de Haifa. "Não sabemos exatamente para onde e nem de onde vinha o avião, mas as comprovações determinaram que se tratava de um aparelho hostil", acrescentou Lerner, que assegurou que poderá confirmar esses dados com a análise dos destroços do drone.
Minutos depois de ter confirmado e anunciado o incidente, o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, emitiu um breve comunicado no qual assinalou que vê "com grande gravidade" a tentativa de entrada do aparelho não tripulado no espaço aéreo do país.
Essa é a segunda vez nos últimos sete meses que o Exército israelense intercepta um drone que supostamente teria partido do Líbano. No episódio anterior, ocorrido em outubro de 2012, o líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, reivindicou a ação. / EFE e AP
SNB

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