sexta-feira, 19 de abril de 2013

Rússia exporta submarinos para a Ásia

Vassili Kashin....V D RUSSIA

Na exposição internacional LIMA 2013, na Malásia,  Igor Vilnit, diretor-geral do gabinete de projetos Rubin explicou como estão a ser executados os projetos para exportação de submarinos russos para países da Ásia.

O Vietnã irá receber, já em 2013, o primeiro dos seis submarinos do projeto 636 encomendados. Neste momento, o primeiro submarino vietnamita, o Hanói, se encontra em fase de testes. No início do ano, na Rússia teve início a formação da sua tripulação vietnamita. Simultaneamente, os especialistas russos estão construindo no Vietnã a infraestrutura necessária para operar os submarinos e para a formação de submarinistas.
Não é de excluir que a entrega dos submarinos do projeto 636 ao Vietnã decorra ainda mais depressa, declarou Igor Vilnit, diretor-geral do desenvolvedor russo dos submarinos, o gabinete de projetos Rubin. Já foi lançado à água o segundo submarino da encomenda vietnamita e em agosto deverá ser lançado à água o terceiro. É possível que o Vietnã receba em 2013 dois submersíveis e mais um em 2014. A totalidade de seis submarinos terá de ser entregue ao país até finais de 2016.
Assim, 2013 será o ano da criação da esquadra de submarinos da marinha vietnamita. Anteriormente, o Vietnã tinha tentado criar uma força de submarinos adquirindo dois minissubmarinos à Coreia do Norte, mas essas pequenas unidades norte-coreanas se revelaram de fraca capacidade de combate.
A compra dos submarinos do projeto 636 à Rússia satisfaz as necessidades do Vietnã de proteção da sua soberania no mar e não constitui uma ameaça aos interesses da China, que é um parceiro estratégico da Rússia. A reduzida esquadra de submarinos não dão ao Vietnã a possibilidade de derrotar a frota chinesa, muitas vezes superior, mas permite uma manutenção do status quo se apoiando em forças próprias. A ausência de uma marinha de guerra nacional eficaz poderia ter empurrado o Vietnã para uma aliança mais estreita com potências de fora da região, como aconteceu com as Filipinas. Entretanto, um conflito real entre o Vietnã e a China é extremamente improvável porque a política chinesa em relação ao Vietnã se baseia na atração dos vietnamitas para um cooperação econômica e comercial o mais estreita possível.
Outro destino promissor para as exportações de submarinos russos para a Ásia é a Índia. A marinha indiana se está preparando para abrir um concurso para a compra de seis submarinos convencionais. Segundo o diretor-geral da Rubin, a Rússia planeja apresentar aos indianos submarinos do projeto Amur-950. Esta é uma versão reduzida do submarino Amur-1650que está a ser negociado para um fornecimento à China. Comparando com o Amur-1650 eles possuem um deslocamento inferior e um raio de ação mais pequeno, enquanto o seu armamento é apenas ligeiramente inferior ao dos submarinosAmur-1650.
A particularidade dos submersíveis Amur-950 é o sistema de lançamento vertical para 10 mísseis de cruzeiro que, em caso de necessidade, podem ser lançados em dois minutos. Na versão proposta à marinha indiana, os navios poderão ser equipados com mísseis de cruzeiro supersônicos BrahMosde fabrico russo-indiano. A participação da Rússia no projeto BrahMos é considerada como uma grande vantagem da proposta russa nesse concurso, que conta também com a participação de fabricantes franceses de submarinos. É evidente que estes navios, com um deslocamento relativamente pequeno, se destinam a operar apenas no Oceano Índico.
Entretanto, continuam as conversações com a China para o fornecimento de quatro submarinos maiores Amur-1650. Dois deles serão equipados com os novos motores russos que funcionam sem admissão de ar atmosférico. Graças ao aumento da autonomia de navegação, os submarinos do projeto Amur-1650 poderão operar no Oceano Pacífico a uma distância considerável das suas bases. Comparando com os submarinos do projeto 636 fornecidos anteriormente à China, o Amur-1650 tem uma detetabilidade bastante mais baixa, o que aumenta as suas possibilidades de escapar aos sistemas de defesa antissubmarinos do Japão.
Os submarinos de propulsão diesel-elétrica modernos são uma arma eficaz e relativamente barata que dá às marinhas dos países asiáticos em desenvolvimento a possibilidade de se oporem às grandes frotas dos países desenvolvidos. A experiência da Guerra das Malvinas de 1982 e as manobras posteriores dos países da OTAN demonstraram que, quando comandados de forma eficiente, esses submarinos podem ultrapassar com sucesso as defesas antissubmarinos dos grupos de ataque de porta-aviões.
SNB

Três pessoas supostamente ligadas a atentado em Boston são presas


Foto sem data mostra Dzhokhar Tsarnaev (esq.) ao lado de sobrinho da radialista Robin Young, após formatura na Cambridge Rindge and Latin High School
Policiais fecharam um trecho de uma rua em New Bedford em frente a um condomínio, a cerca de 6 km da Universidade de Massachusetts Dartmouth, onde um dos suspeitos do atentado estudava.
Um policial que preferiu não se identificar disse ao "Washinton Post" que viu "dois ou três" indivíduos serem levados para interrogatório. Eles estariam ligados à explosão de bombas na maratona de Boston.
O policial não deu mais detalhes sobre as pessoas que foram presas, mas apontou para duas janelas acesas no primeiro andar e disse que a polícia ainda estava coletando

O segundo suspeito do atentado, Dzhokhar Tsarnaev, foi encurralado pela polícia e detido, minutos antes da prisão dos três indivíduos.
A polícia de Boston estava desde a madrugada de quinta-feira procurando por Tsarnaev. O irmão mais velho dele, também suspeito do crime, foi morto em confronto com a polícia.
FOLHA DE S PAULO.....SNB


Um dos suspeitos do atentado continua foragido

Washington aprova golpe preventivo contra o Irã


Os EUA garantirão o apoio necessário a Israel no caso de um conflito com o Irã, informam alguns meios de comunicação social. Com isso, o apoio será prestado quer se trate de uma agressão iraniana ou de um ataque preventivo por parte de Tel Aviv. A retórica agressiva dos “falcões”, segundo assinalam peritos, pode ser qualificada como uma tentativa de exercer pressão sobre o Irã ou um resultado da luta política interna nos EUA.

O Senado norte-americano adotou uma resolução segundo a qual Washington prestará a assistência multilateral a Israel em face de um conflito militar com o Irã. O documento foi colocado à discussão em março pelo dirigente da comissão parlamentar das relações exteriores, democrata Robert Menendez, aliado a um grupo de senadores. Tal passo não foi inesperado.
É que, em termos estratégicos, Israel tem sido sempre um aliado político dos EUA e o programa nuclear iraniano não deixou de ser a dor de cabeça para ambos os países. Por isso, a resolução não contém muitas surpresas, constata o presidente do Instituto de Avaliações Estratégicas, Alexander Konovalov.
“Tal medida era previsível, já que o Irã é um dos adversários sérios dos EUA. Atualmente, uma das prioridades da política externa norte-americana foi e continua sendo não admitir que o Irã possua armas nucleares. Vários peritos dos EUA acentuam que tal cenário poderá agravar a situação e gerar mais problemas do que uma operação com vista ao desmantelamento da infraestrutura nuclear”.
No entanto, a resolução aprovada não significa que a situação no Oriente Médio se tenha agravado especialmente. Antes pelo contrário, peritos têm apontado para sinais de início do desanuviamento na problemática iraniana. De acordo com o politólogo Dmitri Drobnitsky, os ânimos radicais e belicistas dos “falcões” são equilibrados pela retórica pacifista dos “pombos” da Administração norte-americana.
“A Administração Obama tem conduzido, desde 2008, uma política persistente de dissuasão e contenção de Israel contra eventuais ações não coordenadas com os EUA e a comunidade mundial em geral. O presidente Barack Obama, o vice-presidente, Joe Biden, e algumas novas figuras políticas dos altos escalões do poder têm apelado para a solução do problema iraniano por via diplomática. Entretanto, o Congresso dos EUA opta, por vezes, por decisões e declarações mais duras do que o poder executivo”.
Um dos autores do documento, senador pelo Partido Republicano, Lindsey Graham, salientou não ser necessário encarar a resolução como um apelo à guerra. Os EUA querem evitar o conflito, mas não querem que o Irã se transforme numa potência nuclear. Todavia, o emprego da força, segundo ressalta Alexander Konovalov, pode acarretar problemas econômicos sérios na região e no mundo inteiro.
“O conflito no Irã seria um cenário indesejável, pois se trata de uma região muito sensível em termos econômicos. Através do Estreito de Ormuz passam centenas de navios e petroleiros. A Ásia recebe petróleo procedente do Golfo Pérsico. O fim dos fornecimentos na sequência de quaisquer operações militares teria um impacto negativo na conjuntura econômica mundial”.
Uma guerra seria uma catástrofe na altura em que a economia mundial atravessa uma prolongada crise. Incute otimismo o fato de um golpe preventivo ter sido visto como um meio e não como fim. Poderá haver um ataque se o Estado judaico tiver a certeza absoluta de que o Irã possui armas nucleares.
Mas, nesse caso, Tel Aviv atuará sem olhar para Washington e a comunidade mundial. Essa será uma questão de vida ou morte. Israel é um Estado pequeno e uma explosão nuclear levaria a uma catástrofe nacional ou a seu completo descalabro econômico e 
VOZ DA RUSSIA.....SNB

Divulgadas possíveis causas da explosão no Texas


Na cidade de West, no Texas, continua a operação de busca e resgate. Segundo anunciou numa conferência de imprensa especial o prefeito da vila, Tommy Muska, o número de vítimas já aumentou para 14 pessoas, estando 35-40 pessoas desaparecidas.

Sabe-se que quatro das vítimas eram bombeiros que estavam tentando apagar o incêndio no local.
Atualmente, os resgatadores continuam vasculhando os escombros na cidade. Segundo dados atualizados, 80 edifícios foram destruídos ou ficaram fortemente danificados, informa o correspondente da Voz da Rússia que se encontra no local do acidente.
Sob os escombros podem estar pessoas. O cirurgião traumatologista Danny Owens apelou para acelerar a operação de busca:
“Sob os escombros, uma pessoa pode sobreviver alguns dias, tudo depende de sua condição física. Acima de tudo, estou preocupado com os pacientes do lar de idosos. A maioria deles não conseguirá resistir por muito tempo se os socorristas não se apressarem.”
A questão das causas da tragédia continua em aberto. A versão principal é a violação das regras de segurança na fábrica. Mas as autoridades não se apressam a tirar conclusões. Eis o que disse a jornalistas o xerife do distrito McLennan, Matt Coughton:
“Eu não posso dizer se ainda há lá recipientes não detonados com material perigoso. Ainda não sabemos qual foi a causa do incêndio. Isto está sendo investigado.”Entretanto, descobriu-se que os proprietários da fábrica de fertilizantes tinham regularmente recebido multas por violação das regras de segurança durante a produção e o transporte de substâncias perigosas. Apenas no ano passado, os gerentes tiveram que pagar 8.000 dólares.
De acordo com a Associated Press, o Departamento de Segurança do Ministério do Trabalho dos Estados Unidos (OSHA) não verificava o trabalho da fábrica desde 1985.
SNB

DIA DO EXÉRCITO - ORDEM DO DIA - INCLUI VÍDEO


Neste 19 de abril, como acontece a cada ano, celebramos com amor patriótico o Dia do Exército.

Não reverenciamos pessoas, mas uma Instituição que se forjou junto com a Nação brasileira, nas lutas  pela liberdade de seu povo, na definição de suas fronteiras, na manutenção de sua unidade, na consolidação de sua independência e na proclamação de sua república.

Tudo começou em 1648, em Guararapes, “onde o Brasil aprendeu a liberdade”. Como diz o compositor  e cantor Martinho da Vila: “Aprendeu-se a liberdade/ Combatendo em Guararapes/ Entre flechas e tacapes/  Facas, fuzis e canhões/ Brasileiros irmanados/ Sem senhores, sem senzalas/ ...”.

Naquelas lutas para expulsar o invasor, pela primeira vez, a palavra Pátria foi usada para referir-se ao Brasil. Índios, negros, brancos e mestiços se uniram de forma definitiva para construir o primeiro empreendimento genuinamente nacional. Tem-se assim o primeiro registro da fraternidade racial e cultural, que se afirmou ao longo da formação da nossa nacionalidade, constituindo-se em amálgama indestrutível que fez e faz “o brasil ser BRASIL”.

Esse passado de lutas e glórias nos pertence. É herança de todos nós. A unidade da Pátria, seus valores, sonhos e esperanças, gestados em Guararapes, têm sido preservados por todos nós brasileiros – com ou sem fardas. Dessa certeza, brota a permanente motivação para se lutar por um Brasil cada vez melhor, para nossos filhos e para os filhos dos nossos filhos – gerações a fora.

Para isso, o Exército investe na sua operacionalidade e no seu profissionalismo, revelados no cumprimento de todas as missões que recebe e nas virtudes militares que pratica, tornando-se credor de confiança e respeito.

Para isso, o Exército adestra-se, atento à defesa da Pátria – sua missão mais nobre –, mantendo-se em permanente estado de prontidão para dissuadir intenções hostis e preservar sua soberania.

Para isso, o Exército transforma-se – novos materiais, nova doutrina, novas capacidades, ganha maior estatura dissuasória, prepara-se para atuar em ambiente de elevado grau de incerteza, interconectado, cibernético e pejado de ameaças dinâmicas e imprevisíveis. Nessa empreitada, temos contado com o apoio atento dos Poderes da República, com destaque especial para a Senhora Presidenta, Comandante Suprema das Forças Armadas, e o Senhor Ministro da Defesa.

Irmãos brasileiros, este é o seu Exército! Completamos, no dia de hoje, 365 anos de existência, evoluindo como um corpo vivo, adaptando-nos às circunstâncias de cada conjuntura, sempre identificado com os propósitos da Nação brasileira, atento às suas aflições, envolvido com seus anseios e comprometido com sua índole pacífica e democrática.

Soldados do Exército brasileiro – da ativa e da reserva, de todos os quadrantes do nosso território e em missão no exterior –, comemoremos com entusiasmo o aniversário do Exército, sob o olhar vigilante do nosso Patrono, o Pacificador Duque de Caxias!

E sigamos unidos, fortes e confiantes, com o mesmo destemor dos heróis de Guararapes, prontos a travar todas as batalhas necessárias para contribuir com a construção do progresso, com a manutenção da ordem e com a preservação da paz desta grande Nação, a quem servimos. 

 
General de Exército ENZO MARTINS PERI
Comandante do Exército
SNB

Ordem do Dia - 19 de Abril - Dia do Exército

OS SATÉLITES MILITARES DE COMUNICAÇÕES SEGURAS DA ASTRIUM AGORA COBREM O MUNDO


A Astrium, empresa líder na Europa em tecnologias espaciais, em breve será capaz de oferecer uma cobertura quase global em banda X, com a bem sucedida entrada em serviço do Skynet 5D e o lançamento do satélite Anik G1, da Telesat, com hosted payload nesta banda.
Evert Dudok, CEO da Astrium Services disse: "Nós somos a única operadora no mundo a fornecer uma cobertura quase global reservada exclusivamente para o uso governamental e militar. Alcançando de 180 graus Oeste a 135 graus Leste, com 75 transponders de banda X, nossa constelação possui um total de 2.2 GHz - e agora nós oferecemos mais capacidade disponível para nossos clientes".
A Astrium Services tem um contrato de 15 anos com a Telesat para uso exclusivo da hosted payload de banda X. O satélite Anik G1, lançado no dia 16 de abril a partir da base de Baikonur, deverá ser posicionado a 107,3 ??graus Oeste. Ele irá fornecer a primeira cobertura comercial em banda X sobre as Américas do Norte e Latina, com uma cobertura substancial do Oceano Pacífico, alcançando o Havaí e a Ilha de Páscoa..
No dia 2 de abril, a Astrium colocou em serviço com êxito o seu satélite Skynet 5D após o seu lançamento  por meio de um Ariane 5, em dezembro de 2012. Ele foi posicionado sobre o Oriente Médio a 53 graus Leste - tomando o lugar do Skynet 5B - tornando-se o mais ativo satélite militar de comunicação da Astrium Services. Seus tanques de combustível maiores lhe permitirão ser reposicionado com mais freqüência para atender às necessidades operacionais.

A frota Skynet agora compreende oito satélites: Skynet 5A, 5B, 5C e 5D, combinados com três satélites Skynet 4 (C, E e F) e um satélite NATO IV (veja abaixo as posições orbitais). Os 10 canais UHF no Skynet 5D já foram totalmente vendidos para clientes, incluindo o Harris CapRock e o Ministério da Defesa da Holanda.
O Skynet 5 é um grande sucesso do programa PFI (Iniciativa Financeira Privada) no valor de 4 bilhões de Libras Esterlinas, assinado em outubro de 2003 com o Ministério da Defesa britânico. Por meio da concessão Skynet, a Astrium Services opera a constelação de satélites militares Skynet e a rede de solo para fornecer todas as comunicações Beyond Line of Sight (BLOS), além do horizonte, para o Ministério da Defesa britânico.

A PFI permitiu à Astrium Services também prestar serviços de comunicação via Skynet para outras instituições governamentais, incluindo o Gabinete do Governo do Reino Unido e as forças armadas de outras nações, como EUA, Canadá, Austrália e também à OTAN.
O coronel Justin Hodges, Chefe-Adjunto do time Beyond Line of Sight (BLOS), da Organização de Defesa, Equipamentos e Apoio, do Ministério de Defesa, disse: "A entrada em serviço do Skynet 5D é outro marco significativo neste programa de sucesso. Ele marca o ápice de uma década de trabalho duro da equipe ISS Networks  do Ministério da Defesa e da Astrium para fornecer capacidade adicional de comunicações para as Forças Armadas”.     
Posições orbitais dos satélites:
§ Skynet 4C – 1 grau Oeste
§ Skynet 4E – 33 graus Leste
§ Skynet 4F – 34 graus Oeste
§ NATO IVB – 35 graus Leste
§ Skynet 5A – 6 graus Leste
§ Skynet 5B – 25 graus Leste
§ Skynet 5C – 17.8 graus Oeste
§ Skynet 5D – 53 graus Leste
§ Anik G1 – 107.3 graus Oeste 

 
A Astrium, protagonista absoluta da indústria aeroespacial europeia e terceiro maior nome do setor no plano internacional, é a única empresa no mundo a operar em todos os segmentos relacionados com sistemas, equipamentos e serviços aeroespaciais nas áreas civil e militar.

Em 2012, a Astrium obteve um faturamento superior a 5,8 bilhões de euros, com 18 mil funcionários atuando em todos os continentes. Suas operações se focalizam em três principais setores e são desenvolvidas pelas seguintes divisões:

- Astrium Space Transportation, responsável pela realização de lançadores, sistemas orbitais e exploração espacial;
- Astrium Satellites, um dos maiores fornecedores de soluções em sistemas satelitais, como satélites, segmentos de solo, cargas úteis e equipamentos;
- e Astrium Services, parceira na prestação de serviços espaciais para missões críticas e fornecedora de soluções fixas e móveis completas, incluindo satcoms, redes comerciais de alta segurança, ou ainda serviços de geoinformação sob medida para todas as regiões do mundo.

A Astrium é uma filial do grupo EADS, líder mundial do setor de aeronáutica, espacial, defesa e serviços associados. Em 2012, o grupo – que reúne as empresas Airbus, Astrium, Cassidian e Eurocopter – gerou faturamento de 56,5 bilhões de euros, com mais de 140 mil funcionários.
DEFESA NET ....SNB

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