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quinta-feira, 28 de março de 2013

AVIBRAS participa da maior feira de defesa e segurança da América Latina

AVIBRAS Aeroespacial S/A, empresa de engenharia reconhecida mundialmente pela excelência e qualidade de seus produtos e sistemas, vai participar de 9 a 12 de abril da 9ª edição da LAAD Defence & Security 2013 – Feira Internacional de Defesa e Segurança, no Riocentro no Rio de Janeiro. Trata-se do maior e mais importante encontro do setor na América Latina, que reúne bienalmente empresas brasileiras e internacionais especializadas no fornecimento de equipamentos, serviços e tecnologia para as Forças Armadas, Polícias, Forças Especiais, além da segurança corporativa.

Com mais de 50 anos no mercado e tecnologia de ponta, a AVIBRAS estará com um estande de 400 metros quadrados localizado na área externa D.OUT.10, e os visitantes poderão conhecer os projetos inovadores da empresa no setor de defesa e segurança, como o ASTROS 2020, oSistema de Defesa Antiaérea, Veículo Remotamente Pilotado (Falcão), Sistema de Comando e Controle Integrado, além de Mísseis.

A LAAD Defence & Security, em conjunto com os eventos paralelos, terá fóruns de debate e apresentação do estado da arte em defesa e segurança pública e corporativa. A feira contará com a presença de mais de 60 delegações oficiais da América Latina e de outros continentes, e reunirá mais de 700 expositores. A expectativa é atrair mais de 30 mil visitantes, entre eles, delegados oficiais (militares de alta patente) do Brasil, da América Latina e de outros continentes, comandantes, oficiais generais e superiores das Três Forças Armadas do Brasil e de outros países, chefes, secretários, superintendentes e delegados de polícia do Brasil e da América Latina, autoridades e funcionários do governo brasileiro, embaixadores, adidos militares de Defesa e de Polícia, executivos da Indústria de Defesa e Segurança, integrantes das Polícias Civil e Militar, executivos de concessionárias de serviços e agências governamentais, além da imprensa especializada (nacional e internacional).

Excelência – A AVIBRAS ganhou seu lugar na história do setor aeroespacial como uma das pioneiras no Brasil em construção de aeronaves, desenvolvimento e fabricação de veículos espaciais para fins civis e militares. Ao longo de seus 52 anos, a empresa é uma verdadeiraSystem House com uma trajetória de conquistas, resultando em produtos como antenas de telecomunicação; ASTROS II (sistema de foguetes de artilharia para saturação da área);SKYFIRE-70 (sistema de foguetes ar-terra de 70mm, de última geração) e foguetes de sondagem da família Sonda para o Programa Espacial Brasileiro.

A companhia possui um conjunto de centros de desenvolvimento, capacitação industrial e recursos humanos para atuar em diversos campos tecnológicos como eletrônica, telecomunicações, transporte, pesquisa espacial e sistemas de defesa.

Consolidada no mercado, hoje a AVIBRAS destaca-se pelo Sistema ASTROS 2020 (nova geração do bem-sucedido ASTROS - conjunto lançador de foguetes de artilharia de saturação); mísseis; míssil de cruzeiro para lançamento a partir da plataforma do Sistema ASTROS, produto de maior sucesso comercial da Avibras; industrialização e desenvolvimento de motores-foguete para mísseis da Força Aérea Brasileira e da Marinha do Brasil; Sistemas de C4ISTAR, fixos e móveis, tanto para emprego operacional das Unidades Militares em operação de combate quanto para estrutura da cadeia de comando e foguetes guiados.

Recentemente a AVIBRAS fechou uma parceria para a fabricação de aviões remotamente pilotados, conhecidos como “ARP”, assumindo uma participação na empresa Harpia Sistemas. A Harpia terá em sua linha de produtos o avião remotamente pilotado, modelo Falcão, desenvolvido pela Avibras para as Forças Armadas do Brasil, que será destinado a missões de reconhecimento, aquisição de alvos, apoio à direção de tiro, avaliação de danos e de vigilância terrestre e marítima.
DEFESA NET....SNB
SNB -  Avibras Não Fala Mais Do Missil FOG MPM Missil Guiado Por Fibra Ótica Sera.
Que Ela Abandonou O Projeto,.Gotaria De Saber Há Respeito Senhor Presidente Da Avibras  

Club-K: a morte que vem do contentor

Ilia Kramnik..

A Rússia acabou de criar o sistema móvel modular de mísseisClub-K que não tem análogos em todo o mundo. Os especialistas dizem que esse equipamento abre uma nova página na criação de armamentos defensivos de nova geração.

O novo aspeto de uma arma conhecida
O sistema de mísseis Club é a versão para exportação dos mísseis russos Kalibr, já conhecidos do mercado há vários anos. Esses mísseis equipam muitos dos navios e submarinos de fabrico russo que foram exportados nos anos 2000 e, além disso, muitos clientes instalam-nos nos seus navios de superfície e submarinos que são modernizados.
Club-K, uma modificação dessa arma para a sua instalação em contentores, representa um ciclo completamente novo na evolução desse sistema. A rampa de lançamento, o sistema de comando e o sistema de comunicações e de navegação são instalados num módulo universal executado com a forma de um contentor marítimo ISSO de 40 pés (para os mísseis 3M-54 e 3M-14 do sistema Kalibr) ou de 20 pés (para os mísseis 3M-24 do sistema Uran).
A instalação de mísseis em estruturas desse tipo fornece um grau elevadíssimo de dissimulação do sistema e a possibilidade do seu baseamento em qualquer local que seja conveniente, incluindo os terminais de carga portuários e as cobertas de navios porta-contêinere s. Claro que não se pode dizer que esse tipo de arma é capaz de transformar qualquer navio de transporte num navio de guerra, contudo este tipo de “surpresas” podem se revelar muito desagradáveis mesmo para as grandes potências navais.
Tornar a guerra demasiado cara
O fato de nenhum país do terceiro mundo ser capaz de enfrentar uma superpotência sozinho e de que, sem um apoio externo, ele estará condenado a ser derrotado é um axioma. No entanto, existe um determinado conjunto de meios que permite tornar demasiado caro um potencial conflito para que alguém se arrisque a começá-lo. Um caso extremo da aplicação dessa ideologia é a Coreia do Norte, país que escolheu a bomba atômica como um meio para tornar a guerra proibitivamente dispendiosa, mas as relações e os conflitos internacionais têm muitos cambiantes e por vezes a ameaça do uso de mísseis de ataque pode ser suficiente para que o adversário busque uma solução de compromisso.
Os sistemas do tipo Club-K são os típicos representantes dessa ideologia. Nas guerras modernas, em que o conflito armado com grande frequência não impede a navegação marítima comercial, este tipo de arma, se existir um sistema indicador de alvo elementar, poderá ser mortal mesmo para navios equipados com o sistemaAegis ou com sistemas semelhantes. Só se pode excluir essa ameaça, e ainda assim não completamente, com a introdução de zonas muito extensas de exclusão da navegação, o que significa enormes prejuízos financeiros e ainda maiores gastos indiretos. Mesmo que, por exemplo, o Pentágono esteja disposto a isso, já o Capitólio e Wall Street poderão ter uma opinião completamente oposta. Essa diferença na admissão de opções poderá determinar de forma decisiva a questão da guerra e da paz.
VOZ DA RUSSIA ..SNB

IAE e o motor do EDS KC-390 Previsão de 20 unidades entregues por ano

O motor turbofan IAE V2500-A5, base da nova versão V2500-E5 destinada ao KC-390 (Imagem: IAE)

Por Roberto Valadares Caiafa
A International Aero Engines (IAE) deve iniciar os trabalhos para construir o primeiro conjunto (par) do turbofan V2500-E5 para a aeronave de transporte militar Embraer KC-390. Estima-se que a produção para atender o programa da Embraer Defesa e Segurança (EDS) deverá ficar na faixa de 20 motores por ano.
A IAE vai começar a montar os motores até o final do primeiro semestre de 2013 e pretende entregar as primeiras unidades no quarto trimestre. Três motores estão programados para entrega no final deste ano com mais três antes do fim de Janeiro de 2014. Os testes de voo do primeiro avião estão previstos para acontecer no final de 2014, com a entrega dos motores de produção a partir de 2015.
A Embraer, que acaba de completar a revisão crítica do projeto da aeronave, considera que está no caminho certo para entregar as primeiras unidades do KC-390 em 2015 ou 2016. O Brasil, juntamente com a Argentina, Chile, Colômbia, República Checa e Portugal, colocou cartas de intenção cobrindo 60 aeronaves.
O presidente da IAE, Jon Beatty disse que os parceiros do consórcio se comprometeram a manter uma produção estável de 20 anos para os motores e seus itens, mantendo desta forma o suporte logístico desse item para o KC-390.
O V2500E5 (variante do motor especialmente designada para o KC-390) tem uma quota de 95% de comunalidade com o motor V2500-A5 atual, e será fornecido a uma taxa de 20 por ano para apoiar a produção anual prevista de 10 Embraer KC-390. A Embraer estima que o potencial de mercado global de aeronaves do tamanho de um C-130 é de cerca de 700 unidades.
tecnodefesa.com.br...............SNB

EMBRAER DEFESA & SEGURANÇA

SNB

Retratos dos Brics


O Estado de S.Paulo
Se quiserem ter mais influência no cenário mundial, os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) precisam, para começo de conversa, organizar com mais eficiência as reuniões de seus dirigentes. O "chá de cadeira" que o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, aplicou à presidente Dilma Rousseff é mais um efeito da desorganização desses países, que almejam ser um grupo de defesa de seus interesses comuns, mas até agora não conseguiram ser mais do que uma mera sigla.
Sem ter nada de concreto a apresentar passados cinco anos de sua primeira reunião de cúpula e vendo frustradas as expectativas dominantes no encontro anterior, de que se tornariam mais relevantes no cenário mundial depois da crise, os Brics ainda procuram algo tangível para se justificar. Na reunião na cidade de Durban, encerrada na quarta-feira, limitaram-se a anunciar a criação de um fundo de reserva que socorrerá seus integrantes em caso de crise de liquidez.
O volume de recursos teoricamente mobilizados para esse fundo - um acordo de reserva de contingência, ou CRA, na sigla em inglês - impressiona. Seu patrimônio inicial é de US$ 100 bilhões. Nenhum dos participantes, porém, terá de transferir dinheiro de suas reservas. Trata-se, na verdade, de um compromisso de que, se um dos membros tiver problemas nas contas externas, os demais colocarão recursos à sua disposição.
Um anúncio desse tipo certamente evitou que a reunião de Durban ficasse marcada como uma espécie de fim de festa dos Brics. Até o início do ano passado, esses países eram apontados como os de maior resistência à crise, mas hoje sentem seus efeitos. A velocidade de crescimento se reduziu em todos, e em particular no Brasil, que cresceu apenas 0,9% em 2012.
Mas o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que os Brics liderarão o crescimento mundial. "Vamos continuar crescendo, temos um dinamismo maior, temos de aproveitar melhor nossos mercados e nosso comércio", disse. Se o Brasil repetir neste ano o desempenho dos dois anos anteriores, pouco contribuirá para isso.
Para justificar as reuniões do grupo, seus dirigentes tentaram implementar a ideia de criação de um banco de desenvolvimento próprio, o "Banco dos Brics", para apoiar os investimentos nos países em desenvolvimento. Proposta pela Índia no início do ano passado, a criação desse banco vem sendo discutida desde então por representantes dos cinco países.
"Fizemos proposta para que o Banco dos Brics seja constituído em 2014", disse o ministro Guido Mantega. Não parece provável, porém, que os cinco países consigam superar suas divergências em tão pouco tempo.
Além da data de início das operações, as divergências incluem, entre outras questões, o local onde o banco se instalará, o sistema de escolha de sua diretoria e como serão selecionados os países aptos a receber seus financiamentos. O que está certo é que o capital do banco deverá ser fornecido pelos países do Brics, mas muitos deles enfrentam problemas internos que limitam sua capacidade de capitalizar a nova instituição. A Rússia, por exemplo, resiste à proposta de aporte inicial de US$ 10 bilhões de cada país, por considerá-la insuficiente.
A constituição do banco seria um avanço importante dos Brics e contribuiria para consolidar o grupo. Mas as questões que dividem os cinco países a respeito dessa instituição são apenas parte de suas muitas divergências. Em foros internacionais, como a ONU e a OMC, esses países têm assumido posições até conflitantes. Uma simples sigla está longe de ser suficientemente forte para levá-los a superar esses conflitos.
Apesar da descortesia do anfitrião, à qual respondeu retirando-se do local onde se reuniria com ele, a presidente Dilma Rousseff parece ter ficado satisfeita com os resultados do encontro de Durban. Segundo ela, o anúncio do fundo de contingência e a decisão de criar o Banco dos Brics foram "realizações" do Brasil, isto é, de seu governo. É bem possível que sejam, pois, como outras "realizações" de seu governo, também estas continuam no papel.
SNB

B-2 dos EUA participam de exercícios militares na Ásia


Agência Estado
Numa demonstração de força após semanas de gritaria norte-coreana, os Estados Unidos tomaram nesta quinta-feira uma medida sem precedentes ao anunciar o envio de dois bombardeiros B-2, com capacidade nuclear, para participar dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul. As aeronaves lançaram munição inócua numa ilha sul-coreana e retornaram para sua base nos Estados Unidos.
O anúncio deve irritar Pyongyang ainda mais. A Coreia do Norte fez uma série de declarações ameaçadoras para reiterar seu descontentamento com os exercícios de guerra e a intensificação das sanções impostas pela Organização das Nações Unidas (ONU), por causa de seus testes nucleares.
A missão foi projetada para mostrar "o compromisso dos Estados Unidos e sua capacidade de defender a República da Coreia e fornecer dissuasão a nossos aliados na região Ásia-Pacífico", disse o Exército norte-americano.
Forças norte-americanas informaram em comunicado que os bombardeiros B-2 voaram da base aérea norte-americana no Missouri e lançaram munições numa ilha sul-coreana antes de voltarem para casa. Não estava claro se os bombardeiros, que não podem ser detectados por radar, foram usados em exercícios de guerra anteriores com a Coreia do Sul, mas esta é a primeira vez que os militares anunciam seu uso.
O comunicado foi feito após um anúncio anterior dos Estados Unidos de que bombas B-52, que podem carregar ogivas nucleares, estiveram presentes nos jogos de guerra conjuntos.
O anúncio deve resultar numa forte resposta de Pyongyang. A Coreia do Norte vê os exercícios militares como parte de um plano dos Estados Unidos para invadir seu território e ficou particularmente irritada com as atividades nucleares norte-americanas na região. Washington e Seul dizem que os treinamentos são rotineiros e defensivos.
Também nesta quinta-feira, o secretário de Defesa norte-americano Chuck Hagel conversou pelo telefone com o ministro da Defesa sul-coreano Kim Kwan-jin e reafirmou o compromisso dos Estados Unidos com a defesa da Coreia do Sul, segundo comunicado do Departamento de Defesa dos EUA. As informações são da Associated Press e da Dow Jones. 
SNB

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