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sexta-feira, 22 de março de 2013

Em novo vídeo provocativo, Coreia do Norte invade Seul

A Coreia do Norte divulgou um novo vídeo em que coloca em prática suas ameaças de reiniciar a guerra contra a vizinha e inimiga Coreia do Sul. A peça de propaganda, intitulada Uma Guerra Curta de Três Dias, foi publicada no Youtube pela Uriminzokkiri, agência que divulga notícias favoráveis ao governo. Na montagem, os norte-coreanos invadem Seul e tomam milhares de americanos como reféns no sul da península.No clipe concebido por Pyongyang, milhares de soldados saltam de paraquedas em Seul, ao mesmo tempo em que tanques e carros blindados cruzam a fronteira em direção à capital da Coreia do Sul. O narrador diz, então, que 150.000 americanos são capturados como reféns. Nos vídeos anteriores, a ofensiva foi contra a Casa Branca e o Capitólio de Washington, destruídos por mísseis, além de Nova York, que aparece em chamas.Ataques cibernéticos – O clima de tensão entre as duas Coreias, que travam uma guerra verbal há semanas, é agravado pela investigação sobre a autoria de ataques cibernéticos. Nesta sexta-feira, o governo de Seul reconheceu que errou ao ligar os ataques de hackers que sofreu a um endereço de IP na China. Na última quarta-feira, redes de televisão e bancos ficaram “parcial ou completamente paralisados”, de acordo com a Agência de Segurança da Internet da Coreia do Sul (KISA).

A ligação com o gigante chinês levantou suspeitas de que a Coreia do Norte estivesse envolvida. De acordo com a BBC, especialistas acreditam que Pyongyang utiliza frequentemente os endereços de computadores chineses para esconder seus ciberataques, pelos quais já foi acusado em 2009 e 2011.
Oficiais disseram que as investigações mostraram que o malware utilizado veio de um computador de um dos bancos afetados. Os hackers "maquiaram" a rota de seus ataques para endereços em outros países para esconder suas identidades. Apesar do engano, ainda se acredita que o ataque foi orquestrado no exterior.
SNB

Fundador da Amazon resgata motores da Apollo 11 no mar

O fundador da Amazon, Jeff Bezos, anunciou nesta quarta-feira que conseguiu recuperar do fundo do mar os motores da Apollo 11, a missão que levou o astronauta Neil Armstrong e sua equipe à Lua, em 1969. As peças estavam submersas a 4.267 metros de profundidade no Oceano Atlântico há mais de 40 anos. Elas foram encontradas com o uso de sofisticados equipamentos de tecnologia de sonar.Descobrimos um maravilhoso mundo submarino: um incrível jardim de esculturas de motores de voo F-1 que serve de prova do programa Apollo", disse Bezos, ao pisar em terra, após três semanas em alto mar em missão bancada por ele próprio. "As peças em si são magníficas. Fotografamos muitos objetos belos e recuperamos vários deles, que evocam o trabalho de milhares de engenheiros para conseguir o que, naquele momento, parecia algo impossível", disse. O sucesso da Apollo 11 fez de Neil Armstrong o primeiro homem a pisar a Lua, façanha acompanhada ao vivo por estimadas 530 milhões de pessoas.
Bezos, que também é fundador da empresa de viagens espaciais Blue Origin, afirma que sua equipe terá componentes em quantidade suficiente para montar uma exposição. Segundo ele, a equipe tem pela frente o trabalho de restauração. Os números originais de série dos motores já foram apagados, o que dificulta a identificação. "Queremos que as peças nos contem toda a história, incluindo a reentrada na atmosfera a 8.000 quilômetros por hora e o impacto na superfície do oceano." Ainda não se sabe quando ou onde serão expostos os objetos. A intenção de Bezos é colocá-los no Museu Nacional do Ar e do Espaço Smithsonian de Washington.
"Esse é um achado histórico. Parabenizo a equipe por sua determinação na recuperação destes importantes artefatos de nossos primeiros esforços para enviar seres humanos além da órbita da Terra", afirmou o diretor da agência espacial americana, Charles Bolden. "Esperamos ansiosamente a restauração destes motores por parte da equipe de Bezos e aplaudimos o desejo de fazer com que estes artefatos históricos sejam expostos ao público."
FONTE NASA...SNB

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