terça-feira, 19 de março de 2013

GRUPO DE TRABALHO DO SABIA-MAR SE REÚNE NA ARGENTINA

Brasília, 19 de março de 2013 - Mais uma etapa da missão satelital SABIA-Mar foi realizada nos dias 14 e 15 de março. O Grupo de Trabalho da missão se reuniu na sede da Comissão Nacional de Atividades Espaciais (CONAE), em Buenos Aires, na Argentina, e também realizou uma reunião com usuários do satélite. SABIA-Mar é um satélite de observação oceanográfica, em especial, da costa atlântica, desde o norte do Brasil até o sul da Argentina, que está sendo proposto pelos dois países.

No dia 14 de março, o Grupo de Trabalho (GT) da missão, composto por membros da Agência Espacial Brasileira (AEB), do Instituto Nacional de Atividades Espaciais (INPE), de representante das indústrias da área espacial brasileira e da Comissão Nacional de Atividades Espaciais (CONAE), se reuniu na sede da CONAE. Esta foi a segunda reunião do GT do SABIA-Mar. “O encontro foi muito importante. Avançamos na concepção do projeto”, afirma o diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da AEB, Carlos Gurgel. O grupo definiu, também, a função de cada um dos seus membros.

Na sexta-feira (15), foi realizada a Reunião de Usuários Argentinos do novo satélite. Além do Grupo de Trabalho do SABIA-Mar, participaram do evento os principais institutos e organismos argentinos que estudam e investigam águas, mares e oceanos. No evento, os usuários conheceram o atual estágio da missão e também discutiram requisitos acerca dos dados a serem produzidos. O objetivo é que o SABIA-Mar supra a maioria das necessidades da comunidade de usuários.

Em maio, o Brasil realizará um workshop com seus usuários. “Queremos reunir todas as instituições que poderão se beneficiar com o SABIA-Mar para que eles possam expor suas dificuldades e necessidades. O satélite deve suprir o maior número de demandas possível”, afirma o diretor de Política Espacial e Investimentos Estratégicos, Petrônio de Souza. O evento será realizado na sede da AEB, em Brasília.

Fonte: AEB...SNB

A Marinha do Peru inspeciona produção de MM-40 Exocet Bloco III


 Lima - O Capitão Augusto Bohorquez Villalta e Comandante Scarpati Mora Giordano fez uma visita oficial às instalações da corporação europeu MBDA , na França, a fim de inspecionar o progresso na produção de 16 mísseis anti -navio Exocet MM-40 Bloco III eo projecto de sistemas de ITL 70-B3 em ambientes multimodais. Inspeção de oficial da Marinha do Peru (MGP) foi feita em fevereiro de 2013.
A empresa PAN Indústrias SA , representante de vendas da MBDA, no Peru, confirmou o itinerário para inspeção oficial PAN 0246-2012, datado de 10 de dezembro de 2012 para o pop. Os custos incorridos na inspeção foram feitas por MBDA:
MBDA e MGP concordou a aquisição de modernos mísseis anti-navio através MGP-DGM/DIMATEMAR-2012-025 contrato, assinado em novembro do ano passado. As 16 unidades estão dotação suficiente contratada para equipar duas fragatasLupo , proporcionar maior alcance, capacidade de ataque ao solo, capacidade de planejamento de missão e alta resistência a contramedidas. Os Exocet mísseis substituir o reconhecido Otomat , alguns dos quais foram recentemente modernizadas e o inventário restante está a ser utilizado no desenvolvimento de pilhas de defesa costeira mobilidade elevada .
SNB

Minuto da Ciência e Tecnologia

SNB

BASE AERONAVAL "PRÉ-SAL"

BAN-PS01 

BASE AERONAVAL.....Ampliação de plataforma continental garante proteção a pré-sal
Por Eduardo Simões
SÃO PAULO (Reuters)

A proteção das recém-descobertas reservas de petróleo do Brasil está assegurada com a decisão de uma comissão internacional de acatar grande parte do pedido brasileiro de ampliação da plataforma continental do país, segundo um dos responsáveis pela solicitação brasileira.O comandante Alexandre Tagore Albuquerque, da Marinha, lembra ainda que, com a expansão da plataforma continental para além das 200 milhas náuticas padronizadas pela legislação internacional, novas descobertas poderão ocorrer.
Tagore, além de ter colaborado na elaboração do pedido brasileiro, também é o atual presidente da Comissão de Limites da Plataforma Continental (CLPC), órgão internacional responsável por analisar os pedidos dos países que querem ver aumentada a área em que podem explorar os recursos existentes no leito e no subsolo do mar.
"Com base nas recomendações recebidas da CLPC, parece ser lícito intuir que as recentes reservas de petróleo descobertas pelo Brasil estão protegidas", disse Tagore em email à Reuters.
O Brasil encaminhou seu pedido à CLPC em 2004 e, três anos mais tarde, recebeu resposta do órgão acatando em 80 por cento o pedido, o que eleva o espaço marítimo brasileiro de 3,5 milhões de quilômetros quadrados para cerca de 4,2 milhões de quilômetros quadrados.
No início desse mês, de acordo com o Ministério da Defesa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a continuação dos trabalhos do grupo de levantamento da plataforma continental, o que pode resultar no envio de uma contraproposta do Brasil à CLPC relativa aos 20 por cento do pedido original rejeitado pelo órgão.A camada pré-sal se estende por 800 quilômetros do Espírito Santo a Santa Catarina e pode conter um volume de petróleo capaz de colocar o Brasil entre as grande potências petrolíferas mundiais.
Até agora, a Petrobras estimou somente as reservas do campo de Tupi, em entre 5 a 8 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), mas segundo declarações do presidente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Haroldo Lima, fontes oficiosas da Petrobras falam em 33 bilhões de barris apenas na bacia de Santos.
A proteção dessas recentes descobertas, localizadas próximas ao limite de 200 milhas náuticas, tem chamado a atenção do Ministério da Defesa. O país negocia com a França um acordo para a construção de um submarino a propulsão nuclear que ajudaria na proteção dessas áreas.
Além disso, o ministro Nelson Jobim expressou recentemente, em evento com industriais paulistas, a opinião pessoal de que uma das prioridades da política nacional de defesa, que será anunciada no dia 7 de setembro, deve ser a negação do uso do mar para atividades ilícitas.Nesse sentido, o ministro chegou a defender que a Petrobras colabore com o reaparelhamento da Marinha, que receberia parte dos royalties resultantes da exploração de petróleo.Depois das descobertas de significativas reservas de pertóleo no litoral brasileiro — a serem confirmados os indícios, o Brasil será o quarto maior produtor mundial de petróleo —  percebe-se um inusitado movimento militar nas redondezas da América Latina. As raposas em volta do galinheiro
Carlos Chagas - Tribuna da Imprensa


O que pretendem os Estados Unidos, recriando a Quarta Frota de sua Marinha de Guerra para patrulhar os mares do Caribe e da América do Sul, ignorando-se apenas se utilizará o Canal de Beagle ou se precisará chegar ao Pólo Sul para passar do Atlântico ao Pacífico. Desde 1950, quando foi extinta, a Quarta Frota havia sido incorporada à Segunda, encarregada de navegar no Atlântico, entre a África e o continente americano. De repente, ressurge a nova esquadra, com área de ação bem maior. ..
Terá sido mera coincidência, na hora em que o Brasil anunciou a descoberta de imensas reservas de petróleo ao largo de nosso litoral? Um porta-aviões nuclear de última geração, onze belonaves de diversos tipos e um número não revelado de submarinos movidos à energia atômica parecem um bando de raposas esfaimadas cercando o galinheiro. O galo, coitado, estará limitado a pedir explicações às felpudas, como anunciou o Lula que fará quando se encontrar com a secretária de Estado, Condoleesa Rice.
Ela não cometerá a grosseria de dizer que as galinhas, quer dizer, nós, devemos cuidar de nossos negócios, mas é por aí que o diálogo se desenvolverá, provavelmente na próxima semana, no Japão. 
Fazer o quê? A Marinha brasileira, sucateada ao longo dos últimos anos, carece de condições para proteger até as poucas plataformas submarinas estacionadas perto da costa, quanto mais aquelas previstas para funcionar em mar alto. 
A construção do nosso submarino nuclear mais se assemelha às obras de uma catedral dos tempos medievais, que levavam cem ou duzentos anos para completar-se.A Nova Roma não hesitou em invadir o Afeganistão e o Iraque, garantindo seu abastecimento de petróleo. Com certeza apoiará um anunciado ataque fulminante de Israel ao Irã. Na hipótese de ainda faltar combustível, nada mais lógico do que apropriar-se das instalações futuras que a Petrobras ou uma nova empresa pública brasileira imagina implantar. 
E quanto mais demore esse sonho, melhor para os americanos, com as reservas guardadas para eles. Como às galinhas torna-se impossível declarar guerra às raposas, cabe-nos apenas ficar comendo milho. Aliás, milho, não. Etanol…
SNB

Produção do petróleo no pré-sal brasileiro deve superar 1 milhão de barris em 2017


Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A produção de petróleo extraído da camada pré-sal pela Petrobras no Brasil deve superar 1 milhão de barris em 2017. A previsão está no Plano de Negócios e Gestão 2013-2017, apresentado hoje (19) pela empresa a investidores.
Segundo a presidenta da Petrobras, Graça Foster, a produção do pré-sal chegou a 300 mil barris por dia em fevereiro deste ano. Ela ressaltou que a empresa levou apenas sete anos para atingir essa marca. Na Bacia de Campos, por exemplo, foram necessários 11 anos, na porção americana do Golfo do México, 17 anos, e no Mar do Norte, nove anos.
“Considero que é completamente descabida qualquer ilação que possa desqualificar a Petrobras sobre a ótica de sua capacidade para produzir o pré-sal no Brasil. Essa desqualificação não se sustenta. A produção está posta: são 300 mil barris de petróleo por dia”, disse.
O plano prevê ainda que a produção chegará a 2,1 milhões de barris de petróleo em 2020. Entre os desafios tecnológicos já superados, segundo Graça Foster, estão a redução do tempo necessário para preparar um poço e a realização de sísmicas (buscas) de alta resolução, que garante mais sucesso exploratório.
Edição: Juliana Andrade
Agência Brasil
SNB

7 mortos em explosão em Nevada exercício de treinamento Marinha



CNN) - Sete fuzileiros navais foram mortos como resultado de uma explosão durante um exercício de treinamento dos Fuzileiros Corpo em Hawthorne Army Depot, no oeste de Nevada, o Corpo de Fuzileiros Navais na terça-feira.
A causa do incidente está sob investigação, os fuzileiros navais disse.
Um representante de Emergência de Nevada Regional Medical Services Authority disse que quatro helicópteros médicos foram enviados para o transporte de pacientes para hospitais da região.
Muito pouco foi imediatamente conhecido sobre o que causou a explosão.Um representante de Emergência de Nevada Regional Medical Services Authority disse que quatro helicópteros médicos foram enviados para o transporte de pacientes para hospitais da região.
Muito pouco foi imediatamente conhecido sobre o que causou a explosão.O tenente-coronel Craig Short, vice-comandante de Hawthorne, disse um acidente de trânsito na instalação de cerca de 10 pm PT estava relacionada com a explosão, mas não explicou o que a conexão era.
Senado Majority Leader Harry Reid, que representa Nevada, o chamou de "explosão muito grande" e disse que a área da explosão é isolado como detalhes surgir.
"Nós não sabemos exatamente o que aconteceu, mas foi uma violenta explosão, sabemos que", disse ele. "Nossos pensamentos estão com aqueles que ficaram feridos e, claro, as famílias daqueles que perderam seus entes queridos."
O Hawthorne Army Depot, cerca de 140 km ao sudeste de Reno, é usado para armazenar munição e estoques de armas aguardando desmilitarização. A instalação também oferece facilidades de deserto alto de treinamento para as unidades militares.
CNN ....SNB

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