sábado, 9 de março de 2013

Elbit Toma as novas encomendas de Hermes 900, Desenvolve Marítima Versão de UAS

por  CHRIS POCOCK...Elbit Systems anunciou novas encomendas a partir de casa e no exterior para o seu top-of-the-line Hermes 900-série UAV sistema. O Israel Defense Forces ( IDF ) fez um pedido de follow-on em 31 de dezembro do ano passado, após ter comprado o sistema em 2010. IDF também financiou alguns novos recursos, incluindo a reconfiguração rápida de cargas, em um contrato separado colocado em janeiro no valor de $ 35 milhões. A empresa também vendeu um Hermes 900 sistema composto por múltiplas UAV s e estações terrestres para "um cliente na América."Elbit está oferecendo agora uma versão de vigilância marítima da Hermes 900, que foi exibido pela primeira vez na recente Índia mostram Aero em Bangalore. A carga inclui um radar de vigilância marítima, bem como o sensor eletro-óptico padrão, além de um sistema de vigilância eletrônica e sistema de identificação automática ( AIS ) para o transporte. De olho longa costa da Índia, Elbit registar que as aeronaves de patrulha marítima não poderia cobrir o país de 200 milhas zona de exclusão marítima econômico ( ZEE ), sem o benefício de cross-cueing de um sistema de vigilância de área ampla, como o Hermes 900. Elbit reivindicações que o UAV poderiam voar até 1.000 nm graças offshore para comunicações por satélite, e fazer descidas freqüentes de maior altitude para que o EO / IR sensor pode identificar os navios. O sistema de comando-e-controle está alojada em um abrigo único que pode permitir que ele seja transportado por navios. Elbit fez uma parceria com outra empresa israelense, Marint, para oferecer software marítima avançados de análise que podem explorar os dados de múltiplas fontes. "O comportamento navio é analisado para detectar comportamento anômalo e suspeito que difere dos padrões marítimos de rotina", disse a empresa.
Enquanto isso, a joint venture Elbit no Brasil com a Embraer aceitou um novo sócio: brasileiros UAS Avibras desenvolvedor. Sistemas de Harpia, doravante, apenas 40 por cento de propriedade da companhia israelense, abaixo dos 49 por cento. Avibras traz para a joint venture seus Falcão (Falcon) UEA , que está sendo desenvolvido para a força aérea brasileira. Este último também está comprando Hermes 450 UEA s de Sistemas de Harpia.
.ainonline.com...SNB

Dilma adia novamente a escolha de novos caças para a FAB

DA REUTERS...A presidente Dilma Rousseff adiou novamente a escolha de um fornecedor para 36 novos caças para a Força Aérea Brasileira (FAB), o que significa que o país provavelmente não terá sua frota de aviões de combate renovada para a segurança da Copa do Mundo de 2014.

A FAB enviou nesta semana uma comunicação para as três empresas que são finalistas da concorrência de mais de US$ 4 bilhões solicitando que renovem suas propostas, que deveriam expirar em 30 de março. 
O pedido estende o prazo da licitação em até mais seis meses, disse a FAB no comunicado enviado por e-mail à Reuters.

Os finalistas na disputa são o F/A-18 Super Hornet da Boeing, o Rafale da Dassault Aviation e o Gripen da Saab.

A extensão do prazo efetivamente acabou com as esperanças das fabricantes dos caças de que Dilma pudesse anunciar sua decisão neste mês. As empresas podem agora ter que recalcular partes críticas de suas propostas.

Dilma tem hesitado em tomar uma decisão sobre os caças, citando preocupações sobre o valor elevado do negócio no momento em que a economia do Brasil busca se recuperar.

Fontes disseram à Reuters que, por causa do tempo necessário para negociar um acordo e depois fabricar os caças, agora é logisticamente impossível que as aeronaves novas sejam entregues antes de o Brasil sediar a Copa do Mundo, em junho de 2014
SNB

Exército ainda prepara escolas de formação de tropas combatentes para receber mulheres

Cristiane Ribeiro...Seis meses depois de sancionada a Lei 12.705, que dá prazo de cinco anos para o Exército preparar suas três escolas de formação de tropas combatentes para receber mulheres, os estudos para promover as adaptações nas unidades ainda estão na fase inicial. O grupo de trabalho criado pelo Exército está coletando dados nas escolas para elaborar documento com as recomendações.
O Centro de Comunicação Social do Exército, em nota, respondeu que o ingresso das mulheres nas referidas escolas ainda depende de regulamentação. Com a mudança, as mulheres que cursarem a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), a Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) ou a Escola de Sargentos das Armas (ESA) poderão integrar patrulhas e missões de confronto e de paz.
Enquanto esperam, as que optam pela carreira militar no Exército desempenham funções nas áreas de saúde, direito, informática, comunicação social, medicina veterinária, enfermagem e magistério. Entre os cerca de 200 mil militares da Força em todo o país, elas são 7 mil, ou 3,5% do efetivo.
As mais persistentes, no entanto, já chegaram à Brigada Paraquedista, no Rio de Janeiro, considerada uma das tropas mais exigentes e bem treinadas das Forças Armadas. Desde 2006, o curso básico de formação de paraquedistas militares, para voluntários, formou 54 mulheres. Neste ano, mais três estão prestes a finalizar o curso de seis semanas.
As três mulheres dividem a turma com 205 homens. Elas não se intimidam com o treinamento rigoroso, de exercícios físicos e muita pressão psicológica durante oito horas por dia, de segunda a sexta-feira. O uniforme camuflado não tem corte feminino, apenas a numeração é menor. O esforço desafia os limites do corpo e da mente no vale-tudo para fazer parte da elite paraquedista do Exército, os conhecidos boinas grená e botas marrom.
“O curso trabalha a parte motora e o emocional do aluno, até ele atingir o equilíbrio e ter condições de saltar, tornando-se um paraquedista. Exigimos resistência, coragem, determinação e liderança e as mulheres têm correspondido. Já tivemos caso de desistência voluntária, mas a maioria delas chega ao fim com o mesmo fôlego do início”, explica o instrutor do curso, major Alan.
Como os homens, as mulheres participam dos exercícios simulados de salto com armamento e mochila na altura do ventre, com material de sobrevivência, cujo peso fica em torno de 10 quilos. O equipamento completo de salto, incluindo o paraquedas, pesa 40 quilos.
A identificação dos alunos é feita por números no capacete. O 29 é a tenente médica pediatra Ana Carolina, de 32 anos. Mineira de Belo Horizonte, solteira, ela está há um ano no Exército. Disse que optou pela carreira militar porque sempre teve interesse em oferecer seus conhecimentos para o Exército, em regiões carentes de assistência médica, como nas fronteiras. O curso de paraquedista veio para completar sua formação.
“Obviamente, não temos a mesma força do homem, a mesma capacidade física, mas a gente também pode ter a coragem, a garra, a fibra que eles têm. Quanto ao relacionamento com os colegas, é excelente. Até pensei que fosse ter alguma dificuldade, mas na verdade eles tentam nos proteger mais do que precisavam, mas sem discriminar. Eles tentam mais é ajudar, mesmo”, relatou a médica, que depois da formatura no curso vai servir em São Luis (MA).
O capacete 276 é da sargento Alessandra Cristina Lopes Alves, de 22 anos. Nascida e criada em Realengo, subúrbio do Rio de Janeiro, a jovem, que também está há um ano no Exército, como técnica de enfermagem, disse que decidiu fazer o curso de paraquedista para saber o seu limite. Depois de formada, Alessandra vai servir no quartel de Caçapava (SP).
“Vim buscar o meu limite, ver se eu consigo. Deus está me dando força, coragem, porque é um curso que exige muito da pessoa. A família e os amigos ficaram com medo no início, mas agora eles aceitam porque sabem que estou feliz. Não tenho que abrir mão do que gosto, mas se queremos alcançar algum objetivo, precisamos nos afastar de algumas coisas”, disse.
Já o capacete 275 é usado por Janaína Luiza Pereira de Carvalho, de 24 anos. Ela é de Brasília, passou no concurso para técnica de enfermagem no ano passado e se mudou para o Rio de Janeiro. Mesmo admitindo não pretender seguir carreira no Exército, disse estar satisfeita com o trabalho. “Nunca sofri discriminação. Pelo contrário, meus amigos me apoiam. Acho que vale a pena pelo crescimento pessoal”. Depois do curso, Janaína voltará para Brasília. Irá servir no Hospital do Exército.
 Agência Brasil..SNB

Ensaio de partida a frio do motor SPD

Campo Montenegro,

Como conseqüência do andamento dos serviços de comissionamento do banco de provas do motor SPD (Sistema de Propulsão para Defesa), da Divisão de Propulsão Aeronáutica (APA), foi realizado um ensaio demonstrativo do sistema pneumático de partida a frio do motor, no dia 26 de fevereiro de 2013. No momento da demonstração, estiveram presentes o Exmo Sr Diretor do IAE Brig. Eng. Kasemodel, o Ten. Cel. Fonseca (Chefe da Subdiretoria de Aeronáutica e Defesa), o Ten. Cel. Garcia (Chefe da APA), o Eng. Monteiro (Chefe da Subdivisão de Turbinas a Gás), o Eng. Manfrin (Diretor do Grupo TGM) e o Eng. Roma (Chefe do programa de turbinas a gás do Grupo TGM).
Os trabalhos de comissionamento do banco de provas do motor SPD seguem em ritmo acelerado estando, atualmente, em implementação o sistema de injeção de combustível e lubrificação do motor. Veja as fotos.

Fotos: Laboratório de Registro de Imagens- IAE
SNB

SERVAL - Al Qaeda queria Mali como base global para ataques

Tiemoko Diallo, Alexandria Sage..
.As forças francesas no Mali descobriram várias toneladas de armas em poder de combatentes ligados à Al Qaeda que planejavam usar o norte desse país africano como base para ataques internacionais, disse o ministro francês da Defesa nesta sexta-feira.
A França iniciou em 11 de janeiro uma intervenção militar em sua ex-colônia contra os militantes islâmicos que controlavam dois terços do norte do Mali.
A ofensiva, em conjunto com tropas de países africanos, conseguiu conter o avanço dos rebeldes rumo ao sul e expulsá-los das principais cidades do norte malinês. Mas os militantes continuam resistindo em montanhas próximas à fronteira com a Argélia.
Falando no fim de dois dias de visita ao Mali, o ministro Jean-Yves Le Drian disse que os rebeldes islâmicos, muitos deles não-malineses, estavam bem armados e pretendiam criar um "santuário terrorista" neste país pobre e árido.
"O que mais me chamou a atenção foi a escala dos arsenais que descobrimos no norte e na região de Gao. Havia certamente o desejo de fazer desta uma base para ações internacionais", disse Le Drian a jornalistas em Bamaco, a capital malinesa.
Nesta semana, os soldados franceses mataram cerca de 15 militantes e capturaram um cidadão francês que lutava com os rebeldes islâmicos, depois da descoberta de um pequeno Exército jihadista no vale do Ametetai. Cerca de 30 soldados franceses ficaram feridos nos confrontos.
Também nesta sexta-feira, Le Drian disse a uma rádio que as forças francesas estavam descobrindo armas rebeldes "às toneladas" e que um arsenal achado no vale do Ametetai incluía armas pesadas, material para explosivos improvisados e coletes para o uso de homens-bombas.
Ele disse que o francês capturado, junto com vários prisioneiros tomados em combate, será extraditado em breve para a França.
Na quarta-feira, o presidente da França, François Hollande, disse que seu país vai começar a retirar seu contingente do Mali em abril, um mês depois da previsão inicial.
Le Drian afirmou que, antes de começarem a se retirar, as forças francesas ainda precisam expulsar os militantes do nordeste do Mali e proteger a região de Gao, no leste, um ex-reduto dos rebeldes.
"Estamos 70 por cento lá ... mas precisamos fazer 100 por cento", disse ele nesta sexta-feira. "A missão dada às nossas forças pelo presidente da República é ter êxito na libertação de todo o território malinês ... então haverá mais combates."
REUTERS...SNB

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