quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

French Army / 126 RI en Afghanistan / Vert in Bad Trip

Afghan War - To our Troops British Army French Army Canadian Forces

Mi-28 at MAKS 2011 sunny

New-2009 - Russian Attack Helicopter Ka-50 Black Shark vs Mil Mi-28 Havo...

Armas do Futuro Mísseis Guiados

Armas del futuro misil javelin 2/2

Thats Impossible! - Real Terminators

Brasil, Colômbia e Peru participam da Operação BRACOLPER


Tefé (AM) – Em novembro de 2012, a 16ª Brigada de Infantaria de Selva participou da OPERAÇÃO BRACOLPER 2012, na região da tríplice fronteira entre o Brasil, a Colômbia e o Peru, intensificando a vigilância por meio de patrulhamentos terrestres, aéreos e fluviais para combater os crimes transfronteiriços e ambientais.
A Operação BRACOLPER é uma Operação Combinada entre o Exército Brasileiro e as Forças Armadas da Colômbia e do Peru, na qual cada país atua em sua área de responsabilidade, mas de forma coordenada, para combater os crimes citados, nos três países, e ao mesmo tempo.
A operação teve a finalidade de intensificar a presença do Exército Brasileiro e das Forças Armadas Colombianas e Peruanas junto à tríplice fronteira, além de reforçar, junto à população regional, o sentimento de nacionalismo, proteção ao meio ambiente e de defesa da soberania brasileira, colombiana e peruana.
Pela primeira vez, após a realização da experimentação doutrinária, o Comando Militar da Amazônia (CMA) disponibilizou as Embarcações Guardian para serem empregadas em operações na região Amazônica.
As GUARDIAN são embarcações táticas, com vocação para emprego em ações de interceptação, sendo dotadas de dois reparos para metralhadoras 7,62mm e um reparo para metralhadora .50, podendo transportar até 12 militares. Durante a Operação, as Guardian incrementaram a capacidade de interceptação do Comando de Fronteira Solimões e 8º Batalhão de Infantaria de Selva nos Postos de Bloqueio e Controle Fluviais, contribuindo para a segurança na Tríplice Fronteira.
Participaram da operação, cerca de 400 militares do Exército Brasileiro, 200 militares da Colômbia e mais 100 militares peruanos, totalizando cerca de 700 homens e mulheres. Concomitantemente, foram desenvolvidas ações de caráter cívico-social, com apoio médico, odontológico e educacional junto às populações ribeirinhas.
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Confinamento de 520 dias simula viagem a Marte


GIOVANA GIRARDI - O Estado de S.Paulo
Foram 520 dias - pouco mais de 17 meses - que seis astronautas viveram em confinamento, em um ambiente que imitava um ônibus espacial. O objetivo era simular como seria uma missão tripulada para Marte e investigar os efeitos do longo período de isolamento, em um espaço limitado, tanto sobre a saúde quanto sobre a capacidade de trabalho da tripulação.
O resultado dos experimentos, que foram concluídos no fim de outubro, está sendo publicado na edição desta semana da revista norte-americana PNAS. A conclusão é que será crucial manter o ritmo circadiano (ciclo biológico que ocorre em um período de 24 horas, influenciado pela luz solar) e a quantidade e a qualidade do sono dos tripulantes para garantir a viagem.
Essas condições, porém, são as primeiras a serem afetadas em uma viagem espacial. Durante o projeto Marte-500, conduzido pelo Instituto de Problemas Biomédicos da Academia de Ciências Russa, os astronautas experimentaram uma redução no nível de atividades e uma perturbação no ciclo sono-vigília. A análise dos dados ficou a cargo do Departamento de Sono e Cronobiologia da Universidade da Pensilvânia, dos EUA.
Os autores do trabalho relatam que a tripulação ficou "incrivelmente sedentária" durante a missão - os movimentos eram reduzidos enquanto estavam acordados e o tempo em que descansavam foi mais longo que o período em que estavam acordados. Alguns, porém, tiveram privação crônica do sono. Nos dois casos, os sintomas apareceram no começo da missão e se estenderam pelos 17 meses.
Para os pesquisadores, para uma viagem para o planeta vermelho dar certo, seria preciso equilibrar a quantidade de atividades com as horas dormidas de modo o mais semelhante possível ao vivido durante 24 horas na Terra.
A experiência foi a mais longa já feita desse tipo. Estudos anteriores que simularam as condições de ficar na Lua ou na Estação Espacial Internacional, por exemplo, foram de poucas semanas a seis meses.
A experiência teve início em 2007, quando os astronautas ficaram isolados por 14 dias. Em 2009, passaram por um treinamento em uma região montanhosa, perto de Moscou, sob temperatura média de -30°C, e depois experimentaram mais 105 dias de isolamento. Só nove meses depois, em abril de 2010, é que iniciaram a parte mais longa e difícil do projeto, os 520 dias de confinamento.
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Conheça a nova roupa espacial da NASA


Roupa espacial flexível
A NASA apresentou uma nova versão de roupa espacial, que seus astronautas deverão usar a partir de 2014.
A agência espacial norte-americana está em um momento de indefinição, não tendo ainda oficializado se sua próxima grande missão será a um asteroide, aMarte ou mesmo o estabelecimento de uma estação espacial lunar.
Por isso seus engenheiros estão tendo que pensar em todas as possibilidades.
"É como sair de férias sem saber se você está indo para a Antártica, para a praia ou visitar museus," disse Amy Ross, do Centro Espacial Johnson.
Cabide externo
O resultado desse esforço para construir uma roupa espacial polivalente é a Z-1, que possui todo o aparato necessário para flutuar no espaço, andar na superfície da Lua, de Marte ou de um asteroide, e suportar a radiação do espaço profundo.
A grande inovação da roupa espacial é ter seu próprio ambiente de pressurização, o que elimina a perda de ar nas saídas das naves ou estações espaciais para o espaço.
Isso significa que a roupa espacial pode ficar dependurada do lado de fora da estação ou do veículo espacial, já que o astronauta entra nela pela parte superior.
Para ganhar mobilidade, a roupa recebeu rolamentos na cintura, quadril, pernas e tornozelos.
Mochila espacial
Outra novidade é o deslocamento de todo o suporte de vida para uma mochila, chamada PLSS 2.0 (Portable Life Suport System - sistema de suporte de vida portátil).
A mochila permite que o astronauta fixe-se na parte externa de veículos espaciais, tanto no solo quanto no espaço, para recarregar seus suprimentos, permitindo a execução de missões mais prolongadas.
Uma vez conectado ao veículo, o astronauta pode também passar para o interior do veículo, e de lá de volta para a roupa espacial, de forma rápida e sem desperdício de recursos.
Os engenheiros da NASA estão agora trabalhando na adaptação das diversas ferramentas que os astronautas usam, tornando-as compatíveis com a nova roupa espacial Z-1.
"Nós estamos fabricando uma grande quantidade de ferramentas para a nossa caixa de ferramentas. Nos pediram para fazermos tudo o mais flexível possível," disse Ross, revelando as indefinições na agenda da NASA.
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China prepara-se para guerras informáticas


O sistema chinês de navegação Beidou pode ser usado com fins civis e militares ao mesmo tempo, reconheceu o vice-presidente do Conselho Militar do Partido Comunista da China, Fan Changlong, que visitou a maior estação de navegação via satélite, em 28 de Dezembro, ou seja, um dia depois de Pequim ter oferecido o serviço de seus navegadores aos países asiáticos. 

O alto governante chinês assinalou ainda que o complexoBeidou, constituindo uma base de sistemas informáticos diversos, pode ser utilizado para os fins civis e militares, desempenhando assim um papel importante na causa da defesa e segurança nacionais. Os peritos acentuam que o Beidou custará ao Tesouro aproximadamente 26 mil milhões de dólares.
Mas esta declaração sobre a significativa componente militar doBeidou não causou muita sensação, frisou a respeito o perito do Instituto do Oriente Médio, Yakov Berger.
"No domínio militar, qualquer tipo de navegação pode ser sustentado da melhor forma por meio de satélites. A guerra informática seria impossível de travar sem o recurso aos satélites que ajudam a alvejar e monitorar instalações e deslocações de veículos militares. As guerras conduzidas pelos EUA no Oriente Médio são mais uma prova elucidativa disso. Claro que a China se prepara para este tipo de guerra. Xi Jinping, no âmbito da visita à circunscrição militar de Cantão (Guangzhou), no sul da China, deu a entender que o Exército chinês devia estar pronto para conduzir a guerra contemporânea, cabendo um enorme papel ao sistema de navegação por via de satélites."
No entanto, o perito não se atreveu a dar avaliações mais precisas, deixando claro que esta meta continua sendo uma das prioridades estratégicas militares da RPC (República Popular da China).
"A julgar pelos êxitos alcançados no lançamento de naves espaciais tripuladas e de um satélite artificial que circunvoou a Lua, a China está avançando nessa aérea a passos apertados. Não houve informações sobre falhas técnicas. Será que a China alcançou o nível dos EUA? Creio que não, mas, sem dúvida, se vai aproximando deste patamar elevado."
Yakov Berger partilha a opinião de seus colegas de que o Beidou pode ser utilizado como um elemento de "anulação" do potencial de mísseis de eventual adversário.
"É que a China continua desenvolvendo seus programas espaciais. Tinha lançado um míssil, capaz de aniquilar outros mísseis. Além disso, conta com os meios especiais para a produção de interferências e o bloqueio de informações. Também usa os vírus especiais para perturbar o funcionamento da defesa ativa. Tudo isso faz parte do arsenal da guerra informática."
Analistas militares apontam para o facto de os sistemas de informação e os Exércitos de vários países utilizarem o complexo de navegação norte-americano GPS. Todavia, os EUA podem, a qualquer momento, inviabilizar este sistema em geral ou em algumas regiões do mundo. Por isso, o Beidou poderia vir a ser um concorrente sério para o GPS norte-americano.
VOZ DA RUSSIA SEGURANÇA NACIONAL BLOG

Índia critica Paquistão após confronto com mortos na Caxemira


Reuters
JAMMU, ÍNDIA - A Índia criticou duramente nesta quarta-feira, 9, o Paquistão devido a um raro confronto armado entre soldados dos países na disputada região da Caxemira, em que dois soldados indianos foram mortos. Mas o incidente aparentemente não irá se transformar em uma crise diplomática plena.A Índia convocou o embaixador paquistanês em Nova Délhi para apresentar um protesto pelo confronto de terça-feira, e acusou os soldados do país vizinho de adotarem um comportamento "bárbaro e desumano". Autoridades indianas disseram que os paquistaneses cruzaram a militarizada Linha de Controle da Caxemira e dispararam contra uma patrulha da Índia.
O corpo de um dos soldados foi achado mutilado em uma mata no lado controlado pela Índia, segundo Rajesh K. Kalia, porta-voz do Comando Norte do Exército indiano. Mas ele negou relatos da imprensa indiana de que um dos corpos teria sido decapitado, e que outro teria tido a garganta cortada.
"Dois soldados indianos foram mortos no ataque, e seus corpos foram submetidos a mutilações bárbaras e desumanas", disse a chancelaria indiana em nota.
O ministro indiano da Defesa descreveu o incidente como "altamente provocativo", mas seu colega das Relações Exteriores buscou acalmar a situação, dizendo que o caso não deve prejudicar os atuais esforços de aproximação entre os dois rivais. "Acho importante no longo prazo que o que aconteceu não seja ampliado", disse Salman Khurshid em entrevista coletiva.
"Não podemos e não devemos permitir a escalada de qualquer evento prejudicial como este. Precisamos ser cuidadosos para que as forças que tentam descarrilar todo o bom trabalho que tem sido feito pela normalização (das relações) não tenham sucesso". Khurshid não explicou a quais forças se referia.
Índia e Paquistão já travaram três guerras desde sua independência, em 1947, sendo duas delas por causa da Caxemira. Ambos os países possuem armas nucleares.
Disparos e pequenas escaramuças são comuns ao longo dos 740 quilômetros da Linha de Controle, apesar de um cessar-fogo e da gradual melhora nas relações. O Exército indiano diz que oito dos seus soldados foram mortos em 75 incidentes ocorridos em 2012.
Mas incursões de qualquer das partes são raras, e uma reportagem da imprensa indiana disse que o incidente de terça-feira - a 600 metros da fronteira "de facto" - marcou "o primeiro grande ingresso" desde o cessar-fogo de 2003.
A Índia considera que toda a região da Caxemira, um cenário de montes nevados e vales férteis, com população majoritariamente muçulmana, pertence a seu território. Já o Paquistão cobra a implementação de uma resolução de 1948 da ONU que estabelece a realização de um plebiscito para que os caxemires decidam a qual país querem pertencer. 
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