quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Rheinmetall participa do Projeto CROWS III

A Rheinmetall, fabricante alemão de sistemas de defesa, está tomando parte no projeto estadunidense de desenvolvimento de componentes para estações de armamento automatizadas no “estado da arte”, do tipo Common Remotely Operated Weapon Station III (CROWS III). Nos próximos cinco anos a empresa espera obter uma receita de $US 20 milhões por ano em vendas de componentes, podendo chegar a um total de $US 100 milhõesO CROWS III é um dos programas mais importantes das forças armadas dos Estados Unidos em andamento, e prevê a adoção de centenas de estações automatizadas de armamento para emprego em veículos, carros de combate, blindados, posições fixas defensivas, embarcações, etc. O principal contratante e a Kongsberg Group of Norway. Como parceiro estratégico, a unidade de negócios Rheinmetall’s Electro-Optics irá fornecer componentes de alta qualidade para o CROWS III, principalmente ópticos de uso diuturno e elementos de absorção do recuo causados pelo disparo do armamento. Estes itens serão fornecidos pela subsidiária Vingtech, empresa adquirida pela Rheinmetall em 2010.
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Um diamante maior do que a Terra?


CHRIS WICKHAM - Reuters
Astrônomos descobriram um planeta duas vezes maior do que a Terra, composto na maior parte de diamante, orbitando uma estrela que é visível a olho nu.O planeta rochoso, chamado "55 Cancri e", orbita uma estrela como o sol a 40 anos-luz de distância na constelação de Câncer, movimentando-se tão rápido que um ano lá dura apenas 18 horas.
Descoberto por uma equipe de pesquisa franco-americana, o planeta tem raio duas vezes maior que o da Terra, mas é muito mais denso, com uma massa oito vezes maior. Também é incrivelmente quente, com temperaturas em sua superfície atingindo 1.648 graus Celsius.
"A superfície deste planeta é provavelmente coberta de grafite e diamante em vez de água e granito", disse o pesquisador Nikku Madhusudhan, de Yale, cujas conclusões deverão ser publicadas no Letters Astrophysical Journal.
O estudo, feito com Olivier Mousis do Institut de Recherche en Astrophysique et Planetologie em Toulose, na França, estima que pelo menos um terço da massa do planeta, o equivalente a cerca de três massas terrestres, poderia ser de diamante.
Planetas-diamante já foram vistos antes, mas esta é a primeira vez que um foi localizado orbitando em torno de uma estrela parecida com o Sol e estudada em tantos detalhes.
"Este é o nosso primeiro vislumbre de um mundo rochoso, com uma química fundamentalmente diferente da Terra", disse Madhusudhan, acrescentando que a descoberta do planeta rico em carbono significa que não se pode mais acreditar que planetas rochosos mais distantes teriam componentes químicos, interiores, ambientes ou biologia semelhantes à Terra.
O astrônomo David Spergel, da Universidade de Princeton, disse que é relativamente fácil desenvolver a estrutura básica e histórica de uma estrela, uma vez que se descobre sua massa e idade.
"Os planetas são muito mais complexos. Esta 'super-Terra cheia de diamantes' é provavelmente apenas um exemplo dos ricos conjuntos de descobertas que nos esperam, à medida que começamos a explorar planetas em torno de estrelas próximas
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