terça-feira, 25 de setembro de 2012

Lançado com sucesso o VS-30/ORION V07

 Hoje (13/09/2012) o DLR lançou, com sucesso, a carga útil HIFIRE 3 com o VS-30/ORION V07  do 
Centro de Lançamento de Andoya (ARR - Noruega), com apogeu de 345 km e a dispersão do ponto de impacto de 0,6 sigma. O motor brasileiro S30 voou perfeitamente.
O experimento HIFIRE faz parte de um programa chamado “Hypersonic International Flight Research Experimentation Program”, programa esse liderado pela NASA, AFRL e o Australia's Defence Science and Technology Organisation (DSTO).
O IAE vai participar de mais 02 lançamentos o HIFIRE 4 e 7, com os foguetes VSB-30 V12 e V13, programados para junho e dezembro de 2013, respectivamente.SEGURANÇA NACIONAL BLOG



Forças Armadas mobilizam 5 mil militares na “Operação Amazônia 2012”

Durante as próximas duas semanas 5 mil homens das Forças Armadas estarão participando de exercício militar na região Norte do país. Trata-se da “Operação Amazônia 2012” cujo objetivo é o adestramento das tropas de forma conjunta para eventual emprego na defesa do Brasil. Coordenada pelo Ministério da Defesa e sob o comando do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), a operação conta com a participação da Marinha, do Exército e da AeronáuticaPara o subchefe de Operações do EMCFA, vice-almirante Luiz Henrique Caroli, a “Operação Amazônia”, embora seja um treinamento, é importante para a interoperabilidade das três Forças. O almirante Caroli afirma que os exercícios permitem aos militares estarem preparados para o caso de enfrentar uma situação real.

“Essa é a nossa principal missão. E o exercício permite que as tropas estejam em condições diante da necessidade de entrar em ação”, disse. A operação tem início na manhã de segunda-feira (17), na foz do rio Amazonas, abrangendo os estados do Amazonas, Pará, Rondônia e Acre, além de exigir o desdobramento de meios e tropas de outras regiões do país. Até o dia 28 de setembro, os militares das três Forças estarão participando do treinamento com os objetivos de “difundir o sentimento de patriotismo e a mentalidade de defesa junto à população”, conforme informa o comunicado divulgado pelo comando da operação.

No período, além dos exercícios militares, ocorrerão ações cívico-sociais (Acisos) que têm por objetivo levar às regiões mais carentes apoio médico e odontológico. A expectativa é de que pelo menos 3 mil pessoas sejam atendidas nestas ações de modo a contribuir para a intensificação da presença do Estado e das Forças Armadas na região.

As Acisos levarão atendimentos a populações de localidades isoladas ao longo da calha dos rios Solimões, Purus e Juruá. Para tanto, serão empregados navios hospitais da Marinha, além de militares dos corpos de saúde do Exército e da Força Aérea Brasileira, que atuarão utilizando a estrutura de saúde dos municípios envolvidos.

Trata-se do 10º exercício desse porte realizado na região Amazônica desde 2002, com o objetivo de aprimorar o adestramento das três Forças para atuar, de forma coordenada e eficaz, em conflitos convencionais no ambiente ribeirinho e de selva.

De acordo com o chefe do EMCFA, general José Carlos De Nardi, manobras dessa natureza ajudam a desenvolver os processos da logística e comunicações militares, bem como sedimentar doutrinas operacionais vitais para o emprego das Forças Armadas. Segundo o general De Nardi, as atividades relacionadas à “Operação Amazônia 2012” começaram oito meses antes do início do deslocamento das tropas. Esse planejamento envolve o desenho de cenários de guerra e conflitos na região Amazônica, bem como o emprego eficaz das Forças em forma integrada com outros órgãos federais e estaduais atuantes na região.

Além da operação na Amazônia, o EMCFA planeja exercícios conjuntos em outras regiões do país. Estão programadas para acontecer, até dezembro de 2012, operações conjuntas no Centro-Oeste e de intensificação da área de fronteira nas regiões Norte, Sul e Centro-Oeste, além de uma grande operação nas águas jurisdicionais das regiões Sudeste e Sul.

O ministro da Defesa, Celso Amorim, na companhia dos comandantes militares, visitará a região onde acontece a operação. Durante os dias 25 e 26 de setembro, o ministro acompanhará ações conjuntas nas localidades de Aiapuá e Paricatuba, no estado do Amazonas, e irá a Iranduba (AM), onde acontece uma Aciso.
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Submarino ‘Arpão’ integra maior exercício aeronaval Mediterrâneo da OTAN no


O submarino “Arpão” inicia na quarta-feira a participação no maior exercício aeronaval da  OTAN na zona do Mediterrâneo, que junta mais de quarenta navios e aeronaves e se prolonga até novembro, anunciou hoje a Marinha Portuguesa.
O navio português está na cidade francesa de Toulon desde sábado, após ter estado 26 dias ao serviço da segunda força naval permanente da Aliança Atlântica.
“A missão atribuída a esta força naval permanente, e ao submarino Arpão em particular, consistiu em efetuar a patrulha discreta de áreas sensíveis do Mediterrâneo e marcar a presença da Aliança Atlântica no combate ao terrorismo e a todas as atividades que, neste vasto espaço marítimo, podem de qualquer forma contribuir para o seu desenvolvimento”, refere o comunicado da Armada.
O “Arpão” partirá de Toulon na quarta-feira, dia 26 de setembro, data  em que se inicia o maior exercício aeronaval da OTAN na região para certificação  das “NATO Response Forces” (NRF) e que conta com mais de quarenta navios  e aeronaves de diversos países da Europa, Estados Unidos e Canadá.
FONTE: SIC Notícias (Portugal
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China anuncia entrega formal de primeiro porta-aviões do país


Reuters
O primeiro porta-aviões da China iniciou oficialmente o serviço nesta terça-feira e o Ministério da Defesa disse que o aparelho ajudará o país a projetar seu poderio marítimo e a defender o território chinês.
A entrega da embarcação ocorre no mesmo momento em que China e Japão travam uma disputa por ilhas que ambos reclamam posse, e em meio à preocupações da China sobre renovados interesses militares dos EUA na Ásia.
O porta-aviões, chamado de Liaoning, foi originalmente comprado da Ucrânia e passou por profundas reformas no porto chinês de Dalian.
"A entrada deste porta-aviões nas fileiras militares irá elevar o nível de modernização das forças operacionais navais da China de forma geral", disse o Ministério em seu site.
O Liaoning irá ajudar "efetivamente a proteger a soberania nacional, a segurança e os interesses de desenvolvimento", acrescentou o ministério.
Entretanto, especialistas militares acreditam que o porta-aviões, que recebe o nome da província do nordeste do país da qual Dalian é a capital, terá um papel operacional limitado e será usado principalmente para treinamento.
"Uma vez que todas as grandes potências, e até mesmo alguns países de proporção pequena ou média, possuem um porta-aviões, é natural que a China tenha o seu próprio", afirmou o contra-almirante Yang Yi, em um comentário escrito no jornal China Daily, nesta terça-feira.
"A China tem uma vasta área de mares e enormes direitos e interesses marítimos que precisa proteger, e os crescentes interesses internacionais da China exigem uma Marinha forte para fornecer garantias de segurança", disse Yang, ex-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos da Universidade da Defesa Nacional do Exército de Libertação do Povo Chinês.
O Liaoning irá envolver-se principalmente em pesquisas científicas e treinamento, afirmou o contra-almirante, ao mesmo tempo em que ajudaria a China a afirmar seu poderio militar, acrescentou.
"A China é obstinada e irá absolutamente salvaguardar sua soberania e dignidade nacional", disse Yang. "Nós estamos pela paz, mas não temos medo de qualquer ameaça ou intimidação".
A disputa pelas ilhas no Mar da China Meridional, chamadas de Senkaku no Japão e Diaoyu na China, desgastou as relações entre as duas potências econômicas vizinhas e provocou protestos contra o Japão por toda a China.
(Reportagem de Terril Yue Jones e Chris Buckley
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Irã vê ataques cibernéticos ameaça pior do que guerra física


Reuters
O Irã está preparado para se defender no caso de uma "guerra cibernética" que poderia causar mais danos do que um confronto físico, disse um comandante da Guarda Revolucionária do país nesta terça-feira.
A República Islâmica reforçou a segurança cibernética desde que suas centrífugas de enriquecimento de urânio foram atingidas em 2010 pelo vírus de computador Stuxnet, que acredita ter vindo de Israel ou dos Estados Unidos.
"Nós nos armamos com novas ferramentas, porque uma guerra cibernética é mais perigosa que uma guerra física", afirmou Abdollah Araqi, vice-comandante das forças terrestres na Guarda Revolucionária Islâmica, de acordo com a Agência de Notícias dos Estudantes Iranianos (Isna).
Israel ameaçou bombardear instalações nucleares iranianas se os esforços diplomáticos não pararem o trabalho nuclear que acredita ter como objetivo a obtenção da capacidade de fabricar armas, uma acusação que Teerã nega.
Muitos analistas estão céticos de que ataques aéreos poderiam destruir completamente os projetos nucleares do Irã e que os ataques cibernéticos como o Stuxnet podem ser mais eficazes.
O Irã detectou um vírus de computador em abril dentro dos sistemas de controle da Ilha de Kharg --que lida com a grande maioria de suas exportações de petróleo-- mas o terminal permaneceu operacional.
Teerã está trabalhando no desenvolvimento de uma Internet nacional, dizendo que isso iria melhorar a segurança cibernética. Mas muitos iranianos acreditam que o plano é a mais recente forma de controlar o acesso à web, já altamente censurado.
O Irã negou no domingo que seus hackers atacaram bancos norte-americanos, depois de uma reportagem da Reuters afirmando que três dos maiores credores norte-americanos foram repetidamente atacados ao longo do último ano.
(Reportagem de Yeganeh Torbati)
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