quinta-feira, 26 de abril de 2012

BOPE - Brazilian Military Soldiers Tribute | HD

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RESCUE SUBMARINO CHILENA MODERNA

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UNVEX'12 Día 3

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Linha de Fuzis IA2 estréia com sucesso em evento internacional


A  Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL) participou da FIDAE 2012 divulgando seus produtos junto ao público latino-americano (institucional e privado).  Na oportunidade, a empresa apresentou de forma inédita, além-fronteira, a nova família de produtos IA2, constituída dos fuzis e fuzis de assalto em calibre 7,62 mm e 5,56 mm, carabinas policiais nos mesmos calibres, a faca-baioneta IA2 e as facas de campanha IA2 e Amz (própria para emprego em ambiente de selva).

A IMBEL emprega na atualidade cerca de 2.000 pessoas divididas entre cinco unidades fabris nas cidades de Piquete (SP), Rio de Janeiro e Magé (RJ) e Juiz de Fora e Itajubá (MG).

Tomando como ponto de partida os consagrados FAL e PARA-FAL (coronha rebatível), fuzis empregados em larga escala pelas forças armadas brasileiras por mais de quatro décadas, a IMBEL desenvolveu e colocou no mercado uma nova família de armas que aliam características como robustez, praticidade e baixo peso aliado ao emprego de modernos materiais construtivos e novos recursos tecnológicos.

As principais características da nova família IA2 são o uso de polímero no guarda-mão, punho e coronha; a luva isolante (em cor avermelhada) entre o cano e o guarda-mão, os novos zarelhos para fixação de bandoleira, os trilhos picatinny para fixação de acessórios diversos, a coronha retrátil e rebatível para os dois calibres e nova ergonomia do punho com um ângulo bem diferente do usado no FAL e PARAFAL.

Sua adoção pelas forças armadas brasileiras já está ocorrendo na forma de lotes piloto, especialmente em relação as tropas de pronto emprego do Exército como a 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel), Brigada de Operações Especiais, Brigada de Infantaria Paraquedista e tropas de selva.

Especificações da família IA2:

- Tipo: Semi-automático, automático e repetição
- Emprego: Individual
- Calibre: 5,56mm e 7,62mm
- Operação: Ação direta dos gases
- Velocidade inicial do projétil: 850 m/s
- Cadência de tiro: 950 tpm
- Alcance Máximo: 3600 m
- Alcance de Utilização: 600 m
- Peso: 4,2 Kg (carregado) 3,1 Kg (descarregado)
- Comprimento: 1,01mm
- Alimentação: Carregador com 20 e 30 cartuchos
 Infodefensa.com segurança nacional

Asteróide Apophis provocará horríveis destruições na Terra


Há quem considere, na Agência Cósmica da Rússia, que em 2036 é provável uma colisão do asteróide Apophis com a Terra, o que poderia provocar mais destruições que a queda do meteorito de Tunguska.
Esta informação consta do informe de Vitáli Davidov, diretor-adjunto da Roskosmos, feito esta quinta-feira, em Moscou, na conferência científica do Conselho de Segurança da Rússia sobre o temaInteresses nacionais da Rússia no contexto da segurança global.
O asteróide Apophis foi descoberto em 2004, no observatório nacionalThe Kitt Peak National Observatory (Estado da Arizona, EUA). Este corpo celeste tem cerca de 300 metros de diâmetro.VOZ DA RUSSIA SEGURANÇA NACIONAL

Terra e Lua foram atingidas por mais e maiores asteroides, revela estudo


Efe
 Há aproximadamente 3,8 bilhões de anos, a Terra e a Lua receberam impacto de inúmeros asteroides gigantes, maiores do que os que extinguiram os dinossauros, e durante um período mais longo do que se achava, informou nesta quarta-feira a revista científica "Nature".

"Descobrimos que asteroides gigantes, similares ou maiores aos que acabaram com os dinossauros, se chocaram contra a Terra com muito mais frequência do que se pensava", explicou à Agência Efe o astrofísico William Bottke, do Southwest Research Institute (Colorado, EUA.).

Autor de um dos dois artigos publicados na última edição da "Nature", sobre o impacto dos meteoritos, Bottke defende que ao cerca de 70 asteroides de grandes dimensões impactaram contra a Terra durante o período Arqueano, que está compreendido entre 2,5 bilhões e 3,8 bilhões de anos atrás. Segundo Bottke, esses asteroides também atingiram a Lua.

"Nosso trabalho sugere que o Arqueano, um período de formação da vida e de nossa biosfera, foi também uma época marcada por muitos impactos de meteoritos de grande magnitude. Isto nos ajudará a entender melhor os primeiros períodos da história da vida na Terra", declarou Bottke.

Já Brandon Johnson, da Universidade de Purdue (Indiana, EUA.), argumenta que estes violentos impactos tiveram um papel maior do que imaginávamos na evolução das primeiras formas de vida terrestre.

"Apesar de sempre pensarmos nos meteoritos como um detrimento para a vida, eles poderiam ter contribuído para a formação da mesma ao trazer material orgânico à Terra e produzir sistemas hidrotermal capazes de gerar vidas", detalhou Johnson à Agência Efe.

As descobertas de ambos os cientistas respaldam o "Modelo de Nice", uma hipótese que defende que os planetas gigantes gasosos do Sistema Solar (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) migraram a partir de uma distribuição inicial mais compacta até suas atuais posições.

O deslocamento destes planetas originou muitos asteroides, que, posteriormente, se viram atraídos em direção ao interior do Sistema Solar. Alguns destes asteroides impactaram violentamente contra a Terra, a Lua e outros corpos, um fenômeno conhecido como bombardeio intenso tardio.

"Estes impactos geraram grandes crateras sobre a superfície lunar, que, por sinal, foram conservados muito melhor do que as da Terra. Esse fato pode apresentar uma grande quantidade de informações e compreender melhor este fenômeno", explicou Bottke.

No total, os cientistas contabilizaram na Lua 30 crateras com um diâmetro maior que 300 quilômetros e com idades que oscilam entre os 4.1 bilhões e os 3.8 bilhões de anos, mais antigos que as crateras encontradas na Terra.

Muitas crateras da superfície terrestre se perderam por causa da erosão e dos movimentos das placas tectônicas, sendo que poucas rochas dessa era sobreviveram e, por isso, os estudos de impacto de meteoritos há mais de 2 bilhões de anos possui uma maior dificuldade.

No entanto, o choque desses meteoritos fundiu algumas das rochas salpicadas que se esfriaram até se transformar em pequenos pedaços de vidro, denominadas esférulas. A partir dessas amostras, Bottke e Johnson estimaram a data do impacto, além do número e do tamanho dos asteroides.

Existem aproximadamente 20 jazidas de esférulas na Terra, que, segundo os especialistas, serão de grande utilidade para futuros.
SEGURANÇA NACIONAL

Consórcio RAFALE chega a mais de 70 acordos assinados com empresas e universidades brasileiras

Porto Alegre, 25 de abril de 2012– O Consórcio RAFALE International, formado pelas companhias francesas Dassault Aviation, Thales e Snecma - Grupo Safran, promoveu hoje, na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), o seu sexto seminário, dando continuidade ao aprimoramento da proposta de transferência de tecnologia para fabricação do caça RAFALE no Brasil. Cerca de 80 empresários e representantes locais compareceram para apresentar suas perspectivas e discutir possibilidades de parcerias entre empresas e entidades gaúchas e francesas.
 
Foram assinadas quatro cartas de intenção que complementam ou ampliam o conjunto de acordos já firmados pelo Consórcio e que se somarão às mais de 70 já protocoladas com mais de 50 entidades/empresas brasileiras. A GME Aerospace, representada pelo seu diretor Diógenes Inácio, assinou carta de intenção com a Dassault Aviation, visando parcerias na área de materiais compósitos caso o RAFALE vença o programa F-X2. A TAP Manutenção & Engenharia do Brasil assinou acordo de cooperação com a Dassault Aviation no setor de manutenção de peças da aeronave de combate RAFALE. A AEL Sistemas, sediada em Porto Alegre, aproveitou a oportunidade para prorrogar sua parceria bem sucedida com a Dassault Aviation. “Esse diferencial de offsets propostos pelo Consórcio RAFALE é o que irá permitir a absorção da tecnologia brasileira. Tenho certeza que temos esse potencial para expandir nossas capacidades, e a AEL é o melhor exemplo disso”, comentou Eduardo Lourenço Rodrigues, representante da AEL Sistemas.
 
Dentre as parcerias acadêmicas, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Dassault Aviation assinaram um acordo que prevê futuras parcerias nos setores de pesquisa, desenvolvimento e educação. Além disso, um workshop foi realizado ontem, 24 de abril, pela UFRGS e a Dassault Aviation para discutirem juntas as áreas para possíveis parcerias, dentre elas a projetagem baseada em computação de alta performance e a simulação ou aplicação de realidade virtual em projetos da indústria aeroespacial. As áreas de cooperação visadas pela parceria também irão abranger projetos educacionais, interação com universidades francesas, intercâmbio de alunos e conexões com aglomerados industriais franceses.
 
A relação de cooperação iniciada ontem reflete a constante preocupação do Consórcio RAFALE International e de seus parceiros em estar à frente dos processos de inovação e de preparar o futuro tecnológico brasileiro, por meio do estabelecimento de parcerias privilegiadas entre referências de pesquisa e educação francesas e brasileiras, dentre elas a UFRGS.
 
A iniciativa é parte dos esforços do Consórcio, que participa com o caça RAFALE do processo de escolha da nova aeronave de combate brasileira (Programa F-X2), de dar início ao programa de cooperação industrial que integra a proposta feita ao Brasil. A França é a única concorrente do F-X2 que oferece transferência de tecnologia irrestrita ao Governo Brasileiro e a companhias e entidades locais – os projetos de offsets e transferência tecnológica cobrirão mais de 160% do valor do contrato de aquisição das aeronaves. Entre 2009 e 2011 foram realizados outros cinco eventos semelhantes, nas cidades de São Paulo, São José dos Campos, Belo Horizonte, São Bernardo do Campo e Rio de Janeiro.
 
O diretor da Dassault Aviation no Brasil, Jean-Marc Merialdo, apresentou os diferenciais do programa RAFALE e comentou os planos do Consórcio para a indústria brasileira: “Este seminário foi um importante passo para nossa relação com empresas e universidades gaúchas, dando continuidade à série de eventos realizados em 2011, que reuniram mais de 600 empresários e grandes entidades brasileiras em nome da inovação e da tecnologia de ponta na indústria aeroespacial. É mais um passo no processo único de compartilhamento de tecnologia sem restrições proposto pelo RAFALE International.segurança nacional

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