domingo, 1 de abril de 2012

Teste do BrahMos foi bem-sucedido


A 30 de março, a Índia testou com êxito o míssil mais rápido do mundo, o BrahMos, de baseamento terrestre, desenvolvido em conjunto com a Rússia. O míssil supersônico, equipado com sistemas sofisticados, foi lançado a partir de uma base em Orissa, no leste da Índia.
A joint-venture russo-indiana BrahMos foi criada em 1998. O nome BrahMos vem da junção dos nomes de dois rios: o rio Brahmaputra, na Índia, e o rio Moskva, na Rússia. A missão principal da empresa era o desenvolvimento de um míssil de cruzeiro supersônico com o mesmo nome. Os primeiros testes tiveram lugar em 2001. A última versão do BrahMos alcança uma velocidade três vezes e meia superior à do míssil de cruzeiro supersônico americano Arpão, destaca o observador militar Viktor Baranets:
"Este míssil dispõe de um recurso inesgotável de potencialidades de combate. Foram utilizados os melhores sistemas, aparelhos e tecnologias informáticos indianos. A parte russa desenvolveu os propulsores e o combustível. Tal cooperação permitiu produzir um sistema de combate único".
O peso do míssil em variante básica constitui três toneladas. O BrahMos pode voar num diapasão de altitudes de 10 a 14 mil metros por um trajetória variável. Na nova modificação, o próprio míssil encontra o alvo. A Índia comprou um lote de BrahMos de baseamento terrestre para armar dois regimentos. Estes mísseis serão instalados perto das fronteiras do país. São destinados a atingir alvos aéreos inimigos em territórios limítrofes. Podem ser pistas de decolagem e aterrissagem, estações de defesa antiaérea, radares e alvos marítimos. Os mísseis podem ser também lançados de submarinos, navios e rampas costeiras, diz o perito militar Viktor Litovkin:
"Atualmente, os indianos propuseram que façamos um míssil análogo destinado aos aviões Su-3, que estão em dotação na Índia. Em princípio, o BrahMos é demasiado grande para este avião. No entanto, a ideia foi proposta, os trabalhos começaram e, a meu ver, serão bem-sucedidos".
Deste modo, a Índia irá dispor de mísseis de cruzeiro supersônicas em todas as armas. Atualmente, estão sendo testados modelos aperfeiçoados do BrahMos para golpes aéreos, capazes de atingir ainda maior velocidade. Como se espera, os trabalhos serão concluídos em 2016. Nos próximos dez anos, a Índia e Rússia irão produzir mil mísseis BrahMos, cerca de metade dos quais serão exportados para países amigos.;segurança nacional

Curiosidade: Start-up Desenvolve interessante variante do caça F-16A


Alguns de vocês podem ter pensado que este F-16A seria uma brincadeira de 1º de abril, Mas não é…
A Start Up  uma empresa de Tucson, Arizona, projetou uma aeronave de 4 lugares desenvolvida apartir do caça   Lockheed Martin F-16A , baseando o seu  projeto em caças do estoque da USAF armazenados na base depósito permanente de Davis-Monthan AFB.O engenheiro aeroespacial aposentado da empresa Falcon Fun,  fundada por Barry Billaker, pretende oferecer ao público global, uma variante  desmilitarizada fortemente Reestruturada do venerável Falcon, para alguns endinheirados, tornando-o uma opção de  transporte privado.O próprio projetista declara haver uma clara semelhança entre o Su-34 e o design curvilíneo, que segundo ele permite ao “Fun Falcon” (cmo foi baytizado), um melhor desempenho aerodinâmico. A Fun Falcon adquiriu o primeiro F-16A do “cemitério” de Davis-Monthan e já começaram e alterações.Segundo a empresa, o despacho expedido pelo governo dos EUA e que permite a exportação já foi liberado. A empresa já identificou clientes potenciais nos EUA, Europa e China...  .Fonte: Flight Global...segurança nacional

GUERRA DAS MALVINAS


Buenos Aires, 1 abr (EFE).- Argentina lembrará nesta segunda-feira o 30º aniversário da guerra com o Reino Unido nas Malvinas, em meio a tensões com Londres pelo velho litígio de soberania das ilhas, situadas no Oceano Atlântico.

A comemoração reivindicativa da soberania nas Malvinas (Falklands), demanda que une todos os partidos políticos da Argentina, começará neste domingo à noite com uma passeata iluminada com tochas pelo centro de Buenos Aires.

A caminhada será seguida por uma vigília no "Monumento aos caídos", erguido na Praça San Martín, no norte da cidade, em homenagem aos 649 mortos argentinos no conflito com os britânicos. Atos similares se repetirão em outras grandes cidades do país.

Uma caravana de veteranos da guerra que partiu há semanas da localidade da Quiaca, no extremo norte do país e fronteira com a Bolívia, concluirá na segunda-feira o percurso de 5 mil quilômetros com sua chegada à cidade Ushuaia, onde a presidente argentina, Cristina Kirchner, liderará o ato central de lembrança.

Acompanhada pelo alto escalão de seu Governo, Cristina vai inaugurar um memorial com a "chama eterna" para lembrar os mortos na guerra na Praça as Ilhas Malvinas, de Ushuaia, a cidade mais austral do mundo e capital da província da Terra do Fogo, cuja jurisdição abrange o arquipélago em disputa com o Reino Unido.

Ao calor da ofensiva diplomática desdobrada nos últimos anos pela Argentina, a União de Nações Sul-americanas (Unasul) pedirá na segunda-feira a ONU que "promova o diálogo" entre argentinos e britânicos para dirimir a soberania das ilhas, negociação à qual Reino Unido se opõe taxativamente.

A Guerra das Malvinas explodiu em 2 de abril de 1982, quando 900 soldados argentinos desembarcaram em Puerto Argentino (Port Stanley para os britânicos), a capital das ilhas situadas a 740 quilômetros ao leste do litoral sul-americano, e expulsaram as autoridades britânicas.

Os analistas coincidem em que o conflito serviu para que o Governo conservador de Margaret Thatcher recuperasse a popularidade entre os britânicos enquanto na Argentina se constituiu no princípio do fim de uma cruel ditadura militar (1976-1983).

Em 30 de março de 1982, quando os navios de guerra argentinos viajavam em direção às Malvinas, o rachado regime liderado pelo então geral Leopoldo Galtieri havia reprimido com violência uma greve e uma passeata pacífica em direção à Praça de Maio, em frente à sede do Governo, para reivindicar o retorno da democracia.

O mesmo passeio histórico onde Galtieri havia sido aclamado em manifestações populares foi palco de grandes distúrbios em 14 de junho de 1982, quando as tropas argentinas se renderam às britânicas.

O que para a Argentina - de 40 milhões de habitantes - é "a façanha das Malvinas", é lembrado nas ilhas - de 3 mil habitantes de origem inglesa - como "o dia da invasão", que deu passagem a uma guerra que causou a morte de três "kelpers" (malvinenses) e 255 soldados britânicos.

Argentina reivindica que o Reino Unido cumpra uma resolução do Comitê de Descolonização das Nações Unidas (ONU) que em 1965 opinou que as Malvinas são um enclave colonial britânico e convidou às partes a negociar a soberania das ilhas levando em conta os interesses da população, de origem inglesa.

Nas últimas semanas, argentinos e britânicos elevaram o tom de suas acusações em um conflito que data de janeiro de 1833, quando tropas inglesas ocuparam as ilhas e expulsaram a população argentina.

Argentina redobrou as pressões para frear explorações de pesca e de petróleo em torno das Malvinas e conseguiu que os países sul-americanos decidissem impedir o ingresso aos seus portos de navios com bandeira das ilhas ou de guerra britânicas.

Recentemente, o Reino Unido enviou às Malvinas o destróier mais moderno da Marina Real e o príncipe William para tarefas de formação militar. segurança nacional

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