quarta-feira, 14 de março de 2012

TECNOLOGIA - Diretor-Geral do DCTA acompanha o Projeto A-Darter (míssil) na África do Sul


Acompanhar o andamento do Projeto A-Darter (míssil), com visitas ao Grupo de Acompanhamento e Controle na África do Sul (GAC-AFS) e às empresas do grupo DENEL, além de assinar um Memorando de Entendimento (MoU) com o Council for Scientific and Industrial Research (CSIR), foram os propósitos da missão à África do Sul do Diretor-Geral do DCTA, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Ailton dos Santos  Pohlmann, acompanhado pelo Chefe do Subdepartamento Técnico do DCTA, Brig Wander Almodóvar Golfetto, e pelo Chefe da Subdiretoria de Defesa do IAE, Tenente-Coronel-Aviador Marcelo Franchitto, que esteve naquele país no período de 5 a 9 de março.
Dentre as diversas atividades, a comitiva teve a oportunidade de conhecer as dependências do GAC-AFS, organização do DCTA subordinada à Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC) que tem a missão de apoiar a gestão contratual e assessoria técnica relativa às atividades de transferência de tecnologia dos contratos entre o Comando da Aeronáutica e a empresa sul-africana Denel Dynamics. A comitiva também participou de reuniões com o efetivo do GAC-AFS, com oficiais generais e representantes do Armament Corporation of South Africa (ARMSCOR), órgão responsável pela aquisição de material de defesa do Ministério da Defesa Sul-africano, além do Directorate Air Force Acquisition (DAFA), órgão da estrutura daquele Ministério da Defesa.
Na ocasião, foi possível conhecer a metodologia de gerenciamento de projetos, aquisição de materiais de defesa e o processo do ciclo de vida dos produtos militares realizada pelo Ministério da Defesa sul-africano. Durante as visitas às dependências da empresa Denel Dynamics, houve a oportunidade de acompanhar as atividades das equipes de engenheiros do Comando da Aeronáutica e das empresas Mectron, Avibrás e Opto Eletrônica, que trabalham em parceria com a Denel Dynamics, no desenvolvimento do míssil A-Darter e nas atividades de transferência de tecnologia.
A comitiva ainda visitou o Council for Scientific and Industrial Research (CSIR), onde um importante Memorando de Entendimento (MoU) foi assinado entre o DCTA e o CSIR, o que representa uma maior aproximação entre pesquisadores das duas instituições em projetos de pesquisas de interesses comuns.

Conheça o projeto A-DARTER - O A-Darter é um míssil ar-ar de curto alcance, com imageamento infravermelho, de alta manobrabilidade e de quinta geração. O que confere características de visada do “seeker” de 180º, engajamento antes ou após o lançamento (LOAL/LOBL), designação pela aeronave (radar ou capacete) e contra-contra-medidas.
O Comando da Aeronáutica assinou o contrato de desenvolvimento com a ARMSCOR, em 2006, o que prevê a participação de engenheiros da FAB e empresas brasileiras (Avibras, Mectron e Opto Eletrônica). A ótima interação entre engenheiros brasileiros e sul-africanos é o fator-chave de sucesso para a conclusão do desenvolvimento deste projeto de muitos desafios tecnológicos, previsto para o final de 2013.
Pesquisa - Durante a visita, o DCTA assinou o Memorando de Entendimento (MoU) com o CSIR, documento que representa uma maior aproximação entre pesquisadores das duas instituições em projetos de pesquisas de interesses comuns. As principais áreas em cooperação de pesquisas, cobertas são:
- Medidas e modelamento em infravermelho;
- Medidas de assinatura infravermelho e aplicações;
- Treinamento, workshop e cursos acadêmicos;
- Calibração de sensores para aplicação em ensaio em vôo;
- Treinamento em calibração de sensores de satélites;
- Metodologia de medidas de assinatura espectral e padronização;
- Treinamento em Sistemas de Informações Geográficas (GIS);
- Cooperação em calibração e validação de alvos de referência;
- Processamento hiperespectral e radar de abertura sintética (SAR); e
- Análise aeroelástica.
Nas palavras do Chefe da Subdiretoria de Defesa do IAE, Tenente-Coronell Franchitto, o memorando de entendimento significa um marco após quase seis anos de tratativas entre pesquisadores de ambas as instituições, que identificaram pontos comuns nas pesquisas e benefícios mútuos para a colaboração. O documento significa que pesquisadores de ambas as instituições estão autorizados a detalhar projetos de cooperação em áreas pré-estabelecidas.
 Fonte: ACS/DCTA segurança nacional

Brasil busca parceria com EUA para construção de satélite


Empresas americanas poderão ser fornecedoras de componentes do programa Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB) - a ser produzido totalmente no País, para observação militar e comunicação. A informação é do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp. Segundo ele, a coordenação-geral do programa será da Agência Espacial Brasileira (AEB). O SGB está sendo desenvolvido pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), que é privada, com a estatal Telebras. "Estamos começando, agora, a cooperação, que se destina a atender à banda larga. É um projeto puramente industrial, pelo qual já foi constituída uma empresa da Telebras e Embraer", disse Raupp. De acordo com o ministro, o programa do SGB envolve compras estrangeiras e a coordenação brasileira da produção do satélite. "Duas coisas caracterizam esse projeto: as compras internacionais, que serão bastante grandes e, certamente, existem empresas americanas que poderão participar dessa escolha, e será a empresa integradora, a principal", disse. Ele também destacou a importância da transferência de tecnologia que ocorrerá por meio do programa. "(O segundo aspecto, que é paralelo) é um programa de (transferência de) tecnologia que coordena esse processo e que está sob o âmbito da Agência Espacial Brasileira. É algo em que, certamente, haverá cooperação. Certamente, será em nível empresarial e de indústrias." Além de componentes para o SGB, o Brasil tem interesse no intercâmbio de informações com os americanos para a prevenção de desastres naturais e observação oceanográfica. Os temas fizeram parte de uma série de reuniões iniciadas na segunda-feira e concluídas nesta terça-feira em Brasília, da Comissão Mista de Ciência e Tecnologia Brasil-Estados Unidos. O secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTI, Carlos Nobre, disse que a "experiência norte-americana é muito importante" nas práticas de prevenção de desastres. Segundo ele, já há uma série de ações iniciadas entre os Estados Unidos e o Brasil nessa área, que incluem programas referentes ao sistema de alerta de desastres naturais.
Fonte:Terra segurança nacional

PROFORÇA - Mensagem do Comandante do EB

EN 130 - Lançamento do PROFORÇA

segurança nacional

18º Grupo de Artilharia de Campanha – NPOR


Em 6 de fevereiro, realizou-se a solenidade de matrícula e a aula inaugural do NPOR 2012. Pais, parentes e amigos dos alunos compareceram para prestigiar a cerimônia, destacou-se, também, a presença de autoridades civis e militares. segurança nacional 

1° Batalhão de Ações de Comandos – Adestramento aquático


Goiânia (GO)
O 1º Batalhão de Ações de Comandos (1º BAC) pode atuar, no mais curto prazo, em qualquer parte do território nacional e em qualquer tipo de terreno, agindo sob condições adversas em terra, mar ou ar.
Dentro desse contexto, no dia 16 de fevereiro, o 1º BAC realizou adestramento dos militares da Unidade com um exercício iniciado com uma infiltração por meio de salto de paraquedas, com abertura semiautomática, em massa d'água. Após o salto de infiltração, os Comandos realizaram um deslocamento aquático e partiram para o cumprimento das missões planejadas.
O adestramento foi realizado em represa, nas proximidades da cidade de Goiânia, e teve como objetivo principal preparar os integrantes do 1º BAC  para as missões que exigem a atuação em Zona de Lançamento de paraquedistas combinada com o ambiente aquático.
segurança nacional

Três divisões antiaéreas do C-400 entrarão em serviço já este ano


Três divisões do sistema de mísseis antiaéreos C-400 entrarão em serviço em 2012, informou hoje o chefe do Comando das Tropas da DAA, general Viktor Boldyrev.
As novas armas serão estacionadas até ao fim do ano em unidades militares da região de Moscou, do Extremo Oriente e do 1º Comando da FA e da DAA.
Até hoje, foram criados dois regimentos dotados dos C-400, aquartelados na zona da capital russa e o 3º continua em vias de formação na Esquadra do Mar Báltico.segurança nacional

Convergência de Vênus e Júpiter pode ser observada hoje


Habitantes do hemisfério norte poderão assistir hoje à noite o fenômeno celestial da beleza extraordinária – a convergência de Vênus e Júpiter. Os dois planetas mais brilhantes do nosso sistema solar aproximaram-se tanto, que têm criado um par radiante.
O par planetário será localizado a 40 graus acima do horizonte, enquanto Vénus será localizado no lado direito, ligeiramente acima. É mais brilhante do que Júpiter.
Os astrólogos propõem a sua interpretação da convergência de Vênus e Júpiter. Na sua opinião, a fusão celestial do Amor e do Poder promete estabilidade e tranquilidade ao mundo nas próximas semanas.segurança nacional

Eike e Petrobrás se associam pela primeira vez em acordo de US$ 1,6 bi


RIO - A Petrobrás e o empresário Eike Batista devem se associar pela primeira vez, nas próximas semanas, num contrato de fornecimento de equipamentos para exploração do pré-sal. O elo será a OSX, empresa de serviços offshore do grupo, que negocia a construção de duas sondas de perfuração, num valor estimado em US$ 1,6 bilhão, com a Sete Brasil, empresa de investimentos da qual a Petrobrás é sócia. 
Posteriormente, as sondas construídas pelo grupo de Eike devem ser afretadas (alugadas) para a própria Petrobrás. "A Sete Brasil está em fase de negociação com o estaleiro OSX e acredita muito no interesse comum entre as empresas de tornar este projeto possível", disse à Agência Estado João Carlos Ferraz, presidente da Sete Brasil. 
O negócio selará uma nova fase de relacionamento de Eike com a Petrobrás, antes marcado pela disputa por investidores e pelo recrutamento de executivos da estatal. Desde a criação da petroleira concorrente, a Petrobrás viu estrelas de seus quadros serem contratadas a peso de ouro por Eike - como é o caso do próprio diretor-geral da OGX, Paulo Mendonça. 
Dificuldades. Em 2005, Eike também teve atritos com a companhia por causa de uma térmica no Ceará. O empresário construiu a usina e contava com a Petrobrás como cliente para fechar as contas até a maturação do projeto. Eike não recebeu um dos pagamentos e ameaçou entrar na Justiça por quebra de contrato. A térmica acabou sendo vendida posteriormente. 
Os atritos, no entanto, parecem ter ficado no passado. O empresário fez questão de demonstrar isso prestigiando, no mês passado, a posse de Graça Foster na presidência da Petrobrás. Segundo uma fonte do grupo, a associação agora é possível diante do crescimento da OSX, que já atende às necessidades da OGX e conquista capacidade para oferecer serviços também fora do conglomerado. 
Além do negócio de US$ 1,6 bilhão para a construção das sondas, o possível afretamento delas não custaria à Petrobrás menos de US$ 1 milhão por dia. Os últimos contratos de afretamento fechados pela estatal em fevereiro foram de até 15 anos e ultrapassaram este valor.
Perguntado sobre a possibilidade de afretamento das sondas à Petrobrás, Ferraz respondeu: "Por que não?". 
Um megaequipamento desse tipo não fica pronto em menos de três anos, no melhor dos cenários. As sondas seriam construídas na Unidade de Construção Naval do Açu (UCN Açu, ao lado do Superporto do Açu), mais um estaleiro que pode ser enquadrado na denominação "virtual". Ou seja: as sondas precisam começar a ser montadas com o estaleiro ainda em construção. 
Perfil
A possibilidade de Eike construir as sondas e depois afretá-las à Petrobrás, em vez de usá-las dentro de casa, na OGX, faz sentido se for mantido o atual perfil de sua petroleira. Hoje, 92% dos ativos de petróleo e gás da companhia estão em águas rasas ou em campos terrestres. 
As sondas alvo da negociação são para águas ultraprofundas, com até 2 mil metros, perfil do pré-sal. Os blocos marítimos da OGX ficam em lâminas d’água cerca de 20 vezes menores que na área do pré-sal da Bacia de Santos, onde a Petrobrás atua. 
As duas sondas alvo das conversas com a OSX são as únicas das 30 do portfólio da Sete Brasil ainda sem contrato de afretamento com a Petrobrás. Todas as outras 28 sondas prestarão serviço à estatal.
"A Petrobrás é uma gigante que está em todas as áreas, e a EBX, um grupo de grande complexidade. É natural que as duas passem a ser ao mesmo tempo parceiras e concorrentes. Para a OSX, com a exigência de conteúdo nacional da Petrobrás, abre-se um mercado enorme", diz Ricardo Corrêa, analista de petróleo da corretora Ativa.
 Estado de S. Paulo segurança nacional

Brasil retomará testes com lançador de satélites em Alcântara neste ano


Ernesto Batista, de O Estado de S. Paulo
ALCÂNTARA - O Comandante do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), tenente-coronel César Demétrio Santos, anunciou nesta quinta-feira, 1°, que a unidade fará uma simulação de lançamento do foguete lançador de satélite nacional  VLS-1. O anúncio foi feito durante a solenidade de comemoração de 29 anos de fundação do centro espacial.
A operação de lançamento simulada ainda não tem data para acontecer, mas o que está previsto é o uso de um foguete inerte (sem combustível) em escala real para testar e treinar os procedimentos de montagem do veículo espacial, preparação de carga útil e operação de lançamento.
É a primeira vez que um foguete do tamanho do VLS-1 será testado em Alcântara desde o acidente com VLS-1 V03, que explodiu no CLA em agosto de 2003, matando 23 engenheiros e técnicos do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE). Desde então, o programa para desenvolver tecnologia de construção de veículos espaciais complexos, como o VLS-1, está vitualmente parado.
A previsão inicial era que o programa do VLS-1 seria retomado em 2009, mas falta de recursos fizeram com que o programa de desenvolvimento do foguete de lançamento de satélites fosse adiado por vários anos. Antes, duas outras tentativas de lançar o VLS-1 de Alcântara fracassaram.
Hoje a Torre de Móvel de Integração (TMI), perdida no acidente de 2003 e onde o VLS-1 é montado e lançado, está reconstruída com modificações, como torres para prevenir descargas atmosféricas, e missões menores com foguetes de teste têm sido feitas para manter a proficiência dos técnicos do CLA na operação de lançamentos espaciais.
O comandante do CLA também anunciou que em 12 dias começa a primeira campanha de lançamento real de veículos espaciais brasileiros em 2012. A previsão é que seja lançado um VSB-30 no dia 16 de março.
“Nosso foco para o biênio 2012 e 2013 é a preparação de foguetes e veículos de lançamento. Além disso, temos outros projetos no âmbito social, como é o caso do Alcântara Sustentável, que visa ao desenvolvimento dessa região”, disse Santos.
 
VSB-30
O VSB-30 é um foguete de sondagem que tem 12,8 metros de altura, pesa cerca de 2,6 toneladas, tem dois estágios, é movido a combustível sólido e tem capacidade de carregar até 400 quilos de experimentos a altitudes de até 240 quilômetros.
A missão que está prevista para começar em duas semanas será o quinto lançamento deste foguete totalmente desenvolvido no Brasil, com apoio da Agência Espacial Alemã (DLR). Ao todo, foram feitos dois lançamentos no cosmódromo de Alcântara e dois no de Kiruna, na Suécia, na tentativa de habilitar o foguete nacional para substituir o foguete Skylark 7, como foguete de sondagem para a Agência Espacial Européia (ESA).
Porém, ainda não houve encomendas, apesar do foguete nacional ser o único modelo de foguete de sondagem de dois estágios em fase de fabricação no mundo, mas esperança é que o VSB-30 se torne um produto de exportação.
 Estado de S. Paulo ..segurança nacional

Argentina esteve perto de vencer guerra das Malvinas, aponta documentário


LONDRES - A Argentina esteve a ponto de derrotar a Grã-Bretanha na Guerra das Malvinas, mas não conseguiu alcançar esse objetivo por uma combinação de azar e de artilharia e munições com falhas, aponta um documentário transmitido em Londres pela emissora Channel 5.
Vista geral da costa de Port Stanley, nas Malvinas - Marcos Brindicci/Reuters
Marcos Brindicci/Reuters
Vista geral da costa de Port Stanley, nas Malvinas
Intitulado "The Great Falklands Gamble: Revealed" ("A grande aposta das Malvinas: revelada", em tradução livre), o documentário apresentou uma série de imagens de arquivo inéditas, entrevistas com ex-combatentes britânicos do conflito e análise sobre o futuro das ilhas. "A história será familiar para muitos, especialmente neste ano que se comemora o 30º aniversário da invasão argentina e, no entanto, há muitos detalhes novos", publicou nesta quarta-feira, 14, o jornal Daily Telegraph sobre o programa.
O documentário, dirigido e produzido pelo inglês Mark Fielder, gira em torno da teoria de que a Grã-Bretanha esteve muito perto de perder a guerra. "Seis navios britânicos foram alvo de bombas argentinas que não detonaram. Se tivessem explodido, a campanha britânica teria sido derrotada de imediato. Isso ajudou, como também o fato de que valentes soldados da Marinha e paraquedistas britânicos lutaram corpo a corpo até o final", destacou.
O brigadeiro Julian Thompson, que foi comandante das forças terrestres nas Malvinas durante o conflito, admitiu que, em caso de uma "nova invasão das ilhas, não poderíamos repeli-la novamente. Não poderíamos fazer o que fizemos de novo. Se os argentinos invadissem amanhã, não poderíamos recuperá-las sem um porta-aviões".
Detalhes 'chocantes'
Thompson contou no documentário que, durante a guerra, "o clima atroz nas ilhas, uma limitada Defesa aérea britânica, comunicações pobres em inclusive incompetência, colocaram em sério risco a campanha britânica".
A produção ainda narrou detalhes "chocantes" de navios britânicos destruídos por bombas argentinas, homens queimados, munições sendo impactadas contra barcos, ataques noturnos nas colinas de montanhas e combates sem piedade corpo a corpo, uma situação agravada com o despreparo de equipes e falta de helicópteros.
Nas últimas semanas, as tensões em torno do arquipélago voltaram a aumentar. O governo da Argentina denunciou recentemente diante da ONU a "militarização" do Atlântico Sul por parte da Grã-Bretanha depois do anúncio do iminente envio do destróier HMS Dauntless para a região e a chegada do príncipe William às Malvinas para uma missão de treinamento como piloto de helicópteros de busca e resgate.
Ansa ..segurança nacional

Arquivo do blog segurança nacional