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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Pequim esteve a sete minutos da destruição por satélite



Editora Globo
O satélite caiu no Golfo de Bengala // Crédito: dailymail.com
Sete minutos salvaram grandes áreas de Pequim, na China, da completa destruição, quando um satélite de 2,5 toneladas dirigia-se em direção à cidade. Por sorte, o satélite, que havia sido lançado em junho de 1990 pela Alemanha, sofreu um desvio ao entrar em contato com a Atmosfera e caiu no Golfo de Bengala, em outubro do ano passado.

Para não causar alarde, essa informação só foi liberada nesta terça-feira pelos cientistas. As conseqüências para a capital chinesa seriam catastróficas: enormes crateras, combustível espalhado, explosões, edifícios destruídos e grandes perdas humanas em uma metrópole de 20 milhões de pessoas.

“Segundo nossas observações, Pequim estava na direção da última órbita do satélite, que vinha a 480 km/h. Passou perto”, anunciou Manfred Warhaut, do Centro Europeu de Operações Espaciais da Alemanha.

O satélite era previsto para retornar à Terra entre 2014 e 2023. Devido às flutuações e intensa atividade solar o satélite caiu em outubro de 2011. A atmosfera se expande e contrai, o que faz com que seja difícil para os cientistas preverem com exatidão a entrada de satélites espaciais na atmosfera.

E foi graças a um pequeno atraso na entrada da atmosfera, que o satélite desviou seu curso. Porém, os cientistas advertiram que 10 minutos no tempo-espaço é muito tempo. De acordo com o porta-voz do Instituto Europeu, se o satélite tivesse atingido a Terra um minuto mais cedo, teria caído na Sibéria, se fosse um minuto mais tarde, no Oceano Pacífico. Sete minutos a mais e Pequim estaria destruída.

A volta de satélites à Terra já está no topo das preocupações da Nasa, que estuda novas maneiras de evitar que danos maiores aconteçam nesse processo... por Galileu

Israel diz que Irã tem material para quatro bombas atômicas



JEFFREY HELLER - REUTERS
Israel estimou nesta quinta-feira que o Irã poderia fabricar quatro bombas atômicas enriquecendo mais o urânio que já tem estocado, e poderia produzir sua primeira bomba dentro de um ano se assim decidir.
Mas em uma rara declaração pública, o general Aviv Kochavi, chefe da inteligência militar, resistiu à possibilidade de que sanções internacionais mais fortes possam dissuadir o governo iraniano de buscar uma política que, ele não tem dúvida, visava a desenvolver armas nucleares, apesar das negativas do Irã.
Citando números similares aos da agência nuclear da ONU, Kochavi disse à Conferência Herzliya de Israel sobre questões estratégicas, que ocorre anualmente: "o Irã acumulou mais de quatro toneladas de urânio enriquecido em um nível de 3,5 por cento e quase 100 quilos em um nível enriquecido a 20 por cento. Essa quantidade de material já é suficiente para quatro bombas atômicas".
As bombas nucleares exigem urânio enriquecido a 90 por cento, mas peritos ocidentais dizem que a maior parte dos esforços para chegar lá já foi feito assim que se alcança a pureza de 20 por cento, abreviando o tempo necessário para "fazer surgir" qualquer arma nuclear.
Um ex-inspetor da ONU afirmou no mês passado que o Irã tem suficiente urânio a 20 por cento para a fabricação de uma bomba - cerca de 250 quilos do material - dentro de um ano.
As estimativas ocidentais sobre quanto tempo levaria para o Irã fabricar armas atômicas, se decidir fazer isso, variam de seis meses a um ano ou mais. Alguns acreditam que o Irã quer desenvolver a energia nuclear, mas parar o processo antes da fabricação de armas, já que é signatário de um tratado international que o impede de produzir armamento nuclear. 

Rússia não tenciona exportar sistemas de defesa antimíssil S-400


Para já, a Rússia não tenciona exportar sistemas móveis de defesa antiaérea e antimíssil Triumf, apesar de serem alvo de procura muito forte no mundo. Até 2015 todos os “S-400” fabricados serão entregues ao exército russo cuja necessidade em armas desta natureza não está preenchida.
Os “S-400” asseguram a destruição de objetivos aéreos a distâncias de até 250 km e de mísseis balísticos não estratégicos até 60 km. A velocidade máxima do objetivo visado é de 4 800 m/s. O número de objetivos atacados simultaneamente atinge 36 e o número de mísseis simultaneamente guiados ascende a 72. O tempo necessário para colocar em posição de combate o sistema em marcha é de 5 minutos. informe voz da Russia

Dois novos navios para Marinha russa serão construídos em São Petersburgo


No Estaleiro do Norte na cidade de São Petersburgo foi concluída a cerimônia de lançamento da construção de dois novos navios de guerra – uma fragata e uma corveta – para a Marinha russa, informa do local o correspondente da Voz da Rússia.
Desde o colapso da União Soviética, esta é a primeira vez que dois navios estão sendo construídos simultaneamente. A construção da terceira fragata do projeto 22350 e da sexta corveta do projeto 20385 se realiza dentro do programa de armamento do Estado para 2011-2020, e os navios deverão se juntar à Marinha em 2015-17.
Os novos navios receberam nomes tradicionais para a marinha nacional – a fragata terá o nome de Admiral Golovko, e a corveta se chamara Gremiashiy.
Os navios que hoje começam a ser construídos no Estaleiro do Norte, se destinam a preencher a frota Norte. A fragata Admiral Golovko, bem como a corveta Gremiashiy deverão se juntar às frotas militares da Rússia em 2016.
A fragata Admiral Golovko será o terceiro navio do projeto 22350. A fragata principal do projeto chamada Almirante da marinha da União Soviética Gorshkov, atualmente se encontra em fase de conclusão e será entregue à Marinha da Rússia já este ano. Além disso, também este ano será finalizado o segundo navio do projeto 22350 chamadoAdmiral Kasatonov. Além das fragatas desse projeto outros dois navíos estão sendo construídos para a Marinha russa dentro do projeto 11357 criado a partir do projeto de exportação 11356 destinado à Marinha indiana. A construção de mais dois ou três navios do projeto 11357 deve também começar este ano.
Gremiashiy, por sua vez, se tornará a sexta corveta construída para a Marinha russa. Comparado com Steregushiy, a corveta principal do projeto que está em serviço desde 2008, Gremiashiy receberá armamento mais sofisticado, incluindo o complexo universal de fogo naval (UKSK na sigla russa) que permite utilizar diferentes tipos de mísseis. Além disso, o sistema de defesa aérea do navio sera reforçado e seus equipamentos melhorados.
A Marinha russa deve receber cerca de 15 fragatas e mais de 20 corvetas de diferentes projetos dentro do programa de armamento do Estado para 2011-2020.

Começa construção de novos navios para Marinha russa


Em São Petersburgo a 1 de fevereiro de 2012 construção de uma nova fragata do projeto 22350 para a Marinha russa. O navio foi nomeado Admiral Golovko . Simultaneamente começou a construção de uma nova corveta do projeto 20385 nomeada Gremiashiy.
As fragatas do projeto 22350 têm um deslocamento de 4.500 toneladas. Cada navio é armado com uma peça de artilharia de 130 milímetros A-192, 16 mísseis anti-navio Onyx e 16 mísseis anti-submarino Kalibr. Além disso, os navios são equipados de complexos de mísseis antiaéreos Poliment-Redut . O grupo aéreo das fragatas inclui helicópteros Ka-27.

EUA deslocam tropas para golfo Pérsico


Os EUA e os seus aliados começaram a deslocar tropas para a região do golfo Pérsico, comunica a mídia israelense. As tropas estão chegando à base aérea militar dos EUA, situada na ilha de Masirah, de Omã, ao sul do estreito de Ormuz. Cerca de 10000 militares americanos atualmente estão em Israel para os testes do sistema de defesa antimíssil deste país.
Soldados das Forças Marítimas e Aéreas e tropas especiais do Reino Unido e da França continuam chegando à Arábia Saudita e aos Emirados Árabes Unidos. A Arábia Saudita já deslocou uma parte das suas forças terrestres para as regiões de exploração petrolífera ao leste do país.
O portal Huffington Post informou que a base americana na ilha Diego Garcia, no Oceano Índico, tinha recebido centenas de bombas anticoncreto, capazes de destruir bunkers bem fortificados. No Kuwait já foram instaladas duas brigadas terrestres e uma brigada de helicóptero, que contam com 15000 militares. Nos navios de desembarque no golfo Pérsico encontra-se um batalhão expedicionário de 2000 soldados da infantaria naval...informe voz da Russia

Anunciadas datas possíveis de EUA atacar Irã


Os EUA, apoiados pelos aliados, podem atacar as instalações nucleares iranianas em junho de 2012, quando ao golfo Pérsico chegar a base flutuante das tropas especiais americanas, comunica a mídia israelense, fazendo referências às próprias fontes militares.
Atualmente no golfo Pérsico encontra-se o porta-aviões americano Abraham Lincoln, escoltado pelo cruzador de mísseis e dois navios de minas da Marinha dos EUA e mais dois navios, um da Marinha do Reino Unido, o outro da Marinha da França. Os EUA têm em sua disposição duas brigadas terrestres e uma brigada de helicóptero no total de 15000 militares, localizados nas bases no Kuwait. O Pentágono também tem na região um batalhão expedicionário da infantaria naval de dois mil soldados e um grupo de navios anfíbios de desembarque, que inclui um porta-helicópteros.

Brasil exercita sua influência regional em Cuba


Por John Lyons
A aproximação da presidente Dilma Rousseff com Cuba é o exemplo mais recente da estratégia brasileira para expandir sua influência regional oferecendo empréstimos subsidiados para países mais pobres.
Rousseff ofereceu ampliar a cooperação econômica com Cuba durante uma visita na terça-feira à ilha comunista que representou a tentativa mais evidente até agora do Brasil de transformar seu poderio econômico crescente em liderança diplomática na América Latina.
O BNDES está financiando uma obra de US$ 680 milhões para recuperar o (vídeo: Fonte-BBC via youtube ) porto cubano de Mariel. A reforma está a cargo da empreiteira baiana Odebrecht SA, que também pode dar suporte à indústria açucareira cubana, disseram autoridades brasileiras.
O Brasil emprestou dezenas de bilhões de dólares a países da América Latina nos últimos anos.
Mas nenhum desses esforços teve a importância simbólica da iniciativa em Cuba, que é inimiga dos Estados Unidos desde a revolução de Fidel Castro, em 1959.
“Isso tem a ver com expandir o ‘poder suave’ do Brasil para uma escala internacional e aumentar a importância do Brasil no mundo”, disse Matthew Taylor, especialista em Brasil na Faculdade de Serviço Diplomático da Universidade American, em Washington. “O Brasil está assumindo um papel mais proeminente [nas Américas] em termos de ajuda e financiamento internacional, e ajudando Cuba ele realmente torna evidente o seu novo papel.”
Embora os EUA continuem sendo a potência predominante na América Latina, os especialistas dizem que o país não é contrário à tentativa brasileira de ganhar mais influência regional. Muitos analistas acreditam que o Brasil pode ser tornar uma força estabilizadora.
Em Cuba, por exemplo, o Brasil pode ser uma alternativa mais moderada ao principal guardião econômico da empobrecida ilha, o presidente venezuelano Hugo Chávez. O presidente, que se descreve como inimigo dos EUA, envia cerca de 100.000 barris de petróleo e refinados para Cuba diariamente em troca de serviços de médicos cubanos para moradores de bairros pobres venezuelanos, juntamente com outros acordos de permuta.
E Cuba, ao mesmo tempo, está desesperada por qualquer oportunidade econômica. Raúl Castro, que assumiu a presidência desde que Fidel adoeceu, tem experimentado com reformas econômicas limitadas.
“Quanto mais normalizadas forem as relações econômicas cubanas, mais fácil será normalizar as relações com os EUA”, disse Archibald Ritter, especialista em economia cubana da Universidade Carleton, do Canadá.
“Imagino que os EUA secretamente esperam que o Brasil tenha um papel de mediação nas questões que nos preocupam, como direitos humanos”, disse Cynthia Arnson, diretora de estudos latino-americanos do Centro Internacional de Pesquisa Woodrow Wilson, em Washington.
Mesmo assim, durante a visita de terça-feira, Rousseff criticou a existência da base americana na Baía de Guantánamo, centro de detenção de suspeitos de terrorismo, e o embargo comercial americano, que ela afirma contribuir para a pobreza na ilha.

Ela recusou convites para se reunir com dissidentes cubanos e já tinha dito que não iria questionar os irmãos Castro sobre os direitos humanos da ilha.
“Direitos humanos não são uma pedra que você joga só de um lado para o outro”, disse ela em Havana na terça-feira. O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, disse também esta semana que os direitos humanos não são uma questão “emergencial” em Cuba.
Observadores dizem que o caso de Yoani Sánchez, blogueira que critica o regime castrista, pode oferecer pistas para mudanças na política de direitos humanos do Brasil. O país deu visto a Sánchez e observadores disseram que se Cuba permitir a saída dela, Rousseff terá conseguido usar a aproximação para obter alguns avanços nos direitos humanos.
Sánchez escreveu em seu blog terça-feira que esperava que Rousseff se reunisse com ativistas dos direitos humanos em Cuba, e que fosse “consequente com a fala democrática, em vez de optar pelo silêncio cúmplice ante uma ditadura”.

Mísseis são capazes de atingir o triplo da velocidade do som


Foram revelados detalhes do 'Sea Ceptor', um sistema de defesa capaz de destruir projéteis supersônicos disparados por inimigosO novo mecanismo de defesa criado pela Marinha Real Britânica, batizado de Sea Ceptor, realiza disparos que poderão alcançar aproximadamente 3200 km/h. A ideia é que ele intercepte mísseis supersônicos inimigos no ar.

Inicialmente os Sea Ceptors serão instalados em fragatas da Marinha Real e terão a capacidade de proteger uma área de até 1300 km² ao redor de cada navio. Estima-se que os primeiros equipamentos serão testados daqui a cinco anos, após um investimento de 483 milhões de libras.
E, como o design do projeto é versátil, espera-se que o equipamento também possa ser instalado em aviões da Força Aérea Real e em veículos do exército. (Daily Mail)

Ataques a sites continuam; ‘irão nos conhecer pelo amor ou pela dor’, diz hacker (áudio)


Luiz Guilherme Gerbelli e Nayara Fraga
Uma onda de ataques cibernéticos a sites de bancos está chamando a atenção na web nesta semana. Intitulada de #OpWeeksPayment — por esta ser a semana em que os salários são pagos —, a ação é conduzida por hackers brasileiros que se dizem integrantes do grupo internacional Anonymous, que já derrubou sites importantes pelo mundo, como os do FBI e da CIA.
O ataque começou com o site do banco Itaú na segunda-feira, que ficou fora do ar durante três horas, segundo o perfil do grupo no Twitter (@AntiSecBRTeam). Na terça e nesta quarta-feira, as páginas do Bradesco e do Banco do Brasil, respectivamente, ficaram inacessíveis ou muito lentas durante alguns momentos. Os bancos não confirmaram o ataque e disseram apenas terem notado um excesso no volume de acessos.
Em entrevista ao Estado (ouça o áudio acima), um hacker que assina como “Bile Day” afirmou que o objetivo não é roubar dinheiro dos correntistas. “Não somos crackers (hackers que cometem crimes), não usamos nosso conhecimento para roubar dinheiro. Em nossos ataques deixamos apenas o site inacessível”. [As perguntas foram enviadas por e-mail; parte das respostas foi gravada em áudio e outra foi escrita em e-mail.]
Segundo ele, a ação tem o objetivo de “afetar a população”, pois os ataques a sites de governo “não estavam surtindo muito efeito”. Páginas vinculadas ao governo do distrito federal (com o domíniodf.gov.br), governo paulista (sãopaulo.sp.gov.br) e Tribunal de Justiça de São Paulo  tj.sp.gov.br) foram também derrubadas na semana passada. A ideia é chamar a atenção para a causa do Anonymous. “Nós nos posicionamos contra corrupção, desigualdade e etc…”, escreveu.
Quando questionado sobre o porquê de afetar a população, o hacker diz que eles seriam conhecidos só se realizando ataques desse tipo — a sites que tenham “impacto direto na vida das pessoas”.  “Sim, pois a população é muito acomodada (…)”. As pessoas, para ele, não estão reagindo.  “Então, decidimos tomar medidas mais extremas para isso. Irão nos conhecer pelo amor ou pela dor.” Os próximos alvos seriam Santander e Caixa.
O perfil @AntiSecBRTeam é um entre uma dezena de perfis, do Brasil e do exterior, que se diz parte do grupo Anonymous. “Anonymous é uma ideia, Anonymous não tem líder, qualquer um pode ser Anonymous”, diz o hacker. O movimento no País seria conduzido, segundo ele, por @iPiratesGroup@LulzSecBrazil,@AnonBRNews e @AntiSecBrTeam (perfis no Twitter). Mas o perfil @PlanoAnonBR, que também se vincula ao Anonymous, chegou a afirmar que o ataque não era uma ação coletiva do grupo. Parece haver uma briga em torno da bandeira Anonymous.
Segurança
Não é de hoje que sites são derrubados dessa forma. Desde o início dos anos 1990, isso ocorre, lembra o professor da Escola Politécnica da USP Marcelo Zuffo. Em geral, usa-se o método da distribuição de ataque por negação do serviço (Ddos, na sigla em inglês) para tirar o site do ar. Assim, bombardeia-se uma página com milhões de acesso simultâneos, até que ele fique lento e inacessível.
Isso pode ser feito por meio de inúmeros computadores infectados, que poderiam ser programados para acessar um site ao mesmo tempo, ou pela invasão em grandes servidores, explica o professor.
“A novidade é que, dessa vez, o movimento tem uma conotação de ativismo que não havia no passado”, diz Zuffo. O ataque aos sites do governo paulista e do Tribunal de Justiça, por exemplo, era, para os hackers, uma resposta à ação da polícia na comunidade de Pinheiro, no interior de São Paulo.  Ao atacar as páginas, eles publicavam no Twitter mensagens com a hashtag #OpPinheiro, acompanhada de “tango down”, que vem do inglês “target down” (alvo atingido).
O problema, segundo Zuffo, está nos transtornos que tais ataques trazem para a sociedade. “Como se trata de garotos, muitos são inconsequentes. Para muitos deles, brigar pela causa é mais importante que qualquer outra coisa.” O professor conta que já chegaram a invadir uma base de dados de saúde (sem dizer os autores).
Em nota, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban)  informou que trabalha pela aprovação de uma lei específica que criminalize os ataques e fraudes eletrônicas. A entidade também disse que “as instituições financeiras dispõem de mecanismos e contingências capazes de inibir eventuais ataques como os supostamente seriam tentados contra os bancos.”
Nesta semana, o Procon orientou os internautas a procurar outras formas de acessar a conta corrente, como telefone, caixas eletrônicos e agências bancárias. Segundo o órgão, ainda não foi registrado nenhum caso de um ataque que tenha movimentado recursos financeiros.
“A principal recomendação é que a pessoa acompanhe bem de perto a sua conta, por meio de extratos”, diz Carlos Coscarelli, assessor do Procon-SP. “A qualquer sinal de alteração, o internauta deve entrar em contato imediatamente com o banco.” Segundo Coscarelli, a responsabilidade de manter a segurança dos serviços online é do banco. 

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