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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O mais avançado navio de guerra da historia



O Destróier DDX é o resultado dos estudos iniciais de uma família de navios de guerra, que no início era chamada de DD21. Em dezembro de 2001, a marinha dos EUA emitiu um pedido de revisão da proposta para esse novo navio que foi renomeado de DDX, e será a base de uma família de navios de guerra de vários tamanhos, incluindo o futuro cruzador CGX. O objetivo desse programa é a substituição dos navios da classe Oliver H Perry (fragata) e do grande destróier da classe Spruance. Já em 2005 a o DDX recebeu sua designação oficial definitiva: DDG-1000.

O DDX será o mais moderno navio de guerra já construído, e seu desenho diferente, têm como objetivo diminuir sua assinatura de radar ou sessão cruzada de radar (RCS). Dessa forma, todos os seus sensores e antenas estão montados nas paredes do navio, de forma que o navio não possui mastros como encontrados nas classes anteriores. Outra coisa interessante sobre esse projeto inovador, é a incrível quantidade de sistemas autônomos que farão parte desta embarcação possibilitando diminuir, drasticamente, a tripulação necessária para a operação deste destróier para 95 homens, incluindo o destacamento aéreo dos helicópteros. Para se ter uma idéia, um navio da classe Spruance tem uma tripulação de 330 homens.

O radar será o novo radar multifuncional AN/SPY 3 MFR, de varredura eletrônica ativa projetada para preencher todas as exigências de controle de fogo e busca para a frota americana do século 21, tanto que esse moderno radar será instalado no novo porta aviões CVN 77, no futuro porta aviões CVNX, e no CGX. Uma capacidade importante desse novo radar é sua capacidade de detectar mísseis de cruzeiro com baixa assinatura de radar que estiverem atacando o navio. O alcance do SPY-3 está entre 450 e 500 Km. O SPY 3 proporciona controle de fogo para ao novo míssil Sea Sparrow ESSM, do míssil SM 3 Standard, e dos futuros mísseis de interceptação antimíssil. Em apoio a esse radar, existe ainda um radar VSR (Volume Search Radar) que executa busca no alcance acima do horizonte. A integração dos dois radares melhora a eficiência da cobertura do espaço aéreo e naval em volta do navio. Para guerra anti-submarino, o DDG-1000 está equipado com um sonar de banda dupla (alta e média freqüência) rebocado, que fica distanciado do navio para evitar que o som do próprio navio interfira na varredura contra submarinos inimigos, sendo que mais para o futuro haverá um novo sonar de casco montado no casco do navio que será eficaz contra minas em mar litorâneo.

O armamento dessa nova classe de navio, também representará uma revolução no combate naval. Dois canhões de um novo tipo, com calibre de 155 mm, será montado em duas torres com desenho discreto para baixa assinatura de radar. Esse canhão dispara um projétil guiado por GPS do tipo LRLAP que é um projétil guiado de ataque a alvos terrestres com alcance de 109 Km e que futuras versões terão esse alcance estendido para cerca de 180 km. Esse canhão consegue uma taxa de tiro da ordem de 10 tiros por minuto e a quantidade de munição transportada pelo navio é de 900 projéteis. Além desses canhões, está sendo montada, em todo perímetro do casco do navio, uma linha de vinte lançadores verticais quádruplos de mísseis, multifuncionais, capazes de lançar mísseis tomahawk, mísseis SM3 standard e a nova versão do Sea sparrow ESSM Esse lançador está sendo desenvolvido pela Raytheon e foi designado como MK 57 VLS. Para defesa aérea de ponto, serão instalados dois canhões automáticos de 57 mm BAE MK110. 


ESPECIFICAÇÕES


COMPRIMENTO : 182 mts
ALTURA: 24 mts
DESLOCAMENTO: 14264 Toneladas
PROPULSÃO: Turbina a gás
VELOCIDADE: 30 nós
TRIPULAÇÃO: de 95 a 150 tripulantes
ARMAMENTO: 20 lançadores verticais quádruplos PVLS MK-57 para mísseis de cruzeiro Tomahawk, mísseis antiaéreos SM-3 Standard e ESSM além de foguetes anti submarino de lançamento vertical ASROC. 2 Canhões AGS de 155 mm; 2 canhões MK-110 de 57 mm antiaéreos
AERONAVES: 2 Helicópteros Sikorsky SH 60 LAMPS ou 1 Helicóptero Sikorsky MH 60 R e 3 veículos aéreos não tripulados VTUAV RQ-8 A Fire Scout.
SENSORES: Radar AN/SPY 3 (MFR)
Radar de busca (VSR)
Sonar de dupla freqüência (HF/MF)
CUSTOS: A primeira unidade custará 2.5 bilhões de dólares, mas as posteriores terão um custo reduzido para 1.2 a 1.4 bilhão de dólares por unidade.

Morcego Negro BR-55-2 Caça Invisíveis do futuro

 Futuro avião não tripulado X-47B J-UCAS que será operado pela classe Ford de porta-aviões 

























Morcego Negro Br55-2
Avião de Combate do Futuro
 primeiro caça stealth embarcado. Um avião que poderá ser visto, num futuro um pouco mais distante, será “fruto” do programa de defesa do brasil Ajude fazer
um graficos do morcego negro br-55-2
NO TRÊS D



Base do Brasil no interior da Antártica já envia dados


Por Daniela Chiaretti | De São Paulo

O Brasil é dono do laboratório científico latino-americano mais ao sul do planeta. O módulo Criosfera foi instalado no interior da Antártica e está transmitindo diariamente dados para o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos, no interior de São Paulo. O primeiro resultado já tem impacto: o Brasil agora tem uma medida independente de CO2 na Antártica.
Os dados enviados pelos equipamentos instalados no Criosfera confirmam medidas feitas pelos Estados Unidos no continente e também no Havaí: 386 ppm (partes por milhão) de CO2. “Isso confirma os 40% de aumento na concentração do gás desde a Revolução Industrial”, diz o glaciologista Jefferson Simões, do Centro Polar e Climático da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e líder da expedição. Nesse ritmo, acredita-se que 400 ppm de CO2 serão atingidos em quatro ou cinco anos. Chegar a 500 ppm pode significar um aumento de 3º C na temperatura da Terra até meados deste século.
“É importante ter uma medida dessas em um lugar tão isolado, porque não se tem nenhuma interferência local no dado”, explica Simões. “Ali não há indústrias nem veículos ou geradores a diesel.” O Criosfera funciona com painéis solares no verão antártico e tem energia produzida por quatro turbinas eólicas no inverno.
O laboratório possui bombas de sucção que filtram o ar e coletam aerossóis. “Vamos coletar o carbono negro”, diz. Trata-se da parte negra da fuligem produzida na queima de combustíveis fósseis e nas queimadas. “Em um ano vamos saber quanto chega ao interior da Antártica”, diz Simões. A ideia é ver o impacto das queimadas do Brasil no continente gelado.
Os pesquisadores brasileiros da Expedição Criosfera retornaram ontem ao Brasil depois de passarem 45 dias na Antártica. Outra pesquisa realizada foi perfurar o gelo ao longo de cem metros de profundidade e retirar um cilindro (conhecido por “testemunho”), que pode indicar a variação do clima e da química da atmosfera na Antártica nos últimos 300 anos.
“O Brasil tem agora na Antártica uma base de pesquisa avançada, uma porta de abertura para expandir o Programa Antártico no continente”, afirma Simões. O investimento na expedição foi de R$ 2 milhões, sendo 80% na logística da operação, conta Simões, indicado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação como o delegado brasileiro no Comitê Científico Internacional Sobre Pesquisa Antártica.

PM de SP aprova tecnologia 4G LTE para segurança pública


“A TI é imprescindível, não temos como viver sem ela”. São com essas poucas palavras que o CIO e coronel da Polícia Militar de São Paulo, Alfredo Deak Jr., expressa a importância da TI dentro de uma organização de estrutura gigantesca, como a qual ele gerencia. São mais de 100 mil policiais militares, 17 mil viaturas, 500 cães e cavalos, 2 navios, 600 lanchas, dentre outros, para atender as 180 mil solicitações diárias de ajuda feitas pelo serviço 190 e as 43 milhões de pessoas que residem no estado paulista. Para isso, a PM de São Paulo, em parceria com a Alcatel-Lucent, testou nos últimos oito meses a tecnologia 4G LTE (Long Term Evolution).
Dois centros de operações da polícia executaram atividades diárias com o uso de rede LTE operacionais desde maio de 2011. A tecnologia permite a transmissão ao vivo de dados, vídeos e imagens. Com o conceito de integrar as câmeras que monitoram a região metropolitana de São Paulo, a tecnologia testada permitiu aos PMs da capital paulista acesso as imagens em tempo real via tablet.
“Os policiais militares precisam da informação na ponta para isso foram concebidos 12 mil tablets 3G, disponibilizados em viaturas, para garantir o SLA”, destaca Deak. De acordo com o coronel, mais de 98% das denuncias de roubo a banco por dia são falsas, por isso, o acesso direto a imagem no dispositivo móvel se torna importante. “O trial nos permite que o tablet seja usado não apenas para fazer pesquisas, mas também para receber imagens do local da ocorrência, sem latência. é priorização sob demanda”.
A rede de 700 Mhz suportou durante o período de teste o tráfego intenso de diferentes tipos de dados entre os diversos dispositivos usados pelos policiais. Isso permitiu ao CIO da PM de São Paulo entender como uma rede de grande porte pode aumentar a eficiência da equipe e reduzir os custos operacionais.
Após aprovada a tecnologia 4G LTE, Deak aguarda a aprovação da Anatel para a implantação e aquisição da solução em toda região metropolitana, prevista para custar cerca de R$ 100 milhões. “Carecemos de uma rede com frequência 700 Mhz contingenciada em 2.6, mas a Anatel não tem regulamentação própria no Brasil para determinar quem necessita dessa alta frequência”, avalia.
Com a aprovação da agência reguladora e, futuramente, com uma viável integração de rede entre a PM e as áreas de saúde e educação será possível que os policiais que estão em campo enviem um comunicado a um determinado hospital sobre um novo paciente que foi abordado e necessita de cuidados médicos. “Quero que minha viatura em tempo real tenha essa pro-atividade, mas antes é preciso conectar as redes”.
A convergência das informações de diferentes tipos de mídias permite maior agilidade no trabalho, além de fazer parte dos planos da corporação. Atualmente, a Polícia Militar de São Paulo tem um orçamento de R$ 9 bilhões, sendo R$ 180 milhões dedicados a investimentos de TI.
Plano Diretor
O Plano Diretor da Polícia Militar de São Paulo prevê ate 2014 a inclusão de nuvem privada em três centros de operação. Hoje, a PM já se julga amadurecida para usufruir dessa tecnologia. “Atualmente já trabalhamos com cloud computing e queremos disponibilizar essa infraestrutura para as Policias Militares de outros estados”, afirma Alfredo Deak Jr.
A reorganização da PM também é prioridade. A ideia é criar uma central de autoatendimento, disponibilizada por meio de quiosques adotados de tecnologia RFID para que os policiais possam solicitar qualquer tipo de serviço diretamente sem ter que passar pelo seu superior imediato. O plano deve ser posto em prática no segundo semestre de 2012.
Com a mesma importância, a PM de São Paulo deve investir fortemente em redes sociais. “Queremos fazer com que seja possível a identificação de problemas que não são denunciados em nossas bases. Através do Twitter ou Facebook são postados comentários como, por exemplo, o exagero no som de uma festa que esta acontecendo em um determinado local”, finaliza.

Falklands ou Malvinas?


escoberta de petróleo e presença do príncipe William acirram disputa entre Argentina e Reino Unido pelas ilhas, 30 anos depois da guerra declarada pela ditadura militar
CAROLINA VICENTIN
O governo argentino luta para sair de uma crise financeira, enfrenta acusações sobre leis dúbias aprovadas pela presidente Cristina Kirchner e ainda precisa lidar com uma espinhosa disputa internacional. Nos últimos meses, a Argentina aumentou a munição na batalha verbal sobre o controle das Malvinas, geladas ilhas ao sul do continente que estão sob domínio britânico há décadas. Desde o fim da guerra pela posse do arquipélago, há quase 30 anos, os argentinos tentam levar o assunto à mesa de negociações, sem sucesso. Agora, com as Malvinas prestes a se tornarem um lucrativo campo de extração de petróleo, a troca de farpas entre os dois países ficou ainda maior. E, segundo analistas ouvidos pelo Correio, o impasse está longe de uma solução.
Prova disso foram as declarações de Cristina Kirchner no primeiro discurso após o fim da licença médica que a afastou do poder por 20 dias. Na quarta-feira à noite, a presidente rebateu as acusações do primeiro-ministro britânico, David Cameron, que classificou a postura argentina como “colonialista”. Para o governo de Londres, a tentativa de Buenos Aires de retomar o controle das ilhas fere o princípio da autodeterminação dos povos. Em uma pesquisa recente, os moradores das Malvinas afirmaram que querem continuar como cidadãos do Reino Unido. “Ninguém está pedindo que eles (os malvinenses) deixem de ser ingleses. Esses argumentos caem por si sós”, disse Cristina. “Vamos seguir com nossa política de sempre, para que seja cumprida a resolução das Nações Unidas sobre se sentar, dialogar e negociar.”
A mandatária já conseguiu importantes vitórias diplomáticas. Em novembro, os demais países do Mercosul, entre eles o Brasil, aceitaram não receber em seus portos navios com bandeiras das Ilhas Falkland — o nome inglês do território. “O apoio que a Argentina obteve foi extraordinário. Tanto o Mercosul como a Unasul (União das Nações Sul-Americanas) toparam restringir a navegação”, afirma Carlos Vidigal, professor de relações internacionais na Universidade de Brasília (UnB) e especialista em política argentina. “Foi a primeira vez que o país conseguiu uma posição sem dualidades por parte dos países sul-americanos”, lembra Juan Recce, diretor do Centro Argentino de Estudos Internacionais. “Trata-se de um revés que reivindica o poder de Davi frente ao gigante Golias”, exagera.
Príncipe a serviço
O Reino Unido não deixou por menos. O governo autorizou o aumento das atividades militares nas ilhas e, no mês que vem, o príncipe William desembarca por lá para seis semanas de exercícios aeronáuticos na região. Segundo o jornal britânico The Times, o príncipe fez lobby para que o deixassem viajar às Malvinas, nas proximidades do aniversário de 30 anos da guerra entre a Argentina e o Reino Unido pelo controle do território (leia o Para saber mais). “Isso não é um problema apenas para a Argentina, mas também para todos os países que são signatários de acordos de paz. Trata-se de uma potência militarizando uma região que não deveria ter presença tão ostensiva de forças de segurança”, critica o professor Hector Saint-Pierre, argentino, diretor do Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Assim como Saint-Pierre, muitos argentinos se sentem afrontados pelo domínio britânico nas Malvinas. Na semana passada, logo após as polêmicas declarações do premiê David Cameron, manifestantes foram para a frente da embaixada britânica em Buenos Aires e demonstraram repúdio à acusação de “colonialismo”. Eles também pediram a Cristina Kirchner que rompesse as relações diplomáticas com Londres. “Se há uma coisa em que peronistas, antiperonistas, comunistas e conservadores concordam é sobre o lema “las Malvinas son argentinas”", comenta o professor Mark Jones, da Universidade de Houston, especialista em questões latino-americanas. A reivindicação tem apoio de muitos governos de fora da América do Sul, exceto na Europa.
Sem guerra
Assim, é provável que a relação diplomática entre argentinos e britânicos fique cada vez pior. A tensão, no entanto, não deve provocar outra ofensiva armada. Além do risco da perda de vidas — algo que Cristina Kirchner não está disposta a enfrentar —, as forças armadas do país vizinho estão praticamente abandonadas. “O Exército está em tal estado de decomposição, em termos funcionais, que seria incapaz de ter algum êxito contra as bem treinadas forças britânicas”, diz o professor Jones. Engessados, os argentinos só têm como escolha continuar fazendo barulho. “Não existe uma solução próxima para esse problema. Ambos querem a soberania e, em termos históricos, quando há uma disputa assim, a coisa só se resolve por meio da força”, observa o professor da UnB Carlos Vidigal.

Nasa homenageia astronautas mortos em missões espaciais


Efe
 A Nasa (agência espacial americana) lembrou os astronautas mortos nas missões Apolo I e nas naves Challenguer e Columbia, assim como os funcionários que perderam a vida em prol da exploração espacial.

Como em todos os anos, na última semana de janeiro, a agência espacial americana quer "homenagear suas vidas e lembranças", disse o diretor da Nasa, Charles Bolden.

Bolden declarou que, toda vez que os homens e mulheres da Nasa sobem em uma nave espacial, não só empreendem um caminho para realizar "grandes descobertas" e abrem a possibilidade de "ampliar os limites das realizações humanas", como também arriscam suas próprias vidas.

O diretor da Nasa fará a homenagem junto com o diretor do Centro Espacial Kennedy e o ex-astronauta Robert Cabana, no memorial Space Mirror Memorial, em Cabo Canaveral, na Flórida.

Bolden espera que estes sacrifícios sirvam de inspiração para as próximas gerações e pediu aos funcionários da Nasa para que façam ouvir sua opinião e se dirijam a seus superiores para que "a segurança seja sempre prioridade".

As falhas humanas estiveram entre as causas de algum destes acidentes. Os três tripulantes do Apolo I, Gus Grissom, Ed White e Roger Chaffee morreram no dia 27 de janeiro de 1967 em um incêndio no módulo de comando durante um teste do dispositivo.

Apesar do desastre, o programa continuou para levar à Lua, em 16 de julho de 1969, na nave Apolo 11, os astronautas Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins.

Já a nave Challenger se desintegrou em 28 de janeiro de 1986, pouco mais de um minuto após seu lançamento no Centro Espacial Kennedy. Entre os sete tripulantes que morreram estava Christa McAuliffe, uma professora que fazia parte de um projeto da Nasa para levar a ciência aos estudantes.

A tragédia causou um grande impacto na sociedade americana, o que levou a Nasa a realizar uma revisão em todos os seus sistemas e procedimentos centrada na segurança.

No entanto, em fevereiro de 2003, os Estados Unidos enfrentaram outra tragédia espacial, quando os sete tripulantes da nave Columbia morreram no momento em entraram na atmosfera terrestre.

O presidente americano, Barack Obama, também falou sobre os astronautas e suas famílias e, em comunicado, destacou que aqueles que perderam sua vida em nome da exploração espacial "nos ajudaram a chegar até aqui e é nosso dever honrá-los (...) concentrando-se no futuro".

"A perda destes pioneiros é sentida todos os dias por suas famílias, amigos e colegas, mas nos consolamos ao saber que seu espírito seguirá nos inspirando para novas metas", continuou.

A Nasa está se preparando para realizar voos além da órbita terrestre e alcançar um asteroide, em 2025, além de realizar os primeiros voos tripulados a Marte, em 2030.




Israel defende combate imediato ao programa nuclear iraniano


Efe
DAVOS - O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse nesta sexta-feira, 27, durante debate no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que não enfrentar o Irã agora para evitar que o país construa armas nucleares "será muito mais perigoso e custoso, tanto em termos de dinheiro como de vidas"."Um Irã com armas nucleares não é um perigo só para o Oriente Médio, mas para o mundo inteiro", afirmou Barak, que aplaudiu as recentes sanções econômicas aprovadas pela União Europeia (UE) contra Teerã. Apesar disso, o ministro pediu "uma diplomacia mais agressiva". O ex-primeiro-ministro israelense disse que "com exceção da China e Rússia, todos estamos de acordo de que não há outra opção do que enfrentar o Irã".
Barak admitiu, no entanto, que a questão não é simples e que Teerã adota uma estratégia para ganhar tempo e dividir a unidade internacional. "Os iranianos não são jogadores de gamão, mas de xadrez. Procuram deixar seu programa nuclear numa zona de impunidade para que seja impossível conhecer o autêntico alcance de seus progressos", disse Barak. "Quando tiverem certeza que ninguém pode fazer nada contra eles, considerarão dar o passo definitivo", acrescentou.
Para Barak, o relatório publicado em novembro pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) é a evidência de que o Irã tem um programa nuclear com o objetivo de construir armamentos.
O israelense participou de um seminário no qual se perguntava o que ocorreria se o Irã tivesse uma bomba atômica. "Arábia Saudita vai querer ter armas nucleares, assim como Turquia e o Egito", previu Barak, que alertou para o perigo das armas nucleares caírem em mãos de grupos terroristas. "O Irã patrocina o terrorismo no Iraque, Índia, Paquistão, Líbano e nos territórios palestinos, portanto podemos imaginar o que acontecerá", opinou.
ONU
Também em Davos, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, disse que o Irã tem a responsabilidade "política e legal" de se submeter totalmente às resoluções do Conselho de Segurança e provar que seu programa nuclear é "genuinamente para propósitos pacíficos". Ele destacou que o regime iraniano não cumpriu nenhuma das duas coisas, apesar de ter a obrigação de fazê-lo por ser um Estado membro das Nações Unidas.

Fotos inéditas da Nasa mostram fase pioneira da exploração espacial


A Nasa divulgou imagens inéditas do projeto Gemini (entre 1964 e 1966), que foi a segunda série de voos tripulados ao espaço.
O projeto foi realizado logo após as missões Mercury, que colocaram os primeiros astronautas americanos em órbita.
As duas missões foram importantes para se acumular conhecimento que levou ao projeto Apollo, responsável pela primeira ida do homem à Lua, em 1969.
As 12 missões Gemini ajudaram a Nasa a entender os efeitos que o espaço tem nos homens. Além disso, foram desenvolvidas técnicas para acoplamento de veículos no espaço.
Entre as fotos, está um autorretrato inédito do lendário astronauta Buzz Aldrin durante uma caminhada espacial em novembro de 1966.
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Fragata brasileira amplia combate ao contrabando de armas no Líbano


A incorporação da fragata F-45 União, enviada em 6 de outubro de 2011 pela Marinha do Brasil, ampliou a capacidade operacional da Força-Tarefa Marítima (FTM) que integra a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil). O total de navios encaminhados para inspeção subiu 94,86% desde a chegada do navio brasileiro ao teatro de operações.

As principais missões da fragata União são evitar o contrabando de armas e oferecer condições de treinamento para a Marinha do Líbano.

Segundo o procedimento adotado pela ONU, cabe à FTM detectar e interrogar os navios que se aproximam da costa libanesa. As embarcações suspeitas são acompanhadas até um porto para serem examinadas pela força naval daquele país.

A chegada do navio brasileiro também permitiu a ampliação do número de cascos em operação diária, que saltou de 2,5 para 3,7. Por seu maior porte, a União, capitânia da força, pode permanecer em operação mesmo em condições adversas de tempo e de mar, normais durante o inverno no Mediterrâneo Oriental, que obrigam os navios menores a buscar abrigo.

Graças aos sensores da fragata brasileira, o número de detecções de violações ao espaço aéreo libanês também aumentou. O navio está equipado com uma aeronave AH-11A Super Linx, um Grupo de Mergulhadores de Combate (GruMeC) e um Destacamento de Fuzileiros Navais.

Participam da MTF nove navios cedidos por seis países – Alemanha, Bangladesh, Brasil, Grécia, Indonésia e Turquia. Desde o início de suas operações, em 15 de outubro de 2006, a MTF abordou cerca de 36 mil navios. Desse total, 900 embarcações suspeitas foram encaminhadas às autoridades libanesas para investigações ou inspeções mais detalhadas.

Cerimônia de incorporação

Em reconhecimento à participação brasileira, a capa da edição de dezembro da revista Litani, publicada pela própria Unifil, traz uma imagem da fragata F-45 União, com sua tripulação formada no convés. O registro foi realizado durante a cerimônia de incorporação da unidade à Força-Tarefa Marítima, realizada no porto de Beirute em 14 de novembro último.

Presidido pelo comandante da FTM, contra-almirante Luiz Henrique Caroli, o evento contou com a presença do embaixador do Brasil em Beirute, Paulo Roberto Campos Tarrisse da Fontoura, acompanhado de diplomatas e funcionários da Embaixada do Brasil.

A Litani é uma publicação mensal de fotos e pequenos artigos que tem como propósito divulgar as atividades e eventos realizados pelos contingentes dos 35 países que compõem os destacamentos terrestre e marítimo da Unifil. O rio Litani, localizado junto à fronteira com Israel, deu nome à revista, editada para o público interno da missão.

Modificações

Antes de partir, a fragata recebeu algumas modificações para se adequar às novas funções. Para comandar a força-tarefa, ela recebeu dois sistemas de comunicação de dados, um operando na Banda X e outro na Banda Ku, e dois sistemas de comunicação por satélite.

Uma lancha inflável de casco rígido substituiu a baleeira de bombordo, para permitir a abordagem de navios suspeitos.

Quatro metralhadoras de calibre 12,7 mm foram distribuídas nos bordos para complementar o armamento da fragata, formado por um canhão de 4,5 polegadas, dois canhões antiaéreos de 40 mm, mísseis antinavio e antiaéreos.

Arma não-letal

Nas asas do passadiço foi instalado, em cada bordo, um tripé fixo para sustentar um sistema LRAD (Long Range Acoustic Device - Aparelho Acustico de Longo Alcance). Esta é uma arma não-letal constituída de autofalante direcional de grande potência.

O sistema pode ser usado de duas maneiras distintas: para mandar mensagens audíveis para pessoas localizadas até 3 mil metros de distância e que, por alguma razão, não respondam aos contatos por rádio; ou para causar desconforto por meio de fortes ondas sonoras dirigidas a tripulantes de embarcações que se aproximem da União sem autorização.

Fotos: Marinha do Brasil
Ministério da Defesa

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