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sábado, 14 de janeiro de 2012

Submarino Nerpa será entregue à Índia até o final de janeiro


A Rússia entregará o submarino nuclear Nerpa para a Marinha indiana até o final deste mês, informou hoje uma fonte construtora naval United Corporation. A declaração foi feita em resposta as afirmações de que a entrega estava marcada para o dia 19 de janeiro. A Índia teria concordado que a entrega da embarcação, que está completamente pronta, seja feita no final do mês.
A Índia será o sexto país do mundo a operar o submarino Nerpa, os anteriores foram Estados Unidos, Rússia, Grã-Bretanha, França e China.

Rússia testará 70 novos sistemas de mísseis


O porta-voz do Ministério da Defesa, coronel Vadim Koval, informou hoje que, aproximadamente, 70 foguetes com novos sistemas de mísseis serão testados em Kapustin Yar, na região de Astrakhan, no sul da Rússia, em 2012. O número representa um aumento de 150% em relação ao ano passado.
Os sistemas fazem parte de aproximadamente 160 projetos que estão em andamento, informou Koval. No ano passado, mais de 500 lançamentos com testes de mísseis foram realizados em Kapustin Yar.

Marinha russa continua exercícios no Mediterrânio


Depois de entrar no porto sírio de Tartus, navios da Marinha russa continuam exercícios da luta anti-submarina e anti-aérea. Os pilotos aperfeiçoam seus hábitos de combate no ar. Os caças Su-33 já fizeram 13 voos e helicópteros a bordo – três voos.
O porta-aviões Admiral Kuznetsov está reabastecendo aprovisionamento e água dos navios auxiliares, e no futuro próximo os navios russos vão continuar a sua navegação no Mar Mediterrânio.

Submarino Ekaternburgo voltará a entrar em serviço no verão de 2014


O submarino atômico Ekaterinburgo, danificado em resultado do incêndio, poderá voltar ao serviço no verão de 2014, anunciou hoje o vice-primeiro-ministro, Dmitri Rogozin, que exerce a tutela do ramo militar-industrial.
Como informamos, o incêndio tinha afetado, sobretudo, a primeira secção na qual se encontra a antena do sistema hidro-acústico, responsável pela navegação, a identificação de alvos e o guiamento de torpedos. As obras de reparação terão início em junho de 2012.
Lembre-se que o incêndio que deflagrou a bordo do submersível a 29 de dezembro, causou ferimentos em nove operários dos estaleiros navais de Murmansk, no norte da parte européia da Rússia.     

Quem é o autor da informação sobre um teste nuclear no Irã?


O presidente do parlamento iraniano Ali Larijani declarou durante a sua visita à Turquia que o Irã está pronto a encetar conversações sérias com o sexteto internacional de intermediários a respeito do seu programa nuclear. Ressaltou na ocasião que o programa nuclear do Irã tem um caráter exclusivamente pacífico. No entanto, o portal de analistas militares de Israel DEBKA afirma que o Irã pretende realizar o seu primeiro teste nuclear.
É difícil de avaliar, o quanto é verídica esta informação, pois mesmo uma carga nuclear pequena requer o urânio militar enriquecido ao nível de 90%. Por enquanto, o Irã é tecnologicamente incapaz de produzir este urânio. Aliás, teoricamente o urânio militar podia entrar no país por alguma outra via, explica Petr Topichkanov, pesquisador do Instituto de Economia Internacional e de Relações Internacionais junto da Academia de Ciências.
O Irã podia obter a quantidade de urânio, suficiente para uma explosão, na década de 90 do século passado ou em princípios dos anos 2000 através de redes internacionais ilegais de comércio em matériais e tecnologias nucleares. Uma das redes tem o nome do cientista paquistanês Abdul Kadir Han – o contrabando podia vir do Paquistão.
Ao mesmo tempo vale a pena recordar que o Irã – ao contrario de Israel e do Paquistão – tinha assinado o Tratado sobre a proibição geral de testes nucleares e declara-se coerentemente seguidor rigoroso do regime de não proliferação nuclear. Portanto, se Teerã intentar uma ação tão estrondosa, tem que sair de antemão do regime de respectivos acordos internacionais. Mas existe também uma outra variante, – afirma Petr Topichkanov. – O Irão pode não fazer isso mas realizar um teste às ocultas, explicando que se trata de uma explosão pacífica, efetuada para fins científicos. Ou realizar a explosão no território de um terceiro Estado, por exemplo, Paquistão ou República Popular Democrática da Coréia.
Quanto a Israel, os EUA e o Ocidente, o mais provável que a sua reação seja extremamente rígida – a ponto de infligir um golpe militar contra o Irã. Evgueni Satanovski, presidente do Instituto de estudo do Próximo Oriente e de Israel é da outra opinião:
Depois do teste nuclear, um ataque militar contra o Irã perde o sentido – neste caso ele obterá uma indulgência. Da mesma maneira como a obteve a Coréia do Norte, com a qual ninguém mexe precisamente porque este país possui uma ou duas – não se sabe – bombas nucleares. Mas Kadhafi que tinha renunciado ao programa nuclear, não sobreviveu. Saddam que não teve tempo para levar a cabo este programa, foi enforcado. A lição é simples: quem possui a arma nuclear, pode sobreviver, quem não a possui, não tem a única chance.
Quanto à publicação de analistas militares de Israel, esta pode ser umlance informativo do próprio Irã que tem realizado no quadro de certas combinações engenhosas uma campanha de atemorização de Israel e do Ocidente. Adverte desta maneira que tem tudo pronto para a explosão e não vale a pena chantageá-lo – ele está prestes a se tornar uma potência nuclear, reputa Evgueni Satanovski.
É impossível verificar a informação do portal israelita sobre a preparação de um teste nuclear. Normalmente, semelhantes informações são acessíveis somente ao pessoal dos sérvios de inteligência. Neste caso se trata de uma fuga de informação propositada no quadro da guerra de informações e de nervos em torno do Irã, afirmam os analistas da Voz da Rússia.

Pelo menos três pessoas morreram em naufrágio no Mediterrâneo

Ao  menos três pessoas morreram e dezenas ficaram feridas no naufrágio de um navio que levava mais de 4.000 passageiros na noite desta sexta-feira, 13, na costa da Itália, segundo informações das agências de notícias. O incidente aconteceu nas proximidades da ilha italiana de Giglio, em águas da região da Toscana, informaram diversos meios da imprensa italiana. Mas, segundo a imprensa local, o número de mortos pode chegar a oito.
Ao menos 46 brasileiros estavam a bordo, informou na manhã deste sábado, 14, a companhia dona da embarcação, a Costa Cruzeiros. O Itamaraty também confirmou a presença de brasileiros. A assessoria de imprensa do Ministério das Relações Exteriores relatou que alguns turistas resgatados entraram em contato com o consulado brasileiro em Milão, mas não há, até agora, nenhuma informação sobre feridos ou desaparecidos no acidente. Segundo o Itamaraty, caso um cidadão fosse vítima, o procedimento normal seria que autoridades italianas contatassem o governo brasileiro para informar sobre o caso, o que não ocorreu.

O "Costa Concordia" se dirigia do porto de Civitavecchia ao nortista de Savona, ambos na Itália.
O cruzeiro de luxo levava 4.200 pessoas segundo a operadora Costa Cruises, sendo 3.200 passageiros e 1 mil tripulantes, e encalhou perto da Toscana. Não há ainda informações sobre a causa do acidente.
Cenas do Titanic foram revividas a bordo do navio. A embarcação fazia um cruzeiro pelo Mediterrâneo, que saiu da cidade costeira italiana de Savona, com escalas previstas em Civitavecchia, Palermo, Cagliari, Palma de Mallorca, Barcelona e Marsella, segundo nota da companhia de navegação. A bordo viajavam cerca de mil passageiros de nacionalidade italiana, outros 500 alemães e cerca de 160 franceses, além de cerca de mil pessoas da tripulação e passageiros de outras nacionalidades.
Duas horas após zarpar de Civitavecchia, às 21h30 (hora local), quando o barco estava nas cercanias da ilha de Giglio e a maioria dos passageiros jantava, a luz foi cortada e se sentiu um golpe e um grande estrondo, relataram depois os náufragos à imprensa italiana. Apesar de os passageiros terem sido avisados pelo capitão de que se tratava de um problema elétrico, eles perceberam que o navio estava inclinando e pouco depois foram convidados a vestir seus coletes salva-vidas e a se dirigir às lanchas de emergência. A ilha de Giglio é pequena demais para hospedar todos e a empresa responsável pelo navio iniciou um plano para transportá-los ao elegante porto de Santo Stefano.
 A companhia Costa Crociere, proprietária do navio Costa Concordi, afirmou que ainda "não é possível definir a causa do problema ocorrido". (Com ifnformações da Efe)


Lanchas do Irã provocam navios dos EUA no Estreito de Ormuz


Lanchas de bandeira iraniana se aproximaram de um navio militar americano e outro da Guarda Costeira dos Estados Unidos "com um comportamento provocativo" no Estreito de Ormuz no início deste mês, informou nesta sexta-feira a emissora CNN.
O USS New Orleans, um navio anfíbio de transporte que navegava pelo Estreito de Ormuz na sexta-feira da semana passada, foi rodeado por três lanchas da Marinha iraniana até se situar a menos de 500 m da embarcação.
Os iranianos não responderam aos sinais de bandeira nem às advertências de rádio do New Orleans, e a falta de resposta significa o desprezo dos protocolos marítimos, disse um militar americano à CNN, que transmitiu imagens do incidente fornecidas pela Marinha.
O porta-voz do Pentágono, John Kirby, usou sua conta no Twitter nesta sexta-feira para dizer que "as interações entre Estados Unidos e os navios da Guarda Revolucionária Iraniana são rotina", e acrescentou que "a postura do Irã é previsível e nossa vigilância, constante".
No mesmo dia, uma unidade da Guarda Costeira americana foi provocada por um navio e outras pequenas embarcações da Marinha iraniana a 120 km da cidade do Kuwait.
Segundo o militar americano, o pessoal iraniano a bordo das lanchas parecia portar fuzis AK-47 e pelo menos uma câmera de vídeo. Passado um tempo, a comunicação com o navio iraniano foi restabelecida e as embarcações menores foram se afastando.
Embora a Marinha dos EUA tenha abordagens rotineiras com forças navais iranianas há anos, os militares dizem observar uma ação mais agressiva nas últimas semanas por parte das embarcações da República Islâmica.

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