sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Embraer EMB-314 Super Tucano in action!!

SantaCatarinaBR - Avibras recontrata funcionários após fechar contrato com as Forças Armadas

vibras recontrata funcionários após fechar contrato com as Forças Armadas
Previsão é abrir 300 novas vagas de emprego até o ano que vem
Funcionários demitidos no início do ano pela Avibras, em São José dos Campos, vivem na expectativa. A empresa fechou um contrato com as Forças Armadas e está recontratando esses trabalhadores.

Marcelo é um dos 150 demitidos pela fábrica durante a crise no início deste ano. Mesmo sendo uma mão de obra especializada, o montador de mísseis teve que se virar com outro emprego. "Dessa última vez que eu saí, é a quinta vez que estou aqui, estava trabalhando como montador de móveis", conta o operador de produção, Marcelo Campos Mota.

Agora, dez meses depois da dispensa, ele foi chamado de volta e está em um grupo de 20 recontratados. É o primeiro sinal de que as coisas estão melhorando para a Avibras, empresa de São José dos Campos especializada na fabricação de mísseis, plataformas de lançamento e blindados para uso militar. O Sindicato dos Metalúrgicos acredita que a unidade deva voltar a ganhar destaque como geradora de empregos na região.

"A Avibras, que era retaguarda do processo, hoje a médio-longo prazo é o melhor cenário para a região e para os trabalhadores", afirma Donizete de Almeida, do Sindicato dos Metalúrgicos.

Credito: Reprodução / Rede Vanguarda O projeto do míssil Astro 2020 é a esperança da fábrica, tem como alvo a defesa do território nacional. Ao todo os novos contratos deverão chegar a R$ 1 bilhão. R$ 45 milhões já foram liberados pelo governo federal, e parte desse dinheiro será usada para resolver acertos trabalhistas.

"A utilização desse dinheiro é fundamentalmente para que a gente acerte os salários de final de ano e comece a liquidar os salários atrasados", explica o presidente da Avibras, Sami Youssef Hassuani.

Os contratos de exportação de produtos militares prometem ajudar, mas a recuperação da Avibras agora está apoiada sobre as encomendas das Forças Armadas Brasileiras. A expectativa é de que, já no ano que vem, os investimentos do Governo Federal recuperem toda a força de produção da fábrica.

"Temos alguns contratos com a Marinha do Brasil, também muito importante para a empresa, com a Aeronáutica do Brasil. Acreditamos que só com esses contratos poderemos continuar recontratando no início do ano, numa faixa de até 50 novos empregos. Nossa expectativa é de criarmos até 300 novos empregos em 2012", afirma o presidente da Avibras.

Analistas: Hawker Beechcraft enfrenta árdua luta pela AT-6


Um juiz federal poderia governar mais cedo na próxima semana uma oferta pela Hawker Beechcraft para deter um Aérea dos EUA de ataque leve da Força e do contrato de reconhecimento concedida recentemente a fabricante brasileiraEmbraer .
A Força Aérea anunciou 04 de janeiro que o contrato está em espera a resolução do litígio pendente, embora o Pentágono está ansioso para prosseguir com o negócio 355 milhões dólares concedido em dezembro para fornecer 20 aeronaves monomotor turboélice, com apoio aéreo luz, reconhecimento e capacidades avançadas de treinamento para forças de segurança afegãs.

"Claramente, a Força Aérea acredita que essa é uma concorrência justa e aberta", disse o tenente-coronel Wesley Miller. "Estamos muito ansiosos para avançar com o contrato. A LAS (apoio aéreo de luz) é um contrato de suporte em tempo de guerra para um parceiro em conflito. Isto envolve um senso de urgência e cumprimento da missão. "
O negócio, começando com 20 aviões, tinha potencial para crescer a um acordo de US $ 1 bilhão, cinco anos, que iria apoiar 1.400 empregos Americana, Hawker Beechcraft argumenta em sua defesa jurídica do programa AT-6.
Indústria de defesa analista Wayne Plucker , da Frost & Sullivan, disse Hawker Beechcraft será duramente pressionado para provar a Força Aérea cometeu um erro ao escolher o Embraer-314 Super Tucano, que é um reconhecimento purpose-built e aeronaves de ataque leve e não uma adaptação de o T-6 onipresente treinador.
"Os pontos impugnada, que faz Hawker não são ruins", disse Plucker. "Eu só não acho que eles são os convincente."
Hawker Beechcraft disse que a empresa e seus parceiros - Lockheed Martin, CMC Esterline, Pratt & Whitney Canada, L-3 Wescam e CAE - investiram mais de 100 milhões dólares adaptar o T-6 usado para treinar todos os pilotos de asa fixa no os militares dos EUA, junto com outras nações, para uma nova missão: apoio aéreo luz.
Plucker disse que a longa associação com a aviação militar dos EUA pode ser parte da queda do AT-6, com a Força Aérea buscando uma aeronave que está "internacionalmente portátil."
Eles querem algo que não tem impressões digitais dos EUA, tudo sobre ele, dependendo de que parte do mundo acaba em ", disse Plucker. "Acho que foi parte do processo de pensamento, para ser franco."
Richard Aboulafia , analista do setor na Teal Group, disse uma vez que o Government Accountability Office recusou-se a revisar um desafio para o prêmio Embraer pela Hawker Beechcraft, é improvável que o tribunal federal irá ser influenciado. Ele também é cético isso equivale a um acordo de US $ 1 bilhão quando tudo estiver dito e feito, a menos que a Força Aérea decidiu "equipar a força aérea afegã inteira com estes."
"Eu acho que perder não seria o fim do mundo (para Hawker Beechcraft)," Aboulafia disse. "Você tem uma empresa que tem um problema com a receita e dívida ... a decisão por seus financiadores para ficar com ela vai depender de sinais de recuperação no mercado de jatos executivos, e não em um contrato por um par de formadores dúzia. "
Nessa frente, Aboulafia vê sinais de esperança - enquanto retorna a confiança do consumidor. O mercado de aviação executiva está nivelado com o dinheiro e demanda reprimida, disse ele.

Quais a novidades conhecidas do bombardeiro sucessor do B-2 nos EUA


O bombardeiro furtivo mais jovem ativo em os EUA faz 15 anos este ano, e os outros 19 B-2s na frota da Força Aérea estão quase cinco anos mais velhos. Enquanto isso, os sistemas de defesa integrados que enfrentam se tornaram muito mais sofisticados. Multi-radar estático, que agora é relativamente comum, é tão sensível que pode detectar de artesanato do stealth certo.Para ficar à frente dos sistemas de defesa como, a Força Aérea tem orçamentados 3,7 bilhões dólares ao longo dos próximos cinco anos para desenvolver um sucessor para o B-2 que podem ser ativa até 2020. Projetos reais do novo bombardeiro são classificados, mas alguns segredos já estão fora.
Patentes e propostas de oferta da Northrop Grumman, fabricante do B-2, sugerem que o novo bombardeiro será mais estreito do que o B-2, mas manter o desenho das asas familiares do vôo, o que reduz a reflexão de radar, minimizando bordas duras. Os engenheiros também estão testando novos tipos de radar de absorção de revestimentos que podem ser personalizados para sistemas de defesa individual. E assim uma imagem da próxima geração de bombardeiros furtivos está começando a emergir.

REVESTIMENTOS CUSTOM

A maioria dos revestimentos furtiva consiste de um radar de absorção de material, tipicamente uma forma de ferro, suspensa na pintura. Mas elas são pesadas (o que reduz a eficiência do combustível), precisa ser reaplicado com freqüência, e não absorvem todas as freqüências de radar. Ceno Technologies, uma empresa partículas ciência em Sanborn, Nova York, desenvolveu um revestimento mais leve, mais durável que utiliza ocos esferas de cerâmica, chamado cenosferas. Porque as esferas podem ser cobertos em prata de carbono, ou outros metais que absorvem comprimentos de onda ligeiramente diferentes de radar, o revestimento pode ser personalizado para enganar sistemas de radar específico.

SUAVE SHAPE

O B-2 tem dois semi-flush aberturas de entrada de ar, as arestas que podem refletir radar. Em um projeto visto em uma patente da Northrop Grumman, o bombardeiro nova tem quatro pequenos orifícios, em vez de dois grandes. As aberturas menores podem ser mais profundamente enterrado na ala, reduzindo a possibilidade de retornos de radar.

MAIS INTELIGENTE chamarizes

Para confundir os sistemas de defesa radar, o novo bombardeiro provavelmente carregam algo parecido com o Air Miniature Lançado Decoy feito pela Raytheon. Os drones modificada use refletores radar para criar-bombardeiro como assinaturas que desviar a atenção do homem-bomba real. O chamariz voar em um curso pré-programados para até 575 milhas e pode levar jammers radar para confundir ainda mais as defesas aéreas.

WING RETRACTABLE

Em um projeto da Northrop Grumman, engenheiros incluíram uma asa canard no nariz do avião, o que daria sustentação extra durante a decolagem e vôo, permitindo que uma pequena bomba para transportar uma carga mais pesada de armas. Porque suas linhas retas e ângulos duros refletiria radar, a ala canard provavelmente será projetada para dobrar nivelada com o corpo do homem-bomba como o artesanato vem dentro do alcance de sistemas de defesa.

Armas mais pesadas

O novo bombardeiro provavelmente terá uma única baia de armas, ao contrário das baías gêmeas na B-2. Ele ainda será capaz de transportar mísseis convencionais guiados por GPS JDAM, ogivas nucleares e até mesmo a nova 30.000 £, bunker-busting Ordnance Penetrator Massive, mas um compartimento único reduziria o custo de fabricação de preocupação-a importante para designers em um relativamente orçamento apertado.

Estados do Golfo se preparam para possível guerra EUA-Irã


Os Estados árabes que estão apenas a poucos quilômetros do Golfo do Irã estão observando, tensos, as perspectivas de uma guerra entre Teerã e o Ocidente, um conflito que nenhum deles deseja e que todos sabem que poderá arruinar suas economias. Esse temor real está levando os Estados ricos em petróleo a aumentar suas defesas enquanto esperam que a diplomacia possa prevalecer nas ambições regionais de Teerã e colocar um fim a seu preocupante programa nuclear.
"Nenhum Estado do Golfo quer a guerra, mas todos estão se preparando para a possibilidade que isso possa acontecer", afirmou o analista militar Riad Kahwaji. A tensão aumenta enquanto o Ocidente continua pressionando Teerã sobre seu programa nuclear e a União Europeia ameaça uma proibição total das importações de petróleo iraniano.
O Irã ameaçou fechar o estratégico Estreito do Ormuz - que liga o Golfo ao Mar Arábico e por onde passam 20% do petróleo mundial transportado pelo mar - se as vendas de petróleo forem bloqueadas. Os Estados Unidos, cuja Quinta Frota da marinha está baseada no Estado do Golfo de Bahrein, que está presente militarmente em um certo número de outros países, o que levou Teerã a dizer que não vai tolerar qualquer movimento.
Esses leais aliados de Washington serão empurrados para uma guerra com o Irã se Teerã os atacar, explica Kahwaji, que dirige o Instituto para o Oriente Médio e Análise Militar do Golfo (Inegma) com sede em Dubai. "O relógio está correndo e nós no Golfo não temos controle sobre isso", acrescentou o analista político kuwaitiano Sami al-Faraj em relação a um possível ataque israelense e americano contra o Irã.
Muitas vezes no passado, o Irã alertou que atacaria as instalações militares americanas nos Estados do Golfo Árabe no caso de guerra. Além da Quinta Frota, Qatar hospeda o Comando Central dos EUA, há cerca de 23 mil tropas americanas no Kuwait e cerca de 2 mil tropas militares dos EUA nos Emirados Árabes Unidos.
O site Mashreq, alinhado com as Guardas Revolucionárias do Irã, disse que os alvos no Golfo já foram escolhidos, de acordo com o jornal pan-árabe Al-Hayat. O primeiro-ministro catariano, o xeque Hamad bin Jassem Al-Thani, cujo país tentou, no passado, reduzir as lacunas entre Teerã e as nações do Golfo, disse que estas devem contribuir para resolver a crise.
"Eu acredito que todos nós temos um interesse em que não haja conflitos no Golfo", disse ele recentemente, acrescentando que os Estados do Golfo estão "naturalmente preocupados" com o aumento da tensão EUA-Irã. "Já vivemos conflitos militares e todos nós sabemos que não há vencedor nesses conflitos, especialmente para os países ao redor do Golfo", disse ele.
Além das ameaças externas, os Estados do Golfo têm que lidar com a ameaça das famosas células adormecidas que, suspeita-se, o Irã está espalhando pela região. "Ouvimos falar em medidas preventivas em muitos países para lidar das células adormecidas do Irã", disse Kahwaji. O desejo de evitar a guerra está acompanhado de outro, de conter a influência regional do Irã.
"Há agora duas posições no Golfo", disse Faraj. "Uma rejeita completamente recorrer à guerra a menos que seja imposta". "A segunda vê a necessidade de conter a interferência iraniana na Síria, Iraque, Líbano, Iêmen e Sudão e está ventilando a tensão sectária (no Golfo), apesar de não necessariamente através dos conflitos armados".
A segunda corrente tem se "tornado mais forte" recentemente, acrescentou. Faraj disse: "são os países do Golfo que sofrerão mais porque estamos ao alcance dos foguetes iranianos", observando, junto com Kahwaji que eles têm instalações de petróleo estratégicas e centros financeiros e de negócios em suas costas, próximas ao Irã.
O maior terminal petrolífero da Arábia Saudita de Ras Tanura, por exemplo, em apenas 180 km distantes da costa do Irã. Abu Dhabi, outro importante produtor de petróleo está longe apenas 220 km. Enquanto esperam, os Estados do Golfo estão aumentando as compras de material de defesa.
No mês passado, a Arábia Saudita assinou um acordo avaliado em US$ 29,4 bilhões para comprar 84 caças americanos F-15 e aprimorar outros 70 caças. Pouco depois, um acordo de armamento de US$ 3,48 bilhões dos Emirados Árabes veio à tona, incluindo o avançado antimíssil Terminal High Altitude Area Defense System (Thaad).
Em 2011, os Estados Unidos e a Arábia Saudita anunciaram um acordo de US$ 1,7 bilhão para reforçar as baterias de mísseis Patriot, enquanto o Kuwait comprou 209 mísseis por US$ 900 milhões.
AFP

Irã ordena câmeras em cibercafés e controle rígido dos usuários

O Irã planeja novas medidas para conter a liberdade dos usuários em navegar pela internet, incluindo regras que impõem uma vigilância rígida contra os cibercafés do país, em meio à pressão econômica exercida pelo ocidente, informou nesta sexta-feira a versão online do Wall Street Journal.Iraniana acessa a internet em cibercafé de Teerã, capital do Irã (foto de arquivo)
O país persa emitiu uma regulamentação que dá aos cibercafés iranianos 15 dias para instalar câmeras de segurança, coletar informações pessoais detalhadas dos seus usuários, bem como um documento com todo o histórico das páginas visitadas durante a conexão.
Até o momento, os cibercafés têm sido um refúgio não só para os ativistas, como também para outros iranianos que acreditam que a segurança dos computadores de suas casas já está comprometida.
Os usuários afirmaram que mais websites foram bloqueados nessa semana e novas barreiras foram colocadas para impedir o acesso às redes sociais. A conexão no país também apresentou uma piora.
A lentidão da rede, segundo o jornal americano, provavelmente tem ligação com a chegada de uma iniciativa iraniana de preparar uma espécie de "internet doméstica", que irá isolar os seus cidadãos do que eles classificam como ideologia ocidental e cultura anti-islâmica. A mídia estatal alertou que a piora na conexão se deu essa semana devido aos testes dessa intranet.
Um porta-voz da união de empresas de sistemas de computação afirmou que a internet aprovada pelo Estado será estabelecida em poucas semanas.
Esses movimentos representam as mais ousadas tentativas do Irã de controlar o fluxo de informação online - um tema persistente na política de Teerã desde que os ativistas usaram a internet para planejar e documentar protestos em massa contra as eleições supostamente fraudulentas que garantiram um segundo mandato a Mahmud Ahmadinejad em 2009.
A repressão da internet coincide com as eleições parlamentares iranianas, programadas para 2 de março. Partidos políticos reformistas já anunciaram que boicotariam a votação. Enquanto isso, o Irã enfrenta uma profunda pressão econômica.As sanções internacionais, impostas por países do ocidente devido ao controverso programa nuclear do país, provocaram um crescimento constante da inflação e uma queda do valor de sua moeda em 40% ante ao dólar desde dezembro.
As baixas do rial, moeda iraniana, ocorreram em parte pelas ameaças de sanções da União Europeia e a promulgação de outras pelosEstados Unidos contra o Banco Central e o petróleo do país, devido à suspeita de que o país persa produz armamentos nucleares. Essa crise piorou quando a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) divulgou um relatóriono qual afirmara, pela primeira vez, que o Irã trabalha para produzir armas nucleares.
Nas últimas semanas, o país também foi centro de uma confrontação com os EUA sobre o acesso às águas do Golfo Pérsico, pelo qual cerca de um quinto do petróleo usado no mundo é transportado. A tensão aumentou os temores da possibilidade de um confronto militar.Os ativistas no Irã e fora do país acreditam que com esses movimentos, o governo pretende semear o medo antes das eleições para evitar os protestos. O judiciário do país anunciou na semana passada que qualquer campanha para o boicote das eleições, feitas por redes sociais ou e-mail, seria considerada crime contra a segurança nacional.
Teerã não teceu, até o momento, nenhum comentário direto sobre as medidas. No entanto, a República Islâmica tem batalhado contra a influência da internet e tem tentado filtrar o acesso a sites, como pornografia ou mesmo moda. Desde 2009, autoridades iranianas ampliaram seu monitoramento da internet, criando até a Polícia Cyber, uma força-tarefa formada por vários braços da segurança, com cerca de 250 mil membros treinados.
Na semana passada, o governo teria dificultado o acesso a uma das maneiras que os usuários tinham de tentar entrar em páginas fechadas como o Facebook, Twitter e Youtube. Nas últimas semanas, o Irã também prejudicou sites populares - com maior índice de busca - e páginas pertencentes a políticos, entre outros.
As novas regras para os cibercafés, divulgadas pela Polícia Cyber e publicadas na quarta-feira em vários jornais do país, pedem que os clientes dos locais dêem seu nome completo, nome do pai, endereço, telefone e números de identificação nacional antes de entrarem na internet.
Os estabelecimentos devem instalar câmeras de segurança que permitirão ao governo combinar os usuários aos computadores que usam. Eles também devem recolher o histórico de navegação de cada usuário, incluindo os endereços de cada página visitada. Esses dados, juntamente às imagens de vídeo, devem ser guardados por seis meses.
O texto da regulamentação afirma que essas regras pretendem promover transparência e organização para os negócios realizados pela internet, e oferecer maior proteção contra abusos.

China adverte EUA contra 'demonstração de força' na Ásia


A mídia estatal da China reagiu nesta sexta-feira ao anúncio de que a Defesa dos EUA aumentará sua presença na Ásia e no Pacífico advertindo Washington a "não tentar demonstrar sua força" na região.
O alerta foi feito um dia depois de o presidente dos EUA, Barack Obama, ter anunciado cortes no orçamento do Pentágono que preveem - além de um corte drástico no tamanho das Forças Armadas - um redirecionamento na política de defesa dos EUA, incluindo o fortalecimento da presença militar do país na região da Ásia e do Pacífico.
Em editorial publicado nesta sexta-feira, a agência de notícias oficial Xinhua disse que a decisão de Obama pode aumentar a estabilidade e a prosperidade da região. Mas advertiu que o "militarismo americano" pode pôr em risco a paz.
'Ambiente pacífico'
A Xinhua afirmou ainda que uma presença maior dos EUA na região pode ajudar a China a garantir o "ambiente pacífico" que Pequim precisa para continuar com seu desenvolvimento econômico.
Mas acrescentou: "Ao aumentar sua presença militar na Ásia e no Pacífico, os EUA não devem tentar demonstrar sua força, já que isso não ajudará a resolver disputas regionais", afirmou a Xinhua. "Se os EUA aplicarem de forma indiscriminada seu militarismo na região, será como ter um touro em uma loja de cristais, e isso porá em risco a paz em vez de aumentar a estabilidade regional".
Segundo o analista de Ásia da BBC Charles Scanlon, a decisão americana de focar na Ásia não deve ter pego os líderes chineses de surpresa. Entretanto, para muitos em Pequim, a medida poderia parecer uma estratégia de contenção, com objetivo de coibir o crescimento da China.
O governo chinês não comentou o anúncio de Obama ainda de forma oficial.
No entanto, o jornal do Partido Comunista chinês "Global Times" disse que Washington não pode impedir a ascensão da China, e pediu que Pequim desenvolva armas de mais longo alcance, para deter a Marinha americana. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC. 

China precisa se afirmar militarmente apesar dos EUA, diz jornal


SUI-LEE WEE E SABRINA MAO - REUTERS
A China não deve se intimidar com a maior presença militar dos EUA na Ásia, disse um jornal chinês nesta sexta-feira, embora analistas e o próprio governo norte-americano digam que Pequim não tem nada a temer.
A nova estratégia de defesa dos EUA, anunciada oficialmente na quinta-feira pelo presidente Barack Obama, prevê uma redução no tamanho e no orçamento das suas forças militares, mas uma maior presença na Ásia. Pequim teme que o objetivo de Washington seja cercar a China e conter seu crescente poderio.
Na primeira reação chinesa à nova política dos EUA, o tabloide chinês Global Times disse que a China "pagará o preço" se recuar para agradar a Washington.
"É claro que queremos evitar uma nova Guerra Fria com os Estados Unidos, mas ao mesmo tempo devemos evitar abrir mão da presença de segurança da China na região vizinha", disse o jornal, que pertence ao Diário do Povo, órgão oficial do Partido Comunista chinês.
O Global Times tem uma inclinação nacionalista, e seus comentários não necessariamente refletem as posições do governo. Os ministérios da Defesa e Relações Exteriores não se pronunciaram sobre a nova política estratégica dos EUA.
Ao apresentar a nova política militar dos EUA, que reflete uma menor ênfase nos conflitos do Iraque e Afeganistão, Obama disse que "a maré da guerra está recuando", e o secretário norte-americano de Defesa, Leon Panetta, afirmou que as Forças Armadas precisam ser "menores e mais enxutas".
Fontes oficiais preveem uma redução de 10 a 15 por cento nos contingentes do Exército e do corpo de Marines na próxima década.
Os EUA dizem que pretendem colaborar com a China na busca por prosperidade e segurança na região, mas que continuará tratando de questões de segurança como o controle do mar do Sul da China, por onde circula um comércio anual de 5 trilhões de dólares. Há disputas territoriais envolvendo China, Taiwan, Filipinas, Malásia, Vietnã e Brunei na região.
Um oficial chinês da reserva disse, pedindo anonimato, que Pequim não se deixará intimidar pela nova estratégia norte-americana.
"Todos nós sabemos que a mudança na estratégia dos EUA não é um fato repentino", disse ele. "O lado chinês não verá isso como um desafio aberto. Nossa postura é sempre defensiva. Se não houver um ataque direto contra nós, não vamos mudar nossa estratégia... A China não procura fazer novos inimigos." 

Irã anuncia exercícios militares no Estreito de Ormuz



O Irã anunciou nesta sexta-feira que tem planos para realizar exercícios navais no Estreito de Ormuz no próximo mês, no mais recente de uma série de gestos de provocação realizados na mais importante via de transporte de petróleo do mundo, e no momento em que novas sanções ameaçam as exportações iranianas.
O contra-almirante Ali Fadavi, comandante naval da Guarda Revolucionária Iraniana, disse que as manobras no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz em fevereiro seriam diferentes dos exercícios anteriores, mas não deu maiores detalhes, segundo comentários divulgados pela agência semioficial de notícias Fars. "Hoje a República Islâmica do Irã tem o domínio total da região e controla todos os movimentos dentro dela", afirmou.
O Irã realizou um exercício de 10 dias que terminou na segunda-feira no estreito, que é a principal rota de exportação do petróleo do Oriente Médio.
Autoridades iranianas ameaçaram nas últimas semanas bloquear o Estreito de Ormuz se novas sanções prejudicarem as exportações de petróleo iranianas, e disseram nesta nesta semana que poderiam tomar medidas se um porta-aviões norte-americano passar pela região.
Reuters

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