sábado, 29 de outubro de 2011

Anti-ship missile system - SAAB RBS15 MK3

Após atrasos, EUA lançam satélite de observação

Após anos de atraso, um satélite de observação terrestre foi lançado no espaço nesta sexta-feira, 28, com a dupla missão de melhorar a qualidade da previsão do tempo e monitorar as mudanças climáticas.O foguete Delta 2, que levou o satélite da Nasa, levantou voo pouco antes das 3h (horário local) da região central da costa da Flórida. O satélite chegou a 800 quilômetros a altitude cerca de uma hora depois do lançamento.
A Nasa convidou um pequeno grupo de seguidores da agência no Twitter para assistir ao lançamento ocorrido de madrugada na base aérea de Vandenberg.
O satélite vai se juntar a outros que já circulam o planeta coletando informações sobre a atmosfera, oceanos e terra firme. O exemplar lançado hoje - que tem o tamanho de um pequeno SUV - é mais avançado, com quatro instrumentos novos que tem capacidade de fazer observações mais precisas.
Tim Dunn, diretor de lançamento da Nasa, disse no site da agência, que o voo "foi ótimo" e "há muita celebração no centro de controle agora". Dunn afirmou que o clima estava perfeito para o lançamento. O céu estava claro e havia pouco vento.
Os meteorologistas vão usar os dados para melhorar a previsão de furacões e outros fenômenos climáticos. Pesquisadores esperam conseguir compreender melhor mudanças climáticas de longo prazo.
Muitos dos satélites que orbitam a terra estão velhos e precisam ser substituídos. Os mais novos tem o objetivo fazer a ponte entre os atuais satélites e a nova geração que a Nasa está desenvolvendo no Agência de Pesquisa Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa, pela sigla em inglês).
O satélite, cujo projeto custou US$ 1,5 bilhão, deveria ter sido lançado em 2006, mas problemas durante o desenvolvimento de vários instrumentos provocou o adiamento.
Os engenheiros vão passar mais algum tempo verificando os instrumentos do satélite antes do início das operações. Construído pela Ball Aerospace & Technologies Corp. em Boulder, Colorado, o satélite deve permanecer em órbita por cinco anos.
As informações são da Associated Press.

Saiba mais sobre o projeto Inpe e Nasa estudam construir satélite juntos


  • Funcionários Hail NPP Lançador de Satélites

    Fri, 28 out 2011 10:55:34 GMT-0200

    Oficiais da NASA e NOAA felicitou o outro esta manhã após o lançamento bem sucedido da espaçonave NPP a bordo de um foguete Delta II a partir de Vandenberg Air Force Base, na Califórnia Ken Schwer, NPP Gerente de Projeto, deu início uma coletiva de imprensa nesta manhã cerca de três horas após a decolagem. Ele fará parte da equipe que começará a nave espacial verificado durante as próximas semanas para que ele possa começar a sua missão de observação da Terra. "Agora o futuro da central nuclear começa e estamos ansiosos para tocar NPP o resto do mundo", Schwer afirmou. A National Oceanic and Atmospheric Administration deverá usar os dados de NPP como parte de sua previsão do tempo. NPP vai "fazer a América uma nação mais tempo-pronto", disse Mary Glackin, vice-subsecretário da NOAA para Oceanos e Atmosfera. O NPP nave espacial foi lançada on-tempo at 5:48 am EDT.







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    A espaçonave NPP cabeças para o espaço em um Delta II.Imagem acima: Liftoff da central nuclear de bordo de um foguete Delta II em Lançamento Espacial Complex-2 em Vandenberg Air Force Base, na Califórnia Crédito da foto: NASA / Bill Ingalls imagem> Aumentar


    O Projeto NPOESS Preparatória (NPP), representa um primeiro passo crítico na construção de a próxima geração de observação da Terra sistema de satélite que irá coletar dados sobre as mudanças climáticas de longo prazo e as condições de tempo a curto prazo. NPP vai ampliar e melhorar os dados do sistema Terra registros estabelecidos pela Terra, da NASA, Observing System (EOS) da frota de satélites que proporcionaram uma visão crítica sobre a dinâmica do sistema Terra inteira: nuvens, oceanos, a vegetação, a Terra de gelo sólido, e atmosfera. A missão está programada para lançamento em 28 de outubro de 2011 em 02:48 PDT / 05:48 EDT, a partir de Vandenberg Air Force Base, na Califórnia. NASA Goddard Space Flight Center em Greenbelt, Maryland, é o gerenciamento de centrais nucleares para a Divisão de Ciências da Terra em Ciência da NASA Mission Directorate, Washington.



Nasa lança satélite para monitorar mudanças climáticas


SÃO PAULO - A agência espacial norte-americana (Nasa) lançou nesta sexta-feira, 28, o satélite do chamado Projeto Preparatório NPOESS (NPP, sigla que corresponde às palavras em inglês para o sistema de satélite ambiental com órbita polar). A decolagem de um foguete propulsor Delta II com o satélite foi realizada, como estava previsto, às 7h48 (de Brasília), da base aérea de Vandenberg na Califórnia.
Quando alcançar sua órbita, a cerca de 825 quilômetros da Terra, o satélite, avaliado em US$ 1,5 bilhão, empregará seus cinco instrumentos científicos em uma variedade de observações que ajudarão os meteorologistas em suas previsões e os cientistas que elaboram modelos do clima.
O satélite é a primeira missão a ter como objetivo coletar dados sobre a mudança climática da Terra e, também, sobre condições climáticas de curto prazo. Além disso, o NPP irá integrar todos os satélites de observação terrestre que a agência já lançou no passado (o chamado sistema EOS), criando uma ligação entre eles. Os cientistas esperam que o NPP traga uma melhor compreensão da mudança climática e seu impacto.
O NPP registrará dados das temperaturas na superfície dos oceanos e nas regiões terrestres do planeta, rastreará os níveis de ozônio e poeira atmosférica, medirá as mudanças na produtividade da vegetação e fará observações do gelo no mar, sobre terra e as geleiras no mundo todo.
Brasil. Na quinta-feira, 27, o Brasil assinou dois acordos de participação em missões de monitoramento terrestre. Um dos acordos formaliza a colaboração em uma missão para a medição das chuvas em todo o mundo, enquanto o outro inclui o Brasil na missão de análise da camada de Ozônio.
A missão GPM - de medição de precipitação - é realizada em parceria com a agência espacial japonesa (Jaxa) e pretende fornecer informações avançadas sobre as características das chuvas e da neve em todo o mundo, além de criar mapas 3D detalhados das estruturas de precipitação.
Já a Missão Cooperativa Ozônio usa instrumentos lançados de Maxaranguape, no Rio Grande do Norte, para estudar a concentração de vários elementos que constituem a atmosfera terrestre.

Paquistão testa novamente míssil (Stealth) com capacidade nuclear


O Paquistão testou nesta sexta-feira o míssil de cruzeiro Babur, com capacidade para levar ogivas nucleares, informou o Exército em comunicado no qual qualificou o teste como "bem sucedido".
O projétil, também conhecido como Hatf-VII, voa à baixa altura e tem um sistema para evitar sua detecção por radares. O alcance do míssil é de 700 km, segundo o Exército, que garantiu que o teste servirá para "consolidar a capacidade de dissuasão estratégica" e fortalecer a segurança nacional.
O Paquistão já havia testado o mesmo míssil neste ano, mas desta vez o projétil foi disparado de um veículo que simulou uma plataforma de lançamento móvel. Estes tipos de testes são frequentes tanto no Paquistão como no país vizinho, a Índia, outra potência nuclear.

Marinha do Brasil adia submarino nuclear

A Marinha do Brasil adiou mais uma vez o cronograma de conclusão do primeiro submarino nuclear brasileiro. Desta vez, para 2022/2023. Após fase de testes de mar e todas as avaliações técnicas, sua entrada em operação no oceano é prevista para 2025. As novas datas foram divulgadas ontem pelo comandante do Material da Marinha, almirante-de-esquadra Arthur Pires Ramos, durante visita do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), ao Centro Experimental Aramar, na cidade de Iperó, a 15 quilômetros de Sorocaba. Desde a década de 1980, quando Aramar foi inaugurado (8 de abril de 1988), a Marinha trabalhou com sucessivas datas para a conclusão do submarino: 1995, 2000, 2005, 2006 e 2007. ( Nota DefesaNet - Em ARAMAR é construído o reator nuclear gerador de energia elétrica para a propulsão do SN-BR).

Nos últimos anos, a projeção tinha sido estendida para 2020 e 2021. Em relação ao novo período, são trinta anos de atraso no cronograma do submarino. "Eu não só acredito, como tenho certeza de que (o submarino) vai sair do papel", disse Ramos. Temer, quando perguntado sobre quando acredita que o País terá o submarino nuclear em funcionamento, declarou: "Se Deus quiser, dois mil e logo. Quanto mais nós investirmos nessa tecnologia e nesse desenvolvimento, tanto melhor para o Brasil."

O diretor-geral do Material da Marinha (setor ao qual Aramar é vinculado e que cuida de submarinos, porta-aviões, aeronaves, navios de superfície) acrescentou: "Todo o processo de pesquisa e desenvolvimento envolve um grande risco. Tudo o que é pesquisado, a pesquisa de ponta pode dar certo e pode não dar certo, é inerente à pesquisa. E como esse empreendimento é típico de pesquisa e desenvolvimento, podem ocorrer eventualidades não previstas. Entretanto, o nosso projeto já ultrapassou o ponto de não retorno. Ele agora vai até o fim. E certamente os processos que já estão dominados levarão ao ciclo do combustível completo e ao desenvolvimento e construção do submarino". Ramos deixou claro que a visita de Temer a Aramar traz ao empreendimento o "prestígio" que ele representa e isso, na sua expectativa, poderá acelerar o programa nuclear da Marinha.

Atualmente, Aramar atravessa "uma ocasião favorável" e "a pleno vapor", segundo definições de Ramos, por conta de recursos anunciados pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2007 e que são da ordem de R$ 1,040 bilhão num período de 8 anos -- o equivalente a repasses em torno de R$ 135 milhões ao ano. Ramos disse que "em princípio" não há intenção de pedir recursos adicionais ao governo federal, "a menos que se deseje acelerar ainda mais o programa (Aramar)". Esclareceu que a "agilização" do programa nuclear da Marinha não diz respeito apenas a recursos financeiros: "Nós temos que ter capacitação, é um projeto de ponta, é a fronteira do conhecimento e nós precisamos de capacitação, gente capacitada, para poder agilizar cada vez mais."

O submarino será um gigante de 9.200 toneladas e 110 metros de comprimento. O programa nuclear da Marinha para atingir esse objetivo foi iniciado em 1979, pelas mãos do vice-almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, atualmente na reserva, até 2010 consumiu recursos da ordem de US$ 1,4 bilhão. Para a conclusão do programa, segundo a Marinha, são necessários investimentos de mais R$ 1,3 bilhão.
 
"Impressionadíssimo"
 
Após chegar em Aramar às 11h05, Temer ouviu uma exposição sobre o programa nuclear da Marinha. Terminado esse primeiro contato, em entrevista coletiva, ele disse: "Fiquei impressionadíssimo com a exposição que acabaram de fazer. O avanço tecnológico brasileiro é uma coisa extraordinária." Ele acrescentou que não conhecia Aramar, este era um velho sonho e adiantou que sairia dali "sensibilizado": "Isto pode fazer com que nós venhamos advogar um pouco a causa, que é dos recursos para esse projeto, não tem dúvida disso. Saímos daqui com a convicção de que nós vamos trabalhar nessa direção". Sobre se a Marinha pediu mais recursos além do que tem recebido, o vice-presidente disse: "Pelo que eu ouvi da exposição é claro que os recursos adicionais são sempre bem-vindos e são sempre pleiteados. A Marinha não chegou a pedir, mas sugeriu (recursos adicionais)."

Temer admitiu que o programa de produção de um submarino nuclear também fortalece a soberania brasileira. Ele informou que "concretamente" o governo vai investir muito na área de ciência e tecnologia, independentemente das necessidades em outros programas para serem enfrentados, o que inclui questões sociais. Na sua análise, o setor de reatores nucleares exige mão de obra qualificada e especializada: "Nesse quadro de reatores nucleares não há dúvida de que ela (mão de obra) é especializadíssima."

Ramos afirmou que Aramar traz uma série de benefícios à população: "Benefícios sociais, do tipo aumento da demanda por empregos, aumento da riqueza da região, e traz também benefícios indiretos como isótopos para a medicina, projetos de qualidade em meio ambiente, enfim, a população certamente é beneficiada com a presença do projeto nessa região." Ao chegar em Aramar, Temer tinha programação para ficar ali até 15h. Desembarcou no aeroporto de Sorocaba e seguiu de helicóptero para Aramar. Estava acompanhado do comandante da Marinha, Julio Soares de Moura Neto, dos deputados federais Gabriel Chalita e Edinho Araújo, ambos do PMDB, e do ex-prefeito de Sorocaba e ex-deputado federal Renato Amary (PMDB).

O vice-presidente visitou em Aramar as seguintes unidades: Oficina Mecânica de Precisão (Ofmepre), Usina de Hexafluoreto (Usexa), Laboratório de Teste da Propulsão (Latep), Oficina Mecânica de Equipamentos (Ofmeq) e o Laboratório de Enriquecimento Isotópico (LEI).

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