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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Bravata nacional

Como, um pais pode ter missil ANTI RADAR Que vc nuca ver nais asa dos avião..ê maís -aeroeletronica empresa que fornece sistema de utima geraçao e ISRAELENSE  eles jamais fornecera tecnologia definitiva para os F5M  poque nois mesmo não temos ha tecnologia mais uma bravata nacional   VEJA TM ASTRO DA AVIBRAS, ele.. nuca saiu do papel  vcs, sebens porque ERA BRAVATA- ha avibras não tinha ha tecnologia do missil de cruzeiro agora sim eles tem ha tecnologia quen saber do paquistão do MISSIL DE CRUZEIRO BABU-2- mais ha união da AVIBRAS com ha MECTRON permitil o seu desivovimento na verdade o missil de cruzeiro pode vir em varias versão AR TERRA Ê TERRA AR Ê MAR Ê TERRA O RAFALE, tem HA TECNOLOGIA.. que o BRASIL- QUER  não da para ficar neste, JOGO DE LENGA LENGA  POQUE FINAMENTE FABRICAREMOS NO BRASIL com tecnologia nacional, ate mesmo vant. nacional ,como o falçao da avibras

IAE participa de treinamento de pilotos da Marinha

Equipes da Divisão de Sistemas de Defesa (ASD) do IAE, do Grupo Especial de Ensaios em Voo (GEEV) do DCTA e da Marinha do Brasil realizaram, ao longo da primeira quinzena de julho, a Operação Falcão 2010, uma missão de treinamento envolvendo ações de segurança, de manuseio e de preparo de artefatos bélicos, além da prática no lançamento, em particular, de mísseis e alvos aéreos.




O repasse das experiências, em Natal, incluiu trabalhos em solo realizados com novos pilotos do Esquadrão VF1, responsáveis pela operação das aeronaves A4 (Skyhawk). Diversas situações de emergência foram simuladas durante a operação de lançamento, com destaque para simulações que envolveram o retorno de uma aeronave com falha de disparo do míssil; um acidente no pouso com míssil preso à aeronave e com míssil solto na pista; e uma possível explosão envolvendo a própria aeronave.



Após o preparo dos artefatos (mísseis e alvos-aéreos) e a sua instalação nas aeronaves, ações de rastreamento, via radar Adour, foram realizadas no mesmo local. A atividade também incluiu o treinamento para a preparação e montagem dos mísseis nas aeronaves, assim como a instalação do Sistema de Lançamento de Alvos (SLA), sistema projetado pela Divisão de Sistemas Aeronáuticos (ASA), na aeronave de lançamento.



Imagens de interceptação do alvo aéreo pelo míssil foram captadas pela equipe da Subdivisão de Ensaios (ASD-E), sob a coordenação da Divisão de Operações do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), sob um ponto de observação neste mesmo local. A visualização perfeita do momento de interceptação e destruição do alvo pelo míssil foi obtida a partir de equipamentos de alta velocidade digital, exercendo impacto direto sobre a análise da operação.



O trabalho de captação de imagens dos disparos do míssil, obtido a partir de câmeras instaladas na aeronave (prova e paquera) pela equipe de instrumentação da ASA e do GEEV, permitiu avaliar toda a cadeia de eventos que constitui o processo de disparo, também servindo de subsídio para o reforço da doutrina seguida pelo esquadrão VF1 da Marinha.



A coordenação e o controle executados pela equipe da ASD para o adestramento dos pilotos, em um trabalho coeso e participativo entre todas as equipes da Marinha do Brasil e o excelente trabalho de instrumentação realizado pela equipe da ASA e do GEEV, demonstraram o sucesso da Operação Falcão 2010. Um trabalho conjunto que, além de resultar no aprimoramento do grupo da Força Aérea, levou ao perfeito refinamento das ações nas diversas atividades técnicas desenvolvidas.

Avibras fará sistema de lançamento de foguetes

SÃO PAULO -




O Comando do Exército e a Avibras Aeroespacial vão desenvolver, em programa conjunto, o sistema Astros 2020, próxima geração do bem-sucedido Astros, conjunto lançador de foguetes de artilharia de saturação.



No novo conceito, a arma passa a incorporar um míssil de cruzeiro com alta precisão e alcance de 300 quilômetros, o AV-TM e munições com maior poder de fogo. O principal avanço todavia é na área eletrônica, toda digital.

TM- ASTRO MATADOR


O investimento no projeto está estimado em R$ 1,2 bilhão, distribuído ao longo de seis anos.



A parceria com o Exército implica aprovação técnica, mas não financeira. A questão do dinheiro será levada hoje ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim. Guido Mantega, da Fazenda, deve participar.



O programa é vital para a Avibras. Segundo um relatório a que o Estado teve acesso, sem a encomenda e sem recursos em caixa seria necessário demitir cerca de 600 funcionários da empresa e, na rede de fornecedores, os cortes atingiriam até 1.800 vagas. A carteira internacional, envolvendo países como a Arábia Saudita, Malásia, Catar e Colômbia – todos usuários do Astros II – seria posta em risco pela descontinuidade no atendimento. Há novos negócios em andamento na África, na Ásia e no Oriente Médio.



O presidente da empresa, Sami Hassuani, afirma que "as Forças estrangeiras que empregam o Astros têm acompanhado o desenvolvimento do míssil AV-TM e sinalizado seu interesse – pelas nossas avaliações, essas vendas, combinadas com o pacote de modernização tecnológica necessária, podem chegar a cerca de US$ 2 bilhões". A expectativa de novas encomendas nas regiões onde a indústria brasileira de defesa trabalha bate em US$ 3 bilhões ao longo dos próximos dez anos.



A disposição do governo é a de firmar com a Avibras um acordo comercial de 60 meses para aquisição de produtos. Isso vai permitir que o grupo negocie garantias bancárias para manter suas operações.



Sindicato



O movimento da organização recebeu o apoio do Sindicato dos Metalúrgicos. O presidente Vivaldo Moreira Araújo revela sua preocupação "com a manutenção do emprego e da qualificação profissional dos trabalhadores da Avibras, que já foi penalizada pela burocracia do governo no passado recente", uma referência aos 12 meses que a companhia esperou pela emissão das cautelas exigidas por uma exportação para a Malásia no valor de 212,5 milhões. Por causa da lentidão, a corporação entrou em regime de recuperação judicial. As entregas foram concluídas em junho, junto com um lote de munições e componentes destinados ao exército do Catar.



A Avibras está virando sócia do governo federal. O grupo, de São José dos Campos, terá a participação do sistema financeiro da União na proporção de 15% a 25% na forma prevista na Lei n.º 11941/09, por meio da conversão das dívidas. Sami Hassuani garante que "as contas estão em dia; todos os compromissos trabalhistas foram quitados e, da mesma forma, a dívida com os fornecedores – o balanço fechou em azul".



O faturamento do grupo formado cresceu. Foi de R$ 60 milhões em 2007, bateu em R$ 250 milhões em 2009, "e tem potencial para chegar aos R$ 500 milhões até dezembro", segundo Hassuani. O Astros 2020 é muito avançado. O painel é digital, a navegação é operada por GPS e sinais de satélite, a central de comunicação, criptográfica. "Trata-se de um conceito novo, sustentado pelo conhecimento já adquirido", explica Hassuani. "Ele vai se integrar com o míssil de cruzeiro AV-TM, de 300 quilômetros de alcance, na etapa de testes e certificação", explica ele, para quem "o empreendimento vai permitir ao Exército atuar de forma integrada com a defesa antiaérea, criando um meio de uso comum para as plataformas, os caminhões, parte dos sensores eletrônicos e os veículos de comando".

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