domingo, 29 de novembro de 2009

Pak-fa T-50-O BRASIL Ê RUSSIA TERIA ACORDO PARA O DESENVOVIMENTO DO.... T50 PAK FA SERIA SECRETA, A PARTISIPASÂO... BRASILEIRA O convénio também prevê a possibilidade de o Brasil vir a cooperar com a Rússia no co-financiamento e desenvolvimento tecnológico em campos que vão da cibernética ao desenvolvimento de sistemas de navegação por satélite.




A Rússia tem planos para desenvolver uma aeronave de quinta geração, conhecida como PAK-FA, capaz de competir com aeronaves norte-americanas como o F-22 ou o F-35 (o primeiro dos quais já está operacional nos Estados Unidos, tendo voado pela primeira vez há dez anos atrás).

O desenvolvimento da aeronave russa tem enfrentado vários problemas e a sua implementação já foi posta várias vezes em causa.

Além da Rússia, também a Índia estará interessada no desenvolvimento de uma aeronave de quinta-geração.



Os planos do ministro Mangabeira Unger, no sentido de criar no Brasil industrias de tecnologia avançada que podem ter aplicações no campo militar, constituem uma aposta estratégica do Brasil, para a primeira metade do século.



A participação em projectos de alta tecnologia foi apontada pelo próprio ministro Mangabeira como uma necessidade estratégica do Brasil, mas em declarações relacionadas, o próprio ministro afirmou que o objectivo brasileiro era o de obter independência tecnológica que lhe permitisse desenvolver os seus próprios sistemas.



É no entanto importante frisar que nenhuma informação sobre qualquer escolha de aeronave foi revelada ou sequer sugerida por nenhuma entidade ligada ao ministério brasileiro da defesa ou à Força Aérea Brasileira, o que pode levar a crer que a notícia não está directamente ligada a qualquer decisão político-militar a curto ou médio prazo quanto a futuros sistemas de armamentos a incorporar pelas forças armadas brasileiras.



A divulgação das notícias por parte de um ministro não relacionado com a área militar, leva a considerar que o que estará no futuro em causa, é a possibilidade de o Brasil participar no desenvolvimento de tecnologias que serão aplicadas aos futuros caças russos, como o PAK-FA, mas que o interesse brasileiro estará nas tecnologias e não nas aeronaves russas propriamente ditas.



Esta possibilidade é condizente com os objectivos estratégicos divulgados pelo próprio ministro brasileiro.

FX-02 TERIA SOPORTE COM O RAFALE... DOS, FRANCES PARA A VERSÂO BRASILEIRA DO PAK FA-T-50

sábado, 28 de novembro de 2009


O Tor é uma arma cara. Uma bateria completa, com quatro lançadores, um veículo de comando, carros de apoio, logística e mísseis não sai por menos de US$ 300 milhões (R$ 520 milhões). Mas como a tradicional anemia orçamentária militar brasileira está numa fase de reversão, envolvidos no processo acreditam que o dinheiro poderá aparecer via créditos adicionais ou financiamentos de longo prazo a serem incluídos no Orçamento. No projeto de lei do Orçamento enviado ao Congresso, só R$ 640 milhões dos R$ 24 bilhões destinados ao Comando do Exército são para investimentos.




O exemplo mais recente dessa reversão foi o acordo militar com a França, no qual o Brasil comprará submarinos e helicópteros de Paris a um custo de mais de R$ 22,5 bilhões.



Está na reta final também o negócio para a aquisição dos novos caças da FAB, 36 unidades a cerca de R$ 10 bilhões. Novamente, aqui os franceses com seu Rafale são os escolhidos pelo governo, como disse novamente ontem o ministro Nelson Jobim (Defesa) -embora os concorrentes sueco e americano ainda tentem reverter a decisão política.



Do ponto de vista militar, dependendo de sua alocação, o sistema de mísseis mudaria o patamar de defesa aérea do Brasil, embora não altere o balanço estratégico regional. U-ma dúzia de países usa modelos Tor. A Venezuela comprou 12 unidades duma versão anterior à oferecida ao Brasil, o Tor-M1, cujos primeiros lançadores serão entregues em 2010. O Chile já opera há mais tempo um sistema menos capaz, francês, para proteger suas bases aéreas.



Politicamente, há possibilidade de uma eventual compra transformar-se em mais um capítulo dos assuntos espinhosos a serem tratados com os EUA.



No estágio inicial da licitação dos caças, um dos motivos que desclassificou o russo Sukhoi foi uma pressão velada de Washington, que não gostaria de ver um mercado de armas de Moscou montado na região -por conta de embargo americano, o venezuelano Hugo Chávez comprou bilhões de dólares em armas da Rússia. De todo modo, o Brasil fez posteriormente um negócio com os russos, comprando helicópteros.



Uma venda recente de modelos Tor-M1 para o Irã foi duramente criticada pelos EUA. O sistema pode dissuadir um ataque com aviões de Israel a centrais nucleares iranianas.



Mesmo que tenha sido discreto sobre as intenções do Exército, o general Mayer deu a senha sobre os interesses na negociação. “O problema desses sistemas é que eles se desatualizam rapidamente”, disse, defendendo a necessidade de dominar novas tecnologias.



E citou também a China como país promissor no campo de defesa antiaérea. Jobim acaba de voltar de uma viagem ao país asiático justamente para discutir parcerias militares.

RIO DE JANEIRO – Após o anúncio da compra de caças para a Aeronáutica e de submarinos para a Marinha, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou hoje que o presidente Lula autorizou o início da fabricação de 3 mil novos veículos blindados de transporte para o Exército. “O presidente autorizou o início do projeto inicialmente chamado Urutu III, agora rebatizado Guarani, que vai substituir todo o sistema de mobilidade do Exército”, disse Jobim, após participar no Rio da troca do Comando de Operações Navais no Porta Aviões São Paulo.




De acordo com o ministro, serão investidos na construção dos Guaranis R$ 6 bilhões ao longo de 20 anos. Os veículos serão construídos pela fábrica Fiat Iveco, em Sete Lagoas, Minas Gerais. A licitação foi vencida em 2007. Em abril, a fabricante apresentou uma maquete em tamanho real da viatura blindada na Feira Latin America Aero & Defense (LAAD), no Rio. O motor e 60% dos componentes serão nacionais para diminuir o custo de produção.



A previsão da Iveco é que a primeira unidade fique pronta em 2010 e que 16 veículos sejam testados até 2011. Os exames serão realizados no Centro de Avaliações do Exército (CAEx), localizado em Barra de Guaratiba, na zona oeste do Rio. Os testes vão examinar a durabilidade do veículo, ergonomia e a blindagem estrutural para saber se o Guarani suporta explosões de minas terrestres, por exemplo.



Comparado ao EE-11 Urutu, modelo em uso hoje pelo Exército, o Guarani traria vantagens como proteção blindada superior, maior mobilidade, maior capacidade de transposição de trincheiras, maior capacidade de degrau vertical, ar condicionado, sistema de freio com disco duplo e ABS, GPS, sistema automático de extinção de incêndio e de detecção de laser.
O BRASIL PODERIA FAZER PARCERIA INDUSTRIAL COM A RUSSIA NO DESENVOLVIMENTO DO CAÇA DE QUINTA GERAÇÃO COM A RUSSIA .DEIXANDO FRÃNCESES , AMERICANOS E SUECOS ,PARA TRÁSSegundo os russos, a resposta é positiva, pelo menos é o que foi prometido na MAKS 09. O desenvolvimento de uma versão biplace é um exigência da Índia, que também faz parte do programa de desenvolvimento do caça de 5ª geração.




O que intriga é que até agora nenhuma foto de um possível protótipo vazou, apenas concepções artísticas

O primeiro voo do X-47B “Unmanned Combat Air System Demonstrator” deve ocorrer no segundo trimestre de 2010 e não mais em 2009, como planejado. O voo acontecerá na Base Aérea de Edwards.




O Naval Air Systems Command e a Northrop Grumman continuam fazendo os testes pré-voo para garantir a prontidão da aeronave para seu primeiro voo. Planeja-se os testes de táxi de baixa velocidade ainda em dezembro de 2009.



O X-47B será o primeiro avião não-tripulado a jato operado a bordo de um navio-aeródromo. A aeronave irá demonstrar as capacidades de longo alcance, furtividade e segurança para operar em NAe, além de reabastecimento em voo para missões de duração ultra-longa.

sábado, 21 de novembro de 2009

FINAMENTE, RAFALE Ê VERDE Ê AMARELO 36 RAFALE PARA FAB VENCEU O CAÇA RAFALE-
AMX-A1 COM PODES DA RAFAL
As fotos divulgadas no site da “Operação Laçador”, mostram jatos A-1 da FAB equipados com o “pod” Rafael Litening, no pilone ventral. Esta seria a primeira vez que uma aeronave da FAB aparece com tal equipamento.
morcego negro-br-55 vant aviâo aereo naô tripulado-
progento proprio

sábado, 14 de novembro de 2009

http://www.jardineiro.net/br/geral/listao.php

A manutenção do jardim de um condomínio pode sair mais barato do que se imagina. Sem dúvida nenhuma que ao deixar o jardim abandonado, algumas plantas podem-se perder, o mato pode tomar conta do gramado e dos canteiros, entre outros problemas.




Uma manutenção mensal para um jardim com aproximadamente 500m², sai por volta de R$ 250,00 a R$ 300,00 (dependendo das espécies utilizadas). Uma reforma nesta mesma área pode chegar a R$ 3.000,00, sem contar que após a reforma, obrigatoriamente será necessária a manutenção.



O jardim deve ser regado de duas a três vezes por semana intercalando os dias e de maneira uniforme. Recomenda-se aquele bico para mangueiras, estilo "chuveirinho".



Zelador e faxineiros também podem dar uma mãozinha, retirando os matos que crescem rapidamente e recolhendo as folhas secas.





Foto: Catarina AmorinA grama Esmeralda é muito comum em jardins de condomínios, assim como as Azaléias, Moréias, Pingo de Ouro entre outras. Plantas como algumas Bromélias e Palmeiras requerem alguns cuidados e devem até ser evitadas, por terem alguns espinhos, podendo ferir seriamente, principalmente crianças.



Os moradores também podem colaborar, para manter o jardim sempre bonito, não jogando lixo no jardim, não pisoteando a grama e demais plantas e etc.



Colaborador: Thiago Anderson
A CARA DO JARDINEIROListão de Plantas


Por Nome Popular:

ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ



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Por Nome Científico:

ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ



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Por Família Botânica

Acanthaceae

Actinidiaceae

Adoxaceae

Agapanthaceae

Agavaceae

Aizoaceae

Alliaceae

Alstroemeriaceae

Amaranthaceae

Amaryllidaceae

Anacardiaceae

Annonaceae

Apiaceae

Apocynaceae

Araceae

Araliaceae

Araucariaceae

Arecaceae

Aristolochiaceae

Asclepiadaceae

Asparagaceae

Asphodelaceae

Aspleniaceae

Asteraceae

Balsaminaceae

Begoniaceae

Berberidaceae

Bignoniaceae

Bixaceae

Boraginaceae

Brassicaceae

Bromeliaceae

Buxaceae

Cactaceae

Calceolariaceae

Campanulaceae

Campanulacear

Cannaceae

Caprifoliaceae

Caricaceae

Caryocaraceae

Caryophyllaceae

Cleomaceae

Clusiaceae

Colchicaceae

Combretaceae

Commelinaceae

Convolvulaceae

Crassulaceae

Cucurbitaceae

Cupressaceae

Cycadaceae

Cyperaceae

Davalliaceae

Dicksoniaceae

Droseraceae

Elaeagnaceae

Equisetaceae

Ericaceae

Euphorbiaceae

Fabaceae

Fagaceae

Fumariaceae

Gentianaceae

Geraniaceae

Gesneriaceae

Goodeniaceae

Gunneraceae

Hamamelidaceae

Heliconiaceae

Hemerocallidaceae

Hyacinthaceae

Iridaceae

Juncaceae

Lamiaceae

Lauraceae

Laxmanniaceae

Lecythidaceae

Liliaceae

Lythraceae

Magnoliaceae

Malpighiaceae

Malvaceae

Marantaceae

Melanthiaceae

Melastomataceae

Moraceae

Musaceae

Myrsinaceae

Myrtaceae

Nyctaginaceae

Nymphaeaceae

Ochnaceae

Oleaceae

Onagraceae

Orchidaceae

Oxalidaceae

Paeoniaceae

Pandanaceae

Papaveraceae

Passifloraceae

Phyllanthaceae

Piperaceae

Pittosporaceae

Plantaginaceae

Plumbaginaceae

Poaceae

Podocarpaceae

Polemoniaceae

Polygonaceae

Polypodiaceae

Pontederiaceae

Portulacaceae

Primulaceae

Proteaceae

Pteridaceae

Ranunculaceae

Rhamnaceae

Rosaceae

Rubiaceae

Ruscaceae

Rutaceae

Salicaceae

Salviniaceae

Sapindaceae

Saxifragaceae

Scrophulariaceae

Selaginellaceae

Solanaceae

Strelitziaceae

Theaceae

Tropaeolaceae

Urticaceae

Verbenaceae

Violaceae

Vitaceae

Zingiberaceae
É bastante freqüente o número de leitores que enviam dúvidas a respeito de Cicas (Cycas revoluta). Os problemas são diversos, muitas vezes envolvem pragas, doenças, carências ou excessos de adubos e irrigação. Estas injúrias geralmente acarretam em sintomas foliares, e o diagnóstico correto pode ajudar a corrigir o problema e salvar sua Cica.




Por este motivo, resolvi fazer um breve resumo dos problemas mais freqüentes das Cicas e suas causas:



Pontos brancos ou amarelos nas folhas, escamas cerosas ou algodonosas, teias finas. Causa: Cochonillhas, aranha-vermelha ou fungos (Alternaria ou Cercospora). É um dos problemas mais freqüentes em Cicas, geralmente é causada por excesso de regas, combinada com falta de luminosidade e drenagem deficiente.

Folhas com extremidades amarronzadas ou queimadas. Causa: Ventilação insuficiente. Mude a planta para um local mais ventilado.

As folhas perdem a cor e secam. Causa: Falta de luminosidade, frio ou excesso de umidade.

Folhas com extensas manchas descoloridas. Causa: Congelamento por geadas, neve ou frio intenso. Neste caso é melhor prevenir, protegendo a planta com mantas ou plásticos. A planta emitirá novas folhas saudáveis na primavera e verão.

Folhas jovens e brotações novas amarelando. Causa: Adubação em excesso ou substrato muito pobre em nutrientes.

Folhas adultas, inferiores, amarelando. Causa: Adubação ou irrigação demasiada.

Queimaduras nas folhas. Causa: Mudança muito brusca de luminosidade e umidade. Geralmente quando a planta sai de um viveiro sombreado ou de ambientes internos e a colocamos sob sol pleno. Agroquímicos aplicados sob sol quente também podem provocar queimaduras nas folhas.

Pequenas manchas amarelas e extremidades das folhas secas. Causa: Carência de potássio (K). Neste caso convém aplicar uma suplementação com cinzas (sem sal) ou adubos químicos ricos neste elemento.

Folhas jovens retorcidas. Causa: Falta de luminosidade.

Folhas jovens retorcidas e folhas velhas com pontos brancos e pretos. Causa: Doença viral – nepovírus (mosaico). Não há cura.

Escamas do tronco caindo, bolinhas cor-de-café pulvurulentas no tronco. Causa: Ataque de cupins. A aplicação de inseticidas específicos nos túneis, seguido de ensacamanto da planta (impede que os cupins fujam e auxilia na ação do produto).

As Cicas também não apreciam regas por aspersão nas folhas. O ideal é que se regue apenas a terra no entorno da planta e sempre se espere secar bem entre as regas, pois é uma planta de clima seco e muito sensível ao excesso de umidade.



Um diagnóstico preciso somente poderá ser realizado por um engenheiro agrônomo, assim como a melhor recomendação para solucionar o problema.
LINDA PISCINA AGUATICA

Nome Científico: Agapanthus africanus


Sinonímia: Crinum africanum

Nome Popular: Agapanto, Agapantus

Família: Agapanthaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: África do Sul

Ciclo de Vida: Perene

O agapanto tem o jeitinho da serra. Tolerante a baixas temperaturas de inverno, nos presenteia com belas e globosas inflorescências com flores brancas ou azuis, dependendo da variedade. As inflorescências são muito duráveis e possuem hastes bastante longas tornandoas excelentes para o uso como flor-de-corte.



Deve ser cultivada a pleno sol ou a meia sombra, com regas regulares. No paisagismo podemos formar belos maciços e bordaduras, em solo bem preparado. Multiplica-se pela divisão das mudas que se formam na base da planta.
Nome Popular: Mancha-parda, Mancha-marrom, Mancha-foliar
Nome Científico: Vigna caracalla


Sinonímia: Phaseolus caracalla

Nome Popular: Caracala, Trepadeira-caracala, Trepadeira-caracalla, Flor-concha

Família: Fabaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: América Tropical

Ciclo de Vida: Perene

A caracala é uma trepadeira perene, leguminosa, volúvel e tropical, com belíssimas flores exóticas e suavemente perfumadas, porém ainda pouco conhecida e difundida. O nome caracala significa que vem de Caracas, na Venezuela. Da mesma família da ervilha, essa trepadeira de textura herbácea é capaz de crescer de 6 a 8 metros em condições ideais de cultivo. Suas folhas são trifoliadas, alternas, longo pecíoladas, com folíolos ovalados, acuminados, glabros, de cor verde e com margens inteiras. A floração ocorre no primavera, verão e outono. As flores são papilionáceas, sustentadas em cachos pendentes. Eles variam do branco, verde ao amarelo com pétalas arroxeadas a róseas, em surpreendentes degradées. A pétala superior é ovalada e a inferior é fortemente curvada, como uma conha de caracol. As flores produzem néctar abundante e são atrativas para abelhas. Os frutos são vagens cilíndricas, alongadas e esverdeadas.



Vigorosa e de rápido crescimento, a caracala é uma opção perfeita para cobrir caramanchões, pérgolas, treliças, arcos, cercas, árvores e tantos outros suportes no jardim. Também pode ser plantada em vasos, desde que lhe seja oferecido suporte. Curiosidade: A caracala era uma das plantas preferidas de Thomas Jefferson, ex-presidente dos Estados Unidos, que a cultivava no Palácio Monticello.



Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Planta tipicamente tropical, aprecia o calor e a umidade. Não tolera o frio ou geadas. Em países de clima temperado deve ser protegida em interiores ou casas de vegetação no inverno. Mesmo assim, ela pode perder as folhas no período frio, mas volta a brotar na primavera. Também pode ser cultivada sob meia-sombra, mas neste caso a floração é reduzida. Multiplica-se por estaquia, alporquia ou por sementes, que necessitam quebra de dormência, através de lixamento da casca e imersão em água por dois a três dias.

Destaques


Capuz-de-freira (Phaius tankervilleae)Informações Botânicas, Jardinagem e Paisagismo


Destaques

Capuz-de-freira (Phaius tankervilleae)

03/11/2009



O capuz-de-freira é uma orquídea terrestre, nativa de regiões tropicais da Ásia e Oceania, em locais de até 1300 metros de altitude, pantanosos e úmidos. Ela apresenta pseudobulbos cônicos a ovais, envoltos desde a base pelas bainhas foliares. As folhas são elíptico-lanceoladas, acuminadas, plissadas, coriáceas, grandes e em número de 3 a 4 por pseudobulbo. As inflorescências são altas, chegando a 1,8 metros de altura, eretas, basais, do tipo rácemo e com numerosas flores que se abrem sucessivamente de baixo para cima. As flores são perfumadas, duradouras, de cor marrom-terrosa, com o verso branco, e labelo cônico, rosa escuro. Há também uma variedade 'Alba', com a flor amarelo-esverdeada e o labelo branco.(...)

Leia mais: Capuz-de-freira (Phaius tankervilleae)

Caracala (Vigna caracalla)

02/11/2009



A caracala é uma trepadeira perene, leguminosa, volúvel e tropical, com belíssimas flores exóticas e suavemente perfumadas, porém ainda pouco conhecida e difundida. O nome caracala significa que vem de Caracas, na Venezuela. Da mesma família da ervilha, essa trepadeira de textura herbácea é capaz de crescer de 6 a 8 metros em condições ideais de cultivo. Suas folhas são trifoliadas, alternas, longo pecíoladas, com folíolos ovalados, acuminados, glabros, de cor verde e com margens inteiras. A floração ocorre no primavera, verão e outono. As flores são papilionáceas, sustentadas em cachos pendentes. Eles variam do branco, verde ao amarelo com pétalas arroxeadas a róseas, em surpreendentes degradées. A pétala superior é ovalada e a inferior é fortemente curvada, como uma conha de caracol. As flores produzem néctar abundante e são atrativas para abelhas. Os frutos são vagens cilíndricas, alongadas e esverdeadas.(...)

Leia mais: Caracala (Vigna caracalla)

Introdução à Podas

04/02/2009



No campo da jardinagem, a poda constitui uma das operações fundamentais, e consiste na eliminação periódica de uma das partes dos ramos das plantas ornamentais ou frutíferas. O corte deve ser realizado em diferentes momentos, segundo as características e a utilização das diferentes plantas, para modificar ou regular o aspecto e a floração.(...)

Leia mais: Introdução à Podas

Mancha-parda (Bipolaris sp., Cochliobolus sp., Drechslera sp., Helminthosporium sp.)

17/02/2009



A mancha-parda é bastante conhecida na região sul do Brasil. É uma doença causada pelos fungos do gênero Bipolaris e infecta principalmente gramíneas. Estes fungos causam danos em arroz, coqueiro, pastagens, girassol, milho, côco, lupino, pândano, confete, dália, entre tantas outras plantas. As infecções são mais acentuadas em regiões tropicais, embora estes fungos sejam cosmopolitas.(...)

Leia mais: Mancha-parda (Bipolaris sp., Cochliobolus sp., Drechslera sp., Helminthosporium sp.)

Piscinas Ecológicas

05/06/2009



Para que piscinas cloradas e cheias de substâncias químicas se podemos ter piscinas naturais, ecologicamente corretas e limpas!? A idéia, concebida em 1983 pelo austríaco Werner Gamerith, ganhou aceitação mundial e se espalhou por todos os continentes. No Brasil a moda está pegando e quem sabe poderemos ver mais destas incríveis piscinas em breve. A construção [...]
OII ,EU SOU- PEDRO JS
SOU O QUE SOU Eu amo borboletas porque humildemente elas carregam o polém Para nos oferecer lindos buquês de flores.



Que você seja como uma borboleta nos oferecendo sempre a beleza, a alegria, o perfume e a humildade.

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