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terça-feira, 26 de julho de 2016

Índia nem sequer discute patrulhamento conjunto com EUA no Mar do Sul da China

A Índia não tem planos de realizar patrulhas conjuntas com os EUA no disputado Mar do Sul da China e está prestes a se juntar ao esforço militar internacional somente sob a bandeira das Nações Unidas.

O governo indiano negou ter quaisquer planos de ajudar os EUA no patrulhamento do disputado Mar do Sul da China.
Desde o início deste ano os EUA continuaram exortando a Índia para um patrulhamento conjunto no Mar do Sul da China. Uns meses atrás, o almirante norte-americano Harry Harris anunciou que a América, a Índia e o Japão tinham discutido “a segurança marítima, incluindo patrulhamento da liberdade de navegação” nos oceanos Índico e Pacífico.
O membro do parlamento Viplove Thakur colocou a questão na Câmara Alta do Parlamento sobre se os EUA e a Índia já teriam realizado negociações sobre patrulhamento naval conjunto no oceano Índico e no disputado Mar do Sul da China. Ela também perguntou se o governo indiano teria alterado de alguma forma sua política para apenas se juntar ao esforço militar internacional sob bandeira da ONU.
Quando questionado, o ministro Parrikar respondeu que "a Marinha indiana nunca realizou patrulhas conjuntas com outro país. Porém, a Marinha da Índia realiza patrulhamento coordenado com a Indonésia, Tailândia e Mianmar ao longo da linha de demarcação marítima. Além disso, a política do governo não muda se ele apenas se juntar ao esforço militar internacional sob bandeira da ONU

Marinha russa cria unidades Spetsnaz para caçar inimigos sabotadores

Marinha russa cria unidades Spetsnaz para caçar inimigos sabotadores

O Izestia.ru informa, que duas novas unidades especiais estão sendo criadas como parte da Marinha russa. que são projetados para detectar os sabotadores inimigas em águas costeiras e litorais da Rússia, bem como realizar o reconhecimento em um território controlado pelo inimigo.

As unidades militares recém-criados serão equipadas com navios Raptor que podem ser utilizados durante tempestades e desenvolver velocidades até 80 km/h. Os militares também usarão drones Tachyon que podem detectar o inimigo a profundidades de vários metros.
De acordo com o porta-voz, ambas as equipes são experimentais, sendo suas missões principais proteger a costa contra atos de sabotagem do inimigo e implantar grupos de reconhecimento em um território controlado pelo inimigo.
Segundo disse o diretor do Centro de Estudos Estratégicos Ivan Konovalov, as águas costeiras e litorais têm sido utilizadas ativamente pelas forças especiais em todo o mundo.
De acordo com o especialista, existem três grupos semelhantes na Marinha dos Estados Unidos equipados com navios especiais para operações em zonas costeiras e litorais. As forças armadas do Reino Unido também têm os assim chamados grupos SBS (Special Boat Service) que operam na costa e realizam reconhecimento secreto, coleta de inteligência e outras atividades.

Elbit Systems de Israel negocia compra da Mectron

A agência de notícias Bloomberg noticiou no último fim de semana que a Elbit Systems Ltd. de Israel, empresa de defesa conhecida por fazer drones e sistemas aviônicos, estaria perto de comprar alguns ativos da Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT) no Brasil, de acordo com fontes não identificadas.
Os ativos avaliados em cerca de US$ 50 milhões são da Mectron, que desenvolve e fabrica produtos e sistemas de alta tecnologia para usos militares e civis.
A AEL Sistemas, subsidiária brasileira da Elbit, se recusou a comentar. A assessoria da Odebrecht Defesa e Tecnologia disse que a empresa está em negociações com várias empresas internacionais envolvendo sua unidade Mectron, mas ela permanecerá no setor da defesa.
A unidade da Odebrecht S.A. conhecida como ODT tem sofrido queda de receita após os cortes de gastos do governo no seu programa do submarino nuclear, enquanto os decisores políticos trabalham para diminuir o déficit orçamentário em meio a pior recessão do país em um século.
A empresa-mãe, o maior conglomerado de construção da América Latina, anunciou um congelamento de novos investimentos no Brasil no ano passado, devido à crise de crédito e dificuldade de acesso a financiamentos, depois que o então Diretor-Presidente Marcelo Odebrecht foi preso em Junho de 2015, como parte do maior escândalo de corrupção do Brasil.

Brazilian Special Forces | GRUMEC, COMANF, COT, PARA-SAR | 2016

Brazilian Special Forces | 2015/2016 | FORÇAS ESPECIAIS BRASILEIRA

Operação Ágata 11

20BIB – Prova Max Wolf – 2015

OPERAÇÃO SERRA NEGRA 2016

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