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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Satélite meteorológico dos EUA falha pouco antes da época de furacões

Um satélite-chave posicionado para acompanhar o clima no leste dos Estados Unidos falhou logo antes do início da temporada de furacões no oceano Atlântico de 2013.
A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA, na sigla em inglês) ativou um satélite de reposição, que irá fornecer cobertura sobre a Costa Leste, enquanto tenta consertar o satélite quebrado, disse a agência em um relatório em seu site, nesta sexta-feira.
"Não há estimativa sobre o retorno às operações neste momento", disse o NOAA.
A temporada de furacões no Atlântico e Caribe começa em 1o de junho e dura seis meses. A NOAA prevê que a temporada deste ano será "extremamente ativa", com 13 a 20 tempestades tropicais e de sete a 11 furacões.
Os três satélites geoestacionários atuais da agência em operação, conhecidos como Goes, foram construídos pela Boeing e projetados para durar dez anos. O satélite com defeito, Goes-13, foi lançado em 2006.
A NOAA normalmente opera duas naves espaciais Goes sobre os Estados Unidos, observando o leste e o oeste, além de uma em órbita de reposição. Os satélites são equipados com geradores de imagens para observar nuvens e tempestades em desenvolvimento, e dispositivos para medir temperaturas e umidade.
FOLHA SNB

Após incêndio que destruiu base brasileira na Antártida, Marinha escolhe novo projeto

Após o incêndio que destruiu sua estação científica na Antártida e deixou dois militares mortos em fevereiro de 2012, o Brasil aproveita a necessidade de reconstrução total das estruturas para criar um complexo moderno.
Com investimento estimado em R$ 72 milhões, a nova Estação Antártica Comandante Ferraz foi escolhida em concurso organizado pela Marinha e pelo IAB (Instituto dos Arquitetos do Brasil). O projeto vencedor é assinado por Fábio Faria, do Estúdio 41, de Curitiba.
Inspirada em outras bases do continente gelado, a nova estação investirá em energias renováveis.
A base, que terá 19 laboratórios, vai ser construída em módulos que serão levados para a Antártida. Se tudo der certo, a construção começará no próximo verão antártico (novembro de 2013) e ficará pronta até 2015.
MODERNIZAÇÃO
Com a chancela do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, os maiores especialistas do país elaboraram um plano de ação para modernizar e racionalizar as pesquisas do país na região.
Ao longo dos 30 anos de existência do Proantar (Programa Antártico Brasileiro), as verbas e a atenção destinadas aos projetos científicos tiveram altos e baixos, especialmente por conta de políticas governamentais.
O objetivo do plano, que está em fase de consulta pública antes de passar pelo crivo do ministério, é sobretudo integrar e modernizar as atividades de pesquisa, aumentando a destinação de recursos e colocando o país em uma posição de protagonismo na ciência antártica.
Pesquisas em alta na academia, como os chamados testemunhos de gelo --que conseguem obter informações sobre a atmosfera e o ambiente de milhares de anos atrás--, aparecem com destaque no plano.

Relator do projeto, o glaciologista Jefferson Simões, diretor do Centro Polar e Climático da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), ressalta que é preciso difundir a importância estratégica que os estudos da região têm para o Brasil.
"A Antártida tem relação com o clima do Brasil, com a biologia, com vários assuntos que fazem parte do dia a dia, inclusive com o pré-sal. É preciso mostrar essa relevância", diz ele.
O plano de ação pretende incentivar o uso das outras ferramentas de estudo de que o Brasil dispõe na Antártida, além da estação: dois navios de pesquisa, o Ary Rongel e o Almirante Maximiano, e o módulo de pesquisa Criosfera 1, a 2.500 km da base.
Os cientistas também querem investir na formação de pesquisadores na área, além de garantir a integração desses profissionais às atividades de ensino e pesquisa.
No entanto, para que o plano possa sair do papel e atingir todos esses objetivos, será preciso ampliar os investimentos na região.
Com média de investimento de R$ 7,3 milhões por ano --sem incluir os gastos logísticos--, o Brasil só fica à frente da África do Sul, considerando o grupo dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), em relação à verba para a Antártida.
A Rússia, que lidera, investe diretamente em ciência cerca de US$ 13 milhões (R$ 23 milhões) anuais.
FOLHA..SNB

Fabricantes nacionais de computadores Zmax e Daten anunciam fusão

Em meio a um cenário de queda nas vendas computadores e de enfraquecimento das marcas brasileiras frente aos concorrentes internacionais, as fabricantes brasileiras Daten e Zmax anunciaram a fusão de suas operações.
Pelo acordo, a Zmax assumiu 15% do capital da Daten. A Zmax será mantida como uma linha de produtos da Daten. A Daten tem uma operação voltada às vendas para governos e empresas, enquanto a Zmax atua no varejo nas regiões Norte, Nordeste, Sul e Centro-Oeste.
As duas empresas têm fábricas no polo de informática de Ilhéus (BA). A expectativa é que, juntas, as companhias tenham uma receita 80% maior em 2013. Em 2012 o valor somado das duas operações chegou a R$ 100 milhões.
O mercado de PCs no Brasil apresentou queda de 2% em número de unidades vendidas no ano passado. A expectativa para 2013 é de um recuo de 7%, segundo a empresa de pesquisa IDC.
Ontem, a companhia divulgou que no mês de março as vendas de equipamentos caíram 16% no mês de março em comparação com o mesmo período do ano passado, para 1,4 milhão de unidades.
Na comparação com o mês de fevereiro deste ano, no entanto, o mercado apresentou recuperação de 37%.
De acordo com a IDC, varejistas reforçaram seus estoques e o governo também renovou seu parque. Os números do trimestre serão divulgados nas próximas duas semanas.
UOL..SNB

Brasil recebe outro navio-patrulha encomendado ao Reino Unido

Rio de Janeiro, 24 mai (EFE).- A Marinha do Brasil recebeu nesta sexta-feira o segundo dos três navios de patrulha oceânica de 1,8 mil toneladas que encomendou ao Reino Unido para reforçar a fiscalização de suas áreas marítimas.

Trata-se do navio-patrulha "APA", uma embarcação com 90,5 metros de comprimento e capacidade para 120 militares, que foi apresentada publicamente hoje no Rio de Janeiro pelo comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto.

O navio de 1,8 mil toneladas, o maior de seu tipo na frota brasileira de guerra, é idêntico ao "Amazonas", recebido pelo Brasil em outubro do ano passado, e ao "Araguari", cuja chegada está prevista para o segundo semestre deste ano.

Os três tiveram um custo de cerca de US$ 200 milhões e foram construídos pela empresa britânica BAE Systems Maritime - Naval Ships em Portsmouth (Reino Unido) com a finalidade de atender as necessidades de fiscalização das águas jurisdicionais brasileiras.

O "Apa", batizado com o nome de um rio no Pantanal que serve de fronteira entre Brasil e Paraguai, tem capacidade para deslocar-se a uma velocidade de 25 nós e conta com uma autonomia de navegação de 35 dias, o que lhe permite atravessar o Atlântico sem apoio.

A embarcação, que transporta um helicóptero e duas lanchas, tem uma tripulação de 80 marinheiros, além de 39 fuzileiros navais e pode abrigar até seis contêineres de 15 toneladas.

Seu armamento está composto por três canhões, um deles de 30 milímetros, duas metralhadoras de 12,7 milímetros removíveis, dois pontos para a montagem de fuzis e dois lançadores de foguetes de iluminação.

O "Apa" chegou ao Rio de Janeiro, que será sua base, um mês e meio após ter partido de Portsmouth e depois de uma viagem com escalas em Portugal, Espanha, Mauritânia, Senegal, Gana, Angola, Namíbia e o porto do Rio Grande, no sul do país.

"A aquisição dos três navios acrescenta grande valor para que a Marinha possa intensificar as ações de vigilância e inspeção naval destinadas à segurança do tráfego marinho militar e a prevenção da poluição ambiental ao longo da extensa área marítima sob responsabilidade do Brasil", afirmou um comunicado da Marinha.

A nota acrescenta que o navio operará principalmente nas reservas marinhas das quais o Brasil extrai mais de 90% de seu petróleo.

O país contava até o ano passado com navios-patrulha de até 500 toneladas fabricados aqui para realizar tarefas de fiscalização; agora as três novas embarcações, com maior autonomia, elevarão significativamente a capacidade operacional.

O contrato assinado com o estaleiro britânico prevê o direito de o Brasil fabricar no país navios do mesmo modelo e o Ministério da Defesa já tem planos para construí-los. 
EFE..SNB

Canção da Infantaria - Brasil

SNB

Dia da Infantaria

Herói: uma interpretação livre da definição permite dizer que é aquele que arrisca a própria vida em benefício de um companheiro ou de um dever; aquele que se distingue por seu valor ou por suas ações extraordinárias, principalmente durante uma guerra.
 
Antônio de Sampaio é um deles. Homem simples, do sertão nordestino, nasceu em Tamboril, Ceará, no dia 24 de maio de 1810. Cedo revelou interesse pela carreira das armas, ao longo da qual galgou postos por merecimento, graças a inúmeras demonstrações de bravura, tenacidade e inteligência. Herói do Conflito da Tríplice Aliança e um dos maiores militares da história do Brasil independente, participou das campanhas contra cabanos no Pará, balaios no Maranhão e praieiros em Pernambuco, travadas pelo Exército Brasileiro ao longo do século XIX.
 

A bordo do navio-hospital Eponina, faleceu, em 6 de julho de 1866, devido a três ferimentos sofridos na Batalha de Tuiuti. Terminava, assim, nessa fase terrena, a vida de Sampaio. Porém, pelo seu legado e por sua demonstração de exponencial bravura e coragem, o seu espírito imortal permanece vivo em cada geração de novos infantes.
 
Por tudo o que fez em prol do nosso Exército e do Brasil, em 1940, o então Presidente da República Federativa do Brasil, Getúlio Vargas, escolheu Antônio de Sampaio como patrono da Arma de Infantaria do Exército Brasileiro.
 
Desde a Antiguidade, a infantaria, com seus combatentes, os infantes, sempre foi a principal força de um exército. A sua origem é tão antiga quanto à guerra.
 
Desde o momento em que o homem, integrando um grupo, se dispôs a lutar com seu semelhante, empregando as armas mais rudimentares e a luta corpo a corpo para dominar seu oponente, nasceu à guerra e, com ela, a infantaria.
 
Através dos séculos, a “Rainha das Armas” evoluiu muito. Alteraram-se suas armas, sua organização e os processos de combate. Porém, alguns traços marcantes, que vêm de sua origem, permanecem intactos. A infantaria continua sendo, em sua essência, a arma de emprego em qualquer terreno e sob quaisquer condições climáticas; o fogo, o movimento e o combate aproximado são as suas características básicas e, a despeito dos modernos meios colocados a sua disposição, a infantaria continua a depender fundamentalmente do homem – do valor moral do seu soldado e da capacidade de liderança e preparo profissional de seu comandante.
 
A Infantaria brasileira, acompanhando a evolução da arte da guerra e adaptando-se ao combate moderno, possui grande flexibilidade e é capaz de atuar nos variados tipos de terreno do nosso Brasil.
 
Agindo com eficácia em tempos de guerra ou de paz, dentro e fora de nosso território, a infantaria divide-se de acordo com a necessidade de emprego de cada região em que atua nas seguintes especializações: Motorizada, Blindada, de Selva, de Montanha, de Caatinga, de Fronteira, de Caçadores, Aeromóvel, Pantanal, Paraquedista e Mecanizada.
O infante caracteriza-se por ser um combatente do qual são exigidos grande versatilidade, destacada iniciativa, rigorosa disciplina em suas ações, invejável vigor físico e rigidez de caráter.
 
Para exemplificar a nobreza do infante, recorda-se o episódio, ocorrido durante a II Guerra Mundial, quando nossos soldados integraram a Força Expedicionária Brasileira. Naquela ocasião, a 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária (1ª DIE) conquistou o respeito de aliados e adversários com as vitórias alcançadas em território europeu, como nas batalhas de Monte Castelo e Montese. As palavras do General Cordeiro de Farias, Comandante da Artilharia Divisionária da FEB, demonstram o devotamento para com os infantes brasileiros: “Depois do que assisti em Monte Castelo, quando passo por um soldado de infantaria, tenho vontade de prestar-lhe continência”. “A infantaria é aquela que sofre mais que as outras, é quem vive mais intensamente e mais duramente... é quem morre, sobretudo! É preciso amar a Infantaria. Ela o merece. E só aqueles que a estimam podem bem compreendê-la”. (TC Bouchacourt) Lembrai-vos da guerra!
SNB

Assista ao trailer de "Velozes & Furiosos 6"


ESTADO DE S PAULO
SNB

China aspira à liderança na produção de drones

Recentemente foram publicadas fotos de um protótipo do novo veículo não tripulado chinês Lijian, semelhante ao drone norte-americano de assalto X-47. O fato demonstra que, pela escala de programas nesse domínio, a China pode ser equiparada aos EUA
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2013_05_24/China-aspira-lideranca-na-producao-de-drones/



Sabe-se ainda que, a par do engenho Lijian, Xianglong, análogo do veículo norte-americano não tripulado de reconhecimento Global Hawk.
em fase de testes, se encontra mais um avião 
O único país que está efetuando simultaneamente diversos programas de larga escala nesta área são os EUA. A Rússia está atrasada: apesar de os projetos de diversos drones terem sido elaborados durante vários anos, nenhum deles foi levado a bom termo. Tudo indica que o primeiro drone de assalto russo será produzido em meados da década corrente.
Como se sabe, na China estão sendo realizadas, em paralelo, dezenas de projetos similares. No Salão Aeroespacial em Zhuhai, decorrido em novembro de 2012, foram apresentadas algumas dezenas de drones de todos os tipos e tamanhos. Foram igualmente exibidos modelos específicos de armas de elevada precisão usadas por drones. Por exemplo, as bombas compactas com um peso de 20 kg.
Ainda antes disso, a China organizara a produção de um análogo do drone israelense Harpy, que Israel lhe tinha fornecido na década de 90. Na etapa presente, os chineses estão produzindo um modelo aperfeiçoado deste engenho. O Harpy pode efetuar voos sobre campos de batalha, detetar a irradiação de radares e, aproximando-se deles, embater e explodir.
A China acaba de projetar o seu drone de reconhecimento Pterodactyl, da classe MALE que efetua voos em alturas médias e possui elevada autonomia de voo. Durante a operação de captura do famigerado narcotraficante Naw Kham, de Myanmar (Birmânia), acusado de assassinato de marinheiros chineses em 2011, as autoridade chinesas encararam a possibilidade de seu aniquilamento através do recurso a drones, como os EUA o costumam fazer ultimamente.
É sabido ainda que, para além do Exército, também os órgãos de segurança têm programas de compras de drones. Por exemplo, estes são utilizados pelos destacamentos da polícia popular chinesa, pelos serviços de monitoramento marítimo da Direção Oceanográfica da China, pela inspeção das pescas, pelos corpos de bombeiros, etc.
Como no caso de outros programas ambiciosos na esfera de armamentos, não podemos ter a certeza que os projetos chineses em causa assentem numa base produtiva e científica potente. Num veículo não tripulado, os componentes aéreos típicos, como o planador e o motor, desempenham um papel secundário. As capacidades do engenho dependem, em primeiro lugar, das potencialidades do canal de comunicação com o operador e, em segundo lugar, da qualidade e características dos meios de reconhecimento e observação. Caso contrário, o drone poderá perder as suas vantagens.
Sabemos que a China é capaz de produzir veículos não tripulados de qualidade relativamente alta, para missões de reconhecimento militar. Não podemos dizer o mesmo em relação aos projetos de drones pesados e estratégicos. O emprego de drones norte-americanos se baseia numa infraestrutura potente, inclusive na rede de satélites de telecomunicação. O comando via satélite permite ao operador, que se encontra no território dos EUA, guiar um drone de assalto a voar algures no Afeganistão.
Quanto à China, ela planeja utilizar drones em regiões periféricas de difícil acesso de Xinjiang e do Tibete, bem como na realização de missões de reconhecimento militar em zonas marítimas em disputa.
VOZ DA RUSSIA ..
SNB

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Provedores não terão mais que fazer conexão à internet

Brasília - A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou na quinta-feira (23) a atualização do regulamento de banda larga fixa. Uma das principais mudanças é que os consumidores não serão mais obrigados a contratar provedores de internet para fazer a conexão à rede mundial de computadores.
Atualmente, a contratação de provedores é exigida no caso da utilização de banda larga oferecida por operadoras de telefonia fixa com tecnologia ADSL. A internet fixa de empresas de TV por assinatura, por exemplo, e a internet móvel não necessitam de provedores.O conselheiro Marcelo Bechara, relator da proposta, explicou que, na época da internet discada, os provedores eram responsáveis por toda a conexão do usuário à rede mundial de computadores. “Com a evolução rápida que tivemos e com o incremento da banda larga, o próprio prestador de banda larga pode fazer algumas atividades que eram feitas pelos provedores no caso da internet discada”. A regra vale apenas para prestadoras com mais de 50 mil usuários.
No entanto, os provedores de acesso à internet continuarão existindo, pois atualmente 10% dos acessos à rede no Brasil são feios de forma discada. A Anatel também determinou que os provedores deverão guardar os registros de conexão por um ano para ajudar no rastreamento de crimes cibernéticos.
Outras mudança aprovada foi a redução do preço da outorga do serviço de R$ 9 mil para R$ 400 e a simplificação para o processo de obtenção de outorgas. “Isso vai tirar pequenos prestadores de serviço da ilegalidade, da clandestinidade”, disse Bechara.
A Anatel também aprovou hoje a anuência prévia para a operação de reestruturação societária das prestadoras de telecomunicações pertencentes ao grupo econômico da Telefônica. Foram impostas várias condições para a operação, entre elas a revisão das tarifas cobradas pela empresa. Segundo Bechara, a medida poderá resultar em uma redução entre 16% e 25% nas tarifas de telefonia fixa da operadora para o estado de São Paulo.
INFO 
SNB

ÁGATA 7 - FAB e Polícia Federal empregam VANT na fronteira sul


portalfab..
SNB

ÁGATA 7 - Helicóptero da FAB intercepta aeronave em Rondônia

Um helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou, na manhã de quinta-feira (23/5), um avião de pequeno porte não identificado pelos radares a cerca de 200 km da cidade de Porto Velho, capital de Rondônia. O acionamento ocorreu por volta das 9 horas. O helicóptero de ataque AH-2 Sabre do Esquadrão Poti (2º/8º GAV) decolou em menos de 10 minutos da Base Aérea de Porto Velho (BAPV).
“Fizemos um reconhecimento à distância e a foto-filmagem da aeronave para averiguação de dados, além de um acompanhamento por dez minutos. As informações foram repassadas para o controle de defesa aérea e, depois de analisadas, a aeronave seguiu sua rota  normalmente, pois não foram constatadas irregularidades”, ressaltou o piloto do helicóptero.
“Esse tipo de missão, de policiamento aéreo, é rotineira para o Esquadrão Poti na Amazônia Ocidental. O Sabre já foi utilizado na Rio + 20 e será empregado também nos próximos grandes eventos programados para o Brasil”, explicou o chefe da seção de operações do esquadrão.
O policiamento do espaço aéreo brasileiro faz parte da Operação Ágata 7, do Ministério da Defesa, que tem o objetivo de combater o tráfico de ilícitos na região de fronteira.
Fonte: Agência Força Aérea
SNB

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