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sábado, 23 de março de 2013

O Ministério do Interior abre licitação para adquirir rifles de assalto Paraguai à Polícia Nacional


Ministério do Interior do Paraguai, abriu um concurso para a aquisição de 735 fuzis 5,56 milímetros para a Polícia Nacional .
A Ordem solicitou cotações para que a quantidade de armas de fogo, calibre 5,56 milímetros x 45 NATO, com o modo de disparo seguro, carregador semi-automático e automático de 35 balas (mínimo), 3 kg de peso máximo, 735 milímetros de comprimento máximo e 655 milímetros com bunda extraídos com retraído cabeça e focinho velocidade de 700 m / s (aproximadamente).
Pede também que as ferramentas não devem ser utilizados para desmontar / montar a arma tem de ter sido testado em condições adversas e extremas (neve, água, areia, etc), de manutenção e de operação deve ser fácil e confortável, capaz de ser usado por hábil e sinistro, tendo selector de fogo de ambos os lados da arma, deve ter slides parar para permitir a mudança do carregador sem ter que recarregar a arma quando ela fica sem munição, taxa de incêndio, pelo menos 700 tiros por minuto , cabeça do cilindro telescópico pelo menos cinco posições, o corpo e os mecanismos do rifle deve ser de aço de alta qualidade, deve ter cinco Picatinny trilhos fixa (costas, baixo, frontal, superior esquerdo e direito) e freio de boca rifle deve ser .
As armas devem ser entregues em sua totalidade dentro de 120 dias após o concurso previsto.
A data para apresentação de propostas é até 28 de novembro deste ano .
SNB

O uruguaio Força Aérea manifesta interesse em F-5 Tiger III do Chile


 Montevidéu tem acontecido durante a visita de uma delegação da Força Aérea do Chile em Montevidéu, enquadrado nas comemorações pelos 100 anos da aviação militar no Uruguai, que contatos foram feitos com a transferência de até 12 F-5 Tiger III para aForça Aérea Uruguaia . A FACh chegou com um grupo de F-5 Tiger III (que incluiu um treinador de dois lugares), acompanhada por um avião-tanque Boeing KC-135 que reabastecido duas vezes no ar para um voo para Punta Arenas juntou Montevidéu (1300 milhas) quase vôo de três horas. Além disso, fora do registro, verificou-se que o custo de 12 unidades seria em torno de 80 milhões.
O uruguaio Força Aérea está em pleno processo de seleção de uma aeronave interceptadora para complementar os radares 3D Lanza , já que atualmente só tem aviões A37b Dragonfl e IA58 Pucará (suplementada por PC-7U), tanto de ataque ao solo e não têm os recursos necessários para uma interceptação rápida e guiado por um radar a bordo. Entre osaviões testados incluem o Yak-130 russo e L-15 Chinês (ambos capazes multirole avançada formadores), mas o interesse não muito tempo atrás expressa (novamente) para aeronaves F-5, um avião que tem sido historicamente o FAU favorito.
O F-5 Tiger III da FACH é uma aeronave que tem sido continuamente melhorado os padrões de geração com radar multimodo Elta EL/M-2032, sistemas melhorados RWR, HOTAS, HUD EL-OP 2 e capacete DASH III míssil Python III, IV e, mais recentemente, o Derby de mísseis BVR que implicou alterações recentes aviônicos da aeronave.
SNB

Bola de fogo' cruza o céu dos EUA; Nasa fala em meteoro


Uma "bola de fogo" cruzou o céu da costa leste dos Estados Unidos na noite desta sexta-feira (22). Segundo veículos de mídia americanos, trata-se de um meteoro. 
Uma reportagem da rede "CBS DC" afirma que o meteoro foi visto nos Estados do Delaware e de Nova Jersey, por volta das 19h53 (hora local).A câmera de segurança de um estacionamento em Seaford, no Delaware, registrou imagens do momento exato em que a "bola de fogo" cruza o céu da cidade.
De acordo com o especialista Bill Cook, chefe do escritório de Meio Ambiente da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), o fenômeno "parece ser um evento único de meteoro". 
Baseado nas imagens do vídeo, o especialista diz ainda que a bola de fogo parece "se movimentar para o sudeste" do país.
O meteorologista Dan Satterfield , ouvido pela rede de TV "WBOC", também falou em meteoro e disse, citando testemunhas, que ele se partiu em três pedaços e se dissipou rapidamente no espaço. 
Baseado nesses relatos, o especialista adiantou que "ao que parece, ele não chegou a atingir o chão". Outras testemunhas relataram à "CBS DC" terem ouvido um estampido.
Em fevereiro, um meteoro que passou sobre a região russa de Tcheliabinsk, nos montes Urais, deixou mais de mil pessoas feridas.
A partir de então, o tema não tem mais saído dos noticiários, e os astrônomos vêm pedindo métodos mais eficazes de detecção dos astros que podem se chocar com a Terra.
UOLNOTICIAS........SNB

ESPAÇO - R$ 9 bi para formar mão de obra


Estimativas apontam para a necessidade de contratação de mais de 3 mil profissionais nos próximos dois anos
Para evitar um apagão de mão de obra no desenvolvimento de suas atividades espaciais, o governo pretende acelerar a formação de profissionais altamente qualificados no setor, com investimentos de R$ 9,1 bilhões no período 2012-2021.
Caso todas as promessas de investimentos realmente saiam do papel, estimativas extraoficiais apontam a necessidade de contratação de mais 3 mil profissionais nos próximos dois anos. O número engloba não só cientistas e engenheiros aeroespaciais, mas também especialistas envolvidos em outras áreas da cadeia produtiva, como físicos, químicos e técnicos de laboratório.
Segundo o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Coelho, pelo menos quatro ações sendo preparadas para atacar o déficit de engenheiros aeroespaciais: a abertura de cursos de graduação especializados em universidades federais, o envio ao exterior de 300 estudantes de mestrado e doutorado, a importação de profissionais estrangeiros e novos concursos públicos.
Hoje existem apenas seis faculdades no país com graduação em engenharia aeroespacial. "Isso não é suficiente. A demanda por especialistas vai ser muito grande", diz Coelho. Ele afirma que está negociando a criação de novos cursos com três universidades federais: a UFF (Federal Fluminense), a UFCE (Ceará) e a UFRN (Rio Grande do Norte). "Quando a agência foi instalada, há 19 anos, não havia nenhum apelo para esses cursos. Hoje é bem diferente."
Nos níveis de mestrado e doutorado, o plano é enviar cerca de 300 estudantes ao exterior, dentro do programa Ciência Sem Fronteiras. Até agora, a concessão de bolsas na área se resume a dez alunos de mestrado da Universidade de Brasília, que foram completar sua formação em engenharia aeroespacial na Ucrânia.
Estamos estudando a iniciativa de contratá-los. Parte pela própria AEB, parte pela Alcântara Cyclone Space (empresa binacional constituída entre o Brasil e a Ucrânia) e parte pela indústria nacional", diz Coelho. A fim de ampliar o número de brasileiros estudando em centros de referência mundial, uma proposta de mandar mais 300 mestrandos e doutorandos, a partir de 2014, foi levada ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no mês passado. Os países-alvo são principalmente Rússia, Ucrânia, Estados Unidos, Japão, França e Itália.
Até a importação de especialistas, aproveitando a disponibilidade de mão de obra por causa da crise internacional, entrou no radar do governo. "Queremos atrair gente de fora. Sabemos até de americanos que perderam emprego na Nasa. A Espanha também tem um programa especial muito ativo e possui mão de obra disponível", observa Coelho. Segundo ele, os estrangeiros poderão ser alocados em universidades ou em órgãos oficiais envolvidos com o programa espacial, como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA).
A estratégia de atacar o risco de déficit de profissionais se complementa com a abertura de concursos. Na AEB, que funciona com pessoal cedido de outras instituições, a meta é fazer o primeiro concurso em quase duas décadas de história. Um projeto de lei foi aprovado na Câmara dos Deputados, criando um quadro próprio da agência, e ainda tramita no Senado. O primeiro concurso, tão logo seja autorizado, abrirá vagas para 120 a 150 pessoas. "Daremos prioridade às áreas mais técnicas", afirma Coelho, garantindo que pelo menos 80% dos cargos serão para as atividades-fins.
Para ele, não é mais possível trabalhar apenas com cargos comissionados, que têm salários relativamente baixos e são muito instáveis. "É um desastre. No princípio, a AEB se restringia a conversar com os órgãos executores do programa espacial. Hoje, assumimos diretamente uma parte do programa. Não concebemos mais uma agência sem um quadro de pessoal próprio."
Para a Associação Aeroespacial Brasileira, uma entidade civil que congrega representantes do setor, o governo precisa agir urgentemente para resolver esses problemas. "Já temos um déficit de quadros", diz o presidente da entidade, Paulo Moraes Júnior.
De acordo com ele, um tema que aflige o setor é a aposentadoria de "dezenas" de profissionais no Inpe e no DCTA, agravando a escassez de mão de obra. "É um processo que tem ocorrido a conta-gotas. Se não houver uma reposição gradual, o problema vai se tornar crítico até 2015″, ressalta Moraes, ele mesmo um engenheiro do DCTA que vai se aposentar no fim do ano que vem.
A associação vê demanda por mais 3 mil profissionais, nos próximos dois anos, mas destaca que não basta apenas formar gente. A preocupação é assegurar também que o programa espacial não será descontinuado e que não vão faltar oportunidades. "Isso geraria uma desmotivação muito grande", pondera.
O Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), lançado em janeiro, define prioridades para o período 2012-2021 e busca justamente dar mais previsibilidade aos principais projetos do setor. Ele prevê investimentos anuais perto de R$ 900 milhões, não só com base no orçamento da própria AEB, mas incluindo parcerias internacionais ou com empresas. É o caso do veículo lançador de satélites Cyclone-4, desenvolvido com a Ucrânia, e o satélite geoestacionário de defesa e comunicações estratégicas, que tem recursos da estatal Telebras.
A projeção de investimentos é uma gota no oceano de US$ 276 bilhões que a indústria espacial de todo o mundo movimentou em 2010 (último dado disponível). Países como Brasil, Argentina, México, Coreia do Sul, África do Sul, Cazaquistão e Ucrânia têm investido uma média de US$ 100 milhões a US$ 200 milhões por ano. Novos atores, como Austrália, Taiwan, Indonésia, Tailândia, Malásia, Bolívia, Chile e Venezuela têm investido entre US$ 20 milhões e US$ 50 milhões
SNB

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