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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Ultimate Weapons- X-47B

X 47B UCAS " You can never hide again" First Cruise Flight

Club-S

Vidar-36 - ocean-going, littoral SSK design

Russian Kilo Class Submarine - Project 636 (P1/3)

Women to serve in submarines by 2013 08.12.11

Royal Navy Submarine School (4/6)

The Royal Navy: Submarine Service

Rússia pode produzir e lançar satélite para o Brasil


O diretor da Agência Espacial da Rússia (Roskosmos), Vladimir Popovkin, afirmou que seu país está mantendo entendimentos com a Agência Espacial Brasileira (AEB) para a produção e lançamento de um satélite de comunicações. O equipamento poderá ser utilizado para a sondagem da Terra à distância.
Popovkin também informou que as conversações estão em fase inicial e que as duas agências, russa e brasileira, precisam definir as competências financeiras de cada uma na concretização deste projeto.
Segurança Nacional Blog

Marinha estadunidense testa, pela primeira vez, drone em porta-aviões


Os EUA realizarão, pela primeira vez, testes do drone pesado de combate  X-47B, lançando-o de um porta-aviões.

Para os testes, o drone foi transportado para o porta-aviões Harry Truman, estacionado na base de Norfolk (Estado de Virginia).
A envergadura das asas do drone é superior a 19 metros, maior que a do caça Super Hornet, da Armada estadunidense.
O drone será comandado em vôo por um operador, mediante um painel portátil.
Os testes do drone a bordo do Harry Truman durarão três semanas
Segurança Nacional Blog

VANT chileno realiza seu primeiro voo


No Chile o veículo aéreo não tripulado de inteligência Lascar, desenvolvido a pedido das Forças Armadas, realizou seu primeiro voo.

Além das tarefas militares, o VANT pode monitorar recursos aquáticos e vulcões do país, participar de operações de busca e resgate e observar as áreas em caso de calamidades e incêndio florestais.
Segundo a Strategic Defence Intelligence, o Lascar tem dois motores elétricos, pesa 14 quilos e pode atingir uma altura de até 3,5 quilômetros. O alcance do VANT é de 30 quilômetros. A estação de controle do drone pode ser montada num carro.
Voz Da Russia. Segurança Nacional Blog 

Projeto F-X2: Suecos movimentam-se


Enxergando o atual momento econômico do Brasil como favorável em relação à conjuntura pela qual atravessa alguns países desenvolvidos, os suecos vêm nas últimas semanas movimentando-se na esperança de negociar e estabelecer acordos de cooperação entre os dois países, notadamente no que diz respeito ao setor militar, e mais especificamente, em aumentar suas chances de conquistar um contrato de venda de aviões de combate para reequipar a Força Aérea Brasileira (FAB).
Karin Enström, ministra da Defesa da Suécia, esteve reunida em Brasília na semana passada com seu colega brasileiro, Celso Amorim, ocasião na qual foram discutidos diversos possibilidades de incremento no desenvolvimento compartilhado de projetos na área de Defesa e implementação de ações conjuntas nesse setor. Entre os assuntos objeto de conversações figuraram a segurança cibernética, área na qual a Suécia já vem trabalhando com outras nações, bem como o programa de formação de cidadãos, com ênfase no “Programa Ciência sem Fronteiras, iniciativa que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. No que tange ao F-X2, Amorim reiterou que a decisão será tomada no momento oportuno sem deixar uma pista exata de quando será o desenlace da concorrência. O ministro já havia justificado anteriormente que o cenário econômico mundial não é favorável para assumir compromissos desse porte, contudo, a compra de novos caças para a FAB é necessária e será concretizada.
Ao abrir a reunião com Enström o ministro Amorim destacou a importância de a Suécia ser um país neutro e, a exemplo do Brasil, não fazer parte de alianças militares de defesa coletiva, além de defender internacionalmente princípios como democracia, desenvolvimento e promoção da paz.Reforçando a movimentação sueca em torno do F-X2, Marcus Wallenberg, presidente do conselho de duas das principais companhias suecas com interesses no país, Electrolux e Saab AB, e diretor (ex-presidente) da holding Investor, grande acionista de algumas das maiores companhias da Suécia, também esteve recentemente no Brasil encontrando-se com empresários e autoridades brasileiras. Wallenburg manifestou otimismo com vistas a continuidade do bom desempenho da economia brasileira, e por tabela, vislumbra perspectivas de bons negócios para a Suécia no País. O alto-executivo esta certo de que a proposta do Gripen NG da Saab é a única que oferece ao Brasil a participação integral no desenvolvimento de um supersônico, haja visto que esta versão oferecida para a FAB está em fase de definição.
Da mesma forma como os demais concorrentes do F-X2, ou seja, Dassault com seu Rafale e Boeing Defense, Space e Security promovendo o F/A-18E/F Super Hornet, a Saab e o governo sueco aproveitam o interesse do governo brasileiro em projetos que renderão transferência e tecnologias e inovação para o País com o propósito de defender as vantagens oferecidas pela Suécia. A Saab já se associou à brasileira Akaer, empresa estabelecida na cidade paulista de São José dos Campos e escolhida para desenvolver partes da fuselagem do Gripen NG mediante transferência de tecnologias por parte da empresa sueca. Se o Gripen NG for selecionado pela FAB, os suecos prometem instalar no Brasil uma fábrica para produzir esses componentes.
Segurança Nacional Blog

Nova tecnologia Thales

Sensores, radares e equipamentos de comunicações, partes vitais de um navio militar, estão usualmente montados em mastros complexos, de difícil integração e que demandam extensos e custosos testes visando eliminar interferências e validar desempenhos. A Thales Netherlands desenvolveu e está colocando em serviço um novo conceito de mastro, totalmente integrado, de concepção modular e que pode ser construído juntamente com o navio, o Integrated Mast, ou I-Mast. Oferecido a Marinha do Brasil formalmente durante a Euronaval 2012 como parte das soluções para o Programa PROSUPER de obtenção de novos meios de superfície, especificamente no caso dos cinco novos Ocean Patrol Vessels (OPV), a tecnologia I-Mast oferece um amplo leque de vantagens. Para conhecê-las de perto, a revista Tecnologia & Defesa esteve na Base Naval Den Helder, da Real Marinha Holandesa, a convite, onde embarcou a bordo do OPV P840 Holland, primeiro navio de sua classe a receber esta revolucionária tecnologia, para acompanhar parte dos testes finais de aceitação para o serviço durante uma saída para alto mar por um dia.Criado para fornecer uma solução única em termos de integração de sensores navais, o I-Mast consiste de uma estrutura modular, compacta e resistente, projetada para receber antenas de comunicações, radares, sensores eletro-ópticos e demais equipamentos associados, maximizando seu funcionamento, reduzindo a necessidade de manutenção e tornando a silhueta do navio que o utiliza mais furtiva (stealth). Adicionalmente, o I-Mast libera espaço no convés e pode ser construído ao mesmo tempo em que o navio que irá recebê-lo vai tomando forma, o que significa menos tempo na carreira do estaleiro, menores prazos de entrega, testes e certificação, e redução de custos.A Holanda, uma nação marítima de longa tradição, optou por manter uma frota de superfície no estado da arte como uma das principais estratégias para a sua defesa. O navio patrulha oceânico da Classe Holland (Holland, Zeeland, Friesland, Groningen) tem por missão manter seguras as águas territoriais holandesas contra ameaças assimétricas (piratas, contrabandistas e traficantes de drogas e armas) além de atuarem como vetores de presença ou como belonaves de resgate em situações de desastres naturais ou questões humanitárias. Em 20 de dezembro de 2007, a Organização de Material de Defesa da Holanda (DMO) e a Thales Nederland assinaram um contrato de 125 milhões de euros para o desenvolvimento e fornecimento de quatro Integrated Mast para esses navios. O Holland (P840), primeiro OPV da Classe, recebeu o I-Mast no final de 2011 e desde então vem procedendo aos trabalhos de integração e verificação final de todos os sistemas, visando a sua volta ao setor operativo da Real Marinha Holandesa.Construídos pelo estaleiro DAMEN em duas localidades (Vlissingen e Galați), os OPV Classe Holland são navios flexíveis, de desenho de casco moderno e capazes de permanecerem por longo tempo em patrulha (mais de 60 dias), apresentando um alto desempenho graças aos 2 motores MAN 12V28/33D diesel de 5460KW. Com 108 metros de comprimento, calado de 4,5 metros e velocidade máxima de 21 nós, os OPV Classe Holland ainda possuem uma apreciável autonomia de 5.000 milhas náuticas a 15 nós. 50 marinheiros formam a sua reduzida tripulação, graças ao intenso automatismo dos sistemas de bordo.O I-Mast integrado ao Holland, e que será instalado nas outras três unidades da classe, formam o Thales Integrated Sensor and Communication Systems (ISCS), que contém os sensores SMILE (radar SEAMASTER 400), SEASTAR (radar SEAWATCHER 100 – vigilância de superfície) e GATEKEEPER (sensor electro-óptico de 360 ​​° de vigilância e alerta baseado em tecnologia IR/TV projetado para combater novas ameaças assimétricas de curto alcance como pequenos barcos e mesmo jet-skis, aumentando a consciência situacional em ambientes costeiros). Os radares de antenas fixas planas multifacetadas SMILE e SEASTAR foram concebidos para detectar alvos litorâneos, difíceis de serem traqueados por um radar de rotação típica. Estes sensores apoiam missões em águas costeiras, graças ao seu baixo tempo de resposta frente a alvos esquivos, possuem a capacidade para operar em condições atmosféricas complicadas e podem lidar com objetos (alvos) pequenos como nadadores na superfície ou periscópios. Adicionalmente, o SEASTAR pode ser usado para guiar o helicóptero orgânico de bordo, usualmente do tipo NFH NH-90. O projeto ainda utiliza um sonar para a detecção de minas.Os OPV Classe Holland estão armados com um canhão naval de fogo rápido Oto Melara de 76 mm montado na proa, um canhão Oto Melara Marlin WS de 30 mm, duas estações para armas de 12.7 mm Oto Melara Hitrole NT's e duas estações para metralhadoras pesadas .50 do tipo M2HB. Todo o armamento pode ser operado de forma automática. Existem mais seis posições para metralhadoras leves FN MAG 7,62 mm operadas manualmente. O navio também está equipado com duas embarcações Fast Raiding Interception and Special Forces Craft (FRISC), utilizadas para abordagens transportando um pelotão de forças especiais. Até 50 soldados podem ser transportados pelo navio em operações militares, e em caso de necessidade, estes OPV podem alojar 40 pessoas em condições satisfatórias de acomodações e higiene (desastres naturais, questões humanitárias ou resgate/salvamento)
.tecnodefesa Segurança Nacional Blog

BNDES libera empréstimo recorde de R$ 22,5 bi para Belo Monte


Vinicius Neder, da Agência Estado
Texto atualizado às 20h00
RIO DE JANEIRO - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou nesta segunda-feira que aprovou financiamento de R$ 22,5 bilhões para a construção da usina hidrelétrica Belo Monte (PA).
Trata-se do maior valor de empréstimo para um projeto da história do banco de fomento. O investimento total na hidrelétrica é estimado em R$ 28,9 bilhões.
Investimentos gerais
Neste ano, o BNDES deverá liberar cerca de R$ 23,5 bilhões para infraestrutura de logística e energia neste ano, entre 20% e 25% a mais do que em 2011, na comparação nominal. O cálculo é do superintendente da Área de Infraestrutura do banco, Nelson Sieffert.
A infraestrutura total, englobando os setores de telecomunicações, saneamento básico, apoio a transportes públicos e ao financiamento de máquinas e equipamentos, deverá chegar a R$ 60 bilhões. Desse total, 40% será desembolsado pelo banco, estimou Roberto Zurli, diretor de Infraestrutura e Insumos Básicos. Os executivos participaram há pouco de coletiva para detalhar a aprovação do financiamento de longo prazo para a usina hidrelétrica de Belo Monte. O empréstimo somará R$ 22,5 bilhões com prazo de 30 anos.Com Reuters
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Ministro da Defesa chinês diz que avanço militar não ameaça o mundo


Reuters
PEQUIM - O desenvolvimento do Exército da China não representa nenhuma ameaça para o mundo, afirmou nesta terça-feira, 27, o ministro da Defesa chinês, Liang Guanglie, em um esforço para acalmar os temores entre os vizinhos asiáticos em meio a prolongadas disputas marítimas.Estados Unidos, Japão e muitos Estados do Sudeste Asiático têm expressado com frequência preocupações com o aumento nos gastos da China com defesa e com a expansão de alcance naval, alegando que os planos de Pequim não são transparentes. "Não há absolutamente nenhuma necessidade disso", disse Liang à Reuters, quando questionado sobre as preocupações dos países vizinhos.
"O Exército chinês precisa desenvolver-se, mas não há nenhuma 'preocupação' ou 'medo' como dizem os estrangeiros", afirmou, antes de uma reunião com o Secretário da Marinha norte-americana, Ray Mabus, que visita o país. "A China não se trata disso".
Cooperação
A crescente influência militar da China coincidiu com um tom diplomático mais assertivo, evidente em disputas com o Japão e o Sudeste Asiático, com relação a ilhas disputadas. A China também disse aos Estados Unidos, que voltaram o foco de sua política externa para a Ásia, para não se envolverem.
Falando no Ministério da Defesa chinês, Liang ressaltou a necessidade de cooperação entre os governos chinês e norte-americano, que pediu à China para que compartilhasse mais sobre suas ambições militares.
"Nós devemos desenvolver laços entre nós, entre nossos dois Exércitos, tocar em algumas de nossas diferenças, resolver pontos de vista conflitantes", disse Liang antes de se encontrar com Mabus.
O Exército chinês realizou testes de voos com seus primeiros caças furtivos e inaugurou seu primeiro porta-aviões, que foi comprado da Ucrânia e reformado. Este mês, revelou um novo helicóptero de combate.
A China também tem aumentado sua evidência nos mares do Sul e do Leste da China este ano, reafirmando sua soberania sobre ilhas ou águas que também são contestadas pelas Filipinas, Vietnã, Malásia, Japão e outros.
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