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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Desenvolvimento de motores para foguetes na Argentina

A Dirección General de Fabricaciones Militares contratou a emprepsa francesa Roxel France para dar assessoramento e suporte técnico ao desenvolvimento de motores para roquetes do sistema CP-30. O contrato, de €690 mil, cobre assistência técnica para a instalação de uma fábrica de propelentes composto na Fábrica Militar de Pólvoras y Explosivos Villa Maria, onde se dará a produção industrial dos motores dos foguetes do CP-30 (foto). No momento, encontra-se quase pronta um núcleo de bateria composta por quatro unidades de tiro montadas nas novas viaturas Iveco Turbotracker, faltando ainda a instalação dos computadores de tiro. (Juan Carlos Cicalesi)
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Os Estados Unidos acredita que a Waverider hipersônico apesar do fracasso de



Fim da viagem mais rápida do que o esperado para o Waverider, o míssil hipersônico Estados Unidos, que falhou em seu teste de vôo terça-feira 14 agosto. Caiu para 11 h 36 (19 h 36, horário de Paris) em cima da Estação Ponto Air Show Mugu, na costa da Califórnia, a máquina de 8 metros de comprimento, também conhecido como X-51 foi desenvolvido como previsto pela motor comumente usada em mísseis. Mas por causa do mau funcionamento de uma cauda, ​​uma superfície proporcionando estabilidade da máquina, o Waverider só voou 16 segundos em vez de 5 minutos previstos inicialmente.

O primeiro reactor seria impulsionar o X-51 a Mach 4,5 (mais de 5000 km / h) durante 30 segundos. Em seguida, a máquina iria activar o seu sistema de propulsão de super ramjet capaz de operar a uma velocidade muito elevada.Modelos "clássicos" ramjets são limitadas pela velocidade do ar, evitando a combustão adequada de querosene. O modelo usado pelo X-51 teve que permitiratingir uma altitude de 21.000 metros e uma velocidade de Mach 6 (seis vezes a velocidade do som) ... mas o vôo de teste falhou antes.Todos os nossos dados indicam que as condições estavam maduras para a ignição do reator, que estava otimista sobre as chances de passar no teste" , disse à AFP Charlie Brink , gerente do programa. Esta não é a primeira vez que um voo de teste X-51 falha: em maio de 2010, outro vôo de teste foi encerrado após três minutos. Resultado de vinte anos de investimento - testes só teria custado US $ 300 milhões para o Pentágono, de acordo com a Wired - esta falha é uma decepção para equipes de projeto, mas diz Xavier Pasco, pesquisador da Fundação de Pesquisa estratégica , "é preciso esperar os resultados completos do teste, parâmetros positivos dessa experiência poderia eventualmente aparecer. "
Para a pesquisadora, o fracasso do teste de vôo não põe em causa o programa americano. Esta parte, diz ele, "a campanha do teste, o modo de operação convencional de pesquisa e desenvolvimento" . Em contraste, "as discussões sobre o orçamento, no outono de gastos autorizados em 2013 poderia pôr em causa o programa, mas é muito improvável, porque no campo da hipersônico, os Estados Unidos investem sobre a muito longo prazo, e também é a continuação de um projeto do Pentágono antigo " , diz o pesquisador.
"Um míssil em poucos anos hipersônicos"
Desde 1980, os Estados Unidos tem investido em pesquisa e desenvolvimento, liderada pela NASA e do Pentágono. Sua finalidade? Definir -se um míssil hipersônico. "Esta tecnologia tem mais impacto militar e civil" , diz Xavier Pasco , "o bject militar novamente, o míssil hipersônico iria usar mais flexível do que o interbalistique míssil, já que pode ser controlado e manipulado " .
O programa Waverider projeto faz parte do "Prompt Global Strike" (ataque global imediato), mencionado pela primeira vez pelo governo Bush em 2001, que tem como objetivo desenvolver uma capacidade de ataque em um tempo muito curto, no alvo longe. "mísseis hipersônicos permitiria aos Estados Unidos para enviarbombas no alvo muito específico muito pouco tempo, seria uma forma de dissuasão não nuclear " , explica Xavier Pasco.

"O míssil hipersônico iria ver o dia em poucos anos, se os pesquisadores são capazes de resolver os problemas atuais " , prevê o pesquisador. Para transportar aviões hipersônicos civil, no entanto, vai esperar um pouco mais.Mesmo se "versão do Waverider para transportar cargas e não de homenspoderia ver o dia em breve " , diz Xavier Pasco. Será paciente ainda mais veroutro show sonho americano hipersônico: avião espacial, um novo meio de acesso ao espaço, que operam com um turbo, um ramjet e motor de foguete..lemonde.fr segurança nacional blog

Depois do Curiosity, Nasa testa Mighty Eagle


São Paulo – Enquanto o Curiosity continua a vasculhar Marte, enviando para a Nasa imagens incríveis do Planeta Vermelho, na Terra, a agência já testa novos jipes-robôs. E um deles, o Mighty Eagle, concluiu com sucesso uma sequencia de pouso esta semana nos Estados Unidos.
O objetivo do Mighty Eagle é testar a aplicação de tecnologias mais avançadas para o desenvolvimento de uma próxima geração de exploradores. A ideia é que os próximos robôs sejam menores, mais inteligentes e, acima de tudo, baratos.Na semana passada, por conta de “preocupações orçamentárias”, o governo de Barack Obama vetou a participação da Nasa em um projeto que seria realizado em conjunto com equipes europeias. O objetivo da missão era o de trazer para a Terra amostras de rochas de Marte.
Mighty Eagle - De acordo com a Nasa, o Mighty Eagle identificou um alvo a cerca de seis metros de distância e aterrissou nele de uma altura de aproximadamente nove metros. Movido a um combustível verde, composto essencialmente por peróxido de hidrogênio, o robô conta com três pernas, pesa menos de 400 kg. Seu tamanho compacto, explica a agência, faz dele uma boa alternativa para pousar com tranquilidade na Lua ou outros corpos celestes.
“Isso é incrível”, disse Mike Hannah, um dos engenheiros da Nasa, “conseguimos atingir nosso objetivo principal nesta série de testes: fazer com que o robô encontre seu alvo de maneira autônoma e precisa”. Segundo ele, o veículo não foi conduzido da sala de controle. Foi o seu próprio software que fez com que o Mighty Eagle pensasse sozinho. Agora, o próximo passo é fazer com que o robô voe mais alto e pouse com maior rapidez.
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Embraer entrega avião de vigilância EMB 145 para a Índia


O EMB 145 já é usado pelas Forças Aéreas do Brasil, do México e da GréciaSão José dos Campos - A Embraer anunciou a entrega do primeiro de vários aviões de vigilância com radar EMB 145 para a Índia. A entrega é parte de um contrato assinado em 2008 que inclui, além dos aviões, um pacote de treinamento, assistência técnicas, peças de reposição e equipamentos de suporte terrestreO EMB 145 já é usado pelas Forças Aéreas do Brasil, do México e da Grécia. A Força Aérea da Índia já opera quatro jatos Legacy 600 da Embraer para o transporte de altos funcionários e dignitários estrangeiros; uma quinta aeronave é usada pela Força de Segurança de Fronteira indiana.Citando cláusulas de confidencialidade do contrato, a Embraer não informou o valor total do contrato com a Índia, nem quantos aviões ainda deverão ser entregues. As informações são da Dow Jones.
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Confronto público entre líderes israelenses acirra debate sobre ataque ao Irã


A troca de farpas entre o presidente de Israel, Shimon Peres, e o premiê, Binyamin Netanyahu, sobre um possivel ataque ao Irã sem a concordância dos Estados Unidos acirra o debate na sociedade israelense acerca das medidas que o país deve tomar diante do projeto nuclear iraniano.
Diante das especulações sobre um ataque preventivo ao Irã, Peres afirmou que Israel não deve "agir sozinho" contra o projeto nuclear iraniano, mas sim "ir junto com os Estados Unidos".
"Está claro que não podemos fazer isto sozinhos, podemos só adiar", afirmou o presidente, ecoando a declaração do general Martin Dempsey, chefe das Forças Armadas americanas, que disse há poucos dias que Israel "não tem a capacidade para destruir o projeto nuclear iraniano, só para retardá-lo".
Netanyahu reagiu e respondeu duramente o presidente, criando uma crise sem precedentes nas relações dos dois líderes.
"Peres esqueceu qual é a função do presidente", afirmou Netanyahu, em referência ao fato de que em Israel o cargo do chefe de Estado não tem caráter executivo.
Plano de ataque
O debate em Israel sobre um possível ataque ao Irã tornou-se público há cerca de um ano, quando a imprensa local divulgou um suposto plano de autoria de Netanyahu e do ministro da Defesa, Ehud Barak.
Até então a possibilidade de tal ataque era discutida apenas nos bastidores do poder.
O confronto público entre Peres e Netanyahu ocorre em meio a um aumento dos rumores sobre um possivel ataque israelense ao Irã antes das eleições nos Estados Unidos, previstas para 6 de novembro.
Durante as últimas semanas, a questão iraniana tomou a maior parte do espaço na mídia israelense e a possibilidade de um ataque às instalações nucleares do país persa é discutida diariamente em todos os grandes veículos de comunicação.
A mídia local tem dado bastante destaque aos riscos que os civis em Israel correriam se o Irã respondesse a um ataque israelense com um lançamento massivo de mísseis.
Prevenção aos ataques
Os preparativos para defesa dos civis em caso de ataque aumentam a preocupação da população, já temerosa em relação a um novo conflito.
A prefeitura de Tel Aviv divulgou uma lista de 60 estacionamentos subterrâneos particulares que serão transformados em bunkers públicos em caso de guerra. Os abrigos improvisados têm capacidade para abrigar cerca de 800 mil pessoas.
O governo firmou um acordo com as empresas de telefonia celular segundo o qual as companhias cederão serviços de mensagens de texto para toda a população, para que as autoridades possam alertar cada cidadão se houver um ataque de mísseis contra Israel.
Analistas militares também mencionam a possibilidade de que a milícia xiita libanesa Hezbollah entre na guerra no caso de Israel atacar o Irã.
O Hezbollah, supeito de ser financiado e armado pelo Irã, possui dezenas de milhares de foguetes que poderiam ser lançados contra Israel.
Nesse caso, um conflito entre Israel e Irã poderia assumir rapidamente proporções regionais.
Para o ministro da Defesa, Ehud Barak, os riscos de uma ação militar contra o Irã seriam menores do que o perigo de o país persa possuir armas nucleares.
"Se o Irã tiver uma bomba atômica a situação será muito mais complicada, complexa e perigosa", afirmou Barak. BBC Brasil ..segurança nacional blog

Vida dos israelenses será um inferno em caso de ataque, diz Hezbollah


O chefe do Hezbollah libanês, Hassan Nasralá, advertiu nesta sexta-feira (17) que o partido xiita armado transformará "em inferno as vida de milhares de israelenses" no caso de ataques por parte do Estado de Israel.
"Há objetivos na Palestina ocupada (Israel) que podem ser atacados com um pequeno número de mísseis. Possuímos esses mísseis (...) e não hesitaremos em utilizá-los para proteger nosso povo e nosso país. Isso transformará a vida de centenares de milhares de sionistas em um verdadeiro inferno", afirmou Nasralá em uma cerimônia por ocasião do Dia de al-Qods (Jerusalém em árabe).
Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah, discursa nesta terça-feira (6) em Beirute (Foto: AFP)
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ndígenas ajudam Exército a defender fronteira do Brasil


Situado na fronteira do Brasil com a Colômbia, o Pelotão Especial de Fronteira de São Joaquim é a base militar mais remota da Amazônia brasileira. Suas trincheiras e casas vermelhas de madeira ficam separadas de uma aldeia de índios Kuripaco por uma cerca e uma pista de pouso de 1.200 metros, raramente usada pela Força Aérea.
Grande parte dos 100 militares que trabalham no pelotão é de origem indígena. Eles são o exemplo de uma tendência adotada pelo Exército brasileiro: contratar índios para defender e Os indígenas atualmente representam cerca de 70% dos 1.400 militares da 2ª Brigada de Infantaria de Selva, que agrupa sete bases avançadas nas fronteiras com a Colômbia e a Venezuela, além de um complexo militar na maior cidade do extremo norte do Amazonas: São Gabriel da Cachoeira, de 38 mil habitantes.
Eles são recrutados entre os cerca de 30 mil índios de 14 etnias que habitam a região do alto rio Negro.
São Joaquim, uma dessas sete bases avançadas, está situada a 326 quilômetros de São Gabriel da Cachoeira e a 90 quilômetros do vilarejo colombiano de Mitú, ambos embrenhados na floresta equatorial.
Essas distâncias ficam ainda maiores quando se leva em conta que o deslocamento na região é feito majoritariamente pelos rios, pois não há estradas e não é possível andar longas distâncias pela selva fechada.
A viagem de barco dura em média quatro dias. Ela é realizada em pequenas embarcações equipadas com motores de 40hp conhecidas como "voadeiras" - que precisam ser carregadas nas costas nos sete trechos em que o rio forma cachoeiras maiores.O pelotão foi instalado em 1988 para defender o rio Içana, que nasce na Colômbia e deságua no rio Negro, no Brasil, funcionando como uma via de ligação fluvial - não muito utilizada - entre os dois países.
Ele não passa de uma pequena vila militar com algumas fortificações e um posto de saúde atendido por um médico, um farmacêutico e um dentista. Não há telefone, apenas estações de rádio.

Dialetos

Apesar da existência de uma pista de pouso na localidade, os voos da Força Aérea que abastecem o pelotão com equipamentos e comida não são frequentes. Por vezes, o aeródromo fica mais de um mês sem receber voos.
Isso significa que quando o clima instável da região não permite o pouso do avião, os militares que moram na base ficam sem comida. Uma solução é fazer o trajeto de barco de quatro dias.
Mas, o mais comum é o recurso a um sistema de trocas de combustível por alimentos com os cerca de 8.000 índios das 46 aldeias Kuripaco e Baniwa situadas ao longo do rio Içana.
Na hora de negociações como essa, a presença do militar indígena é fundamental, segundo o Exército.
"Às vezes a comunidade ajuda com o transporte dos materiais. Às vezes trocam coisas com o pelotão, como peixe e farinha (de mandioca) por gasolina para gerador e para as rabetas (motores de popa)", disse o soldado Edgar Alves Cardoso, de 24 anos, militar da etnia Pira-tapuya, que trabalha no pelotão e vive com a mulher, uma índia Kuripaco, na aldeia ao lado da base.
Segundo ele, em toda a região do alto rio Negro, cada aldeia fala um dialeto diferente, de acordo com a etnia de seus habitantes. Contudo, a maioria das populações ribeirinhas fala o "tukano", que funciona como uma espécie de língua comum. Os militares índios atuam então como tradutores e negociadores para seus oficiais.Mas não é apenas a facilidade com os dialetos que torna os indígenas militares de alto valor para o Exército.
"O militar de origem indígena tem muita facilidade para realizar as tarefas relacionadas à vida e ao combate no interior da selva, por estar completamente integrado nesse ambiente", afirmou o general Luiz Sérgio Goulart Duarte, comandante da 2ª Brigada de Infantaria de Selva.
"São excelentes exploradores e guias; têm bastante experiência em pilotar embarcações, o que é uma característica essencial para quem navega no alto rio Negro, onde existem muitas corredeiras e bancos de areia", disse o general.
"Os indígenas conhecem os lugares por onde passar a voadeira nas cachoeiras. Sabem onde são as comunidades (indígenas), quantas pessoas moram lá, suas crenças. Têm conhecimento de plantas medicinais e podem dar amparo a qualquer ferimento que aconteça nas missões", disse o soldado Cardoso.
As técnicas indígenas de sobrevivência e combate na selva - herdadas de comunidades nativas da Amazônia e que incluem desde a obtenção de alimento a técnicas de acampamento, natação e localização- não são usadas apenas no dia-a-dia das bases militares de fronteira. Foram incorporadas pelo Exército e hoje são ensinadas nos cursos do CIGS (Centro de Instrução de Guerra na Selva).
A unidade, sediada em Manaus, forma militares de elite do Exército e se tornou referência internacional em técnicas de combate em ambiente de floresta.
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Ahmadinejad diz que não há lugar para Israel em novo Oriente Médio


Reuters
Milhares de iranianos gritaram "Morte à América, morte a Israel" durante protestos organizados pelo governo nesta sexta-feira, e o presidente Mahmoud Ahmadinejad disse aos manifestantes que não havia lugar para o Estado judeu em um futuro Oriente Médio.
O Irã, penalizado por duras sanções do Ocidente, enfrenta a ameaça de um ataque militar israelense ou norte-americano contra suas controversas instalações nucleares. Com as revoltas populares remodelando a região, a República Islâmica também está tentando impedir a derrubada de seu aliado árabe mais próximo, o presidente sírio, Bashar al-Assad.
"Você quer um novo Médio Oriente? Nós também, mas no novo Oriente Médio ... não haverá nenhum vestígio da presença americana e dos sionistas", disse Ahmadinejad na Universidade de Teerã, durante um evento transmitido ao vivo pela televisão estatal.
O líder iraniano, cuja própria autoridade está sendo desafiada tanto pelos conservadores quanto pelos reformistas, reafirmou as conhecidas metas do governo iraniano à medida que o Oriente Médio passa por uma reviravolta muito diferente da Revolução Islâmica de 1979, que derrubou o xá apoiado pelos Estados Unidos e levou o aiatolá Ruhollah Khomeini ao poder.
"Salvar a existência do regime sionista (Israel) é um compromisso conjunto dos mais arrogantes governos ocidentais", disse Ahmadinejad no discurso para marcar o evento anual Dia de al-Quds (Jerusalém), decretado por Khomeini e realizado na última sexta-feira do mês sagrado de jejum dos muçulmanos, o Ramadã.
Ele voltou a pedir a união muçulmana para frustrar o apoio ocidental a Israel, que descreveu como um "tumor cancerígeno" por sua ocupação de terras palestinas.
A televisão estatal afirmou que milhões de iranianos se juntaram às marchas do dia de al-Quds em todo o país e mostrou grandes multidões entoando frases e carregando retratos de Khomeini e de seu sucessor, o líder supremo aiatolá Ali Khamenei.
(Reportagem de Zahra Hosseinian) SEGURANÇA NACIONAL BLOG

Israel não pode atacar Irã sozinho, confio em Obama, diz Peres

TELAVIV - O presidente de Israel, Shimon Peres, demonstrou nesta quinta-feira, 16, ser contra qualquer ataque israelense sozinho contra o Irã, dizendo que confia na promessa do presidente dos EUA, Barack Obama, de impedir Teerã de produzir armas nucleares. "Eu estou convencido de que este é um interesse norte-americano. Estou convencido de que (o presidente Obama) reconhece o interesse norte-americano e ele não está dizendo isso apenas para nos deixar felizes. Eu não tenho nenhuma dúvida sobre isso, depois de ter tido conversas com ele", afirmou Peres ao Canal Dois de televisão de Israel.
Israelenses pegam máscaras de gás com medo de enfrentamento com Irã - Jim Hollander/Efe
Jim Hollander/Efe
Israelenses pegam máscaras de gás com medo de enfrentamento com Irã
"Agora, está claro para nós que não podemos fazer isso sozinhos. Podemos atrasar (o programa nuclear iraniano). Está claro para nós que temos de avançar juntos com a América. Há dúvidas sobre a coordenação e o momento, mas por mais grave que seja o perigo, desta vez pelo menos não estamos sozinhos "
As observações de Peres pareceram desafiar o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Ehud Barak, que levantaram a perspectiva de um ataque unilateral israelense contra o Irã.
Um alto funcionário israelense não identificado, que se acredita ser Barak, disse em uma entrevista ao jornal Haaretz na sexta-feira que o Estado judeu "não pode deixar a responsabilidade por sua segurança e mesmo o futuro nas mãos de seu maior aliado", em uma referência aos Estados Unidos.

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