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sexta-feira, 29 de junho de 2012

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Nave que levou 1ª chinesa ao espaço retorna à Terra, mas capota ao pousar


A nave espacial chinesa Shenzhou 9, lançada ao espaço no último dia 16, retornou nesta sexta-feira (29) à Terra após completar com sucesso o primeiro acoplamento espacial manual realizado pela China. A nave aterrissou por volta das 10h locais (23h de Brasília) no condado de Siziwang, ao norte da região autônoma da Mongólia Interior (norte da China). O pouso esteve longe de ser suave, pois o módulo capotou ao tocar o solo. Pôde-se escutar um forte barulho da batida no terreno. 
Apesar da violência do impacto e das sacudidas da nave, os astronautas nada sofreram e deixaram o módulo como heróis nacionais. 
Após 13 dias de missão, os astronautas Jing Haipeng, Liu Wang e Liu Yang, esta última a primeira mulher chinesa a viajar ao espaço, voltaram para casa em boas condições, segundo a equipe médica que os atendeu após a aterrissagem.Os astronautas foram recebidos com uma breve cerimônia, após adaptarem-se à gravidade da Terra e saírem da nave, uma hora depois da aterrissagem.A tripulação do Shenzhou 9 entrará para a história da China por completar com sucesso a quarta missão tripulada produzida pelo país asiático e conseguir realizar o primeiro acoplamento manual entre uma nave chinesa e o módulo espacial Tiangong I, embrião da futura base espacial do gigante asiático.
"Esta conquista teve um significado muito importante para a corrida espacial chinesa", destacou o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, no Centro de Controle Aeroespacial de Pequim.A China, o terceiro país a levar astronautas ao espaço, quer demonstrar com seu programa espacial que está capacitada tecnologicamente para trabalhar em bases permanentes no cosmos, em resposta à reserva de países como os Estados Unidosquanto à sua participação na Estação Espacial Internacional (ISS).
O país asiático espera instalar seu primeiro laboratório no espaço em 2016 e dispor de uma base permanente até o final desta década.
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Irã deve instalar mísseis em navios no Estreito de Ormuz


DUBAI, 29 Jun (Reuters) - O Irã tem a expectativa de equipar seus navios no Estreito de Ormuz com mísseis de curto alcance em breve, disse o comandante da Guarda Revolucionária, em mais um aparente alerta ao Ocidente para que não ataque o programa nuclear iraniano.
Pelo Estreito de Ormuz, que dá acesso ao Golfo Pérsico, passa 40 por cento do petróleo transportado por via marítima no mundo. A República Islâmica já ameaçou fechar o estreito em represália se as sanções ocidentais bloquearem as exportações iranianas de petróleo.
A União Europeia planeja impor a partir de domingo um embargo total ao petróleo iraniano, e informou Teerã que outras medidas punitivas podem se seguir caso o Irã continue desafiando as ordens da ONU para restringir atividades nucleares capazes de levar ao desenvolvimento de armas atômicas.
?"Já equipamos nossos navios com mísseis de alcance de 220 quilômetros, e esperamos introduzir em breve mísseis com um alcance superior a 300 quilômetros", disse o comandante Ali Fadavi à agência semioficial de notícias Mehr.
"?Podemos atingir das nossas costas todas as áreas da região do Golfo Pérsico, o Estreito de Ormuz e o Mar de Omã."
Em seu ponto mais próximo, o Irã está a apenas 225 quilômetros do Bahrein, sede da Quinta Frota naval dos EUA, e a cerca de mil quilômetros do arqui-inimigo Israel. O míssil iraniano de maior alcance, o Sajjil-2, pode voar por até 2.400 quilômetros.
O Irã reafirma seu poderio na região com frequência, particularmente no Estreito de Ormuz, o canal mais importante do mundo para o transporte de petróelo.
Mas ultimamente, Teerã tem feito mais questão de ostentar sua força militar, em face das advertências israelenses e norte-americanas, que não descartam uma ação militar contra o Irã caso a diplomacia e as sanções falhem em resolver a questão nuclear.
O Irã nega as suspeitas ocidentais de que seu programa nuclear visa o desenvolvimento de armas nucleares, e afirma que a pesquisa serve apenas para gerar eletricidade.
Em janeiro, o país anunciou um teste bem sucedido de dois mísseis que disse ser de longo alcance. Neste mês, a Marinha iraniana anunciou planos de fabricar mais navios de guerra e de aumentar sua presença em águas internacionais, como no Golfo de Aden e no norte do Oceano Índico.
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O Navio Patrulha Oceânico P-120 Amazonas da MArinha do Brasil


No dia 29 de junho, às 11h, em cerimônia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, almirante de esquadra Fernando Eduardo Studart Wiemer, nas dependências da Base Naval de Portmouth, no Reino Unido, ocorrerá a Incorporação à Armada da Marinha do Brasil do Navio-Patrulha Oceânico Amazonas.
Construído pela empresa BAE Systems Maritime – Naval Ships tem o mesmo nome da classe em que se enquadra, Amazonas, que contará com mais duas embarcações até 2013: Navio-Patrulha Oceânico Apae Navio-Patrulha Oceânico Araguari, todos nomes de importantes rios brasileiros. A embarcação teve sua construção iniciada em 15 de fevereiro de 2008, com o batimento de quilha em 15 de junho do mesmo ano. Foi lançado ao mar em 10 de fevereiro de 2009 e sua construção foi finalizada em setembro de 2010.

As principais características da Classe Amazonas
Comprimento total de 90,5 metros, comprimento entre perpendiculares de 83 metros, boca máxima de 13,5 metros, calado de navegação de 6,0 metros, deslocamento carregado de 2.060 toneladas, velocidade máxima com 2 MCP de 25 nós, raio de ação a 12 nós cerca de 4.000 milhas náuticas, autonomia de 35 dias, capacidade de tropa embarcada de até 39 militares, capacidade de transporte de carga de até seis Contêineres de 15 toneladas, armamento composto de um canhão de 30 mm e duas metralhadoras de 25 mm; sistema de propulsão dotado com dois motores MAN 16V28/33D de 7.350 HP; geração de energia provida por três geradores CATERPILLAR de 550 kW e um gerador CATERPILLAR de 200kW, tripulação formada por 12 oficiais, 21 suboficiais e sargentos e 48 cabos e marinheiros.
Os Navios-Patrulha destinam-se ao patrulhamento das Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), devendo executar diversas tarefas, dentre elas a de, em situação de conflito, efetuar patrulha para a vigilância e defesa do litoral, de áreas marítimas costeiras e das plataformas de exploração/explotação de petróleo no mar e contribuir para defesa de porto; e, em situação de paz, promover a fiscalização que vise ao resguardo dos recursos do mar territorial, zona contígua e zona econômica exclusiva (ZEE), de repressão às atividades ilícitas (pesca ilegal, contrabando, narcotráfico e poluição do meio ambiente marinho), contribuir para a segurança das instalações costeiras e das plataformas marítimas contra ações de sabotagem e realizar operações de busca e salvamento na área de responsabilidade do Brasil.
O Navio-Patrulha Oceânico Amazonas foi projetado e construído para atender às necessidades de fiscalização de extensas áreas marítimas. Devido à sua grande autonomia e capacidade de operar com aeronave orgânica (helicóptero) e duas lanchas, contribuirá com os demais navios da Marinha do Brasil na proteção e fiscalização de nossa “Amazônia Azul”.
Após a incorporação à Marinha, o Amazonas será preparado para navegar em direção ao Brasil, o que está previsto para ocorrer na primeira quinzena de agosto deste ano. Em uma viagem de dois meses, o navio suspende de Plymouth, cumprindo o seguinte roteiro: Lisboa (Portugal), Lãs Palmas (Espanha), Mindelo (Cabo Verde), Cotonou (Benim), Lagos (Nigéria), São Tomé e Príncipe, Natal (RN), Salvador (BA), Arraial do Cabo (RJ) e tem como porto final, na primeira quinzena de outubro, o Rio de Janeiro (RJ).
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