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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Royal Society britânica alerta sobre riscos da guerra do futuro


Efe
A Royal Society britânica alertou sobre o risco da aplicação dos últimos avanços da neurociência na guerra do futuro e pediu aos Governos que tomem medidas para proibir muitos dos novos agentes químicos.
Foco da preocupação dos especialistas se dirigiu às armas 'não letais' que podem ameaçar o mundo - Michael Fiala/Reuters
Michael Fiala/Reuters
Foco da preocupação dos especialistas se dirigiu às armas 'não letais' que podem ameaçar o mundo
Nos últimos anos, a neurociência, um conjunto de disciplinas que estudam o sistema nervoso e sua relação com a conduta, avançou em ritmo vertiginoso, favorecida pelo interesse dos Governos em desenvolver novas tecnologias e ferramentas para melhorar a eficiência de seus Exércitos.
Em relatório de 65 páginas publicado recentemente com o título de "Neurociência, conflito e segurança", essa renomada sociedade científica enumera os progressos na área e os possíveis usos civis e militares, mas aconselha cautela aos Governos na hora de colocar em prática essas descobertas.
O foco se dirigiu às armas "não letais", entre as quais estão agentes químicos paralisantes e outras substâncias que agem diretamente sobre o sistema nervoso central e periférico. Conforme alerta da Royal Society, muitas delas ainda não estão regulamentadas por nenhum tratado internacional.
Essa constatação fez a entidade britânica pedir aos signatários da Convenção sobre Armas Químicas que incluam novos agentes químicos entre as substâncias proibidas em sua próxima revisão em 2013.
Em seu relatório, a instituição reconheceu os benefícios que os avanços podem ter no tratamento de doenças neurológicas, mas expressou sua preocupação com as "lacunas em relação à legislação" que poderiam dar margem ao uso inadequado.
O marco legal atual restringe a criação de agentes químicos paralisantes, mas existe "certa ambiguidade nos tratados de proibição de armas químicas que, sob algumas interpretações, podem favorecer seu desenvolvimento".
Embora algumas pesquisas ainda estejam em estágio inicial já permitem vislumbrar como poderiam ser as guerras do futuro. Nelas, novas técnicas de estimulação cerebral por meio de remédios e ondas aumentariam a eficiência dos soldados e a velocidade com a qual aprendem tarefas.
Outras conquistas, mais próprias da ficção científica, permitiriam a comunicação das máquinas com o cérebro dos soldados graças a sistemas de interfaces neuronais, implantes que conectam o sistema nervoso com computador que interpreta as ondas cerebrais e as traduz em ações.
Segundo a Royal Society, com essa tecnologia seria possível, entre outras tarefas, controlar os sistemas militares à distância e melhorar a reabilitação física dos soldados.
Graças à análise do cérebro com técnicas de neuroimagem poderiam ser consideradas novas variáveis no recrutamento de soldados, como velocidade de aprendizagem e o nível de risco que são capazes de assumir, e escolher assim os melhores para cada tarefa.
Outros estudos, realizados pelos Estados Unidos, investigam o uso do ultrassom como uma forma de interferir no cérebro, um campo que, de acordo com a Royal Society, teria "uma importante aplicação terapêutica", mas também poderia ser usado para prejudicar a atividade cerebral.
A Convenção sobre Armas Químicas, assinada em 1993 e que teve a adesão até agora de 188 países, proíbe recorrer à guerra química em qualquer circunstância e enumera uma lista de substâncias e quantidades proibidas, mas a Royal Society pede a inclusão nesse acordo dos novos agentes químicos.
Efe.infor segurança nacional

AIEA se diz 'preocupada' com expansão do enriquecimento de urânio no Irã


A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) diz que continua a ter sérias preocupações com possíveis dimensões militares do programa nuclear do Irã.
Em seu relatório mais recente, a agência diz que conversas em Teerã nesta semana não conseguiram esclarecer as questões sobre o programa do país.
O documento diz ainda que o Irã instalou 2 mil centrífugas para enriquecimento de urânio na usina de Fordo, perto da cidade de Qom, no nordeste do país.
A correspondente da BBC em Viena, Bethany Bell, diz que, segundo o relatório, o impasse sobre o controverso programa nuclear do Irã não dá sinais de resolução.
Países ocidentais suspeitam de que o Irã esteja tentando construir uma bomba nuclear, o que o governo iraniano nega.
Bell afirma que as potências ocidentais ficarão ainda mais alarmadas com a notícia de que o Irã acelerou seu enriquecimento de urânio, tanto na planta principal de Natanz quanto na instalação subterrânea de Fordo.
Fordo, que fica embaixo de uma montanha, está bem protegida de potenciais ataques de Israel ou dos Estados Unidos.
Suspeitas
O relatório da AIEA foi divulgado dois dias depois que autoridades iranianas recusaram um pedido de inspetores para visitarem a instalação militar de Parchin, ao sul da capital, Teerã.
Em novembro, outro relatório - baseado em informações descritas como "críveis" - indicou que o Irã havia construído um recipiente para o armazenamento de grandes explosivos em Parchin em 2000, para conduzir experimentos hidrodinâmicos.
Estes experimentos, que envolvem explosivos poderosos em conjunção com materiais nucleares ou substitutos de materiais nucleares, seriam "fortes indicadores de um possível desenvolvimento de armas", segundo o relatório.
O uso de material substituto e o armazenamento em uma câmara também podem ser usados para impedir a contaminação.
A Agência também diz que teria "fortes indicações de que o desenvolvimento de um sistema de ignição de explosivos e de um sistema de diagnóstico de alta velocidade para monitorar tais experimentos no Irã estaria sendo supervisionado pelo trabalho de um especialista estrangeiro" de outra potência nuclear.
Diferenças
O documento afirma ainda que apesar de discussões intensas, as conversas em Teerã não resultaram em um acordo com o Irã sobre o programa nuclear.
O Irã entregou à Agência uma declaração classificando as preocupações como infundadas e dizendo que há "diferenças muito grandes" entre a organização e o país sobre como abordar o assunto.
A AIEA diz que o Irã aumentou o número de centrífugas utilizadas para enriquecer urânio e acelerou a produção de urânio enriquecido a mais de 20%.
O Irã afirma que está enriquecendo urânio para propósitos pacíficos, mas o Conselho de Segurança da ONU já ratificou quatro rodadas de sanções na república islâmica para pressioná-la a parar, porque a tecnologia adquirida pelo país pode ser usada para enriquecer urânio no nível necessário para uma ogiva nuclear. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC. infor.seguraça nacional

Brasil comandará força naval da Unifil no Líbano


ANDRÉ LACHINI - Agência Estado
O Brasil comandará, pela segunda vez consecutiva, a Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil), informou a Marinha do Brasil nesta sexta-feira. Segundo a Marinha, a passagem de comando ocorrerá no sábado a bordo da fragata União no porto de Beirute. O contra-almirante Luiz Henrique Caroli passará o comando da FTM para o contra-almirante Wagner Lopes de Moraes Zenith.
A FTM é formada atualmente por nove navios de guerra de seis países, com 1.100 militares. A Alemanha destacou três navios para a força, Bangladesh dois e Brasil, Turquia, Grécia e Indonésia destacaram um navio cada.
Criada em 1978 pelas Nações Unidas para manter a estabilidade no sul do Líbano, durante a Guerra Civil Libanesa, a Unifil opera com forças navais e terrestres na região ao sul do rio Litani até a fronteira com Israel. A força naval da Unifil foi criada em 2006, segundo a Marinha brasileira.
Nas décadas de 1980 e 1990, o sul do Líbano foi parcialmente ocupado pelas tropas israelenses e palco de combates entre as forças israelenses e do Exército do Sul do Líbano, armado e financiado por Israel, contra as milícias xiitas do Amal e do Hezbollah, além de grupos palestinos. Israel se retirou da região em 2000, quando o Exército do Sul do Líbano se desintegrou. Em 2006, Israel voltou a invadir o sul do Líbano, quando travou uma guerra de dois meses contra o Hezbollah. - Agência Estado infor segurança nacional

F-35 voou pela primeira vez carregando mísseis de combate

De acordo com o jornal Los Angeles Times, o super caça o F-35 fez o seu primeiro vôo carregando mísseis externos. O teste foi realizado em 16 de fevereiro.
Durante um vôo de teste, o F-35 levava duas bombas guiadas GBU-31 de 907 kg e dois mísseis de médio alcance ar-ar AIM-120. Disparos não foram efetuados durante o teste.
F-35 é o projeto militar mais caro na história dos EUA. 2500 caças encomendadoos custarão 382 bilião dólares SEGURANÇA NACIONAL

Nova ameaça: aviões não tripulados


Aviões não tripulados são a principal tendência desenvolvida ultimamente nas forças armadas. Já no ano em curso, estes aparelhos entrarão em dotação das estruturas militares da Rússia. Islamabad solicita que Londres convence Washington de suspender ataques ao Paquistão com a ajuda de drones da CIA, que recentemente foram observados por cima da Síria.
Os drones de combate já se recomendaram bem na prática. Aviões não tripulados da CIA atacam supostas bases de terroristas no Paquistão, no Iémen e na Somália. Israel e Reino Unidos também dispõem de tais aparelhos.
Na Rússia, primeiros pequenos dronesentrarão em dotação de estruturas militares já neste ano. Terão missões de reconhecimento e controlarão a ordem. Simultaneamente, estão a ser desenvolvidos aparelhos militares pesados, comparáveis por dimensões comdronesamericanos de ataque. O chefe do Conselho Social junto do Ministério da Defesa, Igor Korotchenko, falou sobre o equipamento das Forças Armadas da Rússia com aviões não tripulados
"No quadro do programa estatal de armamentos, as Forças Armadas da Rússia irão desenvolver também uma família de aviões não tripulados, inclusive de variante combativa. O Ministério da Defesa assinou dois grandes contratos de projeção e produção em série de drones. Nos próximos dois-três anos começarão testes reais de primeiros modelos de aviões não tripulados russos de nova geração."
A procura de aviões não tripulados por parte de estruturas militares, serviços especiais e órgãos de proteção da ordem irá crescer. No futuro, os drones aparecerão em arsenais de muitos países. Os peritos já avaliam o potencial do mercado mundial de aviões não tripulados em seis mil milhões de dólares ao ano e, para 2018, este montante será duplicado. Possivelmente, as futuras ações militares irão decorrer sem a participação humana,considera Igor Korotchenko.
"Possivelmente, dentro de 40-50 anos, a participação do homem em guerras será limitada ao comando de ações militares à distância. Já hoje, as pessoas aprendem a dirigir armamentos, encontrando-se longe do campo de combate."
Entretanto, as operações de drones de combate não sempre são bem-sucedidas. Um exemplo patente é a situação na fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão, onde aviões não tripulados da CIA são um flagelo para habitantes civis. Uma difícil coordenação em locais montanhosos, a falta de dados de reconhecimento de pleno valor e outras condições específicas levam a centenas de vítimas entre a população civil em resultado de ataques de drones“amigos”.Mas é pouco provável que os políticos e generais se renunciem à ideia de utilizar amplamente aviões não tripulados em operações militares, diz o diretor adjunto do Instituto dos Estados Unidos e do Canadá, Pavel Zolotariov:
"A tendência geral de longo prazo é aumentar o número de drones na aviação. Gradualmente, de pequenos aviões não tripulados destinados para missões de reconhecimento e de comunicações, o mundo começa a desenvolver drones de ataque."
Hoje, dezenas de países estão interessados em adquirir aviões não tripulados de combate. Nesta lista figura, por exemplo, a Coreia do Sul. A sua primeira transação com os Estados Unidos falhou por causa de alto custo de drones.Mas o país não se recusou da intenção de efetuar reconhecimento aéreo do território da Coreia do Norte. A China, por seu lado, desenvolveu o seu próprio modelo de avião não tripulado, análogo ao americano; os peritos consideram que estes aviões sejam amplamente exportados. Isso pode estimular outros produtores dedrones,alterando cardinalmente todo o mercado da exportação de armamentos.Voz da Russia segurança nacional

Mísseis estratégicos subsônicos


Hoje, vamos falar sobre os mísseis estratégicos subsônicos de pequeno porte. Lançado contra um alvo introduzido na memória, o míssil voa a baixas altitudes contornando o relevo do solo e todos os obstáculos: elevações e depressões, florestas e edifícios.
Na URSS, não era raro muitos projetos bons ficarem, por longo tempo, nas prateleiras acumulando pó sem qualquer aplicação prática. Algo semelhante aconteceu com esses mísseis de cruzeiro “inteligentes”. Só quando a imprensa ocidental começou a falar sobre novos mísseis desenvolvidos pelos EUA, o governo soviético mandou criar, em curto prazo, mísseis análogos. Graças a um bom potencial científico e tecnológico existente, naquela altura, na URSS, os engenheiros soviéticos não ficaram para trás dos norte-americanos. Mais do que isso, o projeto soviético absorveu menos recursos financeiros, tendo os novos mísseis entrado em serviço já em 31 de dezembro de 1983.
O novo míssil recebeu a designação X-55, e AS-15 Kent na classificação da OTAN. Uma das diferenças essenciais do novo míssil em relação às armas anteriores eram novos métodos de navegação e a  possibilidade de contornar o relevo do solo com vista a evitar a detecção pelos sistemas radar inimigos. Para esse efeito, na memória do míssil foram colocados mapas digitais das eventuais regiões de operação.
Esses mísseis são levados pelos aviões estratégicos Tu-95MS e Tu-160 e são capazes de atingir com precisão alvos estacionários a grandes distâncias do ponto de partida. Um bombardeiro estratégico Tu-95MS pode levar até seis mísseis X-55 em seu compartimento de bombas. O supersônico Tu-160 pode levar em seus dois compartimentos de bombas 12 mísseis de cruzeiro de longo alcance (dotados de tanques de combustível extra) ou 24 mísseis de cruzeiro convencionais.
Em outubro de 1999, foram realizados os testes de novos mísseis estratégicos X-555. As últimas versões dos mísseis de cruzeiro russos têm um alcance de cerca de 5000 km. Essa é uma arma formidável das forças armadas russas.Voz da Russia segurança nacional

objetos metálicos caem do céu no Maranhão


Dois objetos metálicos caíram do céu no Maranhão na última quarta-feira, 22, e assustaram moradores das cidades de Anapurus e Santa Inês. Em Anapurus, uma esfera de 1 m de diâmetro e peso estimado entre 30 e 45 kg ficou presa em uma árvore. Já em Santa Inês, pedaços de metal foram encontrados.
De acordo com Manuel Costa, presidente da Sociedade de Astronomia do Maranhão, que analisou imagens do objeto que caiu em Anapurus, é certo que o objeto estava fora da atmosfera terrestre. "Provavelmente é uma parte de satélite, lixo espacial", afirma.
A análise de algumas características ajuda a entender do que pode se tratar: "O objeto possui uma espécie de engrenagem, em formato de anel, que sugere uma estrutura de conexão. Na superfície existem marcas de corrosão por derretimento, e também alguns pontos chamuscados, que indicam que ele caiu em grande velocidade e as marcas surgiram em razão do atrito e da pressão do ar", explica Costa.
Neste caso do objeto esférico, segundo Costa, os moradores afirmam que viram no céu uma claridade muito forte e depois ouviram um estrondo. "O objeto, então, teria ficado preso em uma árvore. Mas os relatos são bem simples, então não podemos confiar e precisamos estudar a esfera", diz. "Planejamos mandar uma expedição o quanto antes para o local", conta.
Em Santa Inês, acredita-se que os pedaços metálicos encontrados sejam pedaços de fuselagem de alguma aeronave. Eles também foram encontrados após moradores escutarem um forte estrondo.
Para Costa, o caso lembra um ocorrido em Rio Verde, no Estado de Goiás, em 2008. Daquela vez, um objeto metálico parecido caiu na cidade, e os depoimentos são semelhantes, mostrando que deve se tratar de lixo espacial.
A Aeronáutica, por meio do Capitão Ribeiro, da assessoria de imprensa, afirma que enviará uma equipe até Anapurus para recolher o objeto e levar para a base de Alcântara, também no Maranhão, onde a esfera será analisada.
Caso a peça seja de uma aeronave brasileira, a responsabilidade da análise será da Aeronáutica. "Porém, caso não seja de uma aeronave, ou se for de outro país, enviaremos o objeto para a Agência Espacial Brasileira, que entrará em contato com a agência responsável", afirma Ribeiro.
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