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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Indonésia comprará aparelhos não tripulados israelenses


O Ministério da Defesa da Indonésia incluiu a compra de apare lhos voadores não tripulados israelenses, produzidos pela empresa IAI (Israel Aerospace Industries), no programa de completamento do parque de armamentos das Forças Aéreas nacionais. As Forças Aéreas Indonésias já iniciaram negociações com a empresa israelense sobre a compra de aparelhos não tripulados, os tres primeiros dos quais tencionam a serem recebidos pelos militares antes do fim de 2012.
O programa de aquisição de aparelhos planeja-se até ao ano 2014. Não há dados precisos sobre o tipo dos aparelhos não tripulados, que serão adquiridos pela Indonésia. O Departamento Militar do país tenciona comprar um total de 9 até 16 não tripulados.

Aviões não tripulados dos EUA nos céus do Iraque


As relações entre os EUA e o Iraque está em perigo por causa de aviões não tripulados americanos, chamados também “drones”. As autoridades iraquianas afirmam que estas aeronaves de reconhecimento sobrevoam o território do seu pais sem devida autorização, o que põe em perigo não somente a segurança dos cidadãos mas também a soberania estatal do Iraque.
Ao responder a este reproche dos iraquianos, as autoridades dos EUA afirmam que neste país são utilizadas apenas aeronaves não tripuladas com missão “diplomática”. Elas voam a baixas alturas e recolhem informações sobre os engarrafamentos de trânsito nas vias de comboios. Eles podem revelar interesse também em relação a manifestações de protesto. Mas as autoridades iraquianas insistem na sua afirmação e mencionam como exemplo o Paquistão, onde os aviões não tripulados são utilizados para caçar os talibãs, mas por vezes atacam também os habitantes pacíficos. O perito do Centro de Segurança Internacional do Instituto de Econômica Internacional e de Relações Internacionais junto da Academia de Ciências da Rússia Petr Topichkanov afirma que os iraquianos receiam, além disso, que depois de aeronaves de reconhecimento nos céus do Iraque possam aparecer também os “drones” de combate.
O conceito de “aeronave não tripulada diplomática” é muito convencional e provoca, antes de mais nada, a surpresa. Quem sabe, o que significa “diplomático” e “não diplomático”. O problema consiste na função e tarefas que esta aeronave não tripulada deve executar. É evidente que no caso do Iraque se trata de vôos de reconhecimento, isto é, um “drone” deve fazer fotografias, revelar a disposição das forças armadas e os deslocamentos de pessoas. Ele deve examinar diversos objetos. Mas a seguir impõe-se a questão: para que isso pode ser utilizado mais a seguir? Os iraquianos supõem que para infligir golpes. Ninguém pode impedir de utilizar mais tarde estas aeronaves não tripuladas e os dados, obtidas por elas, para atacar.
Pode-se compreender as razões da preocupação da parte iraquiana. A retirada das tropas americanas do Iraque foi concluída em 2011, embora alguns especialistas tenham chamado a esta operação de “rebranding”. O grande contingente militar americano de cinco mil soldados continua no território do país montando guarda da embaixada americana. Além disso, os EUA não pararam de fornecer subsídios ao governo iraquiano e os iraquianos temem que eles aproveitem esta ajuda para imiscuir-se ativamente na sua política, - declarou Petr Topichkanov.
Para os EUA o Iraque resultou polígono em que foram postos à prova os mecanismos de difusão dos princípios da gestão política, típica para os  países ocidentais. Falando a rigor, depois da demissão de Saddam Hussein no Iraque foram utilizados todos os meios: a troca do regime, criação de novas instituições do poder, alteração total do paradigma de gestão do Estado, etc. De um modo geral os americanos encaram agora o Iraque com esperança vendo nele o Estado que será para os países do Próximo Oriente um modelo de democratização e da possibilidade de criação de um Estado democrático. Este polígono influenciou indiretamente outros países e os processos que a que a imprensa chama habitualmente de “primavera árabe”.
Os peritos estão certos de que os EUA procurarão abafar o atual escândalo com os aviões não tripulados e irão pedir oficialmente a autoridades iraquianas a permissão de utilizá-los. A razão principal disso são eleições presidenciais nos EUA. Obama, na sua atual qualidade de candidato à presidência, não irá agravar relações com nenhum país para não perder o apoio do eleitorado.

Seca de 600 milhões de anos pode ter eliminado vida em Marte


A vida nas primeiras camadas do solo marciano pode não existir, disseram cientistas em um novo estudo, já publicado no jornal Geophysical Research Letters. Ela teria sido eliminada ao longo de uma superseca com cerca de 60 milhões de anos e só poderia ser encontrada em regiões bem mais profundas do planeta.
A afirmação é baseada na análise de uma amostra coletada durante a missão Phoenix, em 2008. Durante três anos, os pesquisadores do Imperial College London estudaram as partículas da terra para determinar se o planeta era ou não habitável.
Elas indicaram que o solo marciano se formou em condições áridas, da mesma forma que a Lua, o que dificultaria a sobrevivência de algum tipo de vida.
Mais: apesar de estar originalmente em uma região gelada ao norte de Marte, a terra, segundo pesquisas prévias, também cobriria o restante do astro. Ou seja, a mesma hipótese de clima seco acaba com vida valeria para o resto do planeta.
Tom Pike, que liderou o grupo, disse que o planeta que conhecemos hoje não se parece com o antigo, que tinha períodos quentes e úmidos e era mais propício para abrigar formas de vida.
Como há indícios de que Marte tenha tido água, os cientistas acreditam que ela existiu 5.000 anos atrás, mas não houve tempo suficiente para que a vida ressurgisse na superfície.
--Folha Online

Ahmadinejad elogia lançamento do satélite iraniano


O presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad avaliou altamente o novo sucesso do país na esfera de investigações cósmicas. Ele vigiou em pessoa o lançamento do satélite Navid. Conforme ele, este lançamento “dá esperanças de um futuro positivo e é uma mensagem de amizade a toda a humanidade”.
Navid é já o terceiro satélite, colocado em órbita circumterrestre pela República Islâmica doi Irã. Os dois primeiros foram lançados em fevereiro de 2009 e em junho de 2011. O lançamento atual coincide com as festas, que decorrem nestes dias no Irã na ocasião do aniversário da revolução islâmica de 1979. Em breve a Agência Espacial Iraniana planeja lançar ao espaço uma biocápsula com um macaco dentro.

Os aliados preparam-se para a guerra


Os EUA, a Grã Bretanha e a França começaram a transferir as suas tropas para a região do golfo Pérsico. Os peritos reputam que os aliados se preparam desta maneira para a guerra. A mídia informa, alegando fontes competentes, que os primeiros golpes podem ser infligidos já em princípios deste verão.
De acordo com os dados à disposição, as tropas chegam à ilha de Macira, pertencente ao sultanato de Oman. A ilha está situada ao sul do estreito de Ormuz, onde se encontra a base da força aérea americana. Atualmente no golfo Pérsico já se encontram dois porta-aviões americanos com as suas respectivas escoltas. Já foram publicadas informações de que este agrupamento naval pode ser reforçado por mais um porta-aviões, pelo contratorpedeiro Momsen e pelo submarino atômico Annapolis. Aumentam também os contingentes militares dos EUA em Israel e em Kuweit. Tropas da Grã Bretanha e da França começaram a chegar à Arábia Saudita e a Emirados Árabes Unidos. O alvo principal é o Irão, cujo programa nuclear irrita e preocupa de há muito os países ocidentais. A imprensa publicou informações de que centenas de bombas especiais, capazes de destruir os bunkers subterrâneos bem fortificados, foram trazidas para a base americana, situada na ilha britânica de Diego Garcia, no oceano Indico.
Mas nos últimos meses surgiu mais um motivo para a o início de uma confrontação aberta – é o estreito de Ormuz, a via naval básica para o transporte de petróleo da região do golfo Pérsico para os mercados mundiais. Teerã ameaçou barrar este estreito e os aliados pretendem, pelos vistos, infligir um golpe caso esta ameaça for levada a cabo. Por outro lado, nenhum dos países acima mencionados está pronto no presente momento para a guerra, reputa Vladimir Sajin, perito do Instituto de Estudos Orientais da Academia de Ciências da Rússia.
– Acontece que no presente momento a situação política interna em praticamente todos os países – prováveis participantes do conflito, é bastante séria. Nos EUA já começou a corrida pré-eleitoral. No Irão a 2 de março serão realizadas eleições parlamentares muito importantes para o país e as eleições presidenciais foram marcadas para o verão de 2013. A França também está na véspera de eleições presidenciais. De um modo geral, a Europa está preocupada mais com os seus problemas econômicos e simplesmente não tem tempo para uma guerra.
O mais desagradável nesta situação é que a concentração das tropas na região do golfo Pérsico e o agravamento da situação pode frustrar o processo, já iniciado, de conversações entre Teerã e diversas organizações internacionais. Muitos países, e em primeiro lugar a Rússia, são da opinião de que as ações coercitivas e, ainda menos, as sanções não podem resolver o problema do Irão, declarou o representante permanente da Rússia na ONU Vitali Tchurkin.
– Dissemos há muito que a via de sanções esgotou os seus recursos e que o tema do Irão não tem nada mais a fazer no Conselho de Segurança. É preciso abordar seriamente a questão de conversações entre o sexteto e o Irã. E é preciso cuidar seriamente das conversações entre a Agência Internacional de Energia Atômica e o Irã. Aí existem certos sintomas esperançosos. Agora no Irão encontram-se representante da Agência Internacional de Energia Atômica, continua a discussão da possibilidade de organização de um encontro entre osexteto e os iranianos. Existem certas esperanças embora de um modo geral o ambiente de crescente confrontação entre o Ocidente e o Irão continue a provocar uma grande preocupação. Este será um dos problemas mais pendentes do ano de 2012.
Todos os países-membros da Organização do Tratado de Segurança Coletiva compartilham a preocupação da Rússia com a possibilidade de uma guerra no golfo Pérsico. No palco internacional existe mais um jogador importante que se pronuncia ativamente contra a guerra no Irã – é a China.

Irã se prepara para guerra


O Irã aumentará gastos de defesa quase duas vezes e meia desde março de 2012, disse o presidente da Republica Islâmica Mahmoud Ahmadinejad. Os EUA, entretanto, estacionaram no Qatar uma esquadrilha de bombardeiros estratégicos. Especialistas acreditam que uma operação militar dos países ocidentais e Israel contra o Irã está se tornando cada vez mais real, e suas implicações para a região e para o mundo inteiro serão imprevisíveis.
Os EUA e seus aliados continuam a mover tropas e equipamentos para a região do Golfo Pérsico. Os militares chegam à ilha de Masirah ao largo da costa de Omã, onde a Força Aérea estadunidense se baseia numa base militar. Mais de 10.000 soldados norte-americanos estão testando em Israel o sistema de defesa antimísseis do país. Várias brigadas de até 15.000 militares estão estacionadas no Kuwait.
Centenas de bombas capazes de penetrar fortificações foram transportadas para a base dos EUA na ilha de Diego Garcia no Oceano Índico, enquanto que dois grupos de ataque norte-americanos com porta-aviões estão patrulhando na região do Golfo Pérsico. Um outro porta-aviões, o submarino nuclear Annapolis e o contratorpedeiroMomsen poderão se juntar a esses grupos. Vários bombardeiros, aviões de transporte, aviões de reabastecimento e aeronaves de alerta aéreo antecipado já estão estacionados na base norte-americana no Qatar. Os aliados dos EUA – a França e o Reino Unido – também estão movendo suas forças militares para os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita.
Estas ações sugerem que os EUA e Israel estão preparados para usar força contra o Irã, acredita o professor Serguei Drujilovsky da Universidade de Relações Internacionais de Moscou.
Um conflito militar é bem possível. Se não houvesse a experiência anterior de Afeganistão, Iraque e Líbia, poderia haver dúvida. Mas agora os Estados Unidos sentem que já praticaram o suficiente os aspectos militares de operações de ponto e ataques relâmpago. Há apenas um problema – no Irã não existe uma “quinta coluna”, como era o caso no Iraque e no Afeganistão. Quando há pessoas que estão dispostas a derrubar o regime juntamente com os Estados Unidos, bombardeamentos de ponto não custam nada. Esses bombardeamentos não têm qualquer efeito, não há nada para bombardear lá. Há apenas uma ideia – derrubar o regime que é como um osso na garganta da América e do Ocidente em geral. A questão é se o povo do Irã em sua maioria está pronto para resistir à agressão ou não.
Entretanto, os chefes da inteligência de Israel informaram que o Irã teria urânio enriquecido para a produção de quatro bombas, e o caráter pacífico do programa nuclear da República Islâmica não é mais que um blefe. Esse tipo de injeções de informação são necessárias para formar do Irã uma imagem de inimigo e para justificar a possibilidade de uma operação militar, disse o especialista do Instituto de Estudos Orientais Vladimir Sotnikov em entrevista à Voz da Rússia:
A situação é explosiva. As chances de uma operação militar de Israel ou Estados Unidos contra o Irã são grandes. Mas é apenas uma possibilidade, porque nos Estados Unidos começa a fase ativa da campanha eleitoral. E o presidente Obama não vai ter coragem de se envolver em outro conflito quando ainda não foram resolvidos os conflitos no Iraque e no Afeganistão. Mas o Irã é uma grande ameaça para Israel, e os líderes do país podem chegar à conclusão que é necessário resolver o problema pela força.
As consequências econômicas são igualmente imprevisíveis porque os preços do petróleo aumentarão fortemente. E o embargo sobre importação do petróleo iraniano para a União Européia vai atingir não só no Irã, mas também a própria UE.
No entanto, a possibilidade de evitar um novo conflito militar ainda existe, embora seja cada vez mais elusiva. Por exemplo, os peritos da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) se deslocarão ao Irã em 21 de fevereiro para discutir o programa nuclear do país.

Reino Unido enviará submarino nuclear às Malvinas, diz jornal


A Marinha britânica enviará um submarino nuclear às Malvinas em plena escalada de tensão com a Argentina pela  HMS Turbulent disputa da soberania das ilhas, informa neste sábado o jornal Daily Mail. Em resposta a esta informação, uma porta-voz do Ministério da Defesa britânico se limitou a afirmar que nunca foi divulgada informação alguma sobre o envio dos submarinos.
Esta informação foi publicada depois que a pasta informou há poucos dias que enviará nos próximos meses às Malvinas o destróier HMS Dauntless, uma embarcação de guerra equipada com mísseis antiaéreos de alta tecnologia Sea Viper. Segundo o periódico, se trata de um submarino tipo Trafalgar, que pode ser o HMS Tireless ou o HMS Turbulent e deve estar em águas das Malvinas até o mês de abril, quando se completam 30 anos do conflito que gerou uma guerra entre o Reino Unido e Argentina pela soberania das ilhas.
O desdobramento, de acordo com o jornal, foi aprovado pelo primeiro-ministro, David Cameron, e tem a intenção de proteger as ilhas de uma eventual ação militar argentina. De acordo com a informação, no submarino - equipado com mísseis de cruzeiro Tomahawk - viajam técnicos que falam espanhol para escutar comunicações de rádio marítimas na região. Segundo o Ministério da Defesa britânico, o envio do destróier HMS Dauntless estava programado há um ano e não está vinculado à escalada da tensão entre os dois países.
O HMS Dauntless, que substituirá a fragata britânica HMS Montrose, é um dos seis novos destróieres Tipo 45 com que a Marinha do Reino Unido conta e está equipado com um avançado sistema de navegação que dificulta sua detecção por radar. O anúncio de seu desdobramento coincide com a presença do príncipe William nas ilhas, que chegou na quinta-feira para realizar um treinamento como copiloto de helicópteros de resgate.
A presença do neto da rainha Elizabeth II nas ilhas é particularmente sensível para a Argentina, que reivindica a soberania das Malvinas desde janeiro de 1833. Em 1982, os dois países entrarem em guerra pela posse das Malvinas, um conflito que começou depois que os militares argentinos ocuparam as ilhas em 2 de abril daquele ano e terminou dois meses depois, em 14 de junho, com a rendição argentina. As relações anglo-argentinas atravessam um momento de forte tensão depois que vários países latino-americanos decidiram bloquear a entrada de navios com bandeira das ilhas em seus portos.

Irã realiza novas manobras na região do estreito de Ormuz


Os Guardiões da Revolução do Irã iniciaram neste sábado manobras militares em várias partes do sul do país, perto da conturbada região do Estreito de Ormuz, informou a agência oficial "Irna".
Segundo o comandante das forças terrestres dos Guardiões, general Mohammad Pakpour, as manobras foram iniciadas na manhã deste sábado e têm o objetivo de melhorar a preparação de diversas unidades da corporação.
Pakpour acrescentou que, com estas novas manobras, os Guardiões pretendem testar o grau de preparação para enfrentar ameaças, avaliar o rendimento das tropas e equipes e melhorar a competência das forças.
Em 21 de janeiro, também em declarações à "Irna", o general Hossein Salami, vice-comandante dos Guardiões da Revolução, anunciou estas novas manobras e afirmou que a presença de tropas americanas na região "é um fator que gera insegurança".
"Caso ocorra uma situação de perigo, a República Islâmica do Irã utilizará os recursos políticos e de outros tipos para sua segurança", declarou Salami.
As últimas manobras realizadas pela Armada do Irã na região do Golfo Pérsico, o Estreito de Ormuz e o mar de Omã entre 24 de dezembro e 3 de janeiro passados elevaram a tensão entre o Irã e os Estados Unidos, que em seguida enviaram um segundo porta-aviões à área.
Durante essas manobras, algumas personalidades iranianas ameaçaram fechar o Estreito de Ormuz, uma das vias marinhas estratégicas mais importantes do mundo, por onde passam petroleiros com 20% da matéria-prima consumida no planeta e, embora o governo de Teerã tenha desmentido a informação, a tensão aumentou nesses dias.
Em todo caso, o Irã advertiu que, caso seja atacado pelos EUA ou Israel, que ameaçaram fazê-lo, poderia cortar Ormuz como medida de defesa, o que poderia criar um conflito de consequências imprevisíveis.

Governo da Colômbia lança operação contra as Farc


AE - Agência Estado
As Forças Armadas da Colômbia lançaram uma operação nesta sexta-feira na região sul do país com o objetivo de capturar líderes da guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), suspeitos de serem os mentores de dois atentados desfechados nesta semana que mataram 17 pessoas, a maioria civis. O presidente colombiano Juan Manuel Santos ordenou o envio de 2.500 soldados e 300 policiais para a cidade portuária de Tumaco, perto da fronteira equatoriana, onde 11 pessoas foram mortas em um atentado a bomba. Em outro ataque, supostamente desfechado pelas Farc, foram mortas seis pessoas na cidade de Villa Rica, no departamento (estado) de Cauca.
O analista em segurança Alfredo Rangel disse que janeiro deste ano foi o mês com o maior número de ataques desde 2004. "Os ataques da guerrilha estão aumentando", disse Rangel. "Na realidade, eles cresceram durante os últimos dois anos e agora se intensificam".
O presidente Santos disse que pelo menos um líder guerrilheiro foi detido nesta semana e afirmou que o governo pagará recompensas de vulto por informações que levem à captura de mais chefes das Farc.
Ofensivas conduzidas pelos militares colombianos na década passada e parcialmente financiadas pelos Estados Unidos conseguiram reduzir o número de guerrilheiros pela metade, para cerca de 8.500 combatentes atualmente. Isso ajudou a Colômbia a atrair investimentos estrangeiros para os setores de petróleo, carvão e a agricultura. As Farc começaram como uma guerrilha marxista, mas nas últimas duas décadas se envolveram com o tráfico de drogas, que é uma das suas principais fontes de renda. Em novembro do ano passado, forças colombianas mataram Alfonso Cano, o líder das Farc, numa operação que foi considerada um forte golpe contra a guerrilha. As Farc, contudo, se reagruparam nos últimos meses sob a chefia de Timoleon Jímenez, de apelido "Timochenko".
As informações são da Dow Jones. 

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