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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Israel ameaça invadir Irã; conheça arsenal militar do país


Irã troca ameaças com Israel e EUA; conheça arsenal do país


Míssil Sayyad: Esta família de mísseis superfície-ar foi desenvolvida para proteção antiaérea. O modelo Sayyad 2 foi apresentado este ano é uma versão mais precisa, com maior alcance e maior poder de destruição comparada ao Sayyad 1. Ele pode atingir qualquer tipo de aeronave a média e alta altitudes. Ele carrega ogivas de 200 kg e pode alcançar uma velocidade de 4,3 mil km/h  Foto: AFP
Míssil Sayyad: Esta família de mísseis superfície-ar foi desenvolvida para proteção antiaérea. O modelo Sayyad 2 foi apresentado este ano é uma versão mais precisa, com maior alcance e maior poder de destruição comparada ao Sayyad 1. Ele pode atingir qualquer tipo de aeronave a média e alta altitudes. Ele carrega ogivas de 200 kg e pode alcançar uma velocidade de 4,3 mil km/h
AFP


Japão lança satélite espião em foguete de fabricação nacional


Efe
 TÓQUIO - O Japão lançou nesta segunda-feira, 12, com sucesso de seu centro espacial de Tanegashima (sudoeste) um satélite de vigilância em um foguete H-2A, em uma operação prevista para o domingo que teve que ser atrasada um dia por causa do mau tempo.
Segundo a Agência Aeroespacial japonesa (Jaxa), o foguete foi lançado às 10h21 (horário local, 23h21 de domingo em Brasília) e 20 minutos mais tarde o satélite se separou da plataforma de lançamento e entrou na rota prevista na altura adequada.
Trata-se do sétimo satélite dos serviços de inteligência que o Japão colocou em órbita, e seu desenvolvimento e lançamento tiveram um custo de 50 bilhões de ienes, segundo a edição digital do jornal "Asahi".
O H-2A é o principal modelo de plataforma de lançamento do Japão, construído em sua totalidade com tecnologia nacional, e protagonizou 20 lançamentos desde sua estreia em 2001, dos quais 19 foram bem-sucedidos.
A operação desta segunda-feira foi coordenada pela Jaxa e o fabricante aeroespacial Mitsubishi Heavy Industries, que participa deste tipo de lançamentos depois que estes foram privatizados em 2007.
O Japão começou a pôr em órbita satélites espiões em 2003, cinco anos depois de a Coreia do Norte realizar seus primeiros testes de lançamentos de mísseis.

Helicóptero de ataque chines Zhi-10 [Z-10]



A gigante aeroespacial Chinesa  Avic II foi capaz de desenvolver secretamente o programa do helicóptero  de ataque Z-10 escondido dos olhos do mundo por vários anos.
O helicóptero de ataque Zhi-10 [Z-10] usa uma configuração típica, em tandem. Ele está sendo desenvolvido pelo Grupo de Indústrias Changhe  Aircraft e China Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento de Helicópteros, ambos são subsidiárias da AVIC II.
Apesar da fuselagem projetada para reduzir sua seção transversal radar (RCS), o Z-10 usa trem de pouso fixo.
O projeto foi visivelmente influenciado pelo Eurocopter Tiger e o Augusta A-129. Tudo leva a crer que seu desenvolvimento [Z-10], começou em meados da década de 1990 e o primeiro protótipo voou pela primeira vez em 2003.
Fontes chinesas confirmam que o Z-10 já se encontra em produção seriada e um lote inicial foi entregue para a PLA em algum momento entre 2009-2010.
Tudo indica que o helicóptero de ataque chines Z-10, foi concebido para operar como antiblindados oferecendo apoio aproximado às tropas.
Ele usa a nova geração chinesa de míssil guiado (ATGM) HJ-10 antitanque, que é comparável ao Hellfire ATGM dos EUA.
O Z-10 também pode transportar mísseis de curto alcance TY-90 ar-ar e foguetes não guiados.

As vantagens do avião russo Sukhoi SU-35, que estranhamente foi alijado da concorrência da FAB


Francisco Vieira
Um dos pontos favoráveis ao avião russo Sukhoi SU-35 é que ele é o único que foi feito para país de tamanho continental (o francês e o sueco são para países europeus, pequenos, com a autonomia ficando em segundo plano), por isso ele foi adotado na Índia e na China. Quanto maior for o alcance da aeronave, tanto menos aeródromos serão necessários construir. Quanto mais alta for a eficiência operacional de cada caça, tanto menor será a quantidade de aeronaves necessárias para o cumprimento das missões atribuídas.
Por suas características técnicas e operacionais o SU-35 supera significativamente todas as aeronaves apresentadas pelos concorrentes: É o mais veloz (2.400 km/h em altura de 11.000m), tem maior relação empuxo/peso, tem quase duas vezes maior vantagem no alcance (3.600 km sem tanques externos de combustível) em comparação com aeronaves francesas e suecas.
O Gripen NG é equipado somente com uma turbina, um fator que diminui significativamente a segurança e a sobrevivência de aeronave no combate, pois se houver problema não dá para parar e empurrar; pode levar 8 toneladas de armamento, o que é 1,5 vezes superior às do Rafale e do Gripen.
Além disso, a fabricante russa do avião tem uma grande vantagem em relação aos nossos concorrentes: cumpriu a completa transferência tecnológica para produção das aeronaves SU-27 na China e SU-30 na Índia.
Sei que parece besteira alguém imaginar o Brasil sendo atacado. Pelo menos hoje seria besteira, mas, e daqui a cinquenta anos? Quais serão os recursos que faltarão no mundo? Quem serão os governantes da época? Não se constrói a defesa de um país do dia para a noite.
Mas a pedra da coroa russa atualmente não é esse avião, é o T-50 PAK-FA, de quinta geração, supostamente invisível (ou quase) ao radar e em desenvolvimento simultâneo com a Índia (a China também está fazendo o dela, o J-20 – para variar, pelo menos a fuselagem é uma “inspiração” do F-22 americano, o único de quinta geração a operar atualmente) e também foi ofertada participação ao Brasil.
Mas não podemos esquecer o Projeto Sivam e queda do Ministro da Aeronáutica da época, nos avisando que, no Brasil, nem sempre o melhor vence as licitações…
Acredito eu que o avião russo seja o mais adequado ao Brasil. Por que acredito? Ora, se os pilotos que irão voar e arriscar as suas vidas preferiram o russo, ele deve ser o melhor! Também acho que eles e os engenheiros aeronáuticos deveriam ser os únicos a darem “pitacos” na escolha. Perguntar ao Jobim, por exemplo, qual é o melhor avião seria a mesma coisa que pedi-lo para medir o “ângulo de permanência de uma biela”, definir o que é pós-combustor ou que fizesse a escolha entre o cateterismo ou uma cirurgia em um paciente cardíaco!

Tropas de Desembarque Aéreo da Rússia utilizarão fuzis austríacos

As divisões especiais das Tropas de Desembarque Aéreo da Rússia irão utilizar fuzis, produzidos pela companhia austríaca Steyr Mannlicher.

Os fuzis do sistema Mannlicher são a primeira arma da produção estrangeira, utilizada nas TDA. Armas de fogo austríacas começaram a ser compradas a partir do final do ano 2010.

Os fornecimentos de novos fuzis para as divisões especiais das TDA continuarão a ser efetuados no futuro.

O Brigadeiro de Infantaria Rodolfo Freire de Rezende, Chefe da Subchefia de Segurança e Defesa do Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR), em entrevista ao NOTAER, destalha os caminhos da Infantaria da Força Aérea Brasileira rumo ao futuro e os projetos que já estão em andamento. Leia mais:
NOTAER - Quais são os principais desafios da infantaria para o futuro?
Brigadeiro Rodolfo freire de Rezende - Diante da constante evolução das operações militares e o desenvolvimento do emprego do Poder Aeroespacial, especialmente no que tange aos conceitos de “Force Protection”, os maiores desafios para a Infantaria da Aeronáutica estão relacionados ao desenvolvimento de uma Doutrina caracterizada por soluções logisticamente viáveis e adequadas ao atendimento das demandas operacionais.
Os cenários e hipóteses formuladas nos níveis políticos e estratégicos dão conta de que a Força Aérea Brasileira pode ser engajada em conflitos de características simétricas e assimétricas. Portanto, o emprego da tropa de Infantaria da FAB depende diretamente do nível de ameaça, que pode ser classificada em função do ambiente, que pode ser visualizado em um cenário “aeroespacial” ou de “superfície”.
Em função da gama de armamentos disponíveis nos mercados internacionais e das vulnerabilidades conhecidas, compete a um planejador forjar capacidades defensivas eficazes e oportunas, consideradas em um contexto espacial, que muitas vezes extrapola a área das instalações aeronáuticas e os recursos alocados à proteção da Força Aérea.
Todavia, o foco da Força Aérea deve permanecer colimado no emprego do Poder Aeroespacial, de modo a possibilitar sua plena eficácia na condução da campanha aérea. Neste aspecto, a Infantaria pode prestar uma significativa contribuição, inclusive no lançamento preciso de armamentos guiados ar-solo, conforme relatos divulgados sobre a utilização de tropas Operações Especiais de Forças Aéreas dos países militarmente mais desenvolvidos.
Assim, todo um universo de desafios pode ser concebido para a Infantaria da Aeronáutica, com o objetivo de orientar o preparo da tropa em quatro áreas principais: Polícia da Aeronáutica, Autodefesa de Superfície, Autodefesa Antiaérea e Operações Especiais.

NOTAER - Quais conquistas recentes podem ser destacadas?
Brigadeiro Rodolfo - Nos últimos anos, a Infantaria vem caminhando a passos firmes na busca de uma concepção para seu emprego operacional, sempre em prol dos interesses e dos condicionantes operacionais da Força Aérea Brasileira. Todavia, compete exemplificar algumas mudanças que conferiram maior notoriedade à Infantaria da Força Aérea.
Um destaque especial é dado à criação de uma vaga para oficial general após 65 anos de existência. Esta medida possibilitou reunir todas as frações da tropa terrestre sob a orientação de um órgão central sistêmico, de onde são emanadas concepções doutrinárias e logísticas, que permitem um eficaz preparo para o cumprimento de sua missão.
Dentre as conquistas operacionais, podemos citar a participação de pelotões nos dois últimos contingentes brasileiros junto à Missão de Paz no Haiti. Iniciado com a participação do Batalhão de Infantaria Especial (BINFAE) de Recife, no primeiro semestre de 2011, a atuação da Infantaria em Porto Príncipe comprova o profissionalismo e a dedicação que caracteriza os militares da Força Aérea.
Não se pode deixar de mencionar a implantação de uma Autodefesa Antiaérea orgânica da Força Aérea Brasileira, cujas Unidades se constituirão em elos permanentes do Sistema de Defesa Aérea Brasileiro. Materializando esta visão, prevê-se a ativação de um Primeiro Grupo na cidade de Canoas (RS), em janeiro de 2012. O planejamento contempla, ainda, a ativação de outras estruturas congêneres, culminando na criação de uma Brigada de Artilharia Antiaérea de Autodefesa, sendo em 2012 já ativada como núcleo.
Em termos de Autodefesa de Superfície, diversos exemplos também podem ser aludidos, incluindo o reequipamento dos Elos do Sistema de Segurança e Defesa (SISDE) e o Projeto Estratégico que prevê o aprestamento das atuais Companhias de Infantaria dos BINFAE, por intermédio da aquisição de viaturas blindadas e novos fuzis de assalto.
Por fim, convém destacar a reformulação do emprego do Esquadrão PARASAR, vocacionando-o para a condução de Operações Especiais, em proveito da campanha aérea, incluindo sua participação, também, nas ações necessárias de guiamento terminal de armamentos lançados a partir das aeronaves da FAB.

NOTAER - Atualmente, qual o principal foco na formação do futuro infante?
Brigadeiro Rodolfo - Hoje, o oficial de Infantaria é formado pela Academia da Força Aérea, em um curso que se estende por quatro anos e busca desenvolver, aperfeiçoar e avaliar os atributos militares, intelectuais e profissionais, além dos padrões éticos, morais, cívicos e sociais. Esta meta visa levar o futuro oficial a um nível de excelência em dois principais campos: o acadêmico e o técnico-especializado.
No campo acadêmico, o Curso de formação de Oficiais de Infantaria engloba diversas disciplinas relacionadas ao preparo do homem para atuar com “probidade e eficácia” na Administração Pública, sendo-lhe conferido o grau de bacharel ao término do curso. No campo técnico-especializado, aos cadetes são ministradas instruções teóricas e práticas, de maneira a habilitar o oficial na condução de tropas até o valor “companhia”. Alguns exercícios de campanha merecem destaque, tais como paraquedismo, operações helitransportadas, montanhismo militar, estágio de adaptação à selva, autodefesa antiaérea e emprego de viaturas blindadas, tudo em proveito da proteção dos recursos da Força Aérea.
Por sua vez, os sargentos são formados em um curso de dois anos na Escola de Especialistas da Aeronáutica, cujos objetivos educacionais reúnem, além dos atributos morais inerentes à profissão militar, os conhecimentos necessários para que o concludente possa conduzir grupos de combate em ações de Polícia da Aeronáutica e de Autodefesa de Superfície.
 Após o término do curso e dependendo das características da unidade de Infantaria na qual o sargento vier a servir, serão oferecidas oportunidades para especialização em diversas áreas, tais como Operações Especiais, Busca e Salvamento, Controle de Distúrbios, Autodefesa Antiaérea, entre outras.
Nossos cabos e soldados têm sua formação básica realizada nos Comandos Aéreos Regionais e dentro de suas próprias subunidades de destino, com um forte enfoque nas suas respectivas áreas de atuação. A formação especializada e sua atualização doutrinária ocorrem por intermédio de Programas de Instrução e Manutenção Operacional das Unidades de Aeronáutica.

NOTAER -  Em quais áreas (momentos) a atuação da Infantaria da FAB é decisiva?
Brigadeiro Rodolfo - Inicialmente, convém enfatizar que a Infantaria da Aeronáutica foi concebida no mesmo ano em que foi criado o ROYAL AIR FORCE REGIMENT, primeira tropa do mundo organizada para proteger especificamente aeródromos, pelo Primeiro Ministro inglês Winston S. Churchill. Nesse contexto, as primeiras companhias atuavam de modo a proteger as bases aéreas no litoral brasileiro contra possíveis ações adversas provocadas por sabotadores durante a Segunda Guerra Mundial.
Desde seu nascimento, a Infantaria sempre atuou em função das necessidades e interesses da Força Aérea. Assim, seus militares atuaram em diversas áreas operacionais e administrativas, contribuindo para a seleção e formação de pessoal, no gerenciamento dos serviços contra-incêndio nos aeródromos, na instrução e em diversas outras atividades não combatentes, porém de extrema importância para o funcionamento do então Ministério da Aeronáutica.
Depois de 1945, o mundo se bipolarizou e os combates convencionais foram superados, em termos numéricos, pelos chamados “conflitos assimétricos”. Principal exemplo dessa nova realidade, a Guerra do Vietnã sinalizou novas tendências no emprego do Poder Aeroespacial, demonstrando que as aeronaves e instalações norte-americanas encontravam-se extremamente vulneráveis a ação de grupos guerrilheiros, que a partir do solo causaram considerável prejuízo às operações.  
A concepção de emprego aludida anteriormente já havia sido prevista por Giullio Douhet que asseverava: “ser mais fácil e efetivo destruir o Poder Aéreo do Inimigo, atacando seus ninhos e ovos no chão do que caçar pássaros voando pelos céus.” Tal contexto pode se mais bem materializado quando se compara o preço de uma aeronave moderna com o de um projétil .50 disparado por um elemento infiltrado nas proximidades de uma base aérea.
Em função de suas necessidades, diversas Forças Aéreas procuraram melhorar continuamente suas defesas em superfície, resultando na atual filosofia conhecida como “Force Protection” e empregada com sucesso nas campanhas do Afeganistão e do Iraque. Deste modo, o eficaz emprego da Infantaria da Aeronáutica é decisivo para as operações da FAB e, embora demande considerável investimento, encontra plena justificativa para que nossas aeronaves possam “voar, combater e vencer”.

Fonte: Agência Força Aérea

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