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domingo, 13 de novembro de 2011

Veja fotos da ocupação da Rocinha, no Rio de Janeiro
























Preso na última quarta-feira (9), o chefe do tráfico na favela da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, tinha receio de ser morto por policiais supostamente pagos por ele.
A revelação foi feita ao iG por um integrante da cúpula da Polícia Civil, que disse suspeitar que os agentes, cuja quantidade e nomes não revelou, poderiam matar o traficante para não serem denunciados por ele.

Segundo a fonte, que foi preservada pela reportagem, devido a este temor, Nem estava mesmo decidido a fugir já que corria o risco de ser preso por alguém que poderia matá-lo.
Entre os possíveis destinos do traficante estariam favelas da capital paulista ou a Região dos Lagos, no litoral fluminense.
De acordo com o policial ouvido pelo iG, a possibilidade de se entregar era um plano B do traficante, que chegou a negociar sua rendição com ONGs, um grupo de funkeiros e até mesmo um inspetor de polícia que era conhecido de um advogado que foi preso com Nem.


Esse mesmo inspetor, que trabalha na 82ª DP (Maricá), esteve no local da prisão de Nem na quarta-feira juntamente com o titular da unidade, Roberto Gomes Nunes. Eles tentaram levar o carro onde o traficante estava para a delegacia da Gávea (15ª DP) onde ocorreria a rendição. Entetanto, PMs do Batalhão de Choque que abordaram o veiculo primeiro não permitiram.

Teerã possui capacidade para responder a ataques


ROBERTO GODOY - O Estado de S.Paulo
O ataque que Israel pode lançar contra o Irã não ficará sem resposta. Segundo analistas ocidentais, os oito anos que separavam a força de mísseis do regime dos aiatolás de representar uma ameaça efetiva, em 2008, viraram apenas 36 meses.
Segundo os mesmos especialistas em tecnologia militar dos EUA e da Europa, a indústria iraniana está pronta para produzir armas de longo alcance, na faixa de 7 mil quilômetros, com ogivas de uma tonelada.
Um dos mais respeitados analistas da área, o general russo Victor Yesin, disse há duas semanas que houve notáveis e surpreendentes avanços no programa de Teerã e esse é o fato novo a ser considerado.
As primeiras gerações das armas estratégicas do Irã apresentavam mau desempenho - as versões recentes funcionam bem. Existem nove diferentes configurações operacionais. Os mísseis Shahab-2 e 3 podem atingir alvos não apenas em Israel, mas também em todo o Oriente Médio - até mesmo as instalações militares dos EUA.
Para o analista John Miller, do Foreign Political Center, de Washington, essa configuração será uma ameaça consistente a partir de 2015. O receio das potências ocidentais e de Israel é que o arsenal em formação seja equipado com explosivos nucleares ou cargas químicas.
Em Jerusalém, o porta-voz do governo de Binyamin Netanyahu comentou o assunto há duas semanas, dizendo que é perigoso desconsiderar o projeto de mísseis balísticos do Irã. Israel mantém, desde 1963, o secreto e bem-sucedido Plano Jericó, de construção de balísticos.
O foguete mais avançado, o J-III, entrou em serviço em 2008 e tem um raio de ação de 11 mil quilômetros. As forças israelenses poderiam lançar uma ação preventiva contra a rede de instalações nucleares iranianas com aviação de precisão e bombas de penetração B61-11 fornecidas pelos EUA. Os alvos seriam a usina de Natanz e a fábrica de mísseis e gás de urânio de Isfahan.

Nave espacial russa Soyuz TMA-22


Nave espacial russa Soyuz TMA-22, que levará uma nova tripulação para a Estação Espacial Internacional (ISS), é transportada para a plataforma de lançamento em Baikonur, Cazaquistão, nesta sexta-feira, 11 de novembro. O início da nova missão Soyuz com o astronauta Dan Burbank, dos EUA, e os cosmonautas russos Anton Shkaplerov e Anatoly Ivanishin, está agendado para segunda-feira, 14 de novembro. (AP Photo / Mikhail Metzel)

Nave espacial russa Soyuz TMA-22, que levará uma nova tripulação para a Estação Espacial Internacional (ISS), é transportada para a plataforma de lançamento em Baikonur, Cazaquistão, nesta sexta-feira, 11 de novembro. O início da nova missão Soyuz com o astronauta Dan Burbank, dos EUA, e os cosmonautas russos Anton Shkaplerov e Anatoly Ivanishin, está agendado para segunda-feira, 14 de novembro. (AP Photo / Mikhail Metzel)

Rússia convida os EUA a construir defesa anti-asteróide


Rússia convida os EUA a construir defesa anti-asteróide
Foto: AP
A iniciativa do diplomata visa a construção de um escudo conjunto não só contra os mísseis como também contra os asteróides, tem o nome de   “Defesa Estratégica da Terra” e já foi levada ao conhecimento do presidente russo. Dmítri Medvedev deixou no documento uma nota dizendo apenas “Engraçado” e pediu que seu assessor de política externa, Serguêi Prikhodko, e Dmítri Rogózin ajustassem a proposta e lhe dessem o acabamento necessário.

Em agosto deste ano, foi informado que o Centro Nacional de Foguetes da Rússia Makeev estaria desenvolvendo um sistema espacial de destruição de asteróides perigosos para a Terra com a ajuda de mísseis nucleares e que o projeto preliminar do sistema já estaria pronto.

A confrontação entre a Rússia e os EUA na questão da defesa antimíssil faz lembrar cada vez mais uma telenovela sem fim. Após a retirada dos EUA do Tratado ABM de 1972 e a decisão do presidente George W. Bush de acelerar os trabalhos para a instalação de elementos do escudo antimíssil norte-americano na Europa, nem a Rússia nem os Estados Unidos conseguiram desatar o nó de contradições existentes. Após 10 anos de existência do problema, a comunidade internacional tem de constatar que as negociações sobre a defesa antimíssil chegaram a um impasse.

A nova concepção de escudo antimíssil europeu foi aprovada pela cúpula da Otan de Lisboa no ano passado. Recorde-se que, anteriormente, os EUA, sob o governo de Bush filho, quis instalar escudos antimísseis na Polônia e um radar na República Tcheca. Moscou acolheu esses planos como ameaça direta a seus arsenais estratégicos e prometeu responder à altura. O atual presidente norte-americano, Barack Obama, repensou a estratégia de defesa antimíssil e se absteve dos planos norte-americanos em relação à Polônia e à República Tcheca, não abdicando, contudo, de instalar os elementos do  escudo antimíssil americano na Europa. 

Agora, segundo a Agência de Defesa Antimíssil do Pentágono, os EUA estão construindo seu sistema de defesa antimíssil em quatro etapas. Na primeira etapa, os EUA planejaram colocar, até o final de 2011, no Mediterrâneo navios armados com escudos antimísseis e um radar no sul da Europa. Na segunda etapa, que vai durar até 2015, o Pentágono quer transferir baterias móveis de mísseis interceptores SM-3 para a Romênia, segundo um acordo firmado entre Washington e Bucareste em 13 de setembro.

Na terceira etapa, prevista para se encerrar em 2018, os EUA planejam instalar baterias semelhantes na Polônia e até 2020 substituir os atuais mísseis interceptores por armas mais sofisticadas capazes de proteger todo o território dos países membros da Aliança do Atlântico Norte não só contra os mísseis balísticos de curto e médio alcance mas também contra os mísseis intercontinentais.

Não é necessário dizer que o referido programa recebe uma reação muito negativa da Rússia. No final de outubro, Moscou anunciou que começa a preparar uma resposta militar às ações dos EUA e que vai contrapor à defesa antimíssil européia os mísseis tático-operacionais mais recentes Iskander que serão instalados na cidade de Luga da Região de Leningrado.

Depois que o novo embaixador dos EUA na Rússia, Michael McFaul, se recusou a garantir legalmente que a defesa antimíssil européia não iria atentar contra a Rússia, Moscou anunciou a instalação da primeira brigada de mísseis Iskander capazes de transportar ogivas nucleares.
Os norte-americanos salientaram amiúde sua disponibilidade de conceder à Rússia as garantias, inclusive por escrito, de que a defesa antimíssil européia não iria atentar contra a Rússia, mas não há, até agora, nenhum documento jurídico que os obrigue a respeitar seus compromissos. Em contrapartida, os EUA convidaram a Rússia a participar de testes de mísseis interceptores destinados à Europa. O convite foi formulado, em meados de outubro, pelo diretor da Agência de Defesa Antimíssil, general Patrick O'Reilly. Em resposta, a Rússia convidou os EUA a participar da construção de uma defesa anti-asteróide. Cabe agora à Otan  pronunciar-se.

Brasil poderá comprar aviões russos de quinta geração


Pelo menos mil caças de quinta geração serão construídos até 2050 no âmbito do programa russo-indiano de aeronaves, disse nesta quinta-feira à Agência RIA-Novosti o diretor do Centro de Análise do Comércio Internacional de Material de Guerra (CACIMG), Igor Korotchenko. Segundo o responsável, a Força Aérea Russa poderá precisar de 200 a 250 caças.

Conforme disse recentemente o comandante da Força Aérea Russa, coronel-general Aleksandr Zélin, a primeira parcela de caças de quinta geração chegará à tropa entre 2014 e 2015.

De acordo com as declarações de altos funcionários do ministério da defesa indiano, a Índia pretende comprar cerca de 250 aeronaves russas. Atualmente estão sendo testadas duas aeronaves e outros dois protótipos devem ser submetidos a testes até ao final do ano, segundo disse o presidente da Corporação Unificada de Construção Aeronáutica.O CACIMG cita como compradores em potencial da versão de exportação do caça de quinta geração a Argélia (no período entre 2025 e 2030), a Argentina (entre 2035 e 2040), o Brasil (entre 2030 e 2035), a Venezuela (entre 2027 e 2032), o Vietnã (entre 2030 e 2035), a Indonésia (entre 2028 e 2032) e o Irã (entre 2035 e 2040, caso seja levantado o embargo à venda de armas a esse país). Na mesma relação estão o Cazaquistão (entre 2025 e 2035), a China (em determinadas condições, entre 2025 e 2035), a Malásia (entre 2035 e 2040) e a Síria (entre 2025 e 2030).

O volume total da encomenda de caças é estimado pelo CACIMG entre 274 e 388 aeronaves. “O mapa de exportação de aeronaves russo-indianas poderá ser muito mais amplo caso sejam feitos acordos de 

O volume total da encomenda de caças é estimado pelo CACIMG entre 274 e 388 aeronaves. “O mapa de exportação de aeronaves russo-indianas poderá ser muito mais amplo caso sejam feitos acordos de venda com países da Comunidade de Estados Independentes (CEI)”, disse Igor Korotchenko.Como resultado, segundo a revista “The Military Balance-2011”, dos 267 carros de combate atualmente em serviço no Exército brasileiro só 90 são de origem norte-americana (diversas versões do M-60). Os outros são os Leopards alemães.

Mais do que isso, a empresa alemã Krauss-Maffei Wegmann, fabricante de blindados sob a marca Leopard, ganhou um contrato de manutenção técnica do parque de seus blindados no Brasil para os próximos cinco anos e de fornecimento de equipamentos de treinamento de uso dos mesmos. Para esses fins, a empresa pretende abrir na cidade de Santa Maria uma filial com a participação de especialistas locais. Embora o valor do contrato se mantenha em sigilo comercial, sabe-se que o acordo equivale a vários milhões de euros.

Segundo o Cacimg, o Brasil tem uma experiência, ainda que pequena, de cooperação com a Rússia da qual já comprou sistemas portáteis de defesa antiaérea Igla e helicópteros militares de carga e de ataque Mi-35. Pretende comprar também sistemas de mísseis antiaéreos para o Exército, Tor-M2, para proteger seguramente seu espaço aéreo durante as Olimpíadas de 2016. Todavia, a problemática da defesa antiaérea do Brasil e dos aviões de combate brasileiros merecem uma conversa à parte.

O parque aeronáutico do Brasil é composto principalmente pelos caças norte-americanos e franceses obsoletos. O Brasil anunciou várias vezes a licitação para a compra de um caça moderno e teve, entre outras, a proposta de caça russo Su-35 de geração 4 + +. A vitória no concurso  renderia à empresa russa Sukhôi cerca de US$ 700 milhões, além de uma cooperação com o Brasil na indústria aeronáutica. Mas o concurso não chegou a acontecer por razões econômicas, entre outras. Da última vez, a proposta russa não foi sequer admitida no concurso.

O Brasil havia sugerido à Rússia uma “troca econômica”: se a empresa Sukhôi tivesse vencido o concurso, Moscou teria comprado, em contrapartida, do Brasil uma parcela de aeronaves regionais de curto curso da empresa Embraer e até teria começado sua produção sob licença nas empresas russas. A Rússia não aceitou a proposta brasileira, pois estava prestes a lançar no mercado de voos regionais sua própria aeronave, Sukhôi SuperJet, construída pela subsidiária da Sukhôi, a empresa Aeronaves Civis Sukhôi.

No entanto, mais tarde verificou-se que a Aeronaves Civis Sukhôi, assim como suas congêneres nacionais Antonov e Tupolev, não têm, no momento, condições para satisfazer todas as necessidades da Rússia em aeronaves regionais de curto e médio curso. Por essa razão, o presidente Dmítri Medvédev anunciou que Moscou está disposta a comprar no exterior aeronaves regionais. Esse anúncio abre o mercado russo de aeronaves regionais à Embraer e também à canadense Bombardier e proporciona aos exportadores nacionais de material de guerra a oportunidade de se fixar no mercado de armas brasileiro. Se isso acontecer, a carteira de pedidos de compra no valor de US$ 270 milhões poderá parecer demasiadamente pequena para os dois países.


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