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domingo, 30 de outubro de 2011

DARFUR -Deserto de Sangue 2011 - Filme muito triste,mas pura realidade

A história de um grupo de jornalistas ocidentais no Sudão que visitam uma pequena aldeia para coletar imagens e relatos sobre as atrocidades ocorridas lá. Quando ouve que os Janjaweed (criminosos de tribos africanas em língua local, significa algo como "diabo montado a cavalo") estão se encaminhando para a aldeia, o grupo enfrenta o seguinte dilema: fugir em segurança ou ficar para tentar impedir o massacre.


Setor Operativo realiza Desfile Naval em homenagem ao Chefe do Estado-Maior da Armada


 

Desfile Naval

 
O Setor Operativo da Marinha realizou, no dia 26 de outubro, um Desfile Naval e Aeronaval em homenagem ao Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Luiz Umberto de Mendonça, que brevemente deixará o serviço ativo, após 47 anos de dedicação a Marinha.
A Força-Tarefa 710 da Operação “TROPICALEX”, comandada pelo Vice-Almirante Wilson Barbosa Guerra, Comandante-em-Chefe da Esquadra, por ocasião da chegada ao Rio de Janeiro, recebeu a bordo da Fragata “Niterói”, Capitânia da Operação, o Almirante-de-Esquadra Luiz Umberto de Mendonça, acompanhado de almirantes do Setor Operativo.
O Desfile Naval ocorreu a 15 milhas da entrada da Baía de Guanabara, no litoral do Rio de Janeiro, com os navios em postos de continência e prestando as honras ao Almirante Mendonça, por ocasião da passagem do Capitânia por boreste da formatura, que contou com a participação das Fragatas “Greenhalgh” (F46) e “Bosísio” (F48), do Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta” (G23), da Corveta “Frontin” (V33), do Rebocador de Alto-Mar “Almirante Guillobel” (R25), do Navio-Patrulha “Gurupá” (P46) e do Submarino “Tapajó” (S33), agrupados em coluna nessa ordem, além de uma aeronave AH-11A “Super Lynx” e duas aeronaves UH-12/13 “Esquilo”, que realizaram o desfile aeronaval.
 

Alte Esq Mendonça assiste ao Desfile Naval e Aeronaval em sua homenagem

Operação Agulhas Negras 2011: Operação Quebra-Cangalha II


 No período de 24 de outubro a 1º de novembro de 2011, a 2ª Divisão de Exército realizará Exercício de Adestramento Avançado – OPERAÇÃO QUEBRA-CANGALHA II – com o objetivo de capacitar o Comando da 2ª Divisão de Exército, a 11ª Bda Inf L, 12ª Bda Inf L (Amv), de maneira integrada à Bda Inf Pqdt, a 1ª Bda AAAe, a Cia DQBN, o CAvEx e as OMDS/2ª DE em operações de defesa externa. O exercício se desenvolverá no Vale do Paraíba, abrangendo os municípios de Aparecida, Guaratinguetá, Piquete, Lorena, Cachoeira Paulista, Lagoinha e São Luis Paraitinga, no Estado de São Paulo.
     A concentração das tropas ocorreu no dia 24 de outubro. O Comando da 2ª Divisão de Exército expediu sua Ordem de Operações no dia 25, desencadeando os planejamentos das brigadas. Na noite do dia 26, a 11ª Bda Inf L realizou uma infiltração noturna e uma transposição de curso d'água de oportunidade no rio Paraíba do Sul, com apoio da Engenharia Divisionária, culminando a ação com o cerco e investimento da localidade de Cachoeira Paulista.
     A 12ª Bda Inf L (Amv), no dia 26 de outubro, infiltrou seus Pelotões de Reconhecimento visando ao assalto aeromóvel que será realizado no dia 28. No momento, encontra-se aprestada em Guaratinguetá. A 2ª DE iniciou a sua ofensiva em direção ao País Marrom, empregando a 11ª Bda Inf L para conquistar a localidade de Cachoeira Paulista, após travessia de oportunidade noturna do Rio Paraíba, apoiada pelo 2º BE Cmb. O 12º GAC participou da preparação de fogos e a Cia DQBN executou a descontaminação de militares afetados por agentes químicos, em sua base de Piquete. A 12ª Bda Inf L (Amv) permanece aprestada, realizando seus ensaios para o Assalto Aeromóvel previsto para o dia 28 OUT. A DE recebeu a visita do Comandante Militar do Sudeste, que percorreu todas as tropas desdobradas na sua Zona de Ação, após almoço na base da Bda Amv, com a presença de militares da reserva e autoridades locais.    A 12ª Bda Inf L (Amv) realizou o assalto aeromóvel para conquistar um objetivo de cerco no interior do País Marrom, em proveito da manobra da 2ª Divisão de Exército. O embarque ocorreu a partir do aeroporto da Escola de Especialistas da Aeronáutica, sediada em Guaratinguetá, e contou com o apoio dos helicópteros do 1º Batalhão de Aviação do Exército, com o qual a Bda Amv constituiu as Forças-Tarefas. A operação se revestiu de êxito e foi auxiliada, tanto na navegação das aeronaves, como no preparo das diversas zonas de desembarque, pelos pelotões de reconhecimento dos Batalhões de Infantaria Leve, infiltrados 48h antes do assalto.
    Ao final desse mesmo dia, a 11ª Bda Inf L iniciou uma marcha para o combate para a conquista de um objetivo mais profundo no interior do País Marrom, também com o propósito de cercar o inimigo em sua zona de ação. Antes do início de seu movimento, a brigada enfrentou resistências na localidade de Cachoeira Paulista, conquistada no dia anterior, e imediações, o que demandou atuação constante das forças azuis para a manutenção dessas posições.
    A 2ª DE, fora do contexto do Exercício, acolheu a visita de membros da Sociedade de Amigos da 2ª Divisão de Exército (SASDE), do COMDEFESA da FIESP, de professores e alunos das seguintes faculdades: Universidade de São Paulo (USP), Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e Universidade Estadual Paulista (UNESP).  Após realizar uma marcha para o combate de aproximadamente 30km, a 11ª Bda Inf L conquistou o objetivo de cerco atribuído pela 2ª Divisão de Exército, em substituição a tropas da 1ª Bda C Mec (representada pelo 13º R C Mec).
    A 12ª Bda Inf L (Amv) mantém suas posições com os 4º, 5º e 6º BIL, após um bem sucedido assalto aeromóvel, apoiado pelo 1º B Av Ex. No contexto da Operação Quebra-Cangalha, o 5º BIL dá prosseguimento à avaliação pelo CADEx, em assuntos relacionados ao assalto aeromóvel. O 4º BIL materializa, no terreno, os objetivos de adestramento estabelecidos para o exercício de mobilização de reservistas, no contexto da Operação.
    O 2º B E Cmb continua apoiando as tropas da 2ª DE com trabalhos diversos. O 12º GAC efetuou uma mudança de posição, com transposição do Rio Paraíba, cerrando mais à frente a fim de permitir a continuidade do apoio de fogo.
    Fora do contexto da Operação, mas aproveitando a excelente oportunidade do evento, a 2ª Divisão de Exército comemorou, nesta data, os seus 59 anos de existência, com uma formatura congregando efetivos da própria "Divisão Presidente Costa e Silva" e organizações participantes da Operação.

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