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Resultados da pesquisa

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Ao menos 15 pessoas morreram nesta terça e três ficaram feridas em dois ataques com mísseis supostamente realizados por aviões não tripulados dos Estados Unidos

Islamabad, 14 set (EFE).- Ao menos 15 pessoas morreram nesta terça e três ficaram feridas em dois ataques com mísseis supostamente realizados por aviões não tripulados dos Estados Unidos na região tribal paquistanesa do Waziristão do Norte, informaram emissoras de televisão do país.




No primeiro dos ataques, ao menos três mísseis atingiram uma casa que seria ocupada por insurgentes, na região de Shawal, na fronteira com o Afeganistão. De acordo com a rede "Geo TV", 11 pessoas morreram neste ataque.



Horas depois, outro avião espião americano atacou a cidade de Miran Shah, no Waziristão do Norte, a cinco quilômetros da fronteira, e matou quatro pessoas, segundo fontes locais citadas pelo canal "Express".



Os ataques de aviões não tripulados dos EUA nas regiões tribais fronteiriças com o Afeganistão acontecem cada vez com mais frequência no Waziristão do Norte: já são cerca de 10 neste mês.



Esta demarcação, na qual buscam refúgio membros da rede Al Qaeda e facções talibãs tanto afegãs como paquistanesas, é a única do cinto tribal que não foi alvo de uma operação militar do Exército paquistanês contra a insurgência nos últimos dois anos, apesar da pressão dos EUA.



O Governo paquistanês rejeita em público estes ataques, enquanto os EUA não fazem comentários sobre eles, apesar de o programa estar sendo desenvolvido há anos e a imprensa fazer cobertura das ações.

Governo vai licitar poço gigante no pré-sal

O governo estima reservas potenciais de até 8 bilhões de barris de petróleo no poço de Libra, que está sendo perfurado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) com a Petrobrás, na Bacia de Santos. Se confirmada a expectativa, Libra disputará com Tupi o posto de maior descoberta mundial de petróleo dos últimos 20 anos. A área deve protagonizar o primeiro leilão de contratos de partilha do País, previsto para o primeiro semestre de 2011.A estimativa de reservas de Libra foi feita pela certificadora independente Gaffney Cline Associates (GCA), durante o trabalho de certificação de reservas que seriam vendidas à Petrobrás no processo de cessão onerosa. Segundo a diretora da ANP Magda Chambriard, a GCA chegou a um total de 7,9 bilhões de barris de óleo. O volume é preliminar e precisa ser confirmado pela perfuração de poços no local.ANP e Petrobrás iniciaram a perfuração de Libra em junho, mas ainda não atingiram o reservatório de petróleo, o que deve ocorrer entre 15 e 30 dias. Depois disso, o posto passará por um teste de produção, previsto para novembro. Os dados serão usados pelo governo para atrair interessados no primeiro leilão do pré-sal com contratos de partilha, caso o novo marco regulatório seja aprovado pelo Congresso."Onde se viu uma licitação de mais de 7 bilhões de barris nos últimos anos? Isso só acontecia no Oriente Médio na década de 1970", comentou Magda, em entrevista após palestra na feira Rio Oil & Gas. O governo chegou a cogitar a inclusão de Libra na lista de blocos vendidos à Petrobrás por R$ 74,8 bi, mas desistiu após a avaliação das reservas.Em discurso na abertura do evento, o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Marco Antônio Almeida, disse confiar na aprovação do projeto de lei da partilha este ano, para que a licitação de Libra ocorra no início de 2011 - são necessários quatro meses entre o lançamento do edital e a realização do leilão. "A Câmara não pode mais mexer no projeto. Tem apenas de dizer sim ou não", afirmou.Libra está localizado a 35 quilômetros de Franco, que foi incluído no processo de cessão onerosa com 3,1 bilhões de barris. Segundo a ANP, Franco pode ter até 6 bilhões de barris de petróleo e, se confirmada a estimativa, o volume adicional aos 3,1 bilhões poderá ser objeto de um contrato de partilha ou de contratação direta da Petrobrás.Franco e Libra estão na porção norte do pré-sal da Bacia de Santos. Juntos, têm potencial para dobrar as reservas brasileiras, hoje em 14 bilhões de barris. Mais ao sul, está Tupi, maior descoberta mundial de petróleo nos últimos 20 anos, com reservas de 5 a 8 bilhões de barris.Magda disse que dificilmente essa região tenha novas descobertas desse porte. A agência trabalha agora para avaliar a porção sul do pré-sal de Santos, em frente ao litoral de Santa Catarina.

Dilma segue na frente com 50,5% das intenções de voto, indica CNT/Sensus

Dilma segue na frente com 50,5% das intenções de voto, indica CNT/Sensus


Candidata a presidente pelo PT, Dilma Rousseff mantém a liderança na pesquisa Sensus divulgada nesta terça-feira, 14, pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) com 50,5% das intenções de voto. José Serra, do PSDB, aparece em segundo lugar, com 26,4% das indicações, e Marina Silva em terceiro com 8,9%.



Os outros seis presidenciáveis não chegaram a alcançar um ponto percentual cada. Não souberam responder somam 9,1%, enquanto votos brancos e nulos ficaram em 3,5%.



Dos pontos válidos (excluídos brancos e nulos e redistribuído os indecisos proporcionalmente entre os candidatos), Dilma soma 57,8% dos votos, contra 42,2% dos demais candidatos somados. Essa conta aponta vitória de Dilma no primeiro turno.



A vantagem de Dilma sobre Serra, que era de 17,9 pontos percentuais na última pesquisa, divulgada em 24 de agosto e passou a 24,1 pontos neste último levantamento. A margem de erro é de 2,2% para mais ou para menos.


Segundo Turno




Na simulação de segundo turno entre Dilma e Serra, a petista ganharia o pleito com 55,5% dos votos, contra 32,9% do tucano. Não souberam responder: 5,7%. Brancos e nulos: 5,9%. Na pesquisa divulgada em 24 de agosto, os índices eram similares: Dilma venceria o pleito com 52,9% e Serra ficaria com 34%.



A pesquisa Sensus também levantou o percentual de eleitores que acreditam na vitória dos seus candidatos. Dos entrevistados, 71,8% afirmaram que Dilma Rousseff vencerá as eleições. O número é bem maior dos que indicam voto nela, 50,5%. Em contrapartida, José Serra, que foi apontado como candidato por 26,4% dos entrevistados, foi indicado como vitorioso dessas eleições por apenas 16,1%.



Marina Silva foi apontada como provável eleita por 1,8%. Os demais candidatos não receberam nem 1% cada. 9,1% não souberam responder.



Horário Eleitoral





O levantamento CNT/Sensus quis saber quantos eleitores estão assistindo os programas eleitorais, sendo que 62,3% dos entrevistados responderam que assistiu pelo menos em parte. No final de agosto, 42,9% tinham visto as propagandas eleitorais.



Dentre os eleitores que tomaram conhecimento dos programas, 60,3% consideram o programa de Dilma Rousseff o melhor entre os candidatos. 29,5% avaliaram sendo o programa de Serra como o melhor, enquanto 9,1% votaram na propaganda de Marina Silva.



No final de agosto, dentre os que tinham assistido ao horário eleitoral gratuito, 56% tinham gostado mais do programa de Dilma e 34,3% de Serra, e 7,5% de Marina.



Opção de voto



A pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira apurou que 72,7% dos entrevistados já tem o voto para presidente definido, enquanto 23,6% podem mudar ou ainda não definiu voto. Outros 3,8% não souberam responder a esta questão.



Entre os que poderiam mudar o voto (12,4%), a maioria (2,8%) trocaria de candidato se percebessem que outro postulante tem mais capacidade administrativa.



Outros 2,7% mudariam de voto se outro candidato fosse mais capaz de gerir programas sociais; 1,7% seriam atraídos por argumentos de outras campanhas; 1,5% poderiam votar em outro candidato que mostrasse mais inidoneidade; e 0,8% se seu candidato perdesse o apoio de lideranças. Os demais não souberam responder.



Dos 15% dos que ainda não definiu candidato, 3,1% definirão voto assistindo os debates na TV; 2,9% avaliarão através dos noticiários; 1,7% através de entrevistas; 1,1% pelos programas eleitorais. Os demais 6,1% não souberam responder.



Ainda segundo a pesquisa, Marina Silva, candidata do PV, é a segunda opção de voto da maioria dos eleitores: 22,4% poderiam votar nela. José Serra é segundo voto de 17,8%, e Dilma de 16,8%. Zé Maria, do PSTU, e Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL, foram citados por 1,3% e 1,2% dos entrevistados cada. Brancos e nulos somam 22,9% nesta questão, enquanto 15,7% não souberam responder.



A 104º. Pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 10 e 12 de setembro, em 24 estados, com dois mil entrevistados. A margem de erro é de 2,2% para mais ou para menos.



Estadão

A nova fronteira marítima


Sem esperar a necessária concordância da Organização das Nações Unidas (ONU), o governo brasileiro decidiu expandir os limites de sua soberania sobre recursos do fundo do mar, incorporando à plataforma continental brasileira uma área de 238 mil quilômetros quadrados. É uma decisão unilateral que pode provocar reações internacionais.





A decisão é mais uma comprovação da pressa que tem o governo do PT em assegurar a soberania brasileira sobre áreas que concentram reservas consideráveis de petróleo sob a camada de sal depositada no fundo do oceano, para, desse modo, dar mais segurança ao investidor estrangeiro que esteja disposto a aplicar seus recursos na exploração do pré-sal, mesmo que à custa de eventuais contestações por outros países.



Por meio de uma resolução interministerial publicada na semana passada, o governo decidiu que nenhuma empresa ou Estado estrangeiro poderá explorar a plataforma continental sem sua autorização prévia. A resolução considera como plataforma continental toda a área que, em 2004, o Brasil propôs à ONU como sendo aquela na qual exerceria sua soberania.



A ONU, por meio da Comissão de Limites da Plataforma Continental (CLPC), no entanto, aceitou apenas parcialmente a reivindicação brasileira, dela excluindo a porção sobre a qual o governo agora reafirma sua soberania.



O Brasil é um dos países signatários da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, conhecida como Convenção da Jamaica, de 1982. Essa convenção define três limites marítimos. No mais estreito deles, o mar territorial, de 12 milhas marítimas, a jurisdição do país é plena. Na Zona Econômica Exclusiva, o país tem jurisdição para agir em questões ligadas à alfândega, saúde, imigração, portos e circulação. A mais ampla, a plataforma continental, inclui o leito marítimo e o subsolo das áreas submarinas que se estendem além de seu mar territorial. O limite da plataforma continental pode ser maior do que 200 milhas marítimas, se autorizado pela Comissão de Limites da Plataforma Continental da ONU.



No caso brasileiro, o órgão da ONU excluiu do pedido original um território do tamanho do Estado do Ceará, que abrange uma área ao norte do País, e outra que se estende das Ilhas Trindade e Martim Vaz até a fronteira sul do País.



No relatório que apresentou em 2007, e no qual rejeitou a inclusão dessas áreas na plataforma continental brasileira, a CLPC recomendou ao governo que apresentasse nova proposta. Em março do ano passado, o Brasil apresentou novas alegações em defesa de sua proposta original, mas a CLPC não mudou a decisão anterior.



É uma questão de grande interesse nacional. Os Campos Tupi, Carioca, Guará e Júpiter, na costa Sudeste-Sul do País, estão no limite da Zona Econômica Exclusiva, e há, em regiões um pouco mais afastadas da costa, mas na área reivindicada pelo Brasil como parte de sua plataforma continental, formações semelhantes àquelas nas quais se encontram petróleo e gás.



O potencial econômico do subsolo marítimo vai além do petróleo. O governo tem um programa específico para identificar esse potencial (Recursos Minerais da Plataforma Continental, Remplac) e os desafios técnicos da exploração. Há grande quantidade de cascalho e areia para a construção civil à profundidade média de 30 metros entre o Espírito Santo e o Maranhão. Mas há muitos minerais valiosos, como diamante, zircônio (utilizado no revestimento de reatores nucleares), ilmenita (utilizada na indústria Aeronáutica e aeroespacial) e potássio (de grande uso na indústria de fertilizantes).



Desde o ano passado, o governo coleta novos dados oceanográficos ao longo de sua margem continental, que devem fundamentar uma nova proposta à Comissão de Limites da Plataforma Continental.



Deveria, por isso, aguardar nova decisão da ONU, antes de expandir sua plataforma continental unilateralmente. A preservação dos interesses nacionais não pode ser feita sem a observância das normas e acordos internacionais, pois atitudes desse tipo tornam frágil a posição do governo.



Fonte: O Estado de S. Paulo

EUA planejam venda de US$ 60 bilhões em aeronaves militares a sauditas

Caças, helicópteros e sistemas antimísseis integram a negociação, que é parte da estratégia americana anti-Irã.


BBC/BRASIL



O governo americano deve oficializar nos próximos dias uma proposta de vender para a Arábia Saudita aeronaves militares no valor de US$ 60 bilhões (cerca de R$ 103 bilhões), no que já está sendo considerada como a maior venda de artigos bélicos americanos da história.




O negócio envolveria, segundo funcionários do governo citados pelo jornal americano The Wall Street Journal, 84 caças F-15 e mais de 140 helicópteros Apache e Black Hawk, além de outras aeronaves de menor porte.

De acordo com o jornal, a transação pode incluir ainda outros equipamentos para modernizar a Marinha saudita e seu sistema antimísseis balísticos, o que acrescentaria outros US$ 30 bilhões às negociações.




A Casa Branca não se pronunciou o oficialmente sobre o negócio, que ainda precisa ser aprovado pelo Congresso.

Segundo o correspondente da BBC em Washington Paul Adams, a transação não deve ser barrada, já a venda de equipamentos militares para um país aliado é vista como parte de uma estratégia para fortalecer um governo árabe com quem os Estados Unidos têm boas relações, em contraposição às crescentes ameaças do Irã.




Por enquanto, ainda não há nada fechado sobre a venda adicional, apenas "conversações bilaterais discretas", segundo o Wall Street Journal, que cita fontes do governo americano.



O pacote incluiria navios de combate e um sistema de defesa conhecido como Thaad (Terminal High Altitude Defense, na sigla em inglês), além de equipamentos para modernizar os mísseis terra-ar Patriot para reduzir a ameaça dos foguetes iranianos. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
O Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial representou o Ministério da Defesa e o Comando da Aeronáutica na cerimônia de lançamento da pedra fundamental da empresa brasileiro-ucraniana Alcântara Cyclone Space, realizada, no dia 9 de setembro, no Centro de Lançamento de Alcântara.




O evento foi presidido pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Machado Rezende, e contou com a presença de outras autoridades, dentre elas o embaixador da Ucrânia no Brasil, Igor Hrushkó; o presidente da Agência Espacial Brasileira, Carlos Ganem; e o prefeito de Alcântara, Raimundo Soares do Nascimento.



De acordo com um tratado de cooperação de 2003, a binacional ACS construirá e explorará comercialmente um sítio de lançamento em área do CLA, com a previsão de lançar o primeiro foguete da série Cyclone-4, em fevereiro de 2012.



Por meio do Comaer, o ministério da Defesa participa do Programa Espacial Brasileiro, com o desenvolvimento do Veículo Lançador de Satélites, pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço; e com os centros de lançamento de Alcântara e Natal, órgãos subordinados ao DCTA.



Durante a cerimônia, reafirmou-se, ainda, o compromisso social dos representantes públicos e privados com a comunidade alcantarense.

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