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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

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Foguete nacional só deve decolar em 2015

Sete anos após o incêndio que matou 21 pessoas na base de Alcântara, Maranhão, finalmente a torre de lançamento do VLS-1, o Veículo Lançador de Satélites brasileiro, está quase completa. Ela será inspecionada nesta quinta-feira pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende.




O foguete, porém, só deve realizar um lançamento completo em 2015, quase uma década depois da promessa inicial do governo. A previsão consta de um documento do Ministério da Ciência e Tecnologia. Nele, o primeiro voo de teste do VLS-1, com apenas dois de seus quatro estágios, está agendado para 2012 ou 2013. Um teste do foguete completo, mas sem carga útil, ocorre até 2014.



O brigadeiro Francisco Pantoja, diretor do IAE (Instituto de Aeronáutica e Espaço), órgão da Força Aérea que desenvolve o VLS, diz que o lançamento em 2015 só acontece no pior cenário. “Pode ser que o voo com carga útil aconteça antes. Tudo depende dos resultados dos ensaios”, diz.



Em agosto de 2003, quando a torre de integração do foguete pegou fogo, o então ministro da Ciência e Tecnologia, Roberto Amaral, prometeu o VLS para 2006.



Mas problemas na licitação da nova torre impediram que o IAE cumprisse o cronograma. Além disso, o projeto sofreu uma revisão completa, que levou à necessidade de novos testes.



ESTRANHO NO NINHO



Enquanto o VLS não vem, o país espera poder lançar de Alcântara outro foguete, o ucraniano Cyclone-4. O Brasil criou com a Ucrânia uma empresa binacional, a ACS (Alcântara Cyclone Space), para vender lançamentos de satélite.



A empresa, cujo diretor brasileiro é Roberto Amaral, foi instituída em 2006. Ela terá sua pedra fundamental lançada hoje por Rezende. A presença da ACS dentro do CLA (Centro de Lançamentos de Alcântara) incomoda militares, pois cria competição por recursos do programa espacial.



Enquanto o projeto do VLS e a infraestrutura associada estão no patamar dos R$ 60 milhões por ano, os investimentos em centros de lançamento –que incluem o CLA, mas também o sítio do Cyclone-4– chegaram a R$ 200 milhões em 2009.



O VLS é considerado por especialistas um “beco sem saída” tecnológico. Ele pode levar cargas úteis de apenas 150 kg, um décimo do peso de satélites como o sino-brasileiro CBERS. Rezende reconhece a limitação, mas aposta que o VLS poderia cada vez mais ser usado para microssatélites, tendência no setor.



Enquanto isso, o MCT quer usar o Cyclone para lançar um trio de satélites do Inpe a partir de 2012: o Amazônia-1 (de monitoramento de florestas), o Lattes (de astrofísica) e o GPM-Br (meteorológico).

novo fuzil do uruguaio Steyr AUG y HK G-36


Ejército Nacional Uruguayo (EU) adquirirá en una primera etapa 3500 fusiles de asalto Steyr AUG y 600 HK G36 según lo anunció el Ministerio de Defensa.




Luego de un tumultuoso proceso, salpicado por el affaire de las municiones iraníes que venían al país vía Venezuela (enviadas por una empresa persa que participó en el llamado a propuestas) y una denuncia de tráfico de influencias en favor de una empresa de origen chileno, finalmente el Ejército Nacional Uruguayo definió el equipo para llevar a cabo la renovación del armamento liviano de la fuerza. La noticia fue comunicada por el Ministro de Defensa, Dr. José Bayardi, al comparecer ante legisladores que integran las comisiones de defensa del poder legislativo.



Ambos fusiles utilizan el calibre 5.56 mm NATO, el cual pasará a ser el nuevo calibre estándar del EU, sustituyendo al 7.62 mm de los actuales FAL a los cuales reemplazarán los nuevos fusiles. Asimismo deberán convivir con los AK-101 adquiridos en su momento a Rusia, con los cuales comparten el calibre.



El proceso de selección comenzó en agosto de 2006 cuando el Ejército realizó un RFP (Request for Proposals) para la adquisición de 18.000 fusiles de asalto para reemplazar al actual FAL de 7,62 mm de fabricación argentina. Se recibieron quince ofertas cuando venció el plazo de presentación el 6 de noviembre de ese mismo año. Durante el 2007 se realizaron las pruebas técnicas de donde surgió una preselección de fusiles y el 21 de diciembre se declaró ganadora a la empresa austríaca Steyr con su fusil AUG de 5,56 mm.



La Armada también participaba en este proceso, pero aún no está claro si recibirá alguno de estos modelos, al menos en esta primera etapa. La planificación de este plan de reequipamiento prevé que el año que viene se encarguen 3500 fusiles más del modelo Steyr AUG, siendo que las armas alemanas estarán destinadas a unidades de FFEE.

HMS ‘Ocean’ vai realizar operações com a Marinha do Brasil



O HMS Ocean chega ao Rio de Janeiro amanhã (09.09) para participar de um exercício anfíbio com a Marinha do Brasil.




O Corpo de Fuzileiros Navais participará com o 3 º Batalhão de Infantaria, que vai se juntar ao 539 Assault Squadron dos Royal Marines, para realizar um treinamento anfíbio de três dias, período este onde haverá a troca de experiências em operações recentes.



A Aviação Naval será representada por uma aeronave UH-14 Super Puma, do 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2), que permanecerá embarcada no HMS Ocean e fará o apoio aéreo durante o desembarque.





Enquanto isso, tripulantes do NDD Rio de Janeiro (G-31) também vão embarcar no HMS Ocean para acompanhar os exercícios, colaborando para estreitar os laços de cooperação entre as duas marinhas.

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