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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

CABO CANAVERAL, EUA - A Nasa está avaliando um ladrilho rachado na blindagem térmica e um anel de cerâmica solto no ônibus espacial Endeavour, dois problemas que não parecem graves, mas que vão exigir atenção redobrada.






Astronautas verificam ônibus espacial em busca de danos







"Inicialmente, não parece que vamos nos preocupar muito com isso", disse o líder do gerenciamento da missão, LeRoy Cain. "Mas queremos manter a vigilância e dar uma olhada mais de perto".







Enquanto os engenheiros na Terra corriam para entender os problemas e determinar se reparos serão necessários, os 11 astronautas a bordo do complexo formado pela junção do Endeavour com a Estação Espacial Internacional (ISS) passaram um primeiro dia de missão conjunta em relativa tranquilidade.


Eles conseguiram resolver um defeito num traje espacial a tempo para a caminhada espacial prevista para esta quinta-feira, 11, e consertaram peças do sistema de extrai água potável da urina dos astronautas.




Astronautas realizaram uma caminhada especial ao redor da Estação Espacial Internacional para dar os toques finais a um deque de observação. O deque dará aos ocupantes da estação uma visão panorâmica da Terra.




Essa foi a última das três caminhadas planejadas para a missão de 14 dias da nave Endeavour.



Os astronautas Robert Behnken e Nicholas Patrick removeram as coberturas das janelas e revelaram a primeira vista da Terra, 322 quilômetros abaixo deles.



A Nasa tem mais quatro missões planejadas para entregar componentes para a estação espacial, um projeto que envolve 16 países desde 1998.





O traje espacial do astronauta Robert Behnken estava imprestável, por conta de um arnês defeituoso que o impedia de ativar os aquecedores das luvas e de usar a câmera do capacete. Ele então pegou emprestada a parte de cima de um traje que já estava a bordo da ISS.







O trabalho mais importante - a instalação de um novo aposento e de um mirante na ISS - será executado durante a caminhada espacial desta noite, a primeira de três.







Quanto ao sistema de reciclagem de água, o processador de urina vinha se comportando mal há meses. O Endeavour levou ao espaço peças de reposição, bem como um filtro para pegar todos os depósitos de cálcio da urina. O conserto tem uma prioridade tão alta que já estava em andamento an quarta-feira, poucas horas após a chegada do ônibus espacial.







Astronautas podem sofrer de perda de massa óssea no espaço, e é possível que o excesso de cálcio na urina esteja entupindo a máquina, mas especialistas acreditam que o sistema em si é o culpado.



No ônibus espacial, o ladrilho rachado fica bem em cima do cockpit, e já havia sido reparado antes, num conserto que, ao que tudo indica, não funcionou.







Além disso, há um anel separador de cerâmica que está se projetando para fora de seu espaço, perto das janelas do cockpit. Engenheiros tentam determinar se, caso ele venha a se soltar de vez durante a reentrada, poderia bater no leme ou em um dos foguetes de manobra.



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Cain disse que ainda é cedo para dizer se astronautas terão de ser destacados para realizar reparos em órbita. A Nasa preferiria não ter astronautas trabalhando muito perto do cockpit, onde um erro poderia causar problemas Amis graves que os que estariam sendo reparados.







A Nasa vem sendo especialmente cautelosa com danos à parte externa dos ônibus espaciais desde que o Columbia foi destruído por causa de uma rachadura na asa, em 2003.



O Irã vai fabricar em breve um sistema antimísseis equivalente ou superior ao S-300 russo, cujo contrato de entrega a Teerã foi suspenso por Moscou, anunciou nesta segunda-feira o general Heshmatola Kassiri, alto funcionário da defesa antiaérea do país.




“Em um futuro muito próximo, nossos especialistas vão produzir um sistema antimísseis que terá a mesma capacidade do sistema S-300, e inclusive maior potência”, declarou Kassiri à agência Irna.



“Produzimos nós mesmos todos os nossos equipamentos de defesa antiaérea. Em apenas um caso havíamos decidido importá-los. Era o sistema S-300 e os russos não nos entregaram o sistema por motivos injustificáveis”, completou.



Os países ocidentais e Israel pediram à Rússia que não entregasse o sistema antimísseis ao Irã. Moscou anunciou em 21 de outubro que o contrato estava interrompido.



A comunidade internacional acusa o Irã de tentar produzir armamento atômico sob o pretexto de um programa nuclear civil, o que o governo iraniano nega.







Num momento em que a comunidade internacional preciona o Iran para abrir mão de seu discurso belicista e de seu programa nuclear, novas e maravilhosas invenções brotam do deserto como cogumelos depois da chuva…





Recentemente o Iran tem declarado desenvolver armas revolucionárias, sistemas modernos e até mesmo mais poderosos que os “concorrentes” extrangeiros.



De fato pode-se averiguar que a indústria de defesa iraniana tem obtido exitos relativos uma vez que sofre embargos e restrições.



Porém muitos destes êxitos precisam ser relativisados uam vez que estão longe de se equipararem aos seus adversários, no caso o sistema S-300.



Os sistemas de armas iranianos ditos “avançados” ,em sua maioria tem se provado ser reinvenções de sistemasde armas dos anos 70 e 80, o que deixa muita dúvida sobre suas reais capacidades, salvo algumas poucas exceções.



No meu entender, o Iran tenta mostrar ao mundo e especialmente a sua opinião pública (que ao contrário do que se diz exerce forte influência no poder local) que o país está se tornando uma potência, porém este discurso hora ou outra será posto a prova e ai a história será outra.
O chefe do Estado Maior do Exército americano, almirante Michael Mullen, advertiu Israel contra um possível ataque ao Irã, afirmando, que em uma "região imprevisível" como o Oriente Médio, as consequências poderiam ser "indesejáveis".




Em um ato sem precedentes, o almirante americano convocou jornalistas israelenses e deu uma entrevista coletiva em Jerusalém pedindo a Israel que exerça "contenção total" enquanto os esforços estiveram concentrados nas tentativas diplomáticas e nas sanções contra o projeto nuclear iraniano.



"Se houver um confronto regional em consequência de um ataque ao Irã, todos nós teremos um problema muito, muito, muito grande", disse Mullen. "Estou muito preocupado com as consequências imprevisíveis de um ataque."



É a segunda vez que Mullen é enviado a Israel para pedir que o país não ataque o Irã. A primeira visita ocorreu em 2008, durante o governo do ex-presidente americano George W. Bush.



O almirante acrescentou que o governo americano tem intenções sérias de decretar sanções "graves" contra o Irã.



"Espero que isso não acabe em um confronto. É muito, muito importante, que os esforços diplomáticos sejam explorados de maneira total", acrescentou Mullen.



Esforços diplomáticos



A movimentação diplomática no Oriente Médio diante do avanço do programa nuclear iraniano se intensificou depois que o presidente Mahmoud Ahmedinajad anunciou que o país já teria alcançado a capacidade de enriquecimento de urânio no nível de 20%.



A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, também está no Oriente Médio para discutir principalmente essa questão.



Em uma palestra para estudantes no Catar, Clinton afirmou que o governo americano "acredita que o Irã está se transformando em uma ditadura militar".

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